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Medicina & Saúde

Governo lança projeto para promover saúde digital

Reporter Cidades

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Marcello Casal Jr./Agência Brasil


O governo federal lançou esta semana a Câmara Saúde 4.0, instância dedicada a propor formas de promover a digitalização da saúde no país. Entre as intenções do Executivo está a integração de dados dos cidadãos que utilizam esses serviços, não somente no Sistema Único de Saúde (SUS) como na iniciativa privada.

A iniciativa faz parte do Plano Nacional de Internet das Coisas (IdC). O termo é empregado para designar o ecossistema de dispositivos conectados que se comunicam, não apenas computadores e smartphones, mas também sensores e eletrodomésticos inteligentes e até veículos. Grupos semelhantes já foram criados para as áreas de agricultura, indústria e cidades.

“Quando se fala de saúde, temos um país grande, de difícil acesso. Por meio da tecnologia podemos levar mais qualidade de vida para as pessoas. Isso envolve 5G [novo padrão de conectividade móvel que vai suceder o 4G], envolve Internet das Coisas, que vai revolucionar como a gente vive com as máquinas interligadas e se comunicando”, destacou o ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), Marcos Pontes, em cerimônia que marcou a criação da Câmara, em Brasília.

O ministro da Saúde, Henrique Mandetta, informou que um dos objetivos é constituir um sistema integrado no qual será criado um prontuário eletrônico de cada paciente, que vai reunir cinco tipos de dados dos cidadãos: consulta na atenção básica, resumo da internação, medicação consumida, exames laboratoriais e vacinas.

“Com esses cinco tipos de dados estamos fazendo um pequeno chassi e depois vamos acoplando inúmeras outras informações para construir essa magnitude de sistema, para conectar nossos 215 milhões de habitantes para não deixar ninguém para trás”, destacou o titular da pasta. Os dados coletados, continuou, podem ser utilizados para fins de pesquisa, construção de soluções em saúde, avaliação de situações relacionadas à cobertura vacinal e enfrentamento de doenças.

Segundo Mandetta, o projeto vai abarcar não somente os serviços públicos, mas também a iniciativa privada. “No nosso futuro prontuário, não faz diferença se é público ou privado, cada um tem que ter o seu”. Na Câmara, acrescentou, representantes do governo, dos gestores estaduais e municipais e do setor privado discutirão ações neste sentido.

“Acredita-se que em 2025 teremos 75 bilhões de dispositivos conectados à internet. Imagine a quantidade do uso dessas informações para a saúde. Seja no monitoramento de paciente crônico, seja no avanço da infraestrutura dos hospitais, já se fala em hospital 4.0, onde a gente vai automatizar todos os processos e precisar cada vez menos da interação humana”, complementou o diretor do Departamento de Informática do SUS, Jacson Venâncio.

O Ministério da Saúde começou a aplicar um projeto-piloto no estado de Alagoas, integrando todos os dados do Sistema Único de Saúde, como parte do programa Conecte SUS. O estado foi escolhido por facilidades geográficas e pela baixa informatização das unidades.

Cuidados

Na avaliação do médico e pesquisador associado do Núcleo de Pesquisa em Direito Sanitário da Universidade de São Paulo (NAP-DISA/USP) Daniel Dourado, o potencial de criação de um banco de dados de todos os cidadãos brasileiros para fins do prontuário unificado inspira cuidados acerca da segurança e das condições de acesso a essas informações, especialmente considerando que o governo sinalizou a possibilidade de integração não somente entre unidades do SUS, mas também entre agentes privados do setor.”

Como eles não detalham como vai ser feito, o prontuário único vai ser usado como? Quem vai garantir que dados não sejam usados para alterar o preço dos serviços de saúde suplementar? Quem vai ser responsável pela segurança e pelo sigilo, já que a lei determina a responsabilidade do controlador e do operador do tratamento dos dados? No caso do prontuário, o dado não é apagado ao fim do uso, o que gera uma complicação adicional”, questiona o pesquisador.

Internet das Coisas

Em setembro do ano passado, a Agência Brasil publicou uma série de matérias sobre a Internet das Coisas. As reportagens mostravam como essas soluções tecnológicas podem trazer mudanças na forma como os serviços de saúde são ofertados. No combate a doenças crônicas e infectocontagiosas, esses equipamentos podem ser empregados para o monitoramento remoto de pacientes, auxílio à identificação e controle de epidemias e diagnósticos descentralizados. Neste último exemplo, inovações viabilizam a realização de exames sem a necessidade de enviar amostras para laboratórios, permitindo maior agilidade em decisões do tratamento, especialmente em locais remotos.

