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Infectologistas projetam baixo risco de novo coronavírus chegar ao Brasil

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O uso de máscaras tem sido a prevenção mais eficaz para evitar o contágio na China | Foto: Nicolas Asfouri / AFP / CP


Os cientistas estão cada vez mais preocupados com um novo vírus, que está se espalhando na Ásia e já matou 17 pessoas na China, deixando mais de 500 infectados, conforme dados oficiais. Nesta quarta-feira, o Ministério da Saúde do Brasil rechaçou a afirmação da Secretária da área de Minas de que havia um caso suspeito no Brasil porque “não se enquadra na definição da Organização Mundial da Saúde (OMS)”. De acordo com o médico infectologista do Hospital Moinhos de Vento Diego Falci, há a probabilidade do agente patológico denominado 2019-nCoV chegar ao País, mas ele considera que ela seja pouca.

“Evidente que ela existe. Mas a gente ainda considera baixa do ponto de vista de transmissão sustentada”, comenta, explicando que os pacientes infectados no Japão, na Coreia do Sul, em Taiwan, na Tailândia e nos Estados Unidos foram contaminados quando estavam na China ou após contatos com pessoas que estiveram lá. “Agora, os casos importados podem ocorrer em qualquer pessoa que tenha visitado aquela região”, avalia.

Falci frisa que ainda não há registros de transmissão do vírus fora do epicentro, a megalópole com 11 milhões de habitantes de Wuhan. Os casos mais recentes provavelmente incluem algumas das infecções homem-a-homem da “primeira geração”. Se as pessoas forem infectadas recentemente em outros locais onde o vírus já apareceu, incluindo Japão, Tailândia, Pequim e Shenzhen, provavelmente farão parte de uma segunda.

Para o professor titular de infectologia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Ufrgs), Luciano Goldani, o Ministério da Saúde do Brasil deve ficar atento e adotar as mesmas medidas que os Estados Unidos, por exemplo, com a identificação de quem chega das regiões onde a contaminação é registrada. Estes mecanismos – que englobam questionários e a medição da temperatura corporal – são totalmente eficazes, segundo Goldani.

Ao mesmo tempo em que prega cautela no alarmismo, o médico comenta que a dimensão da propagação do vírus pode ser outra. “Nós sabemos que a China tem um regime muito fechado, as informações as vezes não chegam na totalidade, chegam fragmentadas, do ponto de vista da comunidade internacional. Então, a gente não tem certeza se esse número de casos que está sendo reportado, notificado, se ele realmente representa a realidade”, alerta.

Nesse mesmo sentido, um grupo liderado por pesquisadores do Imperial College London estima que, com base em suas simulações de viagens dentro e fora de Wuhan, cerca de 1.700 pessoas foram infectadas pelo coronavírus. Para conter a disseminação, as autoridades iniciaram uma espécie de “quarentena”: moradores da cidade foram instruídos a não sair, e as atividades no aeroporto, estações de trem, redes de ônibus, metrô, balsa e transporte de longa distância serão suspensas a partir das 10 horas da amanhã, no horário local.

Semelhanças com SARS
Há comparações do novo agente patológico com a síndrome respiratória aguda grave (SARS), surgida igualmente na China, mas em 2019. O vírus transmissor também é da família coronavírus. Embora o quadro clínico seja muito semelhante, a transmissibilidade ainda é desconhecida. “O que parece é que esse vírus atual tem uma taxa de mortalidade menor. O SARS tinha uma mortalidade mais alta, em torno de 10%”, explica Falci.

Goldani salienta que, apesar das semelhanças entre os vírus, há testes apropriados e eficazes para diferenciar o coronavírus. Segundo Goldani, o mais recentes deles usa a própria secreção respiratória por meio da saliva ou da coriza. Naturalmente, os coronavírus causam infecção respiratória em animais, com uma pequena porcentagem que também pode causar doenças em humanos e que circula, eventualmente, na população. Eles podem eventualmente sofrer mutações, que lhe conferem a capacidade de infecção entre humanos. Por serem patógenos mais rudimentares, seu genoma também está organizado de forma muito mais simplória. E, assim, não têm mecanismos de reparo do material genético.

“Quando ele se multiplica, podem ocorrer erros de transcrição, ou seja, quando ele tá copiando o seu RNA para outros vírus. Organismos mais organizados multicelulares eles tem isso. Já o vírus não tem, ele carece desses mecanismos. Então, as mutações que podem ocorrer ao acaso, elas acabam não sendo reparadas e elas vão se fixar nos genomas dos futuros vírus que estão surgindo”, esclarece Falci sobre as mutações. Então isso implica maior atenção. “É por isso que os casos começaram a surgir mesmo depois de que o mercado onde começou todo esse problema foi fechado”, analisa Falci.

