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Economia

Governo propõe salário mínimo de R$ 1.147 para 2022, sem aumento acima da inflação

Reporter Regional

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O governo federal propôs um salário mínimo de R$ 1.147 para 2022, segundo o projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO) do ano que vem. O texto foi divulgado pelo Ministério da Economia nesta quinta-feira (15), último dia de prazo para o envio da proposta ao Congresso.

O valor é R$ 47 maior que o salário mínimo atual, de R$ 1.100, e representa uma alta de 4,27% — que é a previsão do Ministério da Economia para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) deste ano, feita no mês de março.

O número divulgado indica que o governo pretende apenas repor a perda da inflação do período, sem valorização real do salário mínimo.

A Lei de Diretrizes Orçamentárias estabelece as bases para a aprovação do orçamento do ano seguinte e, por isso, traz previsões dos principais indicadores econômicos. Se a inflação verificada no fim do ano for diferente da previsão, o governo pode rever o valor durante a tramitação do próprio orçamento.

De acordo com informações do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), o salário mínimo serve de referência para 50 milhões de pessoas no Brasil, das quais 24 milhões de beneficiários do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

Para os anos seguintes, o governo propôs um salário mínimo de R$ 1.188 em 2023 e de R$ 1.229 em 2024. Esses valores são apenas uma referência, e também podem ser alterados posteriormente.

Fonte: G1

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Economia

Com auxílio emergencial, poupança volta a captar recursos em abril

Depósitos superaram retiradas em R$ 3,84 bilhões

Pável Bauken

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© Marcello Casal JrAgência Brasil

Após três meses de retiradas líquidas, a aplicação financeira mais tradicional dos brasileiros voltou a captar recursos. Em março, os brasileiros depositaram R$ 3,84 bilhões a mais do que sacaram na caderneta de poupança, informou hoje (6) o Banco Central (BC).

Apesar do desempenho positivo, a captação é inferior à registrada em abril do ano passado. Naquele mês, os brasileiros tinham depositado R$ 30,46 bilhões a mais do que tinham retirado da poupança.

Com o desempenho de abril, a poupança acumula retirada líquida de R$ 23,7 bilhões nos quatro primeiros meses do ano. Essa é a maior retirada acumulada para o primeiro quadrimestre desde 2016, quando os saques tinham superado os depósitos em R$ 32,3 bilhões.

O principal responsável pelo resultado positivo na poupança foi a retomada do pagamento do auxílio emergencial. A Caixa Econômica Federal depositou o dinheiro em contas poupança digitais, que acumulam rendimentos. Nessa rodada, o benefício paga parcelas de R$ 150, R$ 250 e R$ 375 por mês, dependendo da família do beneficiário.

No ano passado, a poupança tinha captado R$ 166,31 bilhões em recursos, o maior valor anual da série histórica. Além do depósito do auxílio emergencial nas contas poupança digitais ao longo de oito meses em 2020, a instabilidade no mercado de títulos públicos nas fases mais agudas da pandemia da covid-19 atraiu o interesse na poupança, mesmo com a aplicação rendendo menos que a inflação.

Rendimento
Com rendimento de 70% da taxa Selic (juros básicos da economia), a poupança rendeu apenas 1,63% nos 12 meses terminados em abril, segundo o Banco Central. No mesmo período, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15), considerado prévia da inflação, atingiu 6,17%. O IPCA cheio de março será divulgado na próxima terça-feira (11) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A perda de rendimento da poupança está atrelada a dois fatores. O primeiro são os juros baixos. Atualmente a taxa Selic está em 3,5% ao ano, depois de ficar em 2% ao ano, no menor nível da história, entre agosto de 2020 e março de 2021. O segundo fator foi a alta nos preços dos alimentos e do dólar, que impactam a inflação desde o segundo semestre do ano passado.

Para este ano, o Boletim Focus, pesquisa com instituições financeiras divulgada pelo Banco Central, prevê inflação oficial de 5,04% pelo IPCA. Com a atual fórmula, a poupança renderia pouco menos de 2,5% este ano, caso a Selic permaneça em 3,5% durante todo o ano. O rendimento pode ser um pouco maior caso o Banco Central aumente a taxa Selic nas próximas reuniões do Comitê de Política Monetária (Copom).

ebc

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Economia

Venda de veículos tem queda de 7,5% em abril, diz Anfavea

O crescimento foi de 14,5% no acumulado do ano

Pável Bauken

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© REUTERS/Chris Helgren/Direitos Reservados

A venda de autoveículos teve uma queda de 7,5% em abril com o licenciamento de 175,1 mil unidades, ante as 189,4 mil vendidas no mês de março. Já na comparação com abril do ano passado, foi registrado um aumento de 214,2% nas vendas, já que naquele período foram comercializados no mercado interno 55,7 mil unidades.

No acumulado do ano, o crescimento foi de 14,5%, ao totalizar 703,0 mil veículos licenciados. Os dados foram divulgados hoje (7) pela Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea).

“Vale lembrar que abril teve três dias úteis a menos e que em abril do ano passado as concessionárias e Detrans estavam fechados. Abril do ano passado foi muito difícil, com muitas cidades fechadas. Abril deste ano foi um mês bom para emplacamentos, com 8.757 vendas por dia, número superior ao mês de março em 6,3%”, disse o presidente da Anfavea, Luiz Carlos Moraes.

Ele destacou que o crescimento dos números no setor depende de como a economia se comportará nos próximos meses, de como será a imunização da população, como as cidades serão liberadas e como será o enfrentamento dos desafios da logística, um dos pontos de preocupação do setor.

