Grêmio lança camisa rosa e reverterá parte das vendas para o Imama-RS – Portal Plural
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Esportes

Grêmio lança camisa rosa e reverterá parte das vendas para o Imama-RS

Pável Bauken

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O Grêmio e a Umbro lançaram nesta quinta-feira uma camisa rosa do clube para chamar a atenção para a campanha do Outubro Rosa. O movimento tem como objetivo chamar a atenção para a importância da prevenção e do diagnóstico precoce do câncer de mama. Parte do valor arrecadado com as vendas da nova peça será destinada ao Instituto da Mama do Rio Grande do Sul, Imama-RS.

A camiseta será comercializada por R$ 199,90 e está disponível a partir desta quinta-feira, nas lojas físicas da GrêmioMania da Arena e do Centro. A partir de amanhã iniciam as vendas nas loja virtual.

Segundo dados do Instituto Nacional do Câncer (Inca), Porto Alegre conta com 147 casos da doença para cada 100 mil habitantes. Só no Rio Grande do Sul, a estimativa é de que 5.210 novos casos da doença sejam registrados até o final deste ano. Lembrando que o exame precoce ajuda na identificação da doença que, se descoberta previamente, tem 95% de chance de cura.

As vitoriosas Marlei Gainette, Rosane Marchetti e Patricia Kauer e as atletas do futebol feminino do Tricolor, Juliana Oliveira, Karol Lins e Gabizinha fazem parte e apoiam a campanha.

CP

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Esportes

“Brigões” do Gre-Nal serão julgados nesta segunda

Reporter Cidades

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Confusão no Gre-Nal gerou expulsões no clássico válido pela Libertadores | Foto: Mauro Schaefer

O Gre-Nal do dia 12 de março, o de número 424 da história, pela fase de grupos da Libertadores, terminou empatado em 0 a 0, com pancadaria e oito expulsões. Por causa disso, os jogadores que levaram cartão vermelho serão julgados nesta segunda-feira pela Conmebol. A Dupla não corre risco de ser punida. A audiência será em Luque, no Paraguai, com participação dos advogados de Grêmio e Inter por videoconferência. O Código Disciplinar da Conmebol prevê suspensão de até cinco jogos para atletas envolvidos em episódios como o clássico na Arena do Grêmio.

Caso cinco ou mais jogadores (ou membros da comissão técnica e/ou diretoria) de cada time tivessem sido expulsos, os clubes poderiam ser punidos. Sem isto, Grêmio e Inter estão livres de qualquer sanção. A briga generalizada aconteceu quase no final da segunda etapa, depois de uma desavença entre Moisés e Pepê. O árbitro argentino Fernando Rapallini observou tudo de longe e depois distribuiu os cartões.

Os atletas expulsos foram Luciano, Paulo Miranda, Pepê e Caio Henrique do lado do Grêmio. No Inter, Moisés, Edenilson, Cuesta e Praxedes foram para a rua. Eles correm o risco de ficar fora do restante da fase de grupos e também de jogos do mata-mata, em caso de classificação dos clubes no Grupo E, que tem ainda América de Cali e Universidad Católica. No final da semana passada, os departamentos jurídicos do Tricolor e do Colorado apresentaram suas defesas. Agora, a decisão está na mão do Tribunal Disciplinar da Conmebol, formado por cinco representantes de cinco países diferentes. A expectativa é por uma decisão até o final da tarde de hoje.

Correio do Povo

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Esportes

Brasileirão deverá manter fórmula de pontos corridos

Pável Bauken

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Brasileirão poderá voltar a ser disputado em 1º de julho | Foto: Fernando Torres / CBF / CP Memória

As equipes da Série A e B do Brasileiro realizaram uma reunião no final da semana passada, junto com Manoel Flores, diretor de competições da Confederação Brasileira de Futebol (CBF). Foi uma videoconferência para planejar os próximos passos do futebol no país por causa da paralisação provocada pela pandemia do novo coronavírus. No encontro, ficou a tendência de que o Brasileirão será realizado até o final de dezembro e com 38 rodadas. A ideia é que as disputas no país retornarem no dia 1º de julho, com datas suficientes para as realizações da Copa do Brasil e do Brasileiro, sem mudar fórmula. 

A reunião definiu ainda que, a partir de 1º de abril, os clubes da Série A oferecerão 20 a 30 dias de férias coletivas para o elenco. Assim, tal medida evitaria reduzir salários drasticamente neste primeiro momento. Caso a progressão da pandemia não diminua até maio, aí sim outra decisão terá que ser tomada.

Outro pedido dos clubes que tende a ser adotado pela entidade é a manutenção dos pontos corridos. Se antes algumas equipes começaram a considerar o retorno do mata-mata, a tendência atual é de que o Brasileirão siga com a mesma fórmula de disputa. Uma das razões para isso é que a emissora detentora dos direitos de transmissão televisivos se posicionou de maneira contrária à volta do mata-mata. Assim, ameaçados com uma possível perda financeira, é improvável que clubes queiram a mudança de formato.

Já quanto aos Estaduais, nada ficou definido. Mas a tendência é de que cada federação resolva a situação de seu campeonato regional particularmente.