Após o paciente ser infectado, os sintomas devem se manifestar de 10 a 14 dias. Goldani ainda ressalta que não há vacinas para o coronavírus disponíveis à população. Em casos de suspeitas e de infecção, cabe à equipe médica dar o suporte e o tratamento aos sintomas. Para prevenir o contágio, os brasileiros devem evitar espaços fechados e fazer o uso de álcool gel. Já quem ocupa as áreas infectadas, como a cidade de Whuan, é obrigatório o uso de máscaras.

Correio do Povo

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Traficante ‘Pinscher’ tentou morder os policiais em Santa Rosa

Reporter Cidades

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A guarnição da Brigada Militar em apoio a Draco de Santa Rosa realizou o cumprimento de um mandado de busca e apreensão em uma residência na Travessa Medeiros, no bairro Sulina em Santa Rosa, no final da tarde de sexta-feira (14/02). O mandado de busca e apreensão foi expedida pela Comarca de Santa Rosa, no cumprimento foi apreendido pela Draco uma certa quantia de drogas e um aparelho celular.

O aparelho celular já havia sido apreendido pela policia judiciária, quando o preso ofereceu-se voluntariamente para desbloquear o telefone, assim que pegou o celular jogou no chão com intuito de danifica-lo, diante do fato o preso foi solicitado a devolver o telefone e se negou, sendo necessário o uso moderado da força para imobilizar e pegar o aparelho.

Durante esse momento o preso tentou morder um dos policiais. Como o homem estava bastante alterado, foi algemado para resguardar a integridade física do acusado e da guarnição, após encaminhado para Delegacia e procedimentos legais.

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Oficinas municipais de música com inscrições abertas

Pável Bauken

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A Secretaria de Desenvolvimento de Cultura e Esporte de Santa Rosa está com inscrições abertas para as oficinas de violão, acordeon e canto. As aulas serão ministradas na Escola de Música Recital – reforçando uma parceria muito bem-sucedida entre a Secretaria e a Recital – e são destinadas, prioritariamente, a alunos da rede municipal de ensino, com idade entre 8 e 14 anos. O secretário de Desenvolvimento de Cultura e Esporte, Carlos Alberto Nasi, assinala que há uma reserva de vagas para portadores de necessidades especiais.

As oficinas culturais municipais são gratuitas e as inscrições devem ser efetivadas (pela mãe, pai ou responsável) no Centro Cívico Cultural Antônio Carlos Borges, a partir do dia 17 de fevereiro, de segunda a sexta-feira, das 8h às 14h. É necessário apresentar o comprovante de matrícula na escola e uma foto 3×4 do aluno.

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Atletas foram selecionados pela Chapecoense na pré-temporada da SER Santa Rosa

Pável Bauken

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Entre os dias 03 a 08 de fevereiro, a escola de futebol da SER Santa Rosa realizou nas dependências do Estádio Municipal Carlos Denardin e da Vigor Arte e Show, um evento denominado Pré-Temporada.

A Pré-Temporada teve o objetivo de demonstrar para mais de 70 meninos de 08 a 17 anos, como funciona um pré-temporada de um clube profissional, e o caminho que um atleta precisa seguir para se tornar um jogador profissional. Durante a semana os atletas tiveram treinos em dois períodos, com profissionais qualificados, acompanhamento nutricional com cardápio elaborado pela nutricionista Gabriela Traczynski, palestras com o Presidente do clube Justino Girardi, Paulo Paim (palestra motivacional), Marcelo Baron (ex-jogador e treinador), João Pedro Simonetto (jogador do Juventude), Gabriela Traczynski (nutrição).

No decorrer da semana os meninos realizaram cinco refeições regradas no clube, com explicações da importâncias da alimentação saudável, com vegetais, legumes, frutas, carnes, derivados de leites e etc. Treinamentos intensos, com preparação tática, técnica, física e especifica, além de momentos de recreação e relaxamento na piscina.

Para coroar com chave de ouro a semana de treinamentos, a SER Santa Rosa em parceria com a Chapecoense trouxe a Santa Rosa três observadores da equipe catarinense, para observar os atletas do clube nos treinos da sexta-feira e do sábado.

Nesta observação, o supervisor da categorias de Base da Chapecoense Nei Minks convidou oito atletas da SER Santa Rosa para realizar um período de treinamentos nos próximos dias em Chapecó.

Os atletas selecionados são:
João Vitor C. Tiecher – Lateral Esquerdo – 2005
Arthur Trentin Bottega – Volante – 2006
Vitor Mateus de Lima – Atacante – 2006
Gabriel Peirus Vier – Goleiro – 2007
João Vitor M. Marques – Centroavante – 2007
Bernardo Beck Campos – Lateral Direito – 2008
Juliano Matias Volkweis – Meio Campista – 2008
Bryan Trautenmuller Campos – Meio Campista – 2009

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