Governador Eduardo Leite se reúne com representantes de companhias aéreas para discutir retomada de voos no Rio Grande do Sul
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Governador Eduardo Leite se reúne com representantes de companhias aéreas para discutir retomada de voos no Rio Grande do Sul

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Foto: Maurício Tonetto/Secom

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O governador Eduardo Leite participou de uma série de reuniões nesta quinta-feira (27), em São Paulo, com diretores de companhias aéreas que operam no Rio Grande do Sul. Leite discutiu alternativas com representantes das empresas Azul, Latam e Gol para ampliar o número de voos no Estado. O principal terminal do RS, o Aeroporto Salgado Filho, está com atividades suspensas devido às enchentes de maio.

“Melhorar a conexão aérea é essencial para o desenvolvimento do nosso Estado, especialmente nesta situação emergencial. Recebemos informações otimistas de que em breve teremos anúncios de novos voos para o Estado. Estamos comprometidos a garantir que o Rio Grande do Sul retome a normalidade ou algo próximo disso em termos de conexões aéreas, enquanto o aeroporto de Porto Alegre não estiver pronto”, destacou Leite.

O governo estima que o fechamento do Salgado Filho pode impactar o Produto Interno Bruto (PIB) do Rio Grande do Sul em 0,5% em 2024, com uma perda calculada entre R$ 2,5 bilhões e R$ 3,2 bilhões até o fim do ano. Nas conversas com os executivos das companhias, o governador ressaltou que os aeroportos de Caxias do Sul, Santa Maria, Torres, Passo Fundo e, principalmente, o de Pelotas podem absorver parte da demanda reprimida.

Antes das enchentes, o Rio Grande do Sul tinha cerca de 2,8 mil voos mensais, sendo a maioria (2,4 mil) em Porto Alegre. Em junho, o Estado deve encerrar o mês com menos de 400 voos realizados.

Base Aérea

As empresas aéreas Azul, Gol e Latam aumentarão de 47 para 68 o número semanal de voos com partida ou chegada na Base de Canoas (Região Metropolitana) nas próximas semanas. Também serão ampliadas as conexões com cidades gaúchas, como Pelotas (Região Sul) e Caxias do Sul (Serra).

A Azul planeja incluir aviões de maior porte, com mais assentos. Já a Gol aumentará de nove para 13 voos a partir de 15 de julho, utilizando o Boeing 737 Max 8, com capacidade para 186 assentos. Essas novas ligações terão como destino o terminal de Congonhas, em São Paulo, enquanto outros passageiros desembarcarão em Guarulhos.

“Mesmo com os desafios de infraestrutura na base aérea, os voos estão sendo realizados sem intercorrências, de forma segura e pontual”, destacou a direção da Gol, que tem transportado passageiros e cargas, incluindo 566 toneladas de donativos para o Rio Grande do Sul até agora. Atualmente, a Gol realiza um voo direto por dia entre Caxias e o aeroporto de Congonhas. Uma segunda operação começará em 5 de agosto, seguida por uma terceira a partir do dia 12, totalizando três saídas diárias.

Em Pelotas, a Gol ampliará de quatro para seis a frequência de voos semanais entre agosto e o final de outubro, com destino a Guarulhos.

A Azul anunciou mais um voo para Canoas, passando para três a partir de 1º de julho. Na mesma data, a empresa incluirá uma rota com aeronaves Airbus A-320, com capacidade para 174 passageiros, aumentando a oferta de assentos para a Base Aérea em 121%.

O gerente-geral de planejamento e estratégia da Azul, Vitor Silva, afirmou: “Essa ampliação da oferta era muito aguardada e continuaremos trabalhando para oferecer mais opções de conexão com o Rio Grande do Sul. Além de uma nova frequência, estamos colocando aeronaves de maior capacidade, o que vai colaborar com o aumento da oferta para a região, fortemente afetada com o fechamento do aeroporto Salgado Filho”. A Azul tem desempenhado um papel decisivo na ajuda humanitária, transportando mais de 3 mil toneladas de doações desde o início das operações de auxílio em maio.

A Latam aumentará de 24 para 34 os voos semanais para a Base Aérea a partir de 30 de junho, com aeronaves decolando de Guarulhos e Congonhas. A empresa foi a primeira a operar voos comerciais na Base Aérea gaúcha em 27 de maio, utilizando aeronaves Airbus A-320, com capacidade para até 176 passageiros.

Como o local de embarque e desembarque dos voos é um espaço no Canoas Shopping, de onde os passageiros são transportados por via terrestre, os clientes devem se apresentar no local com antecedência de três horas, com o check-in encerrando 90 minutos antes da decolagem.

