Galaxy Ring: Anel inteligente que monitora sono e atividades físicas será lançado no Brasil neste semestre
Connect with us

Destaque

Galaxy Ring: Anel inteligente que monitora sono e atividades físicas será lançado no Brasil neste semestre

Publicado

em

portal plural galaxy ring anel inteligente que acompanha sono e exercícios chega ao brasil neste semestre
Foto: Samsung/Divulgação

FAST AÇAÍAcademia PersonaNuvera15 topo humberto pluralbanner plano0 gold

A Samsung revelou o lançamento do Galaxy Ring, seu primeiro anel inteligente, nesta quarta-feira (10). Previsto para chegar ao Brasil ainda este ano em três cores – preto, dourado e prateado – o preço em reais ainda não foi divulgado pela empresa.

O Galaxy Ring funcionará exclusivamente conectado a celulares e relógios da própria marca, sincronizando dados através do aplicativo Samsung Health. Embora não seja obrigatório possuir um smartwatch, a utilização do produto é otimizada quando emparelhada com o Galaxy Watch 7 ou Galaxy Watch Ultra da Samsung. Segundo a fabricante, a duração da bateria pode aumentar em até 30% quando utilizados em conjunto.

O Galaxy Ring possui 7 milímetros de largura por 2,6 mm de espessura e pesa entre 2,3 e 3 gramas, variando conforme o tamanho. Serão disponibilizados 9 tamanhos, do 5 (pequeno) ao 13 (grande), garantindo que o dispositivo se adapte a diferentes dedos.

A autonomia da bateria varia de acordo com o tamanho do anel:

  • Tamanhos 5, 6 e 7: 5 dias
  • Tamanhos 8, 9, 10, 11: 6 dias
  • Tamanhos 12 e 13: 7 dias

Embora possa ser usado em qualquer dedo, a Samsung recomenda o uso no dedo indicador.

Funcionalidades

O Galaxy Ring é descrito pela Samsung como um “assistente de bem-estar”, permitindo o monitoramento avançado do sono e acompanhamento de dados de saúde, incluindo ciclo menstrual e ovulação. Detecta automaticamente caminhadas e corridas e é resistente à água até 100 metros, ideal para natação.

O anel também possui recursos de inteligência artificial, como a “Pontuação de Energia”, que avalia dados de sono, atividade e frequência cardíaca para indicar o nível de energia do usuário. Além disso, permite comandar ações no celular, como desativar alarmes ou tirar fotos, com um simples toque.

O Galaxy Ring será acompanhado por um estojo de acrílico, indicando o status de carga do dispositivo. A recarga pode ser realizada via cabo USB-C com carregador de parede ou base sem fio.

Apesar do lançamento da Samsung, anéis inteligentes não são novidade, com outras empresas como Oura, Circle e Ultrahuman já oferecendo produtos similares no exterior. A empresa finlandesa Oura, por exemplo, lançou seu anel original em 2015 e está atualmente na terceira geração.

Fonte: G1

Compartilhe

Destaque

Em dez anos, aumentou em 80% o número de motoristas com problemas de visão

Publicado

em

portal plural número de motoristas com problema de visão cresce quase 80% em 10 anos
Foto: Divulgação
Academia PersonaNuvera15 topo humberto pluralbanner plano0 goldFAST AÇAÍ

O número de brasileiros com restrições na Carteira Nacional de Habilitação (CNH) devido a problemas de visão aumentou significativamente nos últimos dez anos. Em 2014, 14,4 milhões de motoristas precisavam usar óculos ou lentes corretivas para dirigir, além de enfrentar restrições como dirigir apenas durante o dia ou ter visão monocular (igual ou inferior a 20% em um dos olhos). Em 2024, esse número cresceu para 25,4 milhões, representando um aumento de 77%.

