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IBGE lança mapa com biomas brasileiros

Pável Bauken

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O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) lançou hoje (30) um mapa que traz as representações dos seis grandes biomas continentais brasileiros. Como novidade, o mapa mostra também as delimitações do sistema costeiro-marinho brasileiro, com o limite do mar territorial do país, e a escala de representação, de 1:250.000, que é 20 vezes maior do que a do mapa anterior.

De acordo com o IBGE, o mapa é resultado de um aprimoramento de processos de investigação, revisão bibliográfica e levantamentos de campo, que entre outras coisas, verificaram o ambiente físico local e os indícios da vegetação original.

Ainda segundo o instituto, o aprimoramento do mapa contribui para a gestão sustentável dos recursos naturais.

O estudo do IBGE mostra que o bioma da Amazônia ocupa 49,5% do território. Em seguida, aparecem os biomas do Cerrado (23,3%), Mata Atlântica (13%), Caatinga (10,1%), Pampa (2,3%) e Pantanal (1,8%).

O Cerrado é o único bioma que alcança as cinco regiões brasileiras, apesar de se concentrar principalmente no Centro-Oeste. A Amazônia ocupa 93,2% da região Norte. Além dos sete estados do Norte, o bioma se estende ainda aos estados do Mato Grosso e Maranhão.

A Mata Atlântica é o bioma que se espalha por mais estados brasileiros. São 15 no total. O Pampa, por outro lado, é encontrado apenas no Rio Grande do Sul.

Diversidade

Os estados com maior diversidade de biomas são Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Bahia e Minas Gerais, cada um com três. No Mato Grosso, são encontrados os biomas da Amazônia, Cerrado e Pantanal. No Mato Grosso do Sul, tem Pantanal, Cerrado e Mata Atlântica. Em Minas e Bahia, existem áreas de Cerrado, Mata Atlântica e Caatinga.

Já o sistema costeiro-marinho é composto por uma parte marítima (93,73%) e por uma parte continental (6,27%). Esta última ocupa 1,7% do território continental brasileiro. A maior parte do sistema costeiro está na Amazônia (42%). O Pampa concentra 25% e a Mata Atlântica, apesar de ocupar a maior porção da costa brasileira, tem apenas 20% do sistema costeiro-marinho.

O mapa e os dados do levantamento podem ser acessados na página do IBGE.

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Reconhecimento aos 60 anos da Lorentz Construções

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A vereadora Lires Zimmermann Führ propôs e a Câmara, com aval de todos os vereadores, entregará Moção de Congratulações à empresa Lorentz Construções Ltda pela passagem dos 60 anos de atividades transcorridos em novembro.

 

A marca Lorentz está presente em inúmeros prédios, residências e empreendimentos de Santa Rosa, bem como na região e até mesmo em outras regiões do Estado. Fundada pelo saudoso Willy Lorentz, falecido em junho deste ano, aos 90 anos, a empresa agora é conduzida pelos filhos Artur (engenheiro civil e administrador), Heinz (arquiteto) e Walter e Willy Toni (engenheiros civis).

“A Moção de Congratulações também destaca o relevante papel social da empresa mediante a geração de empregos, bem como alude à atuação de seus gestores em entidades que promovem o desenvolvimento de Santa Rosa, como Acisap, Fenasoja, CREA, Sinduscom, Conselhos Municipais e outras”, mencionou Lires em sua fala na tribuna.

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Percentual de famílias endividadas cai em novembro e chega a 66%

Reporter Global

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Número mostra queda de 0,5 ponto percentual em relação a outubro

 

Após três quedas consecutivas, o número de famílias brasileiras com dívidas chegou em novembro ao mesmo patamar de fevereiro, antes dos impactos mais severos da pandemia de covid-19. Os dados são da Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), divulgada hoje (1) pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).

Segundo o estudo, 66% das famílias estão endividadas, o que representa uma queda de 0,5 ponto percentual em relação a outubro. A pesquisa considera como dívidas as despesas declaradas com cheque pré-datado, cartão de crédito, cheque especial, carnê de loja, crédito consignado, empréstimo pessoal, prestação de carro e de casa, ainda que estejam em dia.

Segundo a pesquisa, o cartão de crédito é a principal modalidade de endividamento para 77,8% das famílias. Em seguida, aparecem os carnês (16,1%) e o financiamento de veículos (10,7%), associados ao consumo de médio e longo prazos.

