INSS: qual a previsão para o reajuste dos aposentados em 2021 – Portal Plural
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INSS: qual a previsão para o reajuste dos aposentados em 2021

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Reajuste dos aposentados deve ser divulgado em janeiro pelo INSS Lauro Alves / Agencia RBS


 

 

Veja como está o comportamento dos indicadores usados pela Previdência Social para definir os valores

 

Chegou a época do ano em que os leitores perguntam – muito – sobre o reajuste dos aposentados. Pois, para 2021, aposentadorias, pensões e auxílios do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) devem ter, pela definição atual, aumento de 4,11%. Ao menos, é o índice que está no orçamento do governo federal aprovado no Congresso para o ano que vem.

Ele traz a previsão do Ministério da Economia para o INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor) de 2020. Essa inflação também é calculada pelo IBGE, com uma metodologia que considera famílias com renda de até seis salários mínimos. Mas, até novembro, o INPC acumulado de 12 meses ficou em 5,2% porque vem sendo mais pressionado pela alta dos alimentos do que o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), considerado a inflação oficial do país.

Mas a Previdência Social bate o martelo sobre os reajustes acima do mínimo quando o IBGE divulga o INPC fechado do ano. Isso está previsto para 12 de janeiro. O indicador será aplicado a todos os benefícios, incluindo o piso previdenciário, que tem o mesmo valor do salário mínimo.

Aliás, a lei que acrescentava o desempenho do PIB ao reajuste do mínimo deixou de valer. Por isso, será apenas aplicada a inflação. O valor aprovado no orçamento foi de R$ 1.088 a partir de janeiro. O acréscimo seria de R$ 43, já que atualmente a renda mínima é de R$ 1.045. Sete em cada 10 beneficiários da Previdência recebem um salário mínimo.

Aplicado o reajuste de previsto para o INPC, os aposentados que ganham o teto do INSS passarão a receber R$ 6.351,81 por mês ao longo do próximo ano. O valor atual é de R$ 6.101,06. Os demais benefícios podem aplicar o aumento de 4,11% ao valor que recebem agora.

Sim, leitor, a sua pulga na orelha tem cabimento. Se o INPC for maior do que o previsto pelo Ministério da Economia, haveria a possibilidade de quem ganha acima do mínimo ter um reajuste superior aos que ganham o piso no INSS. Essa situação aconteceu também em 2020, mas depois houve um ajuste no valor do mínimo por medida provisória.

Outra questão é que não os beneficiários não terão ganho real, ou seja, o aumento fica abaixo ou igual à inflação. Não há ganho no poder de compra, tecnicamente, e até perda.

E, lembrando, como a coluna alertou ao longo dos últimos meses, não vingou a proposta para o pagamento de um 14º salário para aposentados em 2020. Além disso, o 13º já havia sido antecipado no início da pandemia, para amenizar o impacto da crise sanitária na economia.

 

 

FONTE: ClicRBS

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Inicia capacitação de PMDR com Famurs

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Com a presença de cem participantes, entre integrantes das equipes técnicas da Emater/RS-Ascar e dos municípios, e os instrutores do curso, iniciou nesta terça-feira (27/07) a capacitação para elaboração do Plano Municipal de Desenvolvimento Rural (PMDR), realizado em parceria com a Escola da Famurs. O curso tem uma carga horária de 18 horas e envolve 45 municípios e equipes da Emater/RS-Ascar no RS.

O presidente da Emater/RS, Geraldo Sandri, participou da abertura, ao lado do coordenador-geral da Diretoria da Famurs, Salmo Dias de Oliveira, representando o presidente Eduardo Bonotto, prefeito de São Borja, e da gerente adjunta de Planejamento da Emater/RS-Ascar, Magna Tonial, além das instrutoras e extensionistas Córdula Eckert e de Thaís Michels.

“O curso visa preparar técnicos dos municípios e da Emater para a melhoria do processo de planejamento para o desenvolvimento de políticas públicas nos municípios, garantindo sua sustentabilidade econômica, social e ambiental”, avaliou Sandri, ao citar a Missão da Emater/RS-Ascar de “Promover o Desenvolvimento Rural Sustentável através da prestação de serviços de Assistência Técnica, Extensão Rural e Social, Classificação e Certificação, em benefício da sociedade do Rio Grande do Sul”.

Ao agradecer à Emater/RS-Ascar pela parceria e pela “forte presença na sustentabilidade da agricultura familiar gaúcha”, Oliveira defendeu a capacitação como “processo de planejamento de médio e longo prazo, de melhoria de renda, qualidade de vida e sucessão familiar no meio rural”, e concluiu dizendo que, “com o aprendizado repassado pela Emater e a troca de experiências proporcionada pelo curso, vamos, juntos, oferecer as melhores ferramentas e informações para promover o desenvolvimento sustentável do Estado”.

PRIORIDADES

Durante o curso será discutida a importância de se definir problemas, demandas e prioridades para a elaboração dos Planos. “A partir disso, serão traçadas diretrizes para o atendimento a essas demandas, com base nos recursos disponíveis, incluindo políticas públicas já existentes e novas”, explicou Córdula, que ministrou a primeira aula da capacitação.

Segundo a extensionista, no planejamento é elaborado o cenário atual com base em indicadores e avaliadas as tendências futuras a partir das vocações dos municípios. “É um desafio pensar o rural que temos e o que queremos, a importância do rural no município. Construir um cenário futuro gera expectativas que vão além do período de uma legislatura ou de um governo, pois a proposta do PMDR é de estado e não de governo”, defendeu Córdula.

Ainda no início do curso, Magda apresentou O Papel da Emater/RS-Ascar e da Famurs no PMDR, destacando como objetivo do Termo de Cooperação a capacitação de equipes técnicas das prefeituras e da Emater/RS-Ascar no entendimento e utilização do Plano, como importante ferramenta para o planejamento de políticas públicas municipais.

De acordo com a parceria, cabe à Famurs apoiar, fomentar e difundir o Plano Municipal, garantindo as incrições e dando visibilidade ao planejamento. À Emater/RS-Ascar compete atualizar esses planos e capacitar o quadro técnico interno e os servidores das prefeituras. “Acreditamos que o planejamento é o caminho para o sucesso”, afirmou a gerente.

O curso será realizado de forma híbrida, com três módulos virtuais (27/07, 03/08 e 05/08) e um presencial, de encerramento, em data a ser definida com os participantes. O exercício prático será a elaboração de um Projeto/PMDR, contendo apresentação, objetivo geral, objetivo específico, metas, atividades, resultados e impactos, será apresentado nesta última aula.

São ministrantes os extensionistas Córdula Eckert (engenheira agrônoma, mestre em Desenvolvimento Agrícola), Flávio Calcanhotto (engenheiro agrônomo, mestre em Produção Animal e em Economia Rural) e Thaís Michels (médica veterinária, mestre em Saúde Animal e doutoranda no Programa de Pós-Graduação em Ecologia da Ufrgs) e Claudinei Moisés Baldissera (técnico em Agropecuária com pós graduação em Direito do Trabalho e da Previdência Social).

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