A produção em abril foi de 190,9 mil, o que representou uma queda de 4,7% na comparação com março. Quando comparada a abril de 2020, a produção de novos veículos teve aumento de 10.236,1%. Em abril do ano passado foram produzidas 1,8 mil unidades. A soma dos veículos produzidos entre janeiro e abril foi de 788,7mil, 34,2% a mais do que os 587,7 mil veículos produzidos nesse mesmo período em 2020.

“É um número importante, lembrando que no início do mês ainda tínhamos algumas montadoras com as fábricas paradas, por conta da decisão de parar no final de março. Considerando todo o cenário de falta de componentes, semicondutores e logística é um número razoável. No acumulado, o percentual é tão alto que não faz sentido, já que é resultado de uma distorção causada pela situação do ano passado, com uma paralisação muito forte”, destacou Moraes.

Balanço

Segundo o balanço mensal da entidade, as exportações em abril caíram 7,9% ao atingir 33,9 mil unidades, número que em março chegou a 36,8mil. Já na comparação com o quarto mês do ano passado, quando as unidades vendidas no mercado externo foram de 7,2 mil veículos,369,7%. A soma dos veículos exportados entre janeiro e abril foi de 129,6 mil, 34,7% a mais do que o resultado desse período no ano de 2020.

“Também tivemos dificuldade das exportações em abril do ano passado por conta da pandemia que também estava chegando aos principais mercados. Apesar de o número deste ano ser alto e um crescimento importante, a base de comparação do ano passado é muito baixa. Cabe destacar que as empresas têm procurado exportar o máximo possível para compensar, procurando mercados importantes para nós que aos poucos estão retomando as atividades”, explicou.

Moraes disse ainda que o estoque de veículos é de 97 mil unidades, sendo 73 mil nas concessionárias e 24 mil nas fábricas, número que permanece nesse patamar desde novembro do ano passado. “Estamos girando em 17 dias de estoque, o que é um estoque justo, mas adequado considerando a situação”.

O nível de emprego no setor automobilístico está estável com o total de 104,7mil postos de trabalho ocupados. “O número de empregos cresceu quando comparado com dezembro de 2020. São 3,464 mil funcionários adicionais. Em dezembro de 2020 havia 101,223 mil funcionários”, afirmou o presidente da Anfavea.

ebc

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Economia

Dia das Mães: data é a mais importante para o setor de flores

Feira da Ceagesp vive otimismo pela chegada da data

Pável Bauken

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© Fabiano de Bruin

Mesmo com o período de isolamento e as restrições impostas pela pandemia de covid-19, como o cancelamento de eventos, festas, casamentos e aniversários, os produtores e comerciantes do setor de flores seguem se reinventando para se adaptar aos novos tempos.

Com a chegada do Dia das Mães, principal data do setor, e com a flexibilização das medidas restritivas, o otimismo está de volta. É o que espera a empresária Regina Bazani, sócia-proprietária da Mil Plantas, que além de uma loja, tem três boxes na Feira de Flores da Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais do Estado de São Paulo (Ceagesp).

“Para este ano, nossa previsão é recuperar a lacuna de 2020 por causa da pandemia, onde tivemos queda de 50% nas vendas em relação a 2019. Por isso, estimamos recuperar a perda do ano anterior e estamos bastante confiantes que alcançaremos o aumento de 50% em relação a 2019”, diz a empresária.

As vendas estão aquecidas nas cooperativas e regiões produtoras, e a expectativa de maior demanda nos dias que antecedem o Dia das Mães promete gerar grande volume de negócios.

“No ano passado estivemos nessa época no ápice da pandemia, e o setor não funcionou praticamente o mês de abril inteiro. Com a indefinição sobre a essencialidade do setor, não produzimos informações em abril e maio de 2020. Este ano, a expectativa é muito positiva. O setor deve movimentar cerca de 800 toneladas, gerando um valor perto de R$ 20 milhões”, afirmou o economista da Ceagesp Flávio Godas.

Feira de Flores da Ceapesp

A Feira de Flores do Entreposto Terminal São Paulo (ETSP) é a maior do gênero no país, marca registrada da Ceagesp, terceiro maior centro atacadista de alimentos do mundo e o primeiro do Brasil e da América Latina.

Realizada no Pavilhão Mercado Livre do Produtor (MLP), a feira reúne cerca de mil produtores de flores, plantas, grama e mudas. Conta ainda com uma área especial, reservada para acessórios e artesanato.

No interior, a feira também acontece nos entrepostos de Araçatuba, Bauru, Guaratinguetá, Presidente Prudente, Ribeirão Preto, São José dos Campos, São José do Rio Preto e Sorocaba.

Mães e flores

A rosa costuma ser a campeã de vendas nesta época, principalmente a vermelha, que simboliza o amor verdadeiro. Mas, há outras bonitas opções que podem agradar e emocionar as mães.

Orquídea: com traços de requinte, também é uma das mais vendidas para presentear as mães. Simboliza beleza e vida longa.

Girassol:  de cor intensa e marcante, representa alegria, vitalidade, energia positiva e felicidade, sendo um presente ideal para as mulheres fortes.

Margarida: delicadas, simbolizam alegria, sensibilidade e inocência e combinam com as mães mais sensíveis.

Flor de Maio: pertencente à família dos cactos, é delicada e representa o amor sublime.

Gérbera: de cores vibrantes, encanta pela sua exuberância. Combina com mães extrovertidas.

Violeta: delicada, simboliza lealdade e desperta lindas memórias.

Na Feira de Flores da Ceagesp há também uma variedade de acessórios para dar a quem quer incentivar a mãe a começar a ter um jardim ou uma horta. São várias opções de presentes originais dentro da jardinagem.

ebc

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