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Governo lança site que reúne informações sobre coronavírus

Pável Bauken

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O novo portal é responsivo, ou seja, se adapta à plataforma onde é acessado, seja computador, notebook ou celular - Foto: -


Casos confirmados e óbitos, mapa com a ocupação de leitos, modelo do Distanciamento Controlado, legislações e notícias sobre a Covid-19 no Rio Grande do Sul em um único site. Esse conjunto de dados, a partir desta terça-feira (19/5), é encontrado no endereço coronavirus.rs.gov.br, que se torna referência para informações específicas e atualizadas em tempo real sobre a pandemia no Estado. A novidade foi anunciada pelo governador Eduardo Leite durante a transmissão virtual diária sobre o enfrentamento da Covid-19.

“Vivemos um cenário de incertezas e insegurança no Rio Grande do Sul e em todo o mundo, por isso, nos comprometemos desde o início da pandemia com a divulgação de todos os dados, de forma transparente, que embasam as decisões do governo, sempre baseadas na ciência. Por isso, lançamos uma série de sites com diversas informações e, agora, estamos integrando todos eles em um novo portal para facilitar a busca por informações pelos gaúchos”, destacou Leite.

Alessandra Martins Nunes, gestora de TI da Procergs, explicou que o princípio norteador da construção do site foi de simplificar e facilitar a vida dos usuários. “Trabalhamos bastante na ideia de organizar todas as informações em um único portal, tentando facilitar ainda mais a experiência do cidadão gaúcho”, afirmou. Nesse sentido, o novo portal é responsivo, ou seja, se adapta à plataforma onde é acessado, seja computador, notebook ou celular.

“Com esse novo ambiente, temos também um novo instrumento para gestão das nossas equipes e de todas as decisões tomadas pelo governo”, complementou a secretária da Saúde, Arita Bergmann, que também participou da transmissão.

DESTAQUES DO NOVO PORTAL

• Transparência Covid-19: dados sobre aquisições e distribuição de insumos realizadas pelo governo para o enfrentamento à epidemia, como equipamentos de proteção individual (EPIs), testes rápidos e outros materiais.

• Estratégia Covid-19: planos e ações de combate à doença no Estado divididos em quatro eixos: saúde, econômico, social e segurança.

• Serviços digitais: ferramentas do governo que foram criadas durante a pandemia.

• Mapa de Casos: total de casos confirmados de coronavírus no RS, número de óbitos, total de municípios atingidos, assim como a evolução de casos por data e em comparação a outros Estados.

• Mapa de Leitos: total de leitos das redes pública e privada, bem como a ocupação de leitos, também apresentados de forma cronológica.

• Distanciamento Controlado: link para o site que mostra o mapa com as bandeiras por região e os protocolos de funcionamento para cada uma das atividades econômicas.

• Notícias: informações, fotos e vídeos sobre coronavírus envolvendo governo, secretarias e autarquias.

• Receita Dados: site que reúne arquivos e publicações produzidos pela Receita Estadual, inclusive o boletim semanal sobre os impactos da Covid-19 no RS.

• Comitê de Dados: projeções de cenários e indicadores sobre a pandemia com foco no RS.

• Menor Preço: acesso ao aplicativo que permite pesquisar o menor preço de um produto em mais de 200 mil estabelecimentos do RS, inclusive itens específicos de prevenção à Covid-19, como máscara, luvas e álcool em gel, sem precisar se arriscar com deslocamentos desnecessários.

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PF, Correios e PM apreendem R$ 500 mil em notas falsas

Reporter Global

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A estimativa é que o grupo tenha colocado mais de R$ 10 milhões em moedas falsificadas para circulação no Brasil

 

A Polícia Federal realizou nesta terça-feira,24, uma das maiores apreensões de moeda falsa da história da corporação. Fruto de oito meses de investigação da unidade piloto de repressão à moeda falsa da Polícia Federal de Maringá, o flagrante foi feito dentro de uma agência dos Correios da capital paulista. Isso porque os investigadores conseguiram rastrear postagens que continham o dinheiro falsificado. Com apoio dos Correios e da Polícia Militar, os federais chegaram a um homem que se preparava para postar 20 envelopes para as cinco regiões brasileiras, totalizando R$ 50 mil em notas falsas.

A Polícia Federal informou que o preso faz parte da principal organização criminosa que fabrica moedas falsas no país. A estimativa é que esse grupo tenha colocado mais de R$ 10 milhões em notas falsas em circulação no Brasil. Após o flagrante, o investigado indicou o local que serve como depósito da quadrilha. Lá foram apreendidos cerca de R$ 500 mil falsificados. As investigações prosseguem para identificar e prender os outros membros da organização criminosa.

 

Jovem Pan

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Geral

Padre é condenado por armazenar e transmitir imagens de pornografia infantil

Reporter Global

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Apesar de proibição da Justiça, Michels foi flagrado abençoando crianças em uma missa, em 2018 Ronaldo Bernardi / Agencia RBS

 

Evair Michels, da congregação Josefinos de Murialdo, recebeu pena de mais de oito anos de reclusão, mas cabe recurso. Suspeitas envolvendo o religioso foram reveladas pelo GDI em 2018

 

 

O padre Evair Heerdt Michels, da congregação Josefinos de Murialdo, foi condenado pela Justiça por armazenar e transmitir imagens de sexo ou pornografia envolvendo criança ou adolescente. A pena é de oito anos, seis meses e 16 dias de reclusão e 150 dias-multas.

Da sentença, que é da 6ª Vara Criminal de Porto Alegre, cabe recurso.