Na promoção da qualidade de vida, há soluções já em implantação no mercado, como monitoramento do condicionamento por meio de aparelhos como pulseiras, relógios e lentes de contato. Para assistência a pessoas mais velhas, pequenos sensores podem alertar quem faz o monitoramento em caso de queda.

Um sistema denominado “geladeira inteligente de vacinas” (vaccine smart fridge), de uma empresa nos Estados Unidos, possibilita o acompanhamento em tempo real da temperatura, o que contribui para evitar dano às doses. Além disso, com a tecnologia, o controle do estoque pode ser realizado em tempo real em qualquer lugar do mundo, facilitando a gestão das doses.

EBC

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Medicina & Saúde

Aeronaves das forças de segurança do Estado garantem agilidade no transporte de vacinas contra a Covid-19

Avião e helicópteros da Brigada Militar e Polícia Civil levaram doses da CoronaVac para cinco municípios na manhã desta terça

Pável Bauken

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Primeira decolagem transportando vacinas ocorreu às 9h10min, rumo a Caxias do Sul - Foto: Grégori Bertó / SSP

A esperança por dias melhores neste momento de pandemia chegou pelo ar em municípios do interior do Estado. Na manhã desta terça-feira (19/1), três aeronaves de instituições da Secretaria da Segurança Pública (SSP) apoiaram o transporte dos primeiros lotes da vacina contra a Covid-19 para Caxias do Sul, Carazinho, Erechim, Palmeira das Missões e Santo Ângelo. As 37.480 doses são parte das 341,8 mil recebidas pelo Estado na noite da segunda-feira (18/1).

A operação teve início às 7h, com emprego de três aeronaves – um helicóptero e um avião da Brigada Militar (BM) e um helicóptero da Polícia Civil – a partir do hangar do Batalhão de Aviação da BM (BavBM), ao lado do aeroporto Salgado Filho. As decolagens rumo aos destinos começaram às 9h10 – o primeiro lote posou em Caxias do Sul às 9h35min. A cidade da Serra recebeu 14 mil doses. Para Erechim e Palmeiras das Missões, foram enviadas 9.720, e para Carazinho e Santo Ângelo, outras 13.760.

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Vice-governador e secretário da SSP, Ranolfo Vieira Júnior acompanhou embarque das vacinas no hangar da BM, na capital – Foto: Grégori Bertó / SSP

Vice-governador e secretário da Segurança Pública, Ranolfo Vieira Júnior acompanhou o embarque das caixas com as vacinas e celebrou a participação das forças de Segurança no apoio para levar a imunização aos gaúchos. “Não tenho dúvida da importância deste momento, estamos começando a vacinação no nosso Estado. Mas é importante lembrar: devemos manter todos os protocolos sanitários, usar a máscara, evitar aglomerações, lavar as mãos ou usar o álcool gel. Iniciamos, desde a noite de ontem (segunda-feira), uma nova fase da pandemia”, disse Ranolfo.

Além do transporte aéreo, são encaminhadas doses por via terrestre para as Coordenadorias Regionais de Saúde (CRS) em todo o Estado. Do total recebido pelo RS, estão sendo distribuídas inicialmente 170,8 mil doses. A quantidade remanescente das vacinas ficará armazenada para o posterior envio da segunda dose do público-alvo inicial, cuja previsão para aplicação é entre duas e quatro semanas após a primeira.

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Policiais militares carregam caixa térmica com as doses logo após o pouso em Caxias do Sul – Foto: Grégori Bertó / SSP

Ainda nesta terça (19) serão definidas as quantidades por município, após o trabalho nas coordenadorias regionais de saúde (CRS) de separar as caixas para cada cidade, seguindo os critérios populacionais dos grupos prioritários. Após, as prefeituras dos 497 municípios devem retirar na respectiva CRS o quantitativo proporcional à população a ser vacinada.

Inicialmente, o público a ser vacinado são os profissionais de saúde da linha de frente em hospitais, Atenção Básica e rede de urgência e emergência; pessoas acima de 60 anos que vivem em Instituições de Longa Permanência de Idosos (ILPI) – asilos – e população indígena aldeada.

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Helicóptero da Polícia Civil também foi utilizado no transporte – Foto: Raquel Barcellos / Polícia Civil

Ainda no final da noite de segunda (18), em ato simbólico no saguão do Hospital de Clínicas de Porto Alegre (HCPA), foram vacinados os cinco primeiros gaúchos, representando os grupos de risco prioritários do Plano Nacional de Imunizações. Receberam a imunização Eloina Gonçalves Born, 99 anos, moradora do Residencial Geriátrico Donna Care; Jorge Amilton Hoher, 68 anos, médico-chefe do serviço de Medicina Intensiva da Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de Porto Alegre; Carla Ribeiro, 32 anos, da etnia kaingang e residente da Aldeia Fag Nhin, na Lomba do Pinheiro; Joelma Kazimirski, 48 anos, auxiliar de higienização do Grupo Hospitalar Conceição; e Aline Marques da Silva, 40 anos, técnica de Enfermagem CTI Covid do HCPA.

