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Henrique deve chegar no cume no fim de semana

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O santa-rosense Henrique Franke deve conquistar a oitava montanha mais alta do mundo neste fim de semana. O Manaslu, localizado no Himalaia tem 8.156 metros de altitude. A expectativa é chegar no campo 4 ainda nesta sexta-feira, 27, e atacar o cume neste sábado, 28. Mesmo com muita chuva e neve, a escalada segue dentro do planejamento da equipe que acompanha Henrique.

A saída do Brasil ocorreu no dia primeiro de setembro, foram 29 horas de viagem. Nos primeiros dias, com muita chuva e umidade, a equipe conseguiu a permissão de escalada no Ministério do Turismo, localizado em Kathmantu. Depois foi preciso mais uma semana de caminhada, para chegar no acampamento base, “Toda essa caminhada foi bastante importante para nossa aclimatação, estamos bem preparados e está tudo ocorrendo dentro do nosso planejamento”. Foram dias de umidade, calor e muita chuva, até chegar no acampamento base no dia 13.

Nos primeiros dias, a chuva atrapalhou um pouco e a equipe teve que se reorganizar. Neste período, Henrique passou pela “puja” cerimônia de autorização de escalada muito importante para o budismo. Depois, seguiu com vários dias de caminhada até acampamento 1 e acampamento 2, “A neve esteve sempre muito intensa desde que começamos a escalada, mas está tudo dentro do previsto, estou muito feliz com a trajetória até aqui, e agora vamos rumo ao cume”.

Nesta quarta-feira, 25, Henrique chegou ao campo 2. A previsão é de quinta-feira, 26, chegar no campo 3, na sexta-feira, 27, no campo 4 e atacar o cume no sábado, 28. Henrique será o primeiro gaúcho a conquistar o Manaslu. Esta será a segunda montanha do projeto Catorze 8000+ que Henrique está trilhando que contempla as 14 maiores montanhas. Até hoje, apenas 38 pessoas conseguiram esse feito no mundo (nenhum brasileiro).

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Jovem adota cachorro sem dono que protegeu o seu carro roubado

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Gente, e o eletricista Vitor Magino, 18 anos, que encontrou seu carro roubado e de “brinde” levou um cachorro para casa? Olha que história doida e linda ao mesmo tempo!

No dia 15 de janeiro, o jovem teve seu carro roubado enquanto estava em uma festa em Campo Grande (MG), onde mora.

A Polícia Militar encontrou o veículo três dias depois, mas com uma surpresa. Um cachorro que estava no carro, simplesmente não deixava ninguém se aproximar do veículo! A PM até achou que o animal pertencia ao Vitor.

“Eles me fizeram algumas perguntas, confirmaram dados, número de placa. Depois me perguntaram se, junto com o veículo, havia sido roubado um cachorro. Eu falei que não, que não tinha cachorro’.

E foi justamente o cãozinho bravo que fez a polícia investigar o caso.

“Eles me contaram que acharam o Corsa porque o cão que estava em cima do teto do carro estava chamando muito a atenção, porque estava de guarda e não deixava ninguém se aproximar. Foi aí que eu me arrepiei inteiro”, explicou.

Nós também arrepiamos aqui!

Cãozinho foi adotado e se chama Heineken

Como forma de agradecimento, o jovem adotou o cão e o batizou de Heineken.

Aparentemente o animal parece ser um vira-lata misturado com boxer.

Vitor contou que chegou no local e imediatamente ganhou a amizade do doguinho, que sem explicação, parecia que tinha reconhecido o verdadeiro dono do carro.

“Parecia que era meu cão de estimação há anos. Ele desceu, começou a pular, abanar o rabo e me lamber. Não tive dúvida. Adotei ele”.

Como pode, né?

Doações para tratamento do cachorro

Infelizmente, o cachorro está em estado de desnutrição, muito magro. Dá até pra ver as costelas do bichinho.

Vitor teve muito prejuízo com o roubo, os ladrões levaram rodas especiais e um sistema de som no valor de R$ 4 mil.

A dupla está precisando de ajuda. Para contribuir com o Vitor e o Heineken, é só acessar o Instagram dele.

Esse encontro era para acontecer! E vamos ajudar para tudo ficar bem!

Com informações de Amo Meu Pet

Fonte: Só Notícia Boa

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Ganhadora de carro devolve prêmio a família que fez rifa para pagar cirurgia da filha em Santa Catarina

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Não cansamos de repetir: como tem gente boa nesse mundo! A jovem Jéssica Guarnieri ganhou um carro Gol bolinha 96 que foi sorteado numa rifa.
Após descobrir que o valor arrecadado com o prêmio era para pagar cirurgia de escoliose de uma moradora de Xanxerê (SC), ela simplesmente decidiu devolver o veículo à família.
A ganhadora contou que o pai dela comprou apenas um número da rifa e colocou em nome da filha, Jéssica.
“Sempre ficamos felizes quando ganhamos um prêmio, ainda mais se tratando de um carro. Mas, neste momento, a família está precisando do veículo mais do que eu, por isso a decisão de devolver”, disse a jovem. Que empatia!
Carro é muito importante para a família
O carro é dos pais da jovem Bruna de Souza. Com o valor da rifa, ela realizou a cirurgia de escoliose no dia 15 de dezembro no Hospital Regional do Oeste, em Chapecó. A cirurgia era muito complexa e custava R$ 146 mil.
Para conseguir levantar o valor, a família se desdobrou. Fez rifas e outras ações, que receberam apoio de muita gente na região.
“Ficamos muito surpresos e emocionados com essa atitude da Jéssica. Manter o carro conosco vai nos ajudar muito no pós-operatório de nossa filha e para trabalhar”, agradeceram os pais.
É isso! Um ajudando o outro para que todos tenham uma vida melhor!

