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Medicina & Saúde

Horizontina confirma 5 novos casos de coronavírus nesta terça feira

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BOLETIM COES 104– HORIZONTINA – COVID 19

O COES – Comitê de Emergência em Saúde para Enfrentamento ao Corona Vírus, divulgou na tarde deste dia 30 de junho, seu boletim de número 104 de informação continuada à comunidade.

Nesta Terça-Feira o COES registra 5 novos casos confirmados de Covid 19, elevando os casos confirmados para 23. São agora 11 casos ativos em isolamento domiciliar, 01 caso suspeito está aguardando a testagem do 14º dia após descartados pelo LACEN e 100 pacientes monitorados por SÍNDROME GRIPAL LEVE – SG, ou contatos com suspeitos/confirmados.

Os novos casos confirmados nesta terça-feira através dos Testes Rápidos de Antígeno são: 3 mulheres 1 de 41 anos, 1 de 23 anos e 1 de 52 anos. Dois homens, 1 de 20 anos e 1 de 23 anos. Todos estão em isolamento domiciliar e monitoramento clinico.

RELATÓRIO DE REGISTROS COES 19/03 a 30/06
-23 casos de COVID 19 confirmados sendo;
-10 TOTALMENTE CURADOS.
-11 EM ISOLAMENTO DOMICILIAR:
-DOIS ÓBITOS: Paciente de 58 anos com comorbidades, ocorrido dia 01/06 e Paciente 74 anos, com comorbidades em 29/06. Ambos do sexo masculino.
CASOS SUSPEITOS
Síndrome Respiratória Aguda Grave: 01 em isolamento domiciliar
Síndrome Gripal Leve/Contatos com suspeitos ou confirmados em monitoramento: 100

ATENÇÃO!
-Pacientes monitorados não devem sair de casa. Quem tiver qualquer sintoma de gripe, precisa informar obrigatoriamente o serviço municipal de saúde. Não faça aglomerações com jantas, almoços e a presença de quem não mora em casa”. Telefone do COES: (9-9938 4212). Das 7h ás 22h inclusive sábados e domingos.
– A Região Fronteira Noroeste está em bandeira Laranja, de risco médio para contágio do novo corona vírus. Use a máscara de proteção individual sempre que for a locais com outras pessoas. Jamais tire a máscara para conversar com outra pessoa. Lave as mãos frequentemente com água e sabão ou sabonete líquido ou use álcool gel sempre que tocar em objetos de uso comum.
-Cumprimente as pessoas a distância evitando abraços, beijos e apertos de mãos. Não compartilhem chimarrão.

OBSERVAÇÃO:
A Prefeitura Municipal através da equipe de fiscalização estará com acompanhamento da Brigada Militar, fazendo o cumprimento dos decretos do Estado e do Município, pois recebeu várias denúncias de pessoas que insistem em fazer aglomerações festivas residenciais e junto a parques e outros locais sem respeitar as regras do distanciamento social.

DENÚNCIAS:
Em caso de flagrante desrespeito às regras sanitárias do distanciamento social controlado, como pessoas aglomeradas sem uso de máscaras ou aglomerações festivas não permitidas, denuncie: O telefone é 9-9927-6755.

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Medicina & Saúde

Famílias têm papel fundamental na relação da criança com mundo digital

Rotinas offline ajudam a criança a desenvolver autorregulação

Pável Bauken

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© TV Brasil

Durante a pandemia de covid-19, os dispositivos eletrônicos com acesso à internet se tornaram um elemento fundamental na vida de muitas crianças brasileiras. Os tablets, celulares, smart TVs (televisor com acesso à internet) e os vídeogames se tornaram o único passatempo de muitas crianças e adolescentes, que estão confinados em casa há mais de 100 dias.

Para construir uma relação saudável, criativa e segura das crianças com o mundo digital, as famílias têm papel fundamental, diz a pesquisadora do programa Criança e Natureza, do Instituto Alana, Maria Isabel Amando de Barros. Segundo ela, para começar, pais, mães e responsáveis também precisam rever os hábitos digitais.

“Somos um verdadeiro espelho para as crianças. Nesse sentido, é muito bom compartilhar com elas que vários desafios estão postos também para nós: sentimos que a internet “rouba” tempo de outras atividades como sono, alimentação, atividade física e lazer. Muitas vezes não temos clareza sobre os pensamentos, sentimentos ou impulsos que nos levam a pegar o celular e temos muito a aprender para, de fato, usar a tecnologia a nosso favor”.

É assim que a consultora imobiliária Carla Christiane de Carvalho Pereira procura orientar seu filho Caio, de 10 anos, e a filha Clara, de 8. “Oriento a pesquisar sobre significado das coisas, manuais, configuração da televisão, do celular, dos eletrodomésticos. Acho importante, já que eles têm essa facilidade com a tecnologia”.

