Acesse aqui
Rádio Web Portal Plural
IMC: você sabe calcular seu peso adequado? – Portal Plural
Connect with us

Medicina & Saúde

IMC: você sabe calcular seu peso adequado?

Pável Bauken

Publicado

em



 

A fórmula matemática serve para qualquer pessoa, mas os valores considerados como referência para a classificação do estado nutricional variam para crianças, adolescentes, adultos, idosos e gestantes.

Saiba como calcular o seu IMC (Índice de Massa Corporal)

Para calcular o IMC, divida o seu peso (em quilos) pela sua altura (em metros) elevada ao quadrado, ou seja, altura x altura. Veja a fórmula:

O Saúde Brasil tem uma ferramenta que faz este cálculo automaticamente para você. Insira suas informações a direta e clique em “calcular”.

De acordo com a faixa etária, outras medidas corporais também são recomendadas para um diagnóstico mais adequado, como perímetro da cintura, da panturrilha, entre outros.

A classificação do estado nutricional por meio das medidas corporais é um dos subsídios para o diagnóstico do estado de saúde do indivíduo e, quando necessário, deve ser complementado com análise e outros aspectos (clínicos, sociais e ambientais) pelos profissionais de saúde.

* Em adultos, o padrão internacional para diagnóstico da obesidade é o IMC, mas em crianças e adolescentes, a classificação de sobrepeso e obesidade segundo o IMC é mais arbitrária, não se relacionando com morbidade e mortalidade da forma como se define obesidade em adultos. Já os idosos possuem pontos de cortes de IMC diferenciados devido à alteração da sua composição corporal.

Clique para comentar

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Medicina & Saúde

Buscas no Google sobre transtorno mental têm recorde

Reporter Global

Publicado

em



Nunca o brasileiro buscou tanto por termos relacionados a transtornos mentais quanto durante a pandemia. Dados inéditos fornecidos pelo Google ao Estadão apontam alta de 98% nas buscas sobre o tema em 2020, ante a média verificada nos dez anos anteriores. A pergunta “como lidar com a ansiedade”, por exemplo, bateu recorde de interesse da última década. Em relação a 2019, o crescimento foi de 33%.

Entre as três perguntas mais buscadas em 2020 com a expressão “como lidar”, duas estão relacionadas a ansiedade e depressão. Bateu recorde também o interesse dos brasileiros pelo questionamento do que é a felicidade. Em junho, a pergunta teve o maior volume de buscas dos últimos oito anos.

Para especialistas, o comportamento na internet reafirma o que estudos no Brasil e no exterior já observam: medo, solidão e incertezas trazidas pela pandemia e o isolamento levam a uma alta de transtornos mentais.

“O medo de contrair a doença ou de transmiti-la para familiares do grupo de risco gera ansiedade. A diminuição do contato presencial e dos vínculos, impactos econômicos, sobretudo para os que já tinham menos recursos, e a exposição excessiva a notícias sobre coronavírus aumentam o sofrimento mental”, diz Ives Cavalcante Passos, professor do Departamento de Psiquiatria da Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).

Desde abril, ele coordena pesquisa sobre os impactos da pandemia na saúde mental. Mais de 8 mil pessoas estão sendo acompanhadas por questionários online. O objetivo, diz ele, é testar hipóteses, como “observar se esse período está associado ao aumento de ideação suicida e de uso de álcool e drogas”.

Levantamento do Estadão com base em boletins da Comissão Nacional de Ética em Pesquisa (Conep), responsável por autorizar estudos com humanos, mostra que já foram aprovadas 97 pesquisas para investigar efeitos psíquicos da pandemia. Algumas buscam medir o possível aumento de doenças como depressão e ansiedade; outras querem medir o impacto psicológico em grupos específicos, como profissionais de saúde, crianças e adolescentes, idosos e gestantes. Alguns também investigam quais fatores podem reduzir o risco de um transtorno mental neste período.

Algumas pesquisas já têm respostas preliminares. Estudo da Universidade Estadual do Rio (UERJ) verificou que profissionais com mais dificuldade financeira e os que não podem trabalhar de casa têm mais prevalência. “Donos de comércio, administradores, empresários têm prevalência de depressão 50% maior do que a média da amostra. Profissionais que precisam sair para trabalhar e estão mais expostos ao risco de contaminação também têm pior saúde mental”, diz Alberto Filgueiras, professor de Psicologia da UERJ, que coordena o estudo.