Fonte: Jornal o Sul

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Rói as unhas? Conheça seis riscos à saúde que esse hábito pode trazer

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Foto: Reprodução
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Manter bons hábitos vai além de uma alimentação equilibrada e exercícios físicos. Também inclui ações que, muitas vezes sem perceber, podem impactar nossa saúde, como o hábito de roer as unhas.

Você é uma daquelas pessoas que roem as unhas? Saiba que não está sozinho! Cerca de 30% da população mundial compartilha essa prática, conhecida como onicofagia. Esse hábito pode afetar pessoas de todas as idades e está frequentemente relacionado ao estresse, à ansiedade e ao nervosismo.

Embora possa parecer um comportamento inofensivo, roer as unhas pode ter consequências sérias para a saúde. Segundo o Instituto Mayo Clinic, as unhas fazem parte da pele e são essenciais para proteger contra a entrada de bactérias e fungos que podem causar infecções.

Especialistas alertam que roer as unhas é prejudicial de várias formas. A dermatologista Lourdes Navarro Campoamor, da Academia Espanhola de Dermatologia e Venereologia (AEDV), enfatiza que “esse hábito não apenas danifica as unhas, mas também pode afetar os dentes, a saúde digestiva, a respiração e até mesmo a mente”.

Dados da Sociedade Espanhola de Medicina Interna (SEMI) mostram que a onicofagia é comum em todas as idades, afetando aproximadamente 30% das crianças, 45% dos adolescentes e 10% dos adultos com mais de 35 anos. Além dos impactos estéticos, estudos, como o realizado pela Universidade de Montreal em 2015, sugerem que a onicofagia pode estar ligada à frustração e ao perfeccionismo.

Aqui estão seis problemas de saúde associados a esse hábito:

  1. Infecções: Roer as unhas pode causar danos aos dedos, facilitando a entrada de bactérias e fungos e aumentando o risco de infecções.
  2. Impacto psicológico: Esse hábito pode ser uma resposta a situações de ansiedade e estresse, perpetuando o desconforto psicológico.
  3. Desenvolvimento de transtornos psicológicos: A onicofagia pode estar associada a transtornos de ansiedade ou transtorno obsessivo-compulsivo (TOC), sendo recomendável buscar a orientação de um profissional.
  4. Problemas digestivos: Ao roer as unhas, você pode ingerir bactérias, fungos e impurezas que afetam a saúde digestiva.
  5. Problemas dentários: Roer as unhas pode danificar os dentes, desgastar o esmalte e alterar sua posição.
  6. Problemas respiratórios: As bactérias presentes nas unhas podem alcançar o sistema respiratório, aumentando o risco de infecções como amigdalite e faringite.

Reconhecer e entender esses riscos pode ser o primeiro passo para mudar esse hábito e proteger sua saúde.

Fonte: Jornal o Sul

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“Se você não é atleta e tem uma boa alimentação, não precisa tomar suplemento”, diz médico especialista em nutrição e esporte

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Foto: Freepik
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O uso de suplementos alimentares, como whey protein, creatina e vitaminas, está crescendo no Brasil. Uma pesquisa da Associação Brasileira da Indústria de Alimentos para Fins Especiais e Congêneres (Abiad) revelou que pelo menos uma pessoa em 59% das famílias brasileiras inclui esses produtos na dieta, com um aumento de 10% no consumo desde 2015.

No entanto, muitas pessoas utilizam suplementos por conta própria e têm dúvidas sobre sua utilização. Em entrevista ao jornal O Globo, o médico nutrólogo e especialista em esportes, Eduardo Rauen, fundador da Liti e diretor técnico do Instituto Rauen, discute os benefícios e riscos do uso de suplementos e desmistifica algumas ideias errôneas sobre nutrição que circulam nas redes sociais.

— Quem realmente precisa de suplementos? “Suplementos são usados para complementar algo que a alimentação não fornece. Atletas frequentemente necessitam de suplementação porque não conseguem ingerir todos os nutrientes necessários apenas com a dieta. No entanto, se você não é atleta e tem uma alimentação balanceada com proteínas, carboidratos, minerais e vitaminas adequados, não precisa de suplementos. Existem exceções para pessoas com condições de saúde como a doença celíaca, que dificultam a absorção de nutrientes, ou para aqueles com dietas restritivas, como veganos ou vegetarianos, que podem precisar de suplementação de proteína ou whey protein. É fundamental procurar orientação profissional ao cortar grupos alimentares para evitar deficiências nutricionais.”

— Muitos idosos estão usando whey protein. Isso é apropriado? “Idosos podem precisar de suplementação devido à diminuição da absorção de proteínas com a idade e à necessidade de consumir mais proteínas. Na prática, no entanto, muitos idosos acabam consumindo menos proteína, em parte devido à deterioração dentária e ao custo elevado dos alimentos proteicos. O whey protein é uma excelente opção para ajudar a atender às necessidades de proteína nessa faixa etária. A creatina também pode ser benéfica, pois melhora a cognição, a força e o volume muscular, desde que não haja contraindicações.”