Carla diz que faz acertos com eles e direciona os conteúdos a serem vistos, sempre com muito diálogo. Para jogos e navegação eles só podem ficar até as 21h. “Não tenho muito regra de quantidade de horas, mas não pode usar nenhum tipo de tecnologia durante as refeições, durante as lições, não podem levar para o banheiro. São pequenas restrições, para educação mesmo. O restante do dia é liberado”.

Ela conta que sabe o que eles acessam e quando tem algo que não acha adequado, conversa com eles. “O Youtube deles é monitorado, sei o que consomem. O Caio vê muito tutorial de vídeogame, já a Clara vê músicas e desafios. As crianças nasceram preparadas para essa era digital, a preparação que a gente tem que fazer é na absorção de conteúdo. Quando o Caio vê um vídeo que tem muito palavrão, ou linguagem e conteúdo impróprios, converso com ele. Quantos aos canais da Clara, verifico quem a está seguindo e digo que só pode segui-la quem tem até 12 anos, então ela mesma fica atenta. Acho que a vigilância existe, mas é adaptável. Então, eu trabalho a questão do discernimento ao receber esses conteúdos, sempre com muito diálogo”.

Segundo a pesquisadora do Instituto Alana, os responsáveis devem seguir esse caminho, o do diálogo. “As pesquisas mostram que a principal estratégia para ajudar as crianças a terem bons hábitos é mediar sua relação com o mundo digital de forma construtiva, ou seja, mostrando os desafios e analisando como suas ferramentas podem nos ajudar a ter experiências online onde prevaleçam as conexões significativas, os aprendizados com sentido e a diversão saudável”.

Maria Isabel explica que essa mediação ativa é diferente para cada faixa etária e deve ser adequada a cada criança, de acordo com sua individualidade e interesses. Deve também ser baseada no diálogo, na escuta e reflexão com a própria criança sobre a forma como ela se apropria das tecnologias.

“Há que se avaliar qual caminho faz mais sentido em cada fase da infância: dosar o tempo, considerar a qualidade do conteúdo, combinar onde e como os dispositivos podem ser acessados e, acima de tudo, fazer do mundo digital uma experiência compartilhada entre crianças e adultos, pais, mães e filhos, educadores e estudantes”, diz a pesquisadora. Para ela, “há outro aspecto importante: a construção de um sólido repertório de interesses, habilidades e rotinas offline, que certamente irão ajudar a criança a desenvolver a autorregulação em relação ao uso do ambiente digital”.

Dessa forma, a consultora financeira Luciana Flávia Bonsembiante busca conduzir o filho Enzo, de 6 anos, no mundo digital. “Digo para ele ver conteúdos educativos, como os aplicativos de leitura, jogos voltados para a idade dele, incentivo também para a criatividade, ele adora gravar vídeo e tem um canal no Youtube, então eu procuro incentivar essa parte também”.

Quanto ao tempo, ela diz que há horários determinados para usar as telas. “Cerca de uma hora durante a manhã e mais uma hora à noite. A tarde é voltada para o estudo e algum tipo de educação física. A gente orienta sobre os conteúdos inadequados, sobre conversas com estranhos e, graças a Deus, nunca tivemos nenhum tipo de contratempo em relação a ele conversar com qualquer tipo de pessoa. Ficamos muito atentos porque é um perigo na época de hoje. Fora de casa, a utilização é muito esporádica, ele tem o próprio celular, mas geralmente evito que ele saia de casa com o aparelho”.

Ela conta que às vezes o filho quer ficar mais um pouco com o celular, mas aí ela o chama para outras atividades. “Gosto muito de brincar com ele de quebra-cabeça, lego, ele adora montar e desmontar coisas e assim vai. É muito disciplinado e é bem obediente”.

Tempo de exposição às telas

No caso de crianças até 2 anos, a Sociedade Brasileira de Pediatria recomenda evitar exposição às telas. Para crianças de 2 a 5 anos, a recomendação é de até uma hora por dia, sempre com supervisão. Esse tempo pode ser estendido até duas horas por dia para crianças de 6 a 10 anos. Já crianças e adolescentes entre 11 e 18 anos devem limitar seu tempo online a duas ou três horas por dia.

“Entretanto, as pesquisas também mostram que o tempo de tela não é a medida mais relevante ou a única variável a ser considerada quando pensamos em cuidar da relação que as crianças estabelecem com o mundo digital. Afinal de contas, passar uma hora assistindo sozinho filmes violentos, permeados por mensagens publicitárias, é completamente diferente de assistir em família a um documentário sobre música ou vida selvagem”, pondera a pesquisadora.

Maria Isabel acrescenta que é fundamental avaliar e refletir a intenção do tempo de tela: por que a criança vai ter essa experiência, o que ela vai aprender ou vivenciar com ela, a qualidade do conteúdo acessado e ainda se esse tempo de tela está impedindo que a criança realize atividades importantes como dormir, se alimentar, brincar ao ar livre e interagir com outras crianças e adultos.