Idosos também têm maior risco. A Unicamp inicia neste mês pesquisa com 136 pessoas maiores de 60 anos para verificar o papel da rede de apoio na redução do risco de depressão e ansiedade. Paralelamente, alunos e docentes fazem, desde maio, um projeto de escuta, por ligações semanais, com idosos que já integravam um projeto da instituição. “O idoso já tem probabilidade maior de depressão pelos processos associados ao envelhecimento”, diz Daniella Pires Nunes, professora da Faculdade de Enfermagem da Unicamp. “A devolutiva dos idosos tem sido interessante. Comentaram que sentem-se ouvidos, acolhidos, animados. Gera sentimento de valor ter alguém para ouvi-los sobre anseios e medos e até dividir coisas do cotidiano, como hobbies, receitas.”

Ajuda

Para Ives Passos, é importante estar atento a sinais e sintomas persistentes. “Medo e tristeza são emoções básicas e fazem parte da vida de todos. Quando ocupam a maior parte do dia e são acompanhados de outros sinais, como alterações no apetite, sono e falta de energia, é necessário consultar um profissional.” Ele diz que, apesar do tabu, o número de pessoas que buscam ajuda para si um parente ou amigo tem crescido. A alta de buscas no Google indica percepção do problema. “É importante, porém, que qualquer intervenção seja feita com auxílio de um profissional ”

Segundo Marco Túlio Pires, coordenador do Google News Lab no Brasil, muitos usuários veem na plataforma oportunidade de se informar sobre questões pessoais e íntimas sem julgamentos. “Alguns ficam constrangidos em falar sobre certos assuntos até mesmo com pessoas próximas e usam o Google para buscar mais informações. Se isso já acontecia antes, com o isolamento ficou mais intenso.” O Google, afirma ele, tem aprimorado algoritmos e feito parcerias com especialistas para dar informações de qualidade e confiáveis sobre saúde. “A ideia é priorizar fontes oficiais, autoridades no tema.”

Desde 2016, a plataforma tem parceria com o Hospital Albert Einstein na produção de conteúdo. Ao buscar o nome de uma doença, um painel surge do lado direito da tela com informações de sintomas e tratamento.

Isolamento e crises

“Foi quando me vi trancada dentro do meu apartamento de 54 m² que comecei a identificar que estar presa e longe dos familiares me fazia muito mal.” Essa breve descrição poderia ser de qualquer um que precisou trabalhar de casa e manter distanciamento por causa do novo coronavírus. É de uma mulher, de 29 anos, que teve o histórico de ansiedade e síndrome do pânico agravado pela pandemia. A terapia, antes semanal, passou a ser três vezes por semana e as doses de remédios para controlar as crises aumentaram.

A brasiliense, que preferiu preservar a identidade, faz parte do grupo de pessoas que sentiu o estresse, a ansiedade e a depressão aumentarem na quarentena, mas as consultas com a psicóloga são um ponto de equilíbrio para seguir adiante.

“Nesses cinco anos de terapia, só tive benefícios e consigo identificar os gatilhos (das crises). Tenho esclarecimento muito maior de mim mesma e falo para as pessoas que sabem que tenho doença mental que a terapia não é só para isso. É para a se conhecer e é muito positivo”, diz. No passado, as crises de ansiedade também levaram a um quadro de depressão.

“Eu estava bem, nunca deixei de fazer tratamento, tinha vida normal em vista das fases que já tive. Com a pandemia, acabou piorando.” O primeiro indício de que as coisas iam mal foi quando passou a trabalhar de casa, em meados de março. “Comecei a ter crises fortes.” Ficar longe da mãe e da avó – que moram juntas e são do grupo de risco – contribuiu na piora. “Isso foi um dos gatilhos para ter crise de ansiedade e pânico.”

Para a psicóloga Cristina Laubenheimer, vários fatores têm levado à ansiedade extrema, e a mudança nas relações humanas traz impacto. “De repente, quem antes era seu conforto passa a ser ameaça. Isso gera conflito grande.” Em junho, estudo da Ipsos em 16 países mostrou que o Brasil é o que mais sofre com ansiedade na crise sanitária. Dos brasileiros, 41% lidam com o problema. As mulheres são as mais afetadas (49%).

Apreensão

Quem também recorreu à terapia e passou a tomar calmantes e antidepressivos leves foi Priscilla Martin, instrumentadora cirúrgica e laserterapeuta que continuou trabalhando na pandemia Ela, de 41 anos, seguiu em contato com diversas pessoas dentro de diferentes hospitais e manteve atendimentos em domicílio quando a situação exigia. Divorciada, a profissional depende dos pais, idosos, para cuidar do filho de 9 anos enquanto passa o dia fora.

