Incêndio em trem deixa 71 mortos no Paquistão – Portal Plural
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Incêndio em trem deixa 71 mortos no Paquistão

Pável Bauken

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Ao menos 71 pessoas morreram em um incêndio em um trem de passageiros nesta quinta-feira na província paquistanesa de Punjab, na região central do país. A tragédia foi provocada pela explosão acidental de botijões de gás, anunciaram as autoridades. O veículo permanece parado nas proximidades do distrito de Rahim Yar Khan.

O fogo foi controlado durante a manhã, mas os serviços de emergência continuavam trabalhando nos vagões carbonizados, ainda com muita fumaça. As informações são da ministra provincial da Saúde, Yasmin Rashid.

Os feridos estavam sendo transportados para os hospitais da região. Até o momento apenas 18 corpos foram identificados, segundo a ministra mas o balanço segue sendo atualizado.

Três vagões, dois de segunda classe e um de primeira, foram afetados pelo incêndio após a explosão de dois botijões de gás que os passageiros utilizam para esquentar suas refeições, informou à AFP Ali Nawaz, diretor do serviço de transporte ferroviário paquistanês. Muitas vítimas são peregrinos que viajavam para uma festa religiosa na região de Lahore (leste do Paquistão), de acordo com as autoridades.

O primeiro-ministro Imran Kahn afirmou estar “profundamente triste com a terrível tragédia” e anunciou a abertura de uma “investigação imediata, que deve acontecer de maneira urgente”. Canais de televisão exibiam imagens de diversos vagões em chamas.

“Terrível tragédia em um trem de Tezgam (nome da linha que liga as cidade de Rawalpindi e Karachi) após a explosão de um botijão de gás de um passageiro. Orações e pêsames às famílias das vítimas”, escreveu ministra paquistanesa dos Direitos Humanos, Shireen Mazari, em sua conta no Twitter. “O acidente poderia ter sido evitado”, completou, ao lamentar a falta de controle das bagagens a bordo dos trens.

Os acidentes de trens são frequentes no Paquistão, um país que herdou da dominação colonial britânica uma grande rede de ferrovias, atualmente em péssimo estado, consequência de décadas de corrupção, falta de investimento, ausência de manutenção e gestão inadequada.

Em julho, um choque entre dois trens na mesma região deixou 23 mortos. Imran Khan pediu na ocasião “medidas urgentes para enfrentar décadas de negligência nas infraestruturas ferroviárias”.

CP
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Joe Biden assume como 46º presidente dos Estados Unidos

Reporter Global

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Joe Biden assumiu nesta quarta-feira (20) como o 46º presidente dos Estados Unidos em uma cerimônia com limitações provocadas pela pandemia do coronavírus e com segurança reforçada, após o ataque ao Capitólio no início do mês. Junto da vice-presidente Kamala Harris, ambos tomaram posse em Washington.  

 

 

Democracia

Em seu discurso inaugural, o democrata Joe Biden pediu aos americanos união para derrotar o extremismo e restaurar a alma do país.

Biden chega à presidência com a missão de unificar os Estados Unidos. Em tom conciliador, repetiu em vários momentos de seu discurso de posse que será o presidente de “todos os americanos”, “tanto para os que votaram em mim quanto para os que não votaram”.

Ele também ressaltou os efeitos do coronavírus, que provocou morte de centenas de milhares de americanos e afetou a economia, e as mudanças climáticas como desafios da sua administração.

“Superar esses desafios, restaurar a alma e garantir o futuro da América exige muito mais do que palavras e requer o mais elusivo de todas as coisas em uma democracia: a unidade”, argumentou Biden.

“Temos que nos unir para enfrentar nossos inimigos: raiva, ódio, extremismo, violência, doença, desemprego e desesperança”, disse o presidente. “Com união, podemos fazer grandes coisas, coisas importantes”, afirmou Biden.

“Política não tem que ser incêndio que destrói tudo à sua frente, tanta discórdia não precisa levar a guerras. Precisamos rejeitar a cultura onde fatos são manipulados e inventados. Caros americanos, temos de ser diferentes. Os EUA têm de ser melhor do que isso. E creio que EUA são muito melhor do que isso”, disse Biden, lembrando que a “democracia é preciosa, mas frágil”.

Biden reforçou o fato de estar junto de Kamala Harris, a primeira vice-presidente negra da história e lembrou o local onde Martin Luther King fez seu famoso discurso de 1963 em defesa dos direitos dos negros.

“Não me digam que as coisas não podem mudar”, disse Biden.

 

Presenças e ausências registradas

Durante o discurso de posse, Biden saudou os ex-presidentes presentes na cerimônia: Bill Clinton, George W. Bush e Barack Obama. Ele também agradeceu a presença do vice de Trump, Mike Pence, chamando atenção para a ausência do antecessor.