As suspeitas envolvendo Michels foram reveladas pelo Grupo de Investigação da RBS (GDI) em 2018, quando a reportagem flagrou o padre abençoando crianças durante uma missa em Caxias do Sul. À época, ele era investigado por pornografia infantil, usava tornozeleira eletrônica e devia respeitar restrições impostas pela Justiça Federal — uma das proibições era a de não “circular e participar de eventos ou de qualquer tipo de atividade onde há crianças ou adolescentes”.

O padre está afastado das funções religiosas desde 2018 e manifestou, em audiência judicial, o desejo de não retomar o trabalho. Segundo a defesa de Michels, ele mora em Santa Catarina com familiares e trabalha na área rural.

Michels se tornou suspeito em 2017, depois que a Polícia Federal (PF) encontrou milhares de arquivos de pornografia infantil em um computador dele na casa paroquial em que morava. Quando a operação de busca foi feita pela PF, ele era diretor do Colégio Murialdo de Porto Alegre e presidente da Associação Protetora da Infância, à qual pertence a escola.

A congregação, que tem sede em Caxias do Sul, faz trabalho dedicado, especialmente, a crianças e adolescentes em situação de risco.

Logo depois da apreensão do material de pornografia, o padre foi transferido da Capital para Caxias do Sul, onde acabou flagrado participando de atividades escolares. Com isso, a Justiça Federal determinou a medida extrema de colocação de tornozeleira eletrônica para controlar se ele ficaria mesmo afastado das escolas — e de crianças.

Depois que o GDI o flagrou abençoando crianças em uma missa, o padre foi definitivamente afastado das funções. A congregação o proibiu de rezar missas públicas e ele acabou também impedido de morar em comunidades religiosas. A entidade, no entanto, não abriu investigação interna, alegando que aguardaria a conclusão do processo judicial.

Nesta terça-feira (24), a Josefinos de Murialdo informou que assim que receber “informações sobre a ação, o Provincial (autoridade local) as encaminhará ao Conselho Geral de Roma (autoridade maior da Congregação Religiosa), que as entregará ao Vaticano para as devidas providências”. A congregação reforçou que Michels continua afastado de todas as funções religiosas.

 

A origem das suspeitas

A investigação da PF começou a partir de um comunicado emitido por uma ONG dos Estados Unidos sobre um suspeito que estaria armazenando e repassando arquivos de pornografia infantil de Porto Alegre para outros países.

A ONG, o Centro Nacional para Crianças Desaparecidas e Exploradas, detectou troca de e-mails contendo imagens de crianças expondo a genitália ou em cenas de sexo e avisou autoridades brasileiras. Ao investigar a conexão e o usuário, a PF chegou a Michels, que mantinha o material em computador dentro da casa paroquial em que morava. Ele era diretor do Colégio Murialdo, na capital gaúcha.

Em depoimento à PF, o religioso primeiro admitiu que usava dois endereços de e-mail para acessar material pornográfico infantojuvenil e também que armazenava os arquivos. Depois, ele alegou que estava investigando o compartilhamento de imagens pornográficas de crianças e, por isso, armazenava o conteúdo para contribuir com denúncias que seriam entregues à polícia.

O caso tramitava na Justiça Federal e, depois, passou para a Estadual. Na denúncia, o Ministério Público afirmou que o padre transmitiu, por e-mail, arquivo com 20 imagens expondo crianças e adolescentes. Conforme a apuração, o e-mail foi enviado usando a internet disponível no Instituto Murialdo.

A acusação do MP também indicou que o padre armazenava milhares de arquivos de cunho pornográfico envolvendo crianças e adolescentes. Entre o material apreendido, havia fotos de, pelo menos, duas ex-alunas de escolas da congregação.

 

A condenação

O padre Evair Heerdt Michels foi condenado nas sanções dos artigos 241-A do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), que prevê como crime “oferecer, trocar, disponibilizar, transmitir, distribuir, publicar ou divulgar por qualquer meio, inclusive por meio de sistema de informática ou telemático, fotografia, vídeo ou outro registro que contenha cena de sexo explícito ou pornográfica envolvendo criança ou adolescente”, e do artigo 241-B: “Adquirir, possuir ou armazenar, por qualquer meio, fotografia, vídeo ou outra forma de registro que contenha cena de sexo explícito ou pornográfica envolvendo criança ou adolescente”.

 

Contraponto

O que diz Juarez Aloysio Schmitz, advogado do padre Evair Michels:

“Ainda não fui intimado da decisão, mas continuo acreditando na inocência do meu cliente. Nós vamos recorrer. Importante destacar que não existe prova cabal de que nas fotos aparecem menores de idade”.

 

 

ClicRBS

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Tentativas de fraudes a consumidores aumentam 9% antes da Black Friday

Reporter Global

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A empresa de cibersegurança Kaspersky detectou 196 tentativas de phishing por minuto na América Latina

 

Os ataques contra consumidores cresceram 9% no período que antecede a Black Friday. O analista sênior de segurança da Kaspersky, Fábio Assolini, ressalta que a empresa de cibersegurança detectou 196 tentativas de phishing por minuto na América Latina; a prática mais usada para roubar logins e senhas dos clientes. “Muito cuidado com anúncios que você encontrar em redes sociais, especialmente no Facebook e no Instagram. Os fraudadores costumam comprar anúncios nestas redes sociais, onde colocam preços bem atraentes. Se você clicar, informar os seus dados e o número do seu cartão de crédito, você não vai receber produto nenhum e o seu cartão vai ser clonado. Essa é, atualmente, a forma mais usada pelos fraudadores.”

Fábio Assolini também reforça a atenção com ofertas tentadoras enviadas por e-mail e SMS; orienta a procura sempre o site da loja para confirmar e uso do cartão virtual, exclusivo para uma única compra. A data cresce no comércio do Brasil e deve concentrar as ofertas no dia 27 de novembro.

 

 

Jovem Pan

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