“Desde quando começou o alarme da covid, fiquei extremamente preocupada. Saindo para trabalhar todo dia, indo aos hospitais, todo mundo com aquela cara de terror. Você não sabe o que faz, se pode falar, se pode pôr a mão na maçaneta. E quando chega em casa, também não sabe bem o que fazer. O tempo todo é nessa tensão e preocupação. Minha vida hoje está muito mais estressante do que a rotina anterior”, conta Priscilla, que chegou a atuar em um parto cuja paciente tinha covid.

Por mais que ela use máscara, escudo facial, luvas, troque os itens sempre que preciso e use soros para lavar as vias aéreas, a dúvida sempre ronda o pensamento. “Vou para casa e fico: ‘será que estou realmente salva? Será se não peguei?’. Até o momento, a gente conseguiu se manter em segurança”, conta.

“É muito diferente passar pela doença e estar com medo de morrer ou sequela, de algo acontecer com o pai, perder o emprego, ficar confinado sozinho e começar a sentir solidão. No geral, estressores do tipo perigo levam mais para quadros de ansiedade. Situações de perda levam mais a quadro depressivo”, explica o psiquiatra Diogo Lara, do Comitê Técnico da Aliança para a Saúde Populacional.

Dicas para a saúde mental

Horários: Estabeleça horário para dormir e, uma hora antes, desligue computador, celular e TV, para se desconectar de situações de estresse. Defina horários para refeições, com equilíbrio nutricional.

Intervalos: Faça pausas de relaxamento de 2 a 3 vezes por dia. Cinco minutos para um exercício de respiração ajuda a oxigenar o cérebro e baixar o estresse no corpo.

Ginástica: Faça atividade física. Há apps que indicam exercícios rápidos e de baixa intensidade. Ioga e meditação também ajudam.

Sintomas e ajuda: Atenção a sintomas persistentes que indiquem depressão e ansiedade. Medo e tristeza constantes, e associados a mudanças de sono, apetite e falta de energia, podem revelar problemas. Busque auxílio profissional.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

[mailpoet_form id="1"]
Continue Lendo

Medicina & Saúde

Juiz garante direito de importar sementes de maconha para casal produzir remédio

Reporter Cidades

Publicado

em



O juiz federal Renato Câmara Nigro, da 1ª Vara Federal em Campinas, concedeu um habeas corpus para que os pais de uma menina de cinco anos possam importar sementes de Cannabis Sativa para o tratamento médico de sua filha. A decisão concedeu um salvo-conduto para que o casal não sofra restrições em sua liberdade de locomoção por quaisquer órgãos públicos. Estes últimos ficam proibidos de adotar medidas para impedir a aquisição das sementes e o seu cultivo na residência dos pais.

O magistrado estabeleceu que, em razão da exceção aberta em favor do direito à saúde da menor, qualquer desvio da finalidade ou violação das regras impostas, acarretará a ilicitude do comportamento e, consequentemente, sujeitará os responsáveis às sanções legais. Assim, o magistrado fixou que os pais poderão cultivar até 15 plantas de Cannabis, com o fim exclusivo de extração do óleo de cânhamo para o tratamento da filha.

Os responsáveis também foram autorizados a transportar e remeter plantas e flores para teste de quantificação e análise de canabinóides aos órgãos e entidades de pesquisa, ainda que em outra unidade da federação, para o pleno exercício pleno de seus direitos constitucionais.

O processo corre sob sigilo e as informações foram divulgadas pela Justiça Federal paulista.

Ao apresentarem o pedido à Justiça, os pais da menina juntaram relatórios médicos que indicam diferentes tratamentos que foram ministrados à menor, sem sucesso, incluindo o uso de canabidiol importado.

Os documentos descrevem enfermidades diagnosticadas na criança desde os quatro meses de vida, que são encefalopatia epilética, atraso global do desenvolvimento, epilepsia farmacorresistente e síndrome de Lennox-Gastaut. Mencionam ainda que, após a introdução do óleo de Cannabis Sativa ao tratamento da menor, hoje com cinco anos, houve melhora das crises, tendo inclusive a indicação médica para ser administrado de forma contínua e diária, associado a outros fármacos antiepilépticos.

Também consta no processo os certificados da participação da mãe da menina em cursos de cultivo da Cannabis terapêutica, para demonstrar que a mesma possui condições de produzir o remédio de modo seguro e eficiente, com o devido acompanhamento médico – o que impediria os efeitos negativos que a interrupção no tratamento pode ocasionar.