Os dados foram divulgados pelo Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO), com base em informações da Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran). Atualmente, as restrições visuais compõem 91% de todas as anotações aplicadas às 27,9 milhões de CNHs emitidas no Brasil. Para o CBO, esses números destacam a importância da saúde ocular para a população e a necessidade de prevenção e diagnóstico precoce de doenças oculares.

Segundo o conselho, vários fatores contribuem para o aumento da demanda por cuidados oculares entre os motoristas brasileiros, incluindo o envelhecimento da população, o uso prolongado de telas de celulares e computadores, e o aumento de doenças crônicas como diabetes, hipertensão e estresse. Além disso, hábitos como alimentação inadequada, sedentarismo e obesidade também desempenham um papel significativo.

O mapeamento revela que os estados do Rio Grande do Norte, Paraíba e Rio de Janeiro apresentam a maior proporção de CNHs com restrições em relação ao total de condutores, com números de 390 mil (42% dos condutores), 371,8 mil (38%) e 2,1 milhões (34%), respectivamente. Por outro lado, o Acre tem o menor percentual nacional, com 20% dos condutores enfrentando alguma restrição visual.

Em comparação com 2014, os estados que mais aumentaram o percentual de motoristas com restrições foram Goiás (129%), Tocantins (128%), Roraima (125%), Mato Grosso (120%), Acre (119%), Amazonas (110%), Rondônia (103%), Alagoas (103%), Maranhão (102%) e Piauí (100%). O Distrito Federal, por outro lado, registrou um aumento de 40%.

O CBO também identificou os principais tipos de anotações relacionadas à visão nas CNHs dos brasileiros. A obrigatoriedade do uso de lentes corretivas é a mais comum, afetando cerca de 25 milhões de motoristas, seguida pelas restrições de visão monocular, que afetam 351 mil condutores. Em terceiro lugar, 152,1 mil motoristas são proibidos de dirigir após o pôr do sol.

O processo de inclusão de anotações na CNH é conduzido pelo médico do tráfego ao final da avaliação exigida para concessão ou renovação da habilitação. Durante o exame, são avaliadas a acuidade visual, o campo de visão, a capacidade de dirigir à noite e a capacidade de reagir ao ofuscamento dos faróis de outros veículos, além do reconhecimento das luzes dos semáforos.

Fonte: Agência Brasil

Compartilhe
[mailpoet_form id="1"]
Continue Lendo

Destaque

Casos de dengue no inverno de 2024 já superam total registrado em toda a estação do ano passado no RS

Publicado

em

portal plural casos de dengue no inverno de 2024 já superam total registrado em toda a estação do ano passado no rs
Foto: Divulgação
banner plano0 goldFAST AÇAÍNuvera15 topo humberto pluralAcademia Persona

Nas últimas quatro semanas epidemiológicas (de domingo a sábado), o Rio Grande do Sul registrou 2.493 casos de dengue. Esse número já supera o total de pacientes confirmados com a doença durante todas as semanas epidemiológicas do inverno de 2023, que foi de 2.194, e ainda faltam 10 semanas para o fim da estação.

Cenário Atípico

Normalmente, o inverno é um período de redução nos casos de dengue devido às baixas temperaturas, que dificultam a eclosão dos ovos do mosquito Aedes aegypti, transmissor da doença. Contudo, o inverno de 2024 apresenta uma situação alarmante. Eventos climáticos, como a enchente de maio seguida por dias quentes, criaram condições favoráveis para a permanência do mosquito e da doença.

O início do inverno, em 21 de junho, coincide com a 25ª semana epidemiológica, utilizada para monitorar a dengue e outras doenças. Em 2023, foram confirmados 467 casos de dengue nessa semana, o maior número registrado até então. Em 2024, esse número mais que triplicou, saltando para 1.470 novos casos.

Com o avanço do inverno e a diminuição das temperaturas, o número de casos tem caído, mas não desaparecido. Da 25ª para a 26ª semana epidemiológica, os novos casos caíram quase pela metade, de 1.470 para 778. Essa tendência de queda, ainda que os casos persistam, é observada nos hospitais.

