Intenção de consumo das famílias brasileiras mantém ritmo de crescimento em julho, segundo CNC – Portal Plural
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Economia

Intenção de consumo das famílias brasileiras mantém ritmo de crescimento em julho, segundo CNC

Indicador acumula segunda alta consecutiva e atinge melhor nível desde abril, superando mesmo período de 2020

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A Intenção de Consumo das Famílias (ICF), apurada pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), cresceu 2% em julho, alcançando a segunda alta consecutiva. O indicador chegou a 68,4 pontos e atingiu o maior nível desde abril último. O resultado ficou 3,5% acima do registrado no mesmo período de 2020 – a primeira taxa anual positiva desde março do ano passado. O índice, porém, segue abaixo do nível de satisfação (100 pontos), o que acontece desde 2015.

‘’A confiança das famílias na perspectiva da tendência positiva do mercado, bem como a vacinação em andamento, favorece a alta no consumo. O cenário dá ânimo aos comerciantes que precisam seguir no ritmo de crescimento das vendas’’, destaca o presidente do Sindilojas Fronteira Noroeste, Leonides Freddi.

Consumo se destaca

Assim como no mês de junho, todos os subíndices da pesquisa registraram resultados positivos, com destaque para o que mede a Perspectiva de Consumo, que cresceu 5,1% na comparação com junho, subindo a 66,8 pontos. O item foi o que apresentou o maior crescimento no mês e revelou melhora na percepção dos brasileiros em relação a compras futuras. “A expectativa das famílias é que esse ambiente econômico mais positivo percebido no curto prazo se prolongue para o longo prazo”, indica Catarina Carneiro da Silva, economista da CNC responsável pela pesquisa.

Bens duráveis

Apesar de permanecer como o menor indicador em julho, o Momento para Compra de Duráveis – que avalia o que os consumidores pensam sobre a aquisição de bens como eletrodomésticos, eletrônicos, carros e imóveis – atingiu o maior patamar desde o último mês de abril e cresceu de forma ainda mais intensa do que no mês anterior (+4,7%), chegando a 40,8 pontos. Na esteira desse avanço, houve redução do percentual de famílias que acreditam ser um momento negativo para compras desse tipo de produto: 77,2%, abaixo dos 77,7% do mês anterior e dos 78% de julho de 2020.

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Economia

Bandeira tarifária da conta de luz terá alta de até 58%

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A bandeira tarifária, uma sobretaxa que é acionada nas contas de luz quando o custo da geração de energia aumenta, irá subir de R$ 9,49 para um valor entre R$ 14 e R$ 15, a partir de setembro. A decisão da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) será informada no máximo até a próxima sexta-feira. Será um aumento, portanto, entre 50% e 58%.

O valor será cobrado da bandeira vermelha 2, o patamar mais alto desse sistema (que tem ainda as cores verde, amarela e vermelha 1). A taxa é cobrada a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos.

O valor atual está em vigor desde julho, quando houve um aumento de 52%, mas o custo da geração de energia disparou, exigindo o novo aumento.

O assunto foi discutido numa reunião com diversos representantes do governo nesta semana. De acordo com participantes dessa reunião, o Ministério de Minas e Energia sugeriu subir o valor da bandeira para R$ 24, o que seria mais que o dobro de aumento, por um período de três meses.

Prevaleceu, porém, a proposta do Ministério da Economia, de cobrar uma taxa entre R$ 14 e R$ 15 por um período maior, possivelmente de seis meses. Será um período para recuperar os reservatórios após o início do período úmido, no fim do ano.

Nesta quinta-feira, o ministro da Economia, Paulo Guedes, mencionou a necessidade de encher os reservatórios das hidrelétricas.
A bandeira tarifária é um adicional cobrado nas contas de luz para cobrir o custo da geração de energia por termelétricas, o que ocorre quando o nível dos reservatórios das hidrelétricas está muito baixo.

A região Centro-Sul do Brasil, que concentra as principais hidrelétricas, passa pela pior seca dos últimos 91 anos, de acordo com o governo. Isso faz o governo acionar muito mais termelétricas a gás, óleo e carvão. Mais caras (especialmente as térmicas a óleo e a carvão), essas usinas funcionam como um “seguro” para garantir o suprimento de energia.

O custo desse seguro decorrente do acionamento das térmicas é repassado integralmente aos consumidores de energia elétrica.
A Aneel defende as bandeiras porque, sem ela, todo o custo extra seria repassado aos consumidores apenas no ano seguinte, com valores corrigidos. Ou seja, o consumidor acabava pagando juros, o que não ocorre com o acionamento das bandeiras tarifárias.
Fonte: yahoo

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Destaque

Gás de cozinha vai ficar 7% mais caro a partir de setembro

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Reajuste começa a valer na próxima quarta-feira (1º/9)

WhatsApp do Dilceu Gás: https://bit.ly/3kFdEXZ
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O Sindicato a Empresas Transportadoras e Revendedoras de GLP do Distrito Federal (Sindvargas) informou, nesta quinta-feira (26/8), que o gás de cozinha terá reajuste a partir da próxima quarta-feira (1°/9).

De acordo com o Sinvargas, o reajuste, dessa vez, não partiu da Petrobras e sim das distribuidores. O aumento será em média de 7% e será para cobrir altas de custos decorrentes da inflação e o reajuste salarial de funcionários. “Nosso compromisso é manter nosso serviço que é de excelência prezando a qualidade, garantia e segurança ao consumidor, por isso não há como absorver qualquer tipo de reajuste”, diz o Sindicato na nota.

Em agosto, a Petrobras já tinha reajustado o valor do gás em 7%.

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Agro

Preço do milho registra baixa pelo quinto dia

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O indicador do milho do Cepea, calculado com base nos preços praticados em Campinas (SP), chegou ao quinto dia seguido de queda. A cotação variou -0,59% em relação ao dia anterior e passou de R$ 98,79 para R$ 98,21 por saca. Ainda assim,, no acumulado do ano, o indicador teve uma alta de 24,87%. Em 12 meses, os preços alcançaram 63,87% de valorização.

Na B3, as pontas mais curtas da curva de contratos futuros do milho tiveram leve queda, enquanto as mais longas fecharam em alta. O ajuste do vencimento para setembro passou de R$ 95,88 para R$ 95,73, do novembro foi de R$ 96,49 para R$ 96,46 e do março de 2022 passou de R$ 98,11 para R$ 98,19 por saca.

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