Inaugurado Museu Histórico das Missões, em Santo Ângelo
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Inaugurado Museu Histórico das Missões, em Santo Ângelo

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Foto: Maurício Tonetto/Secom RS

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Na última sexta-feira (5), foi inaugurado um museu dedicado à preservação e divulgação da rica herança cultural e histórica das Missões Jesuíticas e da região missioneira no Rio Grande do Sul.

A cerimônia de inauguração contou com a presença do governador Eduardo Leite e da secretária da Cultura, Beatriz Araujo. Localizado na cidade de Santo Ângelo, o Museu Histórico das Missões é a primeira iniciativa concretizada do Edital + Museus, financiada pelo programa Avançar na Cultura, do governo estadual.

O museu recebeu um investimento total de R$ 3,2 milhões, dos quais R$ 2,5 milhões foram disponibilizados pelo governo estadual, por meio da Secretaria da Cultura (Sedac), e R$ 750 mil pela prefeitura de Santo Ângelo. O governador Eduardo Leite ressaltou a importância de espaços culturais de qualidade para atrair visitantes e destacou o museu como um novo instrumento para impulsionar o turismo local.

“Os recursos do Estado destinados a ajudar a prefeitura a estabelecer este museu reafirmam nosso compromisso com o desenvolvimento da Região das Missões, aproveitando seu potencial turístico para gerar emprego e renda”, afirmou Leite.

O museu dispõe de salas permanentes dedicadas à arte sacra missioneira e às Missões Jesuíticas, além de contar com um Memorial Étnico-Cultural, um Memorial do Gabinete do Prefeito/Intendência, e uma Galeria dos Grandes Personagens das Missões.

Além disso, há espaços para formação de público e educação patrimonial, que utilizarão material audiovisual, bem como o Centro de Pesquisa Missioneira e o Arquivo Histórico Augusto César Pereira dos Santos. A instituição busca preservar a memória artística e o legado histórico da Região das Missões, contribuindo também para o turismo.

A secretária da Cultura, Beatriz Araujo, celebrou a criação do museu, que oferece um local atraente que reúne história e arte missioneira em um mesmo espaço, valorizando o legado jesuítico guarani.

“Desde 2019, trabalhamos em várias frentes para garantir que o patrimônio histórico e artístico gaúcho seja protegido e acessível a todos, e que nossas instituições museológicas sejam espaços de convivência, oferecendo atividades que enaltecem nossa identidade cultural em sua diversidade, passado e presente. O Museu Histórico das Missões é um passo importantíssimo nessa nossa caminhada”, disse Araujo.

O museu está instalado no antigo Centro Administrativo José Alcebíades de Oliveira, onde funcionaram a Intendência e a Prefeitura de Santo Ângelo por mais de nove décadas. Concluído em 1928, o edifício também abrigou o Fórum e outras repartições federais e estaduais do município, sendo sede do poder executivo municipal até fevereiro de 2022, quando foi desocupado para receber o novo museu. O prédio é tombado pela Lei Municipal 1.789, de 12 de abril de 1994.

O novo museu integra um conjunto de locais e instituições que narram a história das Missões Jesuíticas Guaranis, um sistema de bens culturais transfronteiriços que envolve o Brasil e a Argentina. Ao todo, são cinco sítios arqueológicos remanescentes dos povoados estabelecidos em territórios originalmente ocupados por indígenas, durante o processo de evangelização promovido pela Companhia de Jesus nas colônias da coroa espanhola na América, nos séculos XVII e XVIII.

Inscritos em dezembro de 1983 na Lista do Patrimônio Mundial, esses remanescentes representam um testemunho significativo da ocupação territorial e das relações culturais que se estabeleceram entre os povos nativos, majoritariamente do grupo étnico guarani, e missionários jesuítas europeus.

O sítio arqueológico de São Miguel das Missões é considerado um dos conjuntos históricos mais importantes do Brasil.

A Secretaria da Cultura tem atuado na região nos últimos anos. Desde 2019, a pasta investiu R$ 7.854.125,76 nos municípios do Conselho Regional de Desenvolvimento Missões, via Fundo de Apoio à Cultura e Lei de Incentivo à Cultura.

Além disso, a secretaria coordenará as atividades de comemoração relacionadas ao quadricentenário das Missões Jesuíticas Guaranis no Rio Grande do Sul, a ser celebrado em 2026, conforme decreto estadual.

