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Instituições buscam contribuir com autonomia, inclusão social e produtiva de PCD’s

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No próximo 3 de dezembro lembra-se o Dia Internacional da Pessoa com Deficiência (PCD), uma forma de ampliar a compreensão dos assuntos relativos à deficiência e, sobretudo, mobilizar para a defesa da dignidade, dos direitos e do bem-estar das pessoas. O assessoramento às PCD’s ampliou e se qualificou nos últimos anos, com vistas à sua inclusão social e atendimento às suas demandas. As Associações dos Pais e Amigos dos Excepcionais (Apaes) são importantes referências na realização deste trabalho e, diante disso, a Emater/RS-Ascar procura contribuir através de seus serviços para que projetos sejam realizados em 40 instituições do Estado.

 

Na região de Santa Rosa, há um trabalho continuado realizado pela Emater/RS-Ascar em conjunto com as Apaes de Boa Vista do Buricá, Santo Antônio das Missões e Tucunduva. São promovidas, principalmente, ações de assistência educacional na área de segurança alimentar, saúde, saneamento e economia doméstica voltadas a pessoas com deficiências.

 

As ações socioassistenciais oferecidas gratuitamente aos usuários e seus familiares são viabilizadas em parceria também com administrações municipais e Secretaria Estadual de Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (Seapdr). Tem-se a clareza também da importância de promover a geração de renda e qualidade de vida destas famílias, com orientações em relação à produção de alimentos, alternativas sustentáveis de produção e boas práticas de fabricação e aproveitamento integral dos produtos por eles produzidos, fazendo com que haja agregação de valor e renda, principalmente ampliação do seu nível de autonomia. Busca-se ainda, promover a integração das famílias em vulnerabilidade social da área rural ao mercado de trabalho e também auxiliar no acesso a mercados para comercialização dos produtos por elas produzidos.

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Homem atira contra próprio cachorro para interromper ataque à vizinha

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Um cachorro da raça pit bull foi morto pelo próprio tutor após o animal atacar uma mulher, nesta sexta-feira (14). Depois do ataque, o dono atirou na cabeça do cachorro, em Sinop, a 503 km de Cuiabá.

Segundo testemunhas, o cão estava no quintal da casa e dono esqueceu o portão aberto. O animal escapou e atacou Lucimar Tafarel, de 57 anos, que estava limpando a calçada.

O tutor e os vizinhos tentaram fazer com que o cachorro soltasse a vítima, mas não conseguiram. Então, o dono pegou a arma e atirou na cabeça do animal, que morreu no local.

A mulher, vítima do ataque do cão, foi atendida pelo Corpo de Bombeiros. Quando a equipe chegou, ela estava deitada no chão, com ferimentos nos braços, perna e barriga.

A mulher estava consciente, mas assustada com a situação. Ela foi levada ao Hospital Regional de Sinop, foi atendida, recebeu alta e passa bem. Segundo os Bombeiros, para evitar que situações parecidas ocorram é necessário que o animal esteja sempre bem alimentado, cuidado e sem maus-tratos.

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Brasileiros que afirmam ter contraído Covid são o dobro da cifra oficial

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Pesquisa Datafolha publicada neste sábado (15) pelo jornal “Folha de S.Paulo” revela que um em cada quatro brasileiros com 16 ou mais anos de idade diz ter sido diagnosticado com Covid desde o início da pandemia, o que representa cerca de 42 milhões de pessoas infectadas. O número é quase o dobro do total de casos registrados oficialmente no país. Isso se deve em parte à subnotificação dos dados oficiais.

A pesquisa foi feita por telefone nos dias 12 e 13 de janeiro, com 2.023 pessoas de 16 anos ou mais em todos os estados do Brasil. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

Os registros oficiais, coletados pelo consórcio de imprensa, alcançaram até quinta-feira (13) 22,8 milhões de casos confirmados para a doença em todo o período da pandemia. O Brasil registrou na sexta-feira (14) total de 22.925.864 diagnósticos confirmados desde o início da pandemia.

O levantamento do Datafolha aponta que 25% dos entrevistados disseram ter feito o teste que confirmou a infecção pelo vírus, o que significa 41,95 milhões de pessoas contaminadas desde março de 2020.

Os dados oficiais de casos positivos reunidos pelo consórcio se referem a todas as idades. Já os do Datafolha só indicam as infecções em quem tem mais de 16 anos, o que aponta uma subnotificação nas estatísticas do país.

Os dados do Datafolha apontam que a subnotificação tem aumentado. A pesquisa aponta que 3% dos entrevistados disseram ter tido Covid nos últimos 30 dias, o que representa 4 milhões de pessoas. O número é o sêxtuplo do que indicam os registros oficiais do período, que contabilizam 621.530 casos positivos.

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Teve ou está com Covid? Saiba quanto tempo esperar até tomar próxima dose da vacina

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A onda crescente de casos da variante ômicron no Rio de Janeiro fez com que muita gente precisasse adiar a próxima dose do esquema vacinal, já que não é recomendado tomar a vacina durante o período de infecção. Então, quando é o melhor momento para seguir com o processo de imunização?

Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, se você está ou esteve com Covid, deve esperar 30 dias antes de tomar a sua próxima dose, contando a partir do dia do seu primeiro sintoma.

Se você se testou positivo, mas está ou esteve assintomático, os 30 dias devem ser calculados a partir da data do teste. Veja as diferenças entre os testes PCR, antígeno e autoteste.

Por que esperar um mês?

Segundo especialistas que vêm acompanhando os casos de Covid desde o início da pandemia, este é o momento em que a resposta natural do corpo ao vírus começa a cair. O cálculo de tempo para que a infecção pode perdurar no corpo é de 14 dias e, após esse tempo, as próximas duas semanas costumam ter uma maior imunidade natural.

Após esse período, o corpo volta a ficar mais desprotegido e a vacina tem um efeito maior e melhor.

“Quando a pessoa é infectada, o sistema imune trabalha para combater o vírus, então não faz sentido vacinar logo em seguida, porque naquele momento o corpo está mais imune, mas só que essa imunidade não dura e, um mês depois, já caiu, porque a resposta natural não é tão eficaz quanto a vacina. Nesse momento, o imunizante funciona como um boost de proteção”, afirma Tânia Vergara, membra-consultora da Sociedade Brasileira de Infectologia.

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