 

Posse diferente

Devido à pandemia, a cerimônia de posse do democrata teve poucos convidados e não tem público, ao contrário do que tradicionalmente ocorre.

A equipe de transição de Biden já previa um evento limitado devido à Covid-19, que nos Estados Unidos matou mais de 400 mil pessoas, mas o ataque ao Capitólio no dia 6 de janeiro fez com que a prefeitura de Washington reforçasse a segurança da cidade. Na terça-feira, 25 mil membros da Guarda Nacional aguardavam a chegada de Biden, mais que o dobro do efetivo de cerimônias passadas.

A posse de Biden e Kamala Harris teve proibidos desfile, multidões ou baile, mas foram previstos atos virtuais e televisionados para compensar a falta de público. Donald Trump, não compareceu à posse, apenasse despediu ainda pela manhã.

 

 

Joe Biden

Joseph Robinette, conhecido como Joe Biden Jr. nasceu em 20 de novembro de 1942, em Scranton, no estado da Pensilvânia. O democrata é um advogado e político norte-americano, e foi vice-presidente de Barack Obama de 2009 a 2017.

Aos 78 anos, Biden obteve 81,2 milhões de votos em uma disputa acirrada, marcada pelo recorde de eleitores e a intensa polarização política. O presidente empossado assume o cargo com a missão de unificar os Estados Unidos.

Entre 1973 e 2009, Biden exerceu seis mandatos consecutivos como senador pelo estado de Delaware.

A vida de Biden foi marcada por tragédias pessoais. Em 1972 ele perdeu sua primeira esposa, Neila, e sua filha, Naomi, em um acidente de carro, no qual seus outros filhos Beau e Hunter também ficaram gravemente feridos. Biden casou-se novamente em 1977, com Jill Tracy Biden. Joe e Jill Biden têm uma filha, Ashley, nascida em 1981. Em 2015, seu filho Beau Biden morreu, aos 46 anos, em consequência de câncer no cérebro.

 

 

FONTE: O Sul

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Mundo

Líder religioso diz para fiéis que vacina contra novo coronavírus pode ‘transformá-los em gays’

Reporter Regional

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Daniel Ansor, um rabino muito popular em Israel fez uma alegação falsa sobre a vacinação contra o novo coronavírus (Sars-Cov-2), ao pedir que seus seguidores não se imunizassem, pois isso poderia “transformá-los” em homossexuais.

A declaração não foi bem aceita pela comunidade Haredi, conhecida por ser uma ala ultra ortodoxa do judaísmo, que havia pedido para seus rabinos que tomassem todas as precauções contra a pandemia, incluindo a vacinação.

Em um sermão, Ansor declarou, sem qualquer confirmação de evidência, que “qualquer vacina feita com substrato embrionário, e temos evidências disso, causa tendências opostas. As vacinas são tiradas de um substrato embrionário, e eles faziam isso aqui também, então pode causar tendências opostas”.

Além disso, alega que a pandemia da Covid-19 foi criadas por um “governo globalista e maligno”, que seria formado por maçons, illuminatis, Bill Gates e outros que estariam “tentando estabelecer uma nova ordem mundial”.

Uma organização judaica que promove a tolerância e a aceitação da comunidade LGGBTQ+, em resposta ao rabino, declarou, ironicamente, “que está se preparando para dar as boas-vindas aos novos membros”

 

 

Fonte: Meia Hora.

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Mundo

Donald Trump deve deixar a Casa Branca até o meio-dia desta quarta

Reporter Global

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Trump (foto) foi derrotado por Joe Biden nas eleições dos Estados Unidos Foto: Shealah Craighead/The White House

 

 

A partir do meio-dia (horário local) desta quarta-feira (20), a Casa Branca passa a ter um novo inquilino.

 

 

O democrata Joe Biden faz seu juramento como o 46º presidente dos Estados Unidos e, com isso, recebe o direito de ocupar a residência oficial.

Já o atual morador, o republicano Donald Trump, se não tiver deixado a casa até essa data-limite – e se recusar a sair de forma voluntária –, pode ser considerado um invasor e escoltado para fora por agentes de segurança.

Membros aposentados do Serviço Secreto chegaram a dizer à revista norte-americana Vanity Fair que, se não sair, Trump pode ser expulso, e até mesmo responder pelo crime de invasão, como qualquer cidadão comum.

Não existe nenhuma obrigação de que Trump deixe a Casa Branca antes do prazo determinado pela Constituição dos EUA – às 12h do dia 20 de janeiro, conforme especialistas.

Trump se negou a aceitar a vitória do seu rival nas eleições norte-americanas. No dia 6 deste mês, apoiadores do republicano invadiram o Capitólio – sede do Congresso dos EUA – durante a sessão que reconheceu a vitória de Biden na corrida à Casa Branca.

 

 

FONTE: O Sul

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