Inmet eleva nível de alerta para tempestades no RS, vai chover em Santa Rosa nesta quinta-feira (11)
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Inmet eleva nível de alerta para tempestades no RS, vai chover em Santa Rosa nesta quinta-feira (11)

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Foto: Reprodução.

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O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) elevou o alerta para perigo de tempestade em praticamente toda a extensão do Rio Grande do Sul. A área que pode ser atingida pela chuva volumosa e vento forte está indicada no mapa pela cor laranja.

Ontem (9), o Inmet emitiu um alerta amarelo, de “perigo potencial”, ou seja, uma situação meteorológica que pode se tornar perigosa para alguma determinada região. Com a elevação do nível para laranja, a situação passa a ser de “situação meteorológica perigosa”.

Segundo o instituto, o acumulado de chuva pode chegar a 100 mm/dia, enquanto os ventos podem atingir a velocidade de 100 km/h. Há possibilidade de queda de granizo, segundo o comunicado.

Também existe risco de corte de energia elétrica, estragos em plantações, queda de árvores e de alagamentos, conforme o Inmet. O alerta é válido até às 10h desta quinta-feira (11).

Em Santa Rosa, tem previsão de chuva de 57mm, e ventos de até 38km/h para esta quinta-feira (11)

Com informações de Inmet.

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Calor persiste em Santa Rosa, mas a chuva se aproxima

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A Região da Fronteira Noroeste segue com altas temperaturas nesta quarta-feira (12). Em Santa Rosa, a previsão é de sol e tempo firme, com a máxima chegando aos 31ºC.

No entanto, a MetSul alerta para a chegada de uma frente fria no fim de semana, que trará instabilidade e chuva a partir de sábado. Essa mudança no tempo é resultado da formação de um canal de umidade e do bloqueio atmosférico no Centro do Brasil.

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Massa de ar seco prolonga veranico no Brasil

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Foto: Getty Images
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Uma vasta e robusta massa de ar seco continua dominando o território brasileiro. O epicentro desse sistema encontra-se sobre a região Sudeste, mas todos os cantos do país estão sendo influenciados por essa massa de ar seco. A baixa umidade do ar está dificultando a formação de nuvens e a ocorrência de chuvas na maior parte do território nacional. É essa extensa massa de ar seco que está mantendo as condições para o veranico observado nos últimos dias e que persistirá até o dia 20 de junho.

Devido a esse veranico, muitas áreas do país estão experimentando temperaturas muito acima do normal para o mês de junho, inclusive no Sul do país. Por enquanto, essa massa de ar seco ainda está vigorosa e está afastando as frentes frias para longe, impedindo que avancem sobre a região Sul para alcançar o Sudeste ou o Centro-Oeste.

Nesta terça-feira, uma nova frente fria está se movendo pelo oceano em direção à costa paulista, porém, sem causar alterações significativas no clima. As nuvens de chuva estão se formando no extremo norte do Brasil e em áreas próximas ao litoral do Nordeste, onde o ar úmido está concentrado.

Região Sul:

O ar seco continua predominante sobre o Sul do Brasil, e a maior parte da região terá um dia de terça-feira ensolarado, sem condições para chuva. O ar úmido proveniente do mar ingressa sobre o Rio Grande do Sul, resultando na formação de muitas nuvens sobre o estado.

Durante a madrugada e pela manhã, pode ocorrer chuvisco em áreas do sul, centro, leste e nordeste gaúcho, incluindo a região metropolitana de Porto Alegre, além de chuva leve no litoral sul. Contudo, todas essas áreas terão períodos de sol ao longo da tarde.

Na serra, sul e litoral de Santa Catarina, a umidade aumenta durante a tarde, culminando em um final de dia com predominância de muitas nuvens.

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Clima/Tempo

O Impacto dos recordes de temperatura dos oceanos em nosso planeta

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Foto: Getty Images/via BBC
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Os oceanos do planeta desempenham o papel de uma espécie de bateria global, absorvendo enormes quantidades de calor e liberando-o gradualmente. Até o momento, mais de 90% do calor retido na atmosfera terrestre pelo aumento das emissões de gases do efeito estufa foi absorvido pelos nossos oceanos. No entanto, nos últimos tempos, esse processo de aquecimento tem se acelerado consideravelmente.

Desde o final de março de 2023, as temperaturas da superfície dos oceanos têm quebrado recordes diariamente, com 47 desses dias registrando temperaturas superiores aos recordes anteriores por uma margem maior do que qualquer outra já observada na era dos satélites, conforme dados do Serviço de Mudanças Climáticas Copernicus da União Europeia.

Em fevereiro de 2024, o mundo completou um ano com temperaturas do ar acima de 1,5 °C, e algumas regiões oceânicas se aproximaram perigosamente do que seria esperado caso o aquecimento global atingisse 3 °C acima dos níveis pré-industriais. Essas medições sugerem um aquecimento oceânico mais rápido do que o previsto.

Esse rápido aumento das temperaturas oceânicas tem desconcertado os cientistas, que se perguntam por que o aquecimento recente dos oceanos está superando as projeções dos modelos climáticos.

A professora de impactos das mudanças climáticas, Hayley Fowler, da Universidade de Newcastle, no Reino Unido, descreve o salto nas temperaturas oceânicas como “enorme” e expressa preocupação com a incapacidade de simular e compreender esses aumentos repentinos.

O aquecimento dos oceanos já está causando danos significativos a pessoas e ecossistemas. No verão de 2023, as temperaturas da água nas proximidades da Flórida atingiram níveis comparáveis aos de uma banheira quente, enquanto os recifes de coral enfrentam a quarta onda de branqueamento global, considerada a mais severa até então.

Além disso, há consequências menos evidentes, como o aumento da intensidade das chuvas e a desoxigenação das profundezas oceânicas, sugerindo que os recordes de temperatura dos oceanos estão perturbando o equilíbrio do planeta.

Dois fatores principais são responsáveis por esse aquecimento recorde dos oceanos: o aumento da concentração de gases do efeito estufa na atmosfera e o fenômeno El Niño de 2023. O El Niño aqueceu as águas superficiais do Oceano Pacífico tropical, causando uma intensa transferência de calor para a atmosfera.

Os impactos desses recordes de aquecimento oceânico já estão sendo sentidos em todo o mundo, especialmente no aumento da precipitação e na intensificação das tempestades. Com temperaturas superficiais mais altas, a evaporação aumenta, levando a uma maior quantidade de chuvas. Esse efeito é agravado pelo aquecimento global, que permite que o ar mais quente retenha mais umidade, resultando em tempestades mais intensas.

Os oceanos mais quentes também alimentam a formação de furacões mais poderosos, um fenômeno particularmente preocupante à medida que o recente El Niño pode dar lugar a uma La Niña. Essa transição pode aumentar a atividade de furacões, especialmente no Atlântico Norte, com possíveis consequências devastadoras.

Diante desses desafios, entender e mitigar os impactos do aquecimento dos oceanos é uma prioridade urgente para proteger nossos ecossistemas e comunidades costeiras.

Fonte: CNN Brasil

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