Fonte: GZH

Compartilhe
[mailpoet_form id="1"]
Continue Lendo

Destaque

Queda histórica na indústria, baixa nos serviços e alta no comércio: um retrato da economia gaúcha em maio

Publicado

em

portal plural queda histórica na indústria, baixa nos serviços e alta no comércio um retrato da economia gaúcha em maio
Foto: Defesa Civil do RS
15 topo humberto pluralAcademia Personabanner plano0 goldFAST AÇAÍNuvera

A tragédia climática de maio deixou marcas significativas na economia do Rio Grande do Sul. Dados setoriais divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) ao longo da semana passada mostram os diferentes impactos e os desafios para a retomada das atividades, que começaram a esboçar uma reação em junho, tanto na indústria quanto no comércio e nos serviços.

A boa notícia, segundo economistas, é que a recuperação a curto prazo já começou. No entanto, a permanência dos efeitos a longo prazo dependerá do sucesso do plano de recuperação, especialmente no que diz respeito à infraestrutura, e da efetividade dos programas de apoio emergencial ao setor produtivo.

Com a maior queda da história para um mês de maio, a indústria gaúcha sofreu um declínio de 22,6% na Pesquisa Industrial Mensal (PIM), que mede a produção física. O desempenho do setor no Estado também contribuiu para a queda de 1% na média nacional no mesmo período. Em maio, a performance foi negativa em 12 dos 14 segmentos industriais, conforme destacou o economista-chefe da Fiergs, Giovanni Baggio.

Os reflexos mais acentuados foram nos produtos químicos (-5,21%), devido à paralisação no Polo Petroquímico de Triunfo, e nas máquinas e equipamentos agrícolas (-3,25%), que já enfrentavam um ano difícil devido a restrições impostas pelo governo argentino e à redução da demanda nos Estados do centro do país, por conta da diminuição das estimativas de safra. Houve também uma queda de 2,8% no processamento de alimentos, especialmente nas carnes, afetadas pela enchente no Vale do Taquari, e uma retração de 2,28% nos veículos automotores.

Comércio do Estado supera a média nacional

Em meio à enchente, alguns segmentos do comércio com peso relevante ganharam impulso extra. O pânico inicial que levou grande número de pessoas a estocar alimentos e a onda de solidariedade subsequente, não apenas no Estado, mas em todo o país, elevaram os resultados no setor de hipermercados do RS e do Brasil.

De acordo com Patrícia Palermo, economista-chefe da Fecomércio-RS, a Pesquisa Mensal do Comércio (PMC) de maio confirma a trajetória do varejo nacional ao longo do ano. Ela destaca que, além dos elementos que favorecem a demanda, como o mercado de trabalho aquecido e o crescimento do crédito para pessoas físicas, a dinâmica observada nos resultados do mês, quando no RS houve alta de 9,9% e no Brasil de 8,8%, foi fortemente influenciada pela tragédia climática.

Entre os desempenhos negativos, as vendas de veículos caíram 34%, devido à falta do sistema de emissão de notas fiscais, fora do ar por 20 dias, e aos prejuízos nas concessionárias.

Impacto no turismo puxa queda de 5,4% nos serviços

Na comparação entre maio de 2023 e 2024, os impactos nos serviços prestados às famílias registraram queda de 28,3% no Rio Grande do Sul. Esse grupo, que inclui alojamentos e alimentação, ambos ligados ao turismo, foi apontado por Oscar Frank como a principal causa da diferença na performance do Estado em relação ao país.

Enquanto no país o setor avançou 0,10%, no Rio Grande do Sul houve queda de 5,4% em maio.

Fonte: GZH

Compartilhe
[mailpoet_form id="1"]
Continue Lendo

Compartilhe

[DISPLAY_ULTIMATE_SOCIAL_ICONS]

Trending

×

Entre em contato

×