Correio do Povo

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Esportes

Dirigentes do mundo do futebol buscam acordos para reduzir salários de jogadores

Pável Bauken

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Gianni Infantino estuda "formatos diferentes, competições reduzidas, com mais equilíbrio e menos jogos" | Foto: AFP / CP

O novo coronavírus colocou vários países em um mesmo desafio no futebol: como renegociar os salários dos atletas para diminuir o prejuízo dos clubes enquanto o calendário estiver suspenso. Por enquanto, as medidas de acordo coletivo lideradas por dirigentes não deram certo na Europa e as mudanças mais eficazes partiram isoladamente de equipes, com decisões para diminuir a folha de pagamento.

O Estado fez um levantamento de como estão as negociações nos principais países europeus e encontrou um cenário ainda indefinido, principalmente na Inglaterra, Espanha e Itália. A preocupação em diminuir as despesas é grande, pois neste período sem jogos os times não contam com receitas de bilheteria e deixaram de ter exposição dos patrocinadores na televisão.

A Alemanha é o país com mais movimentações, no entanto todas as decisões partiram dos clubes. No Bayern de Munique, o elenco aceitou ter o salário reduzido em 20% enquanto o calendário estiver paralisado. O objetivo é não prejudicar funcionários da equipe, que dependem dos vencimentos para sustentar as famílias. “Os jogadores de futebol formam um grupo de profissionais especialmente privilegiados, por isso é evidente que temos que aceitar uma redução salarial quando for necessária. O Bayern de Munique tem cerca de mil empregados”, disse o goleiro Manuel Neuer.

A mesma postura do Bayern de Munique foi tomada por outras equipes. O Borussia Dortmund fixou um acordo interno de 20% de cortes no salário e de redução de 10% caso a temporada continue os jogos com os portões fechados. A estimativa da diretoria é de conseguir poupar até R$ 12 milhões por mês. No Union Berlin, Werder Bremen e no Borussia Mönchengladbach, os atletas renunciaram aos salários. A Espanha, um dos países europeus mais atingidos pela pandemia, teve até agora poucas movimentações sobre renegociação salarial. A principal discussão surgiu no Barcelona. A diretoria propôs ao elenco uma redução de 70% dos vencimentos durante a paralisação. A proposta foi rejeitada. Os jogadores exigem que o desconto seja de no máximo 30%. As conversas vão continuar nos próximos dias. A liga local indicou que avalia propor às equipes uma redução salarial de 20%, a ser aplicada para todo o restante da temporada.

A federação espanhola anunciou um pacote de cerca de R$ 2,7 bilhões disponíveis para os times das duas primeiras divisões pegarem empréstimos e sobreviverem à crise. A ideia da entidade é fixar um prazo de até seis anos para receber o dinheiro de volta.

FRANÇA

No Campeonato Francês, a mobilização sobre a pendência salarial partiu de Olympique de Marselha e Lyon. Para economizar, as duas diretorias fizeram o elenco receber 70% do valor. Durante a suspensão do calendário, os demais 30% serão pagos pelo governo, mas de acordo com um teto de repasses do equivalente a R$ 26 mil mensais para cada atleta. Outras equipes menores do país estudam replicar a medida.

Na Inglaterra, como ainda não houve um acordo coletivo na liga nacional mais cara do mundo, as atitudes tiveram início dentro das próprias equipes. Na segunda divisão, por exemplo, o Birmingham City fez os jogadores de salários mais altos (cerca de R$ 150 mil) aceitarem receber 50% menos pelos próximos quatro meses. Outro time do mesmo escalão, o Leeds United, aceitou uma proposta apresentada pelo elenco de renunciar a uma parte dos vencimentos para bancar os funcionários.

Nesta quarta-feira, a União dos Jogadores Profissionais, espécie de sindicato local, revelou que quer marcar uma reunião urgente com dirigentes das duas principais divisões da Inglaterra para discutir como amenizar os prejuízos das equipes durante a pandemia. Uma das ideias é reduzir os salários em 20%. Na Itália, o país tem discutido como diminuir o impacto financeiro a partir da ajuda de subsídios vindo de empresas de apostas esportivas. O presidente da Federação Italiana de Futebol (FIGC, na sigla em italiano), Gabriele Gavina, já manifestou o interesse em fixar uma redução coletiva dos salários.

“Não pode ser um tabu falar em reduzir os salários. Devemos entender o cenário emergencial que nos afeta e nosso mundo deve ser capaz de mudar também”, disse. Por outro lado, o presidente da associação de jogadores da Itália, o ex-volante Damiano Tommasi, afirma que esse assunto só deve ser debatido depois de o país conseguir deter o avanço da pandemia. “Os primeiros interessados na sustentabilidade do sistema são os jogadores. Nós estamos conscientes que esse é um tópico a ser discutido, mas não é hora. O problema do corte de salários deve ser discutido posteriormente”, comentou.

BRASIL 

A discussão tem sido liderada pela Comissão Nacional de Clubes (CNC) de um lado e a Federação Nacional dos Atletas Profissionais de Futebol (Fenapaf) do outro. Os principais entraves são acordar a data e a duração das férias coletivas, fora a parcela de redução salarial a ser aplicada caso a paralisação do calendário seja mais longa do que o período de descanso. Nas primeiras conversas, os jogadores recusaram ter os vencimentos diminuídos e exigem que a CBF seja avalista de possíveis atrasos referentes aos salários de março.

Correio do Povo

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