Parabéns Jéssica, pela atitude linda de devolver o carro!

 

Fonte: Só Notícia Boa

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Prefeitos afirmam que reajuste a professores é uma “bomba” e impacto pode ser de R$ 35 bilhões

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decisão do presidente Jair Bolsonaro de conceder um reajuste de 33,24% para os professores da educação básica em ano eleitoral provocou reação de prefeitos, que alertam para uma “bomba” nos cofres municipais e o acusam de agir pensando na disputa presidencial. A Confederação Nacional dos Municípios (CNM) calcula um impacto de R$ 35 bilhões para as prefeituras. Os prefeitos avaliam entrar na Justiça para reverter a situação.

— Não tem um centavo do governo federal para pagamento do piso do magistério no Brasil. O dinheiro não é da União. É muito bom fazer favor com chapéu alheio — afirmou o presidente da CNM, Paulo Ziulkoski, ao Estadão/Broadcast. — A disputa não é melhorar a educação no Brasil, a disputa é pagar salário atrás de voto.

O piso dos professores é estipulado de acordo com o custo por aluno, com base em uma lei de 2008. No início deste ano, houve uma discussão sobre se a nova lei do Fundeb, aprovada em 2020, anulou o critério aprovado em 2008 ou se havia a necessidade de uma regulamentação. No último dia 14, o Ministério da Educação divulgou uma nota afirmando que o índice de reajuste reivindicado pelos professores não era mais condizente com o novo Fundeb.

A manifestação do MEC causou uma reação do magistério, que pressionou o governo federal a garantir o reajuste de 33%. A Comissão de Educação da Câmara divulgou uma nota técnica argumentando que a lei de 2008 precisa ser aplicada.

O presidente da CNM avalia que Bolsonaro contrariou o entendimento jurídico da Advocacia-Geral da União (AGU) por interesse eleitoral.

— Vale a manifestação do MEC, com o parecer que veio da AGU, ou o Twitter do presidente? Como é que vamos trabalhar com a verba? — questionou Ziulkoski.

No Senado, a decisão de Bolsonaro foi vista como uma pressão contra governadores e prefeitos, que pagam os professores da educação básica. Com isso, haverá uma resistência ainda maior à Proposta de Emenda à Constituição (PEC) dos combustíveis, negociada pelo governo para desonerar a cobrança de impostos sobre a gasolina e o diesel e pressionar os governadores a zerar a cobrança do ICMS, principal fonte de arrecadação dos Estados, que também é dividida com as prefeituras.

No ano passado, os municípios tentaram aprovar um projeto de lei para alterar a regra de reajuste do piso, mas não conseguiram. A proposta adotava o INPC acumulado do ano anterior como índice de reajuste, diminuindo o aumento para 10,16%. O presidente da CNM acusa Bolsonaro de usar uma lei aprovada pelo governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para agora dizer que deu o maior reajuste aos professores na história.

— É muito bonito ver o discurso que fez o maior aumento, mas esse aumento é dele ou do Lula? Os municípios não são obrigados a acatar o que eles colocaram lá. O MEC não tem esse poder de determinação — disse Ziulkoski.

A Frente Nacional de Prefeitos (FNP) também alertou para riscos fiscais e jurídicos em torno da medida. De acordo com a FNP, as finanças municipais não suportam os reajustes no atual cenário de incertezas em que vive o Brasil.

“É preciso governar combinando sensibilidade social e responsabilidade fiscal. As finanças locais, infelizmente, não suportam reajustes excepcionais no cenário de incertezas que o Brasil enfrenta”, diz a nota da FNP. “Diferentemente da União, os entes subnacionais não podem se endividar para pagar salários. O reajuste de 33,24% no piso desequilibrará as contas públicas, podendo levar ao colapso nos serviços essenciais, à inadimplência e a atrasos de salários.”

A FNP ressalta ainda que o aumento da arrecadação visto em 2021 tem “baixíssima possibilidade” de se repetir no médio prazo e, por isso, não deveria balizar políticas de governo. Além disso, a entidade alerta para problemas jurídicos da medida, já que a Lei do Magistério está atrelada a dispositivos do antigo Fundeb. O fundo, no entanto, foi atualizado e tornado permanente no ano passado.

“Sendo assim, prefeitas e prefeitos registram sua apreensão com a possível oficialização do que foi explicitado no Twitter”, segue a FNP, que, por outro lado, diz reconhecer a importância de se valorizar os professores do país.

 

Fonte: GZH

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