Texto: Carlos Ismael Moreira/Ascom SSP
Edição: Marcelo Flach/Secom

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Medicina & Saúde

Cartão de vacinação vai trazer lote da vacina, fabricante e data da próxima dose

Portaria do Ministério da Saúde torna obrigatório o registro da aplicação de vacinas contra covid-19

Pável Bauken

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Cartão de vacinação - foto: Vinicius Luiz /UFMG Educativa

O Ministério da Saúde publicou nesta segunda-feira (18.jan) no Diário Oficial da União uma potaria que torna obrigatório o registro de aplicação de vacinas contra a covid-19. A portaria vale para serviços de vacinação públicos e privados.

O registro das vacinas contra a COVID-19 adquiridas ou recebidas deverão ter identificação dos lotes e laboratórios, por meio de sistema do Ministério da Saúde e também dados cadastrais de residência do cidadão vacinado no SUS.

A portaria também determina que no cartão de vacinação conste o nome da vacina, dose aplicada, data da vacinação, lote da vacina, fabricante e data da próxima dose.

sbt

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Medicina & Saúde

Tratamento precoce de Covid em Londrina apresenta resultados surpreendentes

Nenhum paciente que usou medicamentos do tratamento precoce teve qualquer reação grave

Reporter Cidades

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O projeto Paraná Vencendo a Covid-19, que consiste no tratamento precoce da doença com um coquetel de medicamentos de baixo custo e acompanhamento diário dos pacientes, atendeu 1.175 pessoas entre 23 de setembro e 8 de dezembro do ano passado. Os resultados do projeto desenvolvido por médicos voluntários, com apoio da Universidade Filadélfia (Unifil), e contribuições da sociedade civil, são surpreendentes. De todos os pacientes que foram atendidos pela equipe de médicos e enfermeiros da Unifil, apenas um acabou falecendo. Todos os demais se recuperaram e, a maioria absoluta deles, sem necessidade de internação.

A Unifil cedeu o ambulatório, a infraestrutura para o agendamento telefônico e a equipe de enfermagem para o atendimento dos pacientes. Os médicos trabalharam voluntariamente tanto no atendimento presencial quanto no atendimento em telemedicina até a alta de cada paciente.

O desenvolvimento do projeto foi possível, também, porque “a sociedade civil contribuiu generosamente com doações e estas foram revertidas em equipamentos de proteção individual aos profissionais e medicação aos pacientes, que nada pagaram pelos medicamentos ou atendimento”, conforme consta do relatório final dos trabalhos.

Para oferecer o tratamento precoce aos pacientes do projeto Paraná Vencendo a Covid, a equipe médica atendeu pacientes até no máximo o quinto dia do início dos sintomas, embora não tenha negado socorro aqueles que procuraram o ambulatório em estado mais grave.

Resultados

Dos 1.175 pacientes atendidos, 190 não foram tratados como pacientes contaminados por coronavírus, porque o diagnóstico foi afastado pela equipe. Os 985 pacientes restantes receberam tanto a prescrição do tratamento como a doação dos medicamentos, mas 10 deles não usaram os medicamentos. Dos 975 pacientes que usaram os medicamentos do tratamento precoce, apenas 11 foram internados, sendo 2 em UTI e 9 em enfermaria. Isso perfaz um índice global de internação de 1,1%; apenas 6 pacientes (0,6%) evoluíram para fase 2B da doença, necessitando de oxigenoterapia. As outras 5 internações foram por motivos diversos ao acometimento pulmonar, de curta duração, sem necessidade de cuidados intensivos.

Considerando apenas os pacientes que tiveram o diagnóstico de Covid-19 confirmado, o índice de internações vai para 3,3% e ainda é muito baixo em comparação com a taxa de 19% que a literatura a respeito da doença causada pelo novo coronavírus tem demonstrado.

A primeira internação em UTI se deu por complicações tromboembólicas pulmonares, mas não houve intubação e o paciente obteve alta hospitalar. A segunda internação em UTI foi de paciente de 68 anos. Segundo o relatório, paciente e familiares recusaram a internação imediata apesar da insistência do grupo médico e assim persistiram por mais 36 horas em casa, quando levado ao hospital foi intubado logo na chegada e infelizmente após longa internação veio a falecer. Foi o único caso de óbito de paciente atendido pelo ambulatório da Unifil.