Ao analisar o caso, Renato Câmara Nigro destacou que as possibilidades oferecidas pela legislação brasileira para o uso terapêutico de canabinóides ‘são insuficientes para garantir a efetiva utilização da substância, conforme indicação médica, e podem – como se dá no presente caso – atentar contra direitos fundamentais, como o direito à saúde, dignidade humana e, no final, direito à vida das pessoas’.

O magistrado ressaltou que, desde 1976, existe permissão em lei federal para a plantação de Cannabis com fins medicinais, embora não tenha havido a regulamentação da lei para permitir a adoção da prática.

De acordo com o magistrado, constava da Lei nº 6.368/1976, e está em vigor na atual lei antidrogas (Lei n. 11.343/06) que a União pode autorizar o plantio, a cultura e a colheita exclusivamente para fins medicinais ou científicos, em local e prazo predeterminados, mediante fiscalização, respeitadas as ressalvas supramencionadas.

Outro ponto destacado pelo juiz é que o tratamento com base em canabinóides tem obtido cada vez mais aceitação no país, dadas as sucessivas resoluções da Anvisa sobre o tema.

Além disso, o magistrado lembrou que há um projeto de lei que propõe a descriminalização do cultivo da Cannabis Sativa e do óleo artesanal para uso pessoal terapêutico, bem como uma Ação Direta de Inconstitucionalidade, em trâmite no STF, em que a Procuradoria Geral da República pede que seja fixado um prazo à União e à Anvisa para que, no âmbito de suas respectivas competências, editem regulamentação sobre o plantio da Cannabis com finalidade medicinal.

Em contrapartida, Renato Câmara pontua que ainda não consta da atual regulamentação sanitária a permissão para importação de sementes para cultivo das plantas para o uso terapêutico da Cannabis.

“No final das contas, as pessoas que possuem indicação médica para o uso da substância em referência tem que se submeter a um burocrático e moroso procedimento junto à Anvisa para a importação do óleo de Cannabis ou adquirir o produto em território nacional, mas em ambos os casos submetidos a um procedimento de alto custo”.

Estadão Conteúdo

[mailpoet_form id="1"]
Continue Lendo

Ensino

Ministério da Saúde dá orientações para retomada das aulas

Na maioria dos estados, as aulas estão suspensas desde março

Pável Bauken

Publicado

em



Neste momento, representantes do Ministério da Saúde participam de entrevista online sobre orientações para retomada segura das aulas nas escolas brasileiras e também atualiza informações sobre o novo coronavírus. 

Acompanhe ao vivo:

Primeira onda da covid-19 deve acabar em outubro, diz estudo da UFF

A transmissão da covid-19 segue a mesma sazonalidade de outras doenças respiratórias, como H1N1 e gripe Influenza. Com isso, o Brasil e o Hemisfério Sul devem passar por uma diminuição de casos a partir de outubro, com a aproximação do verão, enquanto o hemisfério norte vê o aumento nos registros, com a chegada do inverno.

A análise está no estudo Detecção Precoce da Sazonalidade e Predição de Segundas Ondas na Pandemia da Covid-19, coordenado pelo professor Márcio Watanabe, do Departamento de Estatística da Universidade Federal Fluminense (UFF).

“A sazonalidade de doenças significa que existe um padrão anual onde há um momento do ano em que a doença tem uma transmissão maior. No caso das doenças de transmissão respiratória, geralmente elas apresentam uma sazonalidade típica do período de outono e inverno, ou seja, elas têm uma transmissão maior e, portanto, uma quantidade maior de pessoas infectadas nos meses de outono e inverno”, explica Watanabe. Leia mais

Covid-19 responde por 97,5% dos casos de SRAG reportados no país

De acordo com o InfoGripe, boletim semanal divulgada pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), 97,5% das ocorrências de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) reportados no país em 2020 e com exame positivo para alguma infecção viral se deram em decorrência da covid-19. Os dados atualizados, divulgados hoje (18), indica manutenção da tendência de queda no número de novos casos semanais.

A SRAG é uma complicação respiratória associada muitas vezes ao agravamento de alguma infecção viral. O paciente pode apresentar desconforto respiratório e queda no nível de saturação de oxigênio, entre outros sintomas. As ocorrências de SRAG em 2020 aumentaram em decorrência da pandemia de covid-19, causada pelo novo coronavírus Sars-CoV-2. Leia mais

ebc

[mailpoet_form id="1"]
Continue Lendo

ENQUETE

O que você achou do site novo do Portal Plural?

Trending

© 2020 PORTALPLURAL.COM.BR Todos os direitos reservados.


×