Fonte: Jornal o Sul

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Cultura

Escola de Horizontina recebe artista paranaense em festival de arte urbana

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Foto: Divulgação/MEA
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Buscando valorizar as identidades e a cultura juvenil de Horizontina, o MEA – Memorial da Evolução Agrícola, através do programa Prosas com a Escola e em parceria com a Escola Municipal de Ensino Fundamental Monteiro Lobato realiza, nos dias 18, 19 e 20 de julho a primeira etapa do projeto “Festival Diálogos Arte Urbana”. Nesta fase, a atração principal será a participação do artista visual e grafiteiro paranaense Cleverson Pacheco, conhecido como Café. Para os próximos meses estão previstas as participações de artistas ligados ao Hip-Hope ao breakdance.

Segundo Carla Borba, coordenadora do programa Educativo, Cultural e Socioambiental do MEA, a proposta partiu das atividades das aulas de Artes, alinhadas às solicitações da coordenação pedagógica da escola, pensando nas questões de identidade e senso de pertencimento dos alunos e alunas da instituição.
“O Festival Diálogos Arte Urbana é uma celebração da arte, da cultura e da diversidade, que visa conectar pessoas, ideias e expressões artísticas em um espaço de diálogo, criatividade e transformação social,
fortalecendo os laços comunitários e promovendo a arte como instrumento de mudança e inspiração dos jovens”, destaca Carla.

Estreitando laços com a arte urbanaSegundo a professora Carla Mariane Rohsler, que ao lado dos colegas Jonas Thewes, Fabiane Paris Dutra, Eliane Frank da Rosa e Mary Ana Nagel trabalhou na confecção do projeto, ele nasceu a partir dos anseios e curiosidades dos adolescentes, identificados pela equipe escolar. Na sequência vieram os conteúdos relacionados à arte urbana, na qual se encaixa o grafite, que já estavam programados para os oitavos anos, juntamente com a prática estreitando laços com a arte urbana. Segundo a professora Carla Mariane Rohsler, que ao lado dos colegas Jonas Thewes, Fabiane Paris Dutra, Eliane
Frank da Rosa e Mary Ana Nagel trabalhou na confecção do projeto, ele nasceu a partir dos anseios e curiosidades dos adolescentes, identificados pela equipe escolar. Na sequência vieram os conteúdos relacionados à arte urbana, na qual se encaixa o grafite, que já estavam programados para os oitavos anos, juntamente com a prática artística utilizando o estêncil.

Assim, os alunos estudaram o assunto em sala de aula,acompanhados dos materiais didáticos, e os professores propuseram a criação do estêncil e o exercício prático da pintura na escola para testagem com spray. Em um segundo momento,a aplicação da técnica no espaço expositivo do Ateliê Educativo do MEA (imagem ao lado), realizada no dia 02 de julho, elevou a criação a outro nível de importância.

“A conversa com o grafiteiro Café é um momento esperado pela garotada. O projeto possibilita a abertura de ideias, a visualização de um mundo que vai além das fronteiras e conhecimentos vivenciados pelos alunos, e isso engrandece. A troca de informações abre portas e apresenta possibilidades, transmite a sensação de pertencimento. Acreditamos que será uma experiência positiva”, salientou a professora.
Sobre o artista convidado Cleverson Pacheco, 40 anos, mais conhecido como Café, é artista urbano e arte educador. Nascido em Curitiba (PR), é formado em Teologia pela Faculdade Teológica Betânia e cursa atualmente a Licenciatura em Artes Visuais pela Universidade Estadual do Paraná – UNESPAR, antiga Escola de Música e Belas Artes do Paraná, onde formou grandes artistas da cena brasileira da Arte Moderna à Contemporânea. Café vem aprimorando seu traço desde 1998, quando teve seu primeiro contato com o grafite.

Possui trabalhos espalhados por Curitiba e fora dela. Já cruzou as fronteiras do Brasil, indo para países como Argentina, Colômbia, Paraguai, Holanda e Alemanha. A estética étnica afro-brasileira é forte e sempre presente em suas criações.

Serviço:

Festival Diálogos Arte Urbana
18 e 19 de julho, quinta e sexta-feira.
Local: Escola Municipal de Ensino Fundamental Monteiro Lobato.
Horário: turnos manhã e tarde.

Público: EXCLUSIVO alunos e alunas da Escola.
Atividade: Oficina de graffiti com o artista Café, finalizando com uma pintura mural de 70 m² na escola.
20 de julho, sábado.

Abertura da exposição “Diálogos Arte Urbana”.
Local: MEA – Ateliê Educativo.
Horário: 16h.

Público: Toda a comunidade de Horizontina.

EVENTO GRATUITO. CLASSIFICAÇÃO LIVRE. A PROGRAMAÇÃO PODERÁ SOFRER ALTERAÇÕES.

