Governo do Estado investe mais de R$ 700 mil em escolas da Rede Estadual
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Ensino

Governo do Estado investe mais de R$ 700 mil em escolas da Rede Estadual

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Foto: Foto: Cintia Pereira/SOP

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Com uma reforma concluída e os trabalhos começando em mais quatro instituições de ensino, o governo do Estado investe mais de R$ 700 mil em escolas estaduais ao longo do mês de março, atendendo a quase 2,7 mil alunos. A Escola Estadual de Ensino Médio (EEEM) Tricentenário, em São Borja, cujas obras foram finalizadas, recebeu quase R$ 270 mil. Mais R$ 434,5 mil estão sendo aplicados em escolas de Santiago, Vacaria e Porto Alegre.

Na Tricentenário foi feita reforma total da cobertura, com a colocação de telhas com isolamento termoacústico. Executada pela Comercial de Tintas Santo Antônio e fiscalizada pela 10ª Coordenadoria Regional de Obras Públicas (Crop), de Uruguaiana, a obra foi entregue no início do mês. Localizada na rua Eurico Batista da Silva, 1353, bairro Paraboi, a escola tem 431 alunos.

Em Porto Alegre, serviços de reforma começaram em duas escolas na última semana. Na EEEM Roque Gonzales, o trabalho consiste na recuperação do telhado, da rede de drenagem e do muro. Com investimento de mais de R$ 83 mil, a obra está a cargo da Integral Construções, fiscalizada pela 1ª Crop, de Porto Alegre. A conclusão das melhorias está prevista para 60 dias. Com 557 estudantes, a escola fica na avenida da Cavalhada, 2433, bairro Cavalhada.

Outra obra na Capital ocorre na Escola Estadual de Ensino Fundamental (EEEF) Almirante Álvaro Alberto da Motta e Silva, que está recebendo quase R$ 44 mil para reformar a cozinha e a estrutura de escoamento no telhado. Os trabalhos também são executados pela Integral Construções e fiscalizados pela 1ª Crop. O prazo de conclusão é de 60 dias. São 322 alunos atendidos pela escola, que fica na rua Dona Helena, 100, bairro Santa Teresa.

No Instituto Estadual de Educação Irmão Getúlio, em Vacaria, R$ 197 mil são destinados ao cercamento parcial do terreno. Com execução da empresa Jorge Henrique Soares de Assis e fiscalização da 4ª Crop, de Caxias do Sul, a obra tem prazo de conclusão de 90 dias. A escola tem 1.214 estudantes e fica na rua Três de Dezembro, 75, bairro Centro.

Em Santiago, a EEEF João Eduardo Witt Schmitz está recebendo uma reforma da torre do reservatório. São quase R$ 110 mil destinados à obra, realizada pela Ermes Construtora e fiscalizada pela 10ª Crop, de Uruguaiana. O prazo de conclusão é de 60 dias. Localizada na rua Tio Virgílio, bairro Carlos Humberto, a escola atende 170 alunos.

Fonte: Governo do Rs/Ascom

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Ensino

Oitenta por cento dos professores consideraram abandonar a carreira, diz pesquisa

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Oitenta por cento dos professores da educação básica já consideraram abandonar a profissão, citando como razões principais o baixo salário, a falta de reconhecimento, a sobrecarga de trabalho e a falta de engajamento dos alunos. Esses dados foram revelados em uma pesquisa inédita intitulada “Perfil e Desafios dos Professores da Educação Básica no Brasil”, divulgada pelo Instituto Semesp nesta quarta-feira (8).

A pesquisa, realizada entre 18 e 31 de março de 2024, entrevistou 444 docentes de redes pública e privada, abrangendo desde o ensino infantil até o ensino médio, em todas as regiões do país. Os resultados indicam que 79,4% dos professores entrevistados já cogitaram abandonar a carreira docente. Em relação ao futuro profissional, 67,6% se sentem inseguros, desmotivados e frustrados.

Os principais desafios apontados pelos professores incluem a falta de valorização e incentivo à carreira (74,8%), a falta de disciplina e interesse dos alunos (62,8%), a falta de apoio e reconhecimento da sociedade (61,3%) e a falta de envolvimento e participação das famílias dos alunos (59%).

Segundo os dados, mais da metade dos entrevistados (52,3%) relatou ter enfrentado algum tipo de violência enquanto exercia sua função como professor. Os tipos de violência mais comuns incluem agressão verbal (46,2%), intimidação (23,1%) e assédio moral (17,1%), além de casos de racismo, violência de gênero e ameaças de agressão e morte. A maioria desses incidentes é perpetrada por alunos (44,3%), alunos e seus responsáveis (23%) e funcionários da escola (16,1%).

Apesar desses desafios, a pesquisa revela que a maioria dos professores da educação básica (53,6%) está satisfeita ou muito satisfeita com sua carreira. Os motivos para continuarem lecionando incluem o interesse em ensinar e compartilhar conhecimento (59,7%), a satisfação ao ver o progresso dos alunos (35,4%) e a própria vocação (30,9%).

A pesquisa “Perfil e Desafios dos Professores da Educação Básica no Brasil” faz parte da 14ª edição do Mapa do Ensino Superior no Brasil, que analisa o cenário educacional no país. Esta edição concentra-se nos cursos de licenciatura, traçando cenários e perspectivas.

Fonte: Agência Brasil

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Aulas nas escolas da 17ª CRE de Santa Rosa serão retomadas nesta terça

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Itamar Aguiar/Palácio Piratini
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Em reunião realizada na tarde desta segunda-feira (06/05), a Secretaria da Educação (Seduc) definiu que as aulas da Rede Estadual retornarão a partir desta terça-feira (07/05) para os estudantes da 17ª Coordenadoria Regional de Educação (CRE).

A decisão levou em conta o fato de que a região foi menos impactada pelas chuvas e, portanto, as escolas estão aptas a retomar as atividades.

Conforme a coordenadora regional da Educação, Adriane Spohr, a Rede Estadual conta com 56 escolas e mais quatro unidades do Núcleo Estadual de Educação de Jovens e Adultos (Neeja).

Fonte: Paulo Marques Notícias

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Destaque

IFFar Santa Rosa completa 21 dias com aulas suspensas, categorias aguardam uma nova proposta do Governo Federal

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Desde o dia 8 de abril, o Instituto Federal Farroupilha de Santa Rosa está em greve, com todas as aulas suspensas, 77% dos docentes e 70% dos técnicos administrativos em educação aderiram à a paralisação. No dia 19, o governo federal enviou uma proposta às categorias e no dia 26, de forma unânime, os sindicatos rejeitaram a proposta do governo.
Dessa forma, a greve continua e com adesão de mais instituições.

Além da questão salarial, há também a solicitação de melhorias na estrutura do campus. As categorias reforçam que a greve foi o último recurso e desejam retornar o quanto antes. Este movimento, que hoje engloba mais de 76% dos campi dos Institutos Federais e diversas Universidades Federais com aulas suspensas, pressionou o governo a apresentar uma proposta para as demandas das categorias.

Em nota, o comando de greve informou que:

“O movimento grevista está em expansão, e, hoje, já somos mais de 520 unidades dos Institutos Federais paralisados, juntamente com muitas Universidades Federais.  Assim sendo, o fortalecimento da greve é essencial para que as nossas reivindicações sejam atendidas e tenhamos uma educação federal de muito mais qualidade, sempre buscando o desenvolvimento regional ao redor de nossas unidades instaladas.”

A categoria informou também, que o objetivo é de não haja prejuízo ao alunos e que as aulas deverão ser recuperadas.

 

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