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Governo anuncia linha de crédito a pequenas e médias empresas

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© Carolina Antunes/PR

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O governo federal anunciou hoje (27) uma linha de crédito para financiar a folha de pagamentos de pequenas e médias empresas, como forma de apoiá-las durante a situação de calamidade pública em virtude da pandemia causada pelo novo coronavírus (covid-19). O pronunciamento do presidente Jair Bolsonaro foi feito no Palácio do Planalto com a presença dos presidentes do Banco Central, Roberto Campos Neto, da Caixa Econômica Federal Pedro Guimarães, e do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Gustavo Montezano.

A linha de financiamento deve beneficiar 1,4 milhão de empresas, atingindo 12,2 milhões de trabalhadores. O crédito será destinado a empresas com faturamento anual entre R$ 360 mil a R$ 10 milhões e vai financiar dois meses da folha de pagamento, com volume de R$ 20 bilhões por mês.

Segundo Campos Neto, a medida será operacionalizada pelo BNDES. O limite de financiamento é de dois salários mínimos.

Auxílio a autônomos

Ontem (26) o plenário da Câmara dos Deputados aprovou auxílio emergencial por três meses, no valor de R$ 600, destinado aos trabalhadores autônomos, informais e sem renda fixa durante a crise provocada pela pandemia de coronavírus. A matéria segue para análise do Senado e depois vai à apreciação do presidente Jair Bolsonaro.

De acordo com a última atualização do Ministério da Saúde, divulgada nesta quinta-feira, o país registra 2.915 casos confirmados de covid-19 e 77 mortes causadas pela doença. A taxa de letalidade é de 2,7%.

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Economia

Empresas gaúchas atingidas pela enchente obtêm cerca de R$ 1 bilhão em crédito pelo Pronampe

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Foto: Divulgação/ Chosen Beer
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Empresas afetadas pela enchente no Rio Grande do Sul já obtiveram mais de R$ 1 bilhão em crédito através do Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe). Esses financiamentos fazem parte das medidas de apoio anunciadas pelo governo federal no primeiro pacote de reconstrução, em 9 de maio.

As operações de crédito representam a maior parcela do auxílio fornecido pelo governo federal para socorrer as empresas gaúchas. Para fortalecer o Pronampe, o governo federal fez um aporte direto de R$ 4,5 bilhões no Fundo Garantidor de Operações (FGO), projetando um total de até R$ 30 bilhões em concessão de crédito.

As operações do Pronampe para o Rio Grande do Sul começaram pelo Banco do Brasil e pela Caixa Econômica Federal, que lideram as contratações de crédito. Banrisul e Sicredi também foram posteriormente autorizados a operar a linha especial do programa. Até o momento, o Banco do Brasil é a instituição que mais contratou crédito, liberando cerca de R$ 760 milhões para aproximadamente 6,6 mil clientes até quarta-feira (12).

A Caixa Econômica Federal assinou cerca de 2,7 mil contratos, totalizando aproximadamente R$ 324 milhões em crédito até a mesma data. Somados aos valores do Banco do Brasil, o total chega a R$ 1,084 bilhão. Banrisul e Sicredi ainda estão contabilizando os valores contratados.

Os pequenos negócios em municípios em situação de calamidade podem contar com subsídio de 40% do valor do empréstimo. Isso significa que, ao contratar um crédito de R$ 100 mil, o empreendedor precisa pagar apenas R$ 60 mil ao banco. Foi reservada uma quantia de R$ 1 bilhão para garantir esse subsídio. As operações têm dois anos de carência antes do início do pagamento e podem ser parceladas em até 60 prestações. Os empreendedores podem solicitar até 60% do faturamento do ano anterior, com um limite de até R$ 150 mil. Os juros são a taxa Selic mais 6%.

Fonte: GZH

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Curiosidades

A voz também envelhece?

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Foto: Divulgação
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Compare as falas de uma criança, um adulto jovem e um idoso: é evidente que podemos diferenciá-las facilmente.

Este exemplo ilustra como a voz também envelhece com o tempo. Assim como o corpo, ela passa por mudanças. Por volta dos 25 anos, a voz atinge sua maturidade e eficiência máxima. Com o avanço da idade, aspectos anatômicos e funcionais se alteram, assim como ocorre com outros tecidos e músculos. A voz começa a mudar por volta dos 60 a 65 anos. Há particularidades: talvez você já tenha falado ao telefone com uma pessoa de 80 anos que, sem ser vista, aparenta ter 40.

— Essa pessoa cuidou da sua voz — diz a fonoaudióloga Mauriceia Cassol, professora da Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA).