— Crianças e adolescentes podem tomar suplementos? “Embora o uso de suplementos entre jovens esteja crescendo, é recomendável esperar até pelo menos os 16 anos, pois não há estudos suficientes sobre os efeitos a longo prazo. As sociedades médicas, como a Sociedade Brasileira e Americana de Medicina do Exercício e do Esporte, recomendam o uso de whey protein e creatina após os 18 anos. Exceções podem ser feitas para jovens atletas que estão sob a supervisão de um nutrólogo, médico do esporte ou nutricionista e têm uma alta demanda nutricional.”

— Muitas pessoas tomam suplementos sem orientação. É necessário consultar um especialista ou existem suplementos que podem ser usados sem supervisão? “Há uma tendência de consumir vitaminas sem necessidade específica. Por exemplo, o excesso de vitamina E pode aumentar o risco de morte cerebral, a vitamina A em excesso pode elevar o risco de fraturas e a vitamina C pode aumentar a incidência de cálculos renais. A suplementação deve ser acompanhada por um profissional de saúde, que avaliará a necessidade real e os possíveis riscos. Suplementos como whey protein, embora benéficos, devem ser usados com orientação para evitar riscos desnecessários. É essencial consultar um médico nutrólogo, médico do esporte, endocrinologista ou nutricionista para avaliar as necessidades individuais e evitar problemas associados ao uso inadequado de suplementos.”

Fonte: Jornal o Sul

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Cientistas descobrem caverna na Lua que pode servir de abrigo para humanos

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Foto: Nasa/GSFC/Arizona State University
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Há mais de 50 anos, astrônomos especulam sobre a existência de cavernas na Lua, mas até agora não havia evidências concretas para confirmar essas formações rochosas. Recentemente, um novo estudo revelou a localização de uma caverna lunar e sugere que ela poderia se tornar um abrigo ideal para futuras explorações humanas.

A descoberta foi feita pelos pesquisadores Lorenzo Bruzzone e Leonardo Carrer, da Universidade de Trento, na Itália. Eles identificaram o local após analisar dados da missão Lunar Reconnaissance Orbiter da NASA. O artigo detalhando a descoberta foi publicado na revista Nature Astronomy em 15 de julho.

Em 2010, a NASA usou o Miniature Radio-Frequency (Mini-RF) para fotografar possíveis entradas de cavernas, mas as imagens da época não foram suficientes para confirmar sua existência. No entanto, as tecnologias mais recentes permitiram novos insights sobre essas formações.

O novo estudo foca em uma abertura na planície rochosa Mare Tranquillitatis, onde a missão Apollo 11 pousou em 1969. As imagens detalhadas de 2022, obtidas com o LROC (Câmera de Reconhecimento do Orbitador Lunar), mostraram características que agora foram confirmadas como uma caverna.

“Reanalisamos os dados da missão Lunar Reconnaissance Orbiter usando técnicas avançadas de processamento de sinais que desenvolvemos recentemente. Descobrimos que certos padrões de sinais são melhor explicados pela presença de uma caverna subterrânea no local”, afirmou Bruzzone. “Isso representa a primeira evidência direta de um ‘tubo acessível’ sob a superfície lunar.”

Usando os registros do Mini-RF, os pesquisadores criaram um modelo da estrutura, que inclui uma claraboia na superfície e paredes verticais com um piso inclinado que pode se estender para o subsolo. Acredita-se que a caverna se formou há milhões ou bilhões de anos, durante a atividade vulcânica da Lua.

Formações semelhantes na Terra são as cavernas vulcânicas de Lanzarote, na Espanha.

Embora a caverna lunar ainda não tenha sido totalmente explorada, Bruzzone e Carrer esperam que futuras investigações com radares de penetração no solo, câmeras e robôs possam oferecer um mapeamento mais detalhado.

O estudo tem implicações significativas para missões lunares, pois o ambiente da Lua é extremamente hostil à vida humana, com temperaturas que variam de 127°C (no lado visível) a -173°C (no lado escuro), além de frequentes quedas de meteoritos e altos níveis de radiação cósmica.

Encontrar locais seguros para construir infraestrutura lunar é crucial para suportar a exploração humana, e cavernas como a descoberta oferecem uma solução promissora.

“Assim como a vida na Terra começou nas cavernas, faz sentido que os humanos iniciem a ocupação lunar vivendo dentro delas também”, comentou Carrer à BBC.

Além de sua utilidade para futuras missões, a caverna lunar pode oferecer insights sobre a história da Lua e do Sistema Solar, já que as rochas subterrâneas podem conter informações geológicas preservadas por bilhões de anos.

Fonte: Jornal o Sul

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