Governo federal trabalha solução em “três frentes” para evitar nova tragédia no Rio Grande do Sul
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Governo federal trabalha solução em “três frentes” para evitar nova tragédia no Rio Grande do Sul

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Foto: Ricardo Stuckert/PR

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Enquanto ainda lida com as emergências no Rio Grande do Sul, o governo federal está dando os primeiros passos para uma “solução estrutural” nas regiões afetadas pelas enchentes que persistem há mais de um mês. O objetivo é evitar que eventos similares se repitam, especialmente em um cenário de crescente ocorrência de eventos climáticos extremos.

A empresa governamental Infra S.A., responsável pelo planejamento e estruturação de projetos de transporte, contratará estudos para abordar a solução em “três frentes”. A tendência é que a alemã GIZ, que colabora com o Brasil desde os anos 1960 em iniciativas desse tipo, seja parceira no projeto.

De acordo com o secretário-executivo do Ministério dos Transportes, George Santoro, a primeira frente analisará a drenagem dos afluentes do Lago Guaíba, que nascem na serra. Esses rios incluem o Jacuí, responsável por 84,6% das águas do lago, além dos rios dos Sinos (7,5%), Caí (5,2%) e Gravataí (2,7%).

A segunda frente buscará soluções para o esvaziamento ou retenção de líquidos do próprio Lago Guaíba, em Porto Alegre e na região metropolitana.

Finalmente, a terceira frente focará na Lagoa dos Patos, onde o Guaíba deságua, analisando as possibilidades de drenagem.

“Ninguém sabe ao certo o melhor caminho para evitar que isso se repita. Vamos ter um diagnóstico mais preciso somente após estes três estudos, que ainda estamos modelando”, afirmou Santoro.

O episódio das enchentes no Rio Grande do Sul destacou a necessidade urgente de aumentar a resiliência das infraestruturas no Brasil. No entanto, a avaliação do governo é que o orçamento disponível é limitado, exigindo a busca por fontes alternativas de financiamento, como fundos estrangeiros.

A tragédia no Rio Grande do Sul acendeu um “sinal de alerta” no governo federal sobre a importância de incentivar a resiliência das infraestruturas em todo o país. O esforço para encontrar soluções estruturais demonstra o compromisso do governo em proteger as comunidades e prevenir futuras tragédias causadas por desastres naturais.

Fonte: Jornal o Sul

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Dr. Benedetti (PSD) confirma pré-candidatura à Prefeitura de Santa Rosa

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O médico Carlos Alberto Benedetti (PSD) confirmou sua pré-candidatura para a prefeitura de Santa Rosa nas eleições de 2024. Segundo Dr. Benedetti, a decisão foi tomada pelo Diretório Estadual, que escolheu seu nome.

Com essa confirmação, Dr. Benedetti (PSD) se junta ao ex-prefeito Orlando Desconsi (PT) e ao atual prefeito Anderson Mantei (PP) como pré-candidatos à prefeitura de Santa Rosa. Até o momento, nenhum dos pré-candidatos anunciou seus pré-candidatos a vice-prefeito.

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Política

Câmara de Vereadores de Senador Salgado Filho aprova reajuste de subsídios para prefeito, vice, secretários e vereadores

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Em sessão realizada na segunda-feira (17), a Câmara Municipal de Vereadores de Senador Salgado Filho/RS aprovou, por maioria, o reajuste dos subsídios mensais do prefeito, vice-prefeito, secretários municipais e vereadores. O aumento será de 19,68% para os cargos do Executivo e de 19,66% para os vereadores, com vigência de 1º de janeiro de 2025 a 31 de dezembro de 2028.

Com a aprovação, os novos valores dos subsídios serão:

  • Prefeito: R$ 15.600,00
  • Vice-Prefeito: R$ 7.800,00
  • Secretários Municipais: R$ 7.800,00
  • Vereadores: R$ 4.100,00
  • Presidente da Câmara: R$ 6.150,00

A proposta foi aprovada com os votos favoráveis dos vereadores Clairton Steinke (PP), Eliel Gund (PP), Giovanni Francisco Pazze (PP), Horst Marcos Schüür (PP) e Luis Gustavo Martinelli (PSDB). Os vereadores Claudinei de Matos (PDT), Eliane Maria da Veiga de Oliveira (PDT), Lucas Ferreira Roque (PDT) e Pedro de Oliveira Vargas (MDB) votaram contra o projeto.

As bancadas do PDT e do MDB justificaram seus votos contrários, alegando que o percentual de reajuste é elevado em um momento em que o estado do Rio Grande do Sul e o próprio município enfrentam dificuldades financeiras devido à situação climática, que tem prejudicado os produtores agrícolas e impactado a arrecadação municipal. Além disso, argumentaram que os servidores públicos não receberam reajuste na mesma proporção e que outros setores da economia também estão sendo afetados pelas fortes chuvas e pela estiagem.

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Política

Ações após enchentes ajudaram a melhorar avaliação de Lula no Sul

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A melhoria na avaliação de Luiz Inácio Lula da Silva no Sul é atribuída por aliados à resposta emergencial às enchentes, que ainda estão sendo enfrentadas no Rio Grande do Sul. Segundo aliados, essa operação de emergência foi crucial para o avanço na percepção do governo e do próprio Lula, como indicado pela mais recente pesquisa Datafolha.

De acordo com relatório de auditoria do Tribunal de Contas da União (TCU), o governo federal destinou R$ 5,2 bilhões para uma das frentes de apoio aos gaúchos afetados pelas enchentes. Além disso, há outros R$ 15 bilhões em verbas já contratadas para chegar ao estado, conforme o mesmo documento.

O Planalto tem monitorado o humor do eleitorado por meio de pesquisas internas, que indicam uma melhora na avaliação do trabalho do presidente na região Sul.

O único evento significativo que poderia explicar essa mudança, segundo aliados, foi a resposta do governo federal diante da tragédia no Rio Grande do Sul, onde desde maio tempestades afetaram mais de 90% dos municípios.

Nesta quarta-feira (19), os ministros da Casa Civil, Rui Costa, e da Gestão, Esther Dweck, apresentarão ao TCU mais uma frente de ação, o “auxílio reconstrução” para indivíduos e empresas afetados. A intenção é ajustar a proposta antes de sua formalização para evitar questionamentos posteriores, corrigindo quaisquer possíveis problemas apontados pelo tribunal de contas.

A pesquisa Datafolha divulgada na terça-feira (18) mostrou que a aprovação do trabalho de Lula oscilou de 35% para 36%, enquanto a reprovação caiu de 33% para 31%. A avaliação como regular subiu de 30% para 31%.

Apesar da estabilidade geral nas avaliações, com variações dentro da margem de erro, a aprovação de Lula voltou a superar a reprovação. Na pesquisa anterior, em março, houve um empate técnico, com 35% de aprovação e 33% de reprovação.

O Datafolha entrevistou 2.088 eleitores em 113 cidades entre os dias 4 e 13 de junho, com margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos. Segundo o instituto, a avaliação de Lula permaneceu estável em todas as cinco regiões do país.

No Sul, tanto a aprovação quanto a reprovação apresentaram oscilações, dentro da margem de erro de 6 pontos percentuais:

— Aprovação: de 30% em março para 36% em junho;
— Reprovação: de 40% em março para 33% em junho;
— Regular: de 27% em março para 30% em junho.

Fonte: Jornal o Sul

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