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Cultura

Rua Torta, Maria Fumaça e Parque dos Dinos: a transformação de Miguel Pereira, cidade do Rio de Janeiro inspirada em Gramado

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Foto: Divulgação/ Prefeitura Miguel Pereira
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Rua Torta, Rua Coberta, parques temáticos, um grande lago e uma Maria Fumaça. À primeira vista, essa descrição pode remeter à serra gaúcha. No entanto, estamos falando da cidade de Miguel Pereira, no Rio de Janeiro. Inspirado em Gramado, este município fluminense, com 26,5 mil habitantes (segundo o Censo Demográfico de 2022), busca se destacar como uma nova opção de turismo no sudeste brasileiro, focando no lançamento de novos empreendimentos.

Localizada a 150 quilômetros da capital, Miguel Pereira inicialmente ganhou fama por seu clima, considerado o terceiro melhor do mundo pelo médico que dá nome à cidade. Atualmente, o município aposta em atrações como parques privados e espaços públicos para atrair visitantes e fomentar o desenvolvimento. Entre as novidades mais recentes estão o Mundo das Neves, o Parque das Aves e a Cidade da Bíblia. A estratégia tem mostrado resultados positivos: segundo a prefeitura, a ocupação hoteleira ultrapassou 97% nos últimos feriados, consolidando a cidade como um dos principais destinos turísticos do estado, especialmente no interior.

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Cidade da Bíblia

A prefeitura de Miguel Pereira destaca que a Cidade da Bíblia será o maior parque religioso do Brasil, ocupando uma área de 11 mil metros quadrados. A construção, prevista para iniciar este ano, contará com uma Bíblia de 12 metros de altura e 22 metros de largura, árvores mencionadas nas escrituras, eventos religiosos, museu, entre outros atrativos.

“O turismo religioso é uma das nossas novas apostas para Miguel Pereira. Investimos sempre com foco no crescimento econômico do município e na geração de emprego,” diz o prefeito André Português.

Maria Fumaça

Em outubro de 2023, a cidade inaugurou sua Maria Fumaça. De acordo com a administração municipal, este é o único trem turístico do estado. O trajeto, de cerca de nove quilômetros, conecta a estação de Miguel Pereira ao distrito de Governador Portela, em uma viagem de aproximadamente 20 minutos.

Segundo a prefeitura, o trem foi doado pela Federação do Comércio do Estado (Fecomércio), com parceria do Governo do Rio de Janeiro. A operação será realizada pela empresa vencedora da licitação, com a expectativa de transportar 940 mil passageiros por ano.

Fonte: GZH

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Cultura

Mês de julho é dedicado a celebrar mulheres negras e a luta antirracista

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Foto: Governo Federal/ Fundação Cultural Palmares
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O mês de julho é marcado por celebrações antirracistas e homenagens a figuras como a professora e antropóloga mineira Lélia Gonzalez e Nelson Mandela, ambos dedicados à luta contra o preconceito e a desigualdade social. Julho também lembra as datas de falecimento de Antônio Carlos Bernardes Gomes, o Mussum (30 anos), do jornalista paulista Júlio de Mesquita Filho (55 anos), e da pintora e ativista mexicana Frida Kahlo (70 anos).

O Dia Internacional de Nelson Mandela, em 18 de julho, é um chamado à paz, à luta por direitos humanos e contra as desigualdades sociais, celebrando também os 106 anos do nascimento do líder africano. Primeiro presidente negro da África do Sul, Mandela teve um papel determinante no fim do apartheid. A data foi escolhida pelas Nações Unidas em 2009 para celebrar a proteção dos direitos humanos e a igualdade étnica. Mandela, conhecido como Madiba, passou 27 anos preso por seu engajamento na luta contra o racismo e faleceu em 2013, aos 95 anos.

Em 25 de julho, celebra-se o Dia Internacional da Mulher Afro-Latino-Americana, Afro-Caribenha e da Diáspora, criado em 1992 pela ONU durante o 1º Encontro de Mulheres Afro-Latino-Americanas e Afro-Caribenhas, em Santo Domingo, na República Dominicana. A data visa lembrar a luta e a resistência das mulheres contra o racismo, machismo, violência, discriminação e preconceito. O mesmo dia também celebra o Dia Nacional de Tereza de Benguela e da Mulher Negra. Tereza de Benguela viveu no século XVIII e, após a morte de seu marido, José Piolho, liderou o Quilombo do Piolho (ou Quariterê), resistindo à escravidão por duas décadas.

Fonte: GZH

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