Dieta digital

A pesquisadora Maria Isabel considera que uma forma de avaliar se um conteúdo digital é bom é semelhante a quando escolhemos o que vamos comer. “Numa boa dieta digital prevalecem conteúdos sem violência gratuita, conteúdos publicitários, notícias falsas, mensagens discriminatórias e desafios perigosos”.

Ela orienta que bons conteúdos são aqueles em que há respeito à privacidade e à identidade online. “São aqueles vinculados aos produtos e plataformas que respeitam nossa capacidade de desconectar e nos ajudam a encontrar espaço e oportunidades para brincar, criar, ler, desenhar, jogar, entre inúmeras possibilidades de encontros significativos conosco e com o outro. Em suma, bons conteúdos digitais são aqueles que trazem mais autoria – em oposição àqueles de uso mais passivo -, são acessados com intenção e nos fazem bem”.

Responsabilidade

Na visão da pesquisadora, a responsabilidade com o ambiente digital não é apenas do usuário. “É muito importante também percebermos – e compartilharmos esse aspecto com as crianças – que a responsabilidade por uma relação saudável, criativa e segura com o ambiente digital não é apenas do usuário. É também do governo, das empresas e das plataformas de tecnologia. É fundamental advogarmos por um ambiente digital mais humano, que proteja nossa privacidade, resguarde nossa capacidade de desconectar e fortaleça nossos laços sociais”, defende Maria Isabel.

Para contribuir com esse debate, o Instituto Alana, com o apoio do Nic.Br, da Safernet Brasil e do portal Lunetas, está realizando o evento “Ser Criança no Mundo Digital – série de conversas online”. Os diálogos serão transmitidos pelo Instituto Alana. A estreia da série de conversas foi no dia 26 de junho, e os dois primeiros episódios podem ser acessados em Episódio 1 e Episódio 2.

ebc

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Medicina & Saúde

Paciente de Santa Rosa morre na unidade Dom Bosco

Reporter Cidades

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O Hospital Vida e Saúde, através da unidade especializada em problemas respiratórios e covid-19, confirma o óbito de um paciente de 74 anos com coronavírus, às 08h52min desta sexta-feira(10). O paciente de Santa Rosa estava internado no Dom Bosco desde o dia 01 de julho. Ele era hipertenso, tinha doença de chagas e neoplasia de próstata prévia.

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Medicina & Saúde

SES e CRMV fazem parceria para reabastecimento de anestésicos em hospitais

Pável Bauken

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Parceria foi acertada em uma live com a presidente do CRMV e a secretária Arita Bergmann - Foto: Neusa Jerusalém/SES

Uma parceria colaborativa para o reabastecimento de medicamentos do chamado kit intubação nos hospitais gaúchos foi criada entre a Secretaria da Saúde (SES) e Conselho Regional de Medicina Veterinária do Rio Grande do Sul (CRMV/RS). O Conselho de Secretários Municipais de Saúde (Cosems) também será parceiro no projeto.

A medida prevê que medicamentos em estoques de clínicas e hospitais veterinários que não fizerem falta imediatamente para o atendimento de pets possam ser repassados para hospitais que estão necessitando. São medicamentos que possuem prescrição humana e animal liberada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Alguns fármacos que podem ser cedidos para utilização em humanos são: propofol, midazolam, diazepam, fentanilas, lidocaína e todos opióides, como metadona e morfina.

A secretária da Saúde, Arita Bergmann, considera esta iniciativa uma demonstração de solidariedade. “É nesta hora de pandemia que temos que dar as mãos, estamos todos imbuídos em proteger os cidadãos e os animais para que todos tenham saúde de qualidade”, afirmou a secretária.

O conselho está fazendo um inventário dos estoques presentes nas instituições veterinárias e abrindo um canal digital de acesso nas suas redes para adesão e disponibilização dos itens, para serem repassados aos hospitais. Os serviços de saúde veterinários poderão fazer o cadastro no site do CRMV/RS, que será lançado nesta sexta-feira (10), para participar do projeto. https://www.crmvrs.gov.br/.

O repasse dos medicamentos serão feitos mediante contrato de cedência de uso e reposição dos itens. Esta medida já foi implementada com o município de Canoas e Novo Hamburgo. A presidente do CRMV, Lisandra Dornelles, diz que a proposta agora é ampliar o projeto para todo o RS. “Já recebemos também doações de respiradores, além de medicamentos como morfina e diazepan”. Lisandra indica a live “Como médicos veterinários podem auxiliar na crise de medicamentos e equipamentos de combate à Covid-19”, que será transmitida nesta sexta-feira (10), às 20h30. O encontro pode ser visto na página do conselho no facebook, em facebook.com/crmvrs.

A Secretaria da Saúde (SES) do Estado já vem tomando medidas práticas com relação ao desabastecimento de kits intubação, como o levantamento da demanda por parte dos hospitais que integram o Plano de Contingência Hospitalar e também buscou o apoio do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) e do Ministério da Saúde para a solução do problema. Também existe a possibilidade de uma compra emergencial por parte da Organização Mundial da Saúde (OMS), em parceria com a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), para abastecer os Estados.

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