 

Renda

As famílias com renda de até 10 salários mínimos tiveram queda do endividamento pelo terceiro mês seguido, mas continuam acima da média, com 67,5%. Para as famílias com renda maior que 10 salários mínimos, o endividamento se manteve estável em 59,3%.

A confederação avalia que os indicadores recentes apontam para uma recuperação da economia mais robusta do que as estimativas indicavam, o que impacta, inclusive, em pressões inflacionárias. Ainda assim, o presidente da CNC, José Roberto Tadros, alerta a proporção de endividados no país é elevada e sublinha a necessidade de ampliar o acesso a recursos com custos mais baixos, possibilitando o alongamento de prazos de pagamento.

 

Dívidas em atraso

A inadimplência, que contabiliza as dívidas em atraso, também teve queda em novembro e chegou a 25,7%. No mês passado, o percentual era de 26,1%. Da mesma maneira, o grupo de famílias que declararam não ter condições de pagar suas dívidas em atraso caiu de 11,9% para 11,5%.

Apesar da queda, a inadimplência continua acima dos patamares de 2019. Em novembro do ano passado, 24,7% das famílias eram inadimplentes e 10,2% declararam não ter condições de pagar suas dívidas em atraso.

O tempo médio de atraso na quitação das dívidas das famílias inadimplentes vem aumentando desde junho e atingiu o maior patamar, desde maio, no mês passado: 62,5 dias. Também está em alta desde agosto o percentual de famílias que demoram mais de 90 dias para quitar as dívidas em atraso. Em novembro, o percentual chegou a 42,9%.

 

 

Agencia Brasil

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Mourão, sobre desmatamento na Amazônia: ‘foi menos pior, essa é a realidade’

Reporter Global

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Mourão comentou ainda sobre a necessidade de aumento do efetivo do Ibama.

 

O vice-presidente Hamilton Mourão disse nesta terça-feira, 1°, que os dados de desmatamento registrados na Amazônia foram “menos pior” do que o previsto neste ano. Em conversa com jornalistas pela manhã, Mourão afirmou que a estratégia do governo de combate a crimes ambientais está “dentro do programado” e que não há planos de uma reavaliação.

“Estamos com uma tendência de queda (do desmatamento) desde maio quando a gente iniciou a Operação (Verde Brasil). A expectativa é que ia dar 20% acima do ano passado. Então, deu 9,6% e nós temos de continuar na pressão”, disse. Na segunda, durante visita de Mourão, o governo divulgou que o desmatamento da Amazônia teve uma alta de 9,5% no último ano, de acordo com estimativa do Prodes, sistema do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).

Entre agosto de 2019 e julho deste ano, a devastação da floresta alcançou 11.088 km², ante os 10.129 km² registrados nos 12 meses anteriores. “Vamos dizer o seguinte. Foi menos pior, essa é a realidade. Podia ser pior ainda”, avaliou Mourão.

Segundo o vice-presidente, há uma tendência de redução em 50% do desmatamento em novembro comparado com o mesmo período do ano passado. Ele destacou que objetivo do governo é que “só haja o desmatamento dentro da legislação, aquele que é os 20% dentro da propriedade”, sem que isso ocorra em unidade de conservação, terras indígenas ou terras públicas.

“O que estamos fazendo está dentro do programado. Tem coisas que eu não consegui resolver ainda. Regularização fundiária vocês já me viram falar aqui 500 vezes e eu não consegui avançar. Já falei, é minha responsabilidade e eu tenho eu dar um jeito nisso aí”, continuou.

 

Ibama

 

Mourão comentou ainda sobre a necessidade de aumento do efetivo do Ibama. Ele disse que o assunto é responsabilidade do Ministério do Meio Ambiente, que deve negociar com a área econômica do governo. Apesar da ressalva, opinou que uma alternativa seria a contratação de agentes temporários.

“Isso é responsabilidade do Meio Ambiente, que tem de discutir com a Economia. Economia está vivendo as dificuldades relativas à questão fiscal, nós não temos nem Orçamento, então vamos ver como é que a gente resolve. A solução paliativa é contratação de gente temporária”, declarou.

Mourão comentou ainda que Ricardo Salles, do Meio Ambiente, foi convidado para estar na segunda-feira na divulgação dos dados do Inpe, mas por ter sido uma agenda “de última hora” ele não pôde comparecer.

 

 

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