Diversos fatores contribuem para essas mudanças ao longo da vida: a capacidade pulmonar diminui, a estrutura da prega vocal muda — principalmente devido à perda de massa muscular — e a capacidade de articular os sons da fala também se reduz.

— Isso faz a voz dos idosos ficar mais fraca, rouca, com menor projeção e, às vezes, trêmula — resume a médica otorrinolaringologista Adriana Hachiya, presidente da Academia Brasileira de Laringologia e Voz.

Todos passam por esse processo de envelhecimento, mas nem todos procuram um especialista. Cerca de 20% dos pacientes têm queixas clínicas sobre isso, provavelmente por se incomodarem mais com os sintomas. Em geral, os homens reclamam que a voz está mais aguda, com mais escape de ar, menor projeção (dificuldade para falar alto, falando mais baixo e para dentro), e imprecisão articulatória (fala enrolada). Também podem ocorrer redução do fôlego para falar, tremor vocal, instabilidade, esforço ao falar, fadiga e rouquidão.

Rouquidão é sempre motivo de alerta, avisa Adriana. Se o problema persistir por 15 dias, o correto é buscar avaliação médica. O especialista verificará se há outras doenças, como as de origem neurológica. Caso as características sejam de envelhecimento, a condição é chamada de atrofia senil ou presbifonia, e há indicação de fonoterapia, que trabalha a capacidade pulmonar, o tônus muscular e a articulação.

Postura correta Cuidar da saúde da voz deve ser uma preocupação constante Falar no tom adequado, sem gritar ou sussurrar, é fundamental. Elevar a voz ou gritar deve ser um recurso excepcional, não um hábito.

— Minha musculatura não aguentaria correr uma maratona todos os dias — compara Mauriceia. — Deve-se evitar falar em um tom de voz que não é o habitual. Assim como elevo a voz sem necessidade, muitas vezes uso um tom mais agudo que não é o meu, o que desgasta a prega vocal — acrescenta.

Praticar exercícios físicos, alongamento e manter uma postura adequada nas atividades diárias são essenciais.

— O pescoço, muitas vezes, sofre com tensões e dores. Isso não fica só na região externa; acaba afetando internamente, apertando e comprimindo. É importante ter boa postura para trabalhar, usar o computador, sentar no sofá ou na cadeira. Sentar de forma confortável, sem tensionar o pescoço — recomenda Mauriceia.

O canto e as emoções Cantar é um excelente exercício para idosos. Além de proporcionar convivência em grupo e fazer amigos, é possível, sob orientação, desenvolver tonicidade nas pregas vocais e lubrificar as estruturas.

— É um antidepressivo natural — diz Mauriceia.

Cuidados com a voz

  • Beber água com frequência
  • Alimentar-se bem
  • Não fumar
  • Praticar exercícios físicos e alongamento
  • Manter uma postura corporal adequada
  • Dormir o suficiente para uma noite reparadora
  • Tratar doenças como asma e rinite
  • Evitar líquidos muito gelados ou muito quentes
  • Evitar ambientes com ar-condicionado em temperatura muito baixa
  • Proteger a região do pescoço no frio
  • Evitar falar alto, gritar e sussurrar

    Fonte: GZH

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Destaque

Quatro universidades gaúchas se destacam em ranking das melhores instituições do mundo

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Foto:SECOM UFSM
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O Rio Grande do Sul se destaca no cenário educacional global com quatro de suas instituições de ensino superior listadas entre as melhores do mundo no QS World University Ranking 2025. Este ranking, publicado pela Quacquarelli Symonds (QS), uma autoridade global em análise de ensino superior, incluiu mais de 1.500 universidades.

As universidades reconhecidas incluem a Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), a Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS), a Universidade Federal de Pelotas (UFPel) e a Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). Estas instituições já eram conhecidas por sua excelência, figurando nos rankings de 2022 a 2024.

A UFRGS lidera novamente entre as universidades gaúchas, posicionando-se entre as 691-700 melhores do mundo. Este ranking também coloca a UFRGS como a 32ª melhor na América Latina e a oitava no Brasil. Ao todo, 35 universidades brasileiras foram incluídas neste ranking global. No ranking anterior, a UFRGS também estava no mesmo intervalo de classificação mundial, mas ocupava a 36ª posição na América Latina e a sétima no Brasil.

As demais instituições do Rio Grande do Sul, como a PUCRS, UFPel e UFSM, estão classificadas no grupo de 1.201 a 1.400. A QS avalia as universidades com base em diversos indicadores de desempenho, e o ranking de 2025 é projetado para ajudar os alunos na escolha da instituição de ensino para o próximo ano acadêmico.

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