Medicamentos usados

De acordo com o relatório equipe, o tratamento precoce básico foi composto pelas medicações hidroxicloroquina, azitromicina, zinco quelado, vitamina D e ivermectina. Nos casos que eram atendidos em estágio avançado da doença ou evoluíram para estágio avançado (segunda fase) em geral utilizou-se outros tipos de medicação, como enoxaparina, bromexina, colchicina, corticóides e antibióticos. Tanto as medicações de primeira quanto de segunda fase tem respaldo em ampla literatura mundial e inúmeros trabalhos científicos positivos em relação ao benefício de seu uso no tratamento da doença.

Dos 975 pacientes que usaram os medicamentos do tratamento precoces, nenhum apresentou qualquer reação grave, como arritmia cardíaca ou qualquer outro sintoma preocupante. O médico Laércio Abrahão Ceconello, plantonista em Londrina e Rolândia, disse que tem receitado os medicamentos desde março, sem qualquer intercorrência mais grave. Em artigo publicado em coautoria com o promotor Erinton Cristiano Dalmaso, da 3ª Promotoria de Justiça de Cornélio Procópio, intitulado Tratamento precoce da Covid-19: medicina e Ministério Público em defesa da vida, os autores afirmam que a “medicação (cloroquina), equivocadamente atacada, é utilizada largamente no país há 76 anos, não necessitava de receita médica até o advento da pandemia, nunca foi citada como droga “perigosa” em livros acadêmicos e utilizada para tratamento de lúpus eritematoso sistêmico, artrite reumatoide, várias doenças dermatológicas e também malária”.

De acordo com Ceconello, países que adotaram o tratamento precoce tem índice de mortalidade muito inferiores aos que não usaram o procedimento. Mesmo no Brasil, segundo ele, é possível observar que a taxa de mortalidade é muito inferior entre cidades que adotaram o tratamento precoce e as que seguiram como protocolo a recomendação para o paciente esperar em casa a melhora ou a falta de ar, hipótese em que deve voltar à unidade de saúde. Ele citou como exemplo União da Vitória e Curitiba. “A capital tem uma rede hospitar muito melhor, mas o índice de mortalidade é muito maior do que União da Vitória, que adotou o tratamento precoce como protocolo de atendimento”, disse o médico.

No relatório final do trabalho de atendimento precoce, os médicos deixam claro que “o objetivo único do ambulatório era o de diminuir a dor e sofrimento dos pacientes e familiares acometidos pela doença, tentando minorar as internações e óbitos, não tendo vínculo político de qualquer ordem, tampouco ajuda de qualquer órgão estatal, sendo, portanto, um projeto exclusivamente de cunho privado e filantrópico”.

No artigo escrito em parceira com Dalmaso, Ceconello concluiu: “Realmente a epidemia trouxe sentimentos paradoxais: um orgulho imenso de ser médico e estar junto a um grupo de batalhadores que lutam arduamente pelo seu paciente e pelo bem de seu país e de outro lado um sentimento de vergonha de pertencer a uma classe em sua maioria inepta, incompetente, covarde, que se deixou influenciar por ideologia política e por veiculações da imprensa na sua conduta médica em detrimento da saúde de seu paciente. A classe médica será cobrada pela sociedade no pós-pandemia, tenham certeza disso”.

Equipe

O Paraná Vencendo a Covid teve a participação de 21 médicos, 2 enfermeiras e 3 estudantes de enfermagem. Ao todo 6 médicos atenderam presencialmente e 15 médicos participaram do atendimento via telemedicina até a alta dos pacientes. O cardiologista Luiz Carlos Miguita foi um dos entusiastas e incentivador do projeto, além de ter trabalhado no atendimento dos pacientes. A coordenação ficou por conta dos médicos Laércio Abrahão Ceconello e Débora R. M. Kakitani, que também fizeram parte da equipe de atendimento.

Além desses três, fizeram parte da equipe médica Alcione de Mello e Silva, Alexandre Barros P. Barbosa, Cristina Mara da Silva, Daniele Fernanda Cleto, Fábio Adriano Pieralise Sambatti, Flávio Lucio dos S. Zanoni, Kessae Hara Miguita, , Magali Santiago da S. Losso, Maira Cristina S. Ceconello, Márcia de Lima Brito, Maria Stela L. Paganeli, Maria Aparecida Sanz F. Azevedo, Mariane Barrueco T. Pelisari, Regina C. Villela Lemos, Sueli A.Kubiack Gorla, Tomoe Ito, Vânia Brum Moraes Cen e Wilson Torres e Souza. Da equipe de enfermagem fizeram parte as enfermeiras Carolina Santana Siqueira e Thaise Castanho da Silva e as acadêmicas Antônia L. Bueno da S. Kislk, Fernanda Gonçalves da Silva e Mariana Carolina A. F. Elias.

Jornalismo Paiquerê FM News

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