Fundo Social do Sicredi destina R$337 mil para Hospital Vida & Saúde – Portal Plural
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Fundo Social do Sicredi destina R$337 mil para Hospital Vida & Saúde

Pável Bauken

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Nesta semana, Direção e o Conselho de Administração do Hospital Vida & Saúde receberam a doação de R$ 337 mil do Sicredi. Em função do Coronavírus, a Instituição Financeira Cooperativa, aprovou a doação de R$1,8 milhão do resultado do Fundo Social para hospitais filantrópicos e secretarias de saúde da área de atuação da Cooperativa.

Na oportunidade, a comitiva do Sicredi realizou a entrega do valor e também conheceu as dependências do hospital que já receberam doações da Instituição Financeira Cooperativa. O recurso da doação deste ano será utilizado na estrutura que esta sendo construída no último pavimento da Nova Unidade. Este espaço será utilizado para Educação Corporativa. Área para a qualificação e treinamento dos profissionais que estão atuando na Unidade Dom Bosco. Após, a Unidade também será utilizada para os treinamentos e ações desenvolvidas na Instituição voltadas para segurança do paciente. Vários funcionários novos foram contratados, e todos, antes de atuarem na Unidade passam por intenso treinamento específico para este atendimento especializado.

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Mega-Sena acumula e próximo sorteio deve pagar R$ 33 milhões

A quina teve 75 apostas vencedoras cada uma receberá R$ 36.939,97

Pável Bauken

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© Marcelo Camargo/Agência Brasil

Ninguém acertou as seis dezenas do concurso 2276 da Mega-Sena, sorteadas no sábado (4) à noite, no Espaço Loterias Caixa, no Terminal Rodoviário Tietê, em São Paulo. Os números sorteados foram 05 – 15 – 18 – 27 – 49 – 57.

A quina teve 75 apostas vencedoras e cada uma receberá R$ 36.939,97.

Na quadra ganharam 5.403 apostas e cada uma vai receber R$ 732,52.

A estimativa de prêmio do próximo concurso, a ser realizado na quarta-feira (8), é de R$ 33 milhões para quem acertar as seis dezenas.

As apostas na Mega-Sena podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília) do dia do sorteio em lotéricas ou pela internet, no site da Caixa Econômica Federal.

A aposta simples, com seis dezenas, custa R$ 4,50.

ebc

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Especialista recomenda prazo de adaptação à Lei de Proteção de Dados

A norma, aprovada em 2018, entra em vigor em maio de 2021

Reporter Cidades

Publicado

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© Marcello Casal JrAgência Brasil

O Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro) promoveu debate sobre os caminhos para que empresas, instituições públicas e entidades sem fins lucrativos possam se adaptar à Lei Geral de Proteção de Dados (Lei nº 13.709/2018). A norma foi aprovada em 2018 e entraria em vigor em agosto deste ano, mas a Medida Provisória 959 de 2020 prorrogou o prazo para maio de 2021.

A LGPD estabeleceu os direitos dos titulares de dados pessoais, mas também as obrigações do que chama de “tratadores de dados”. Nesse cenário, em que cada vez mais as informações são digitalizadas, armazenadas e utilizadas, qualquer negócio ou entidade com um cadastro de trabalhadores ou de consumidores deverá se adaptar ao que diz a norma.

Segundo o advogado Márcio Cots, especialista em direito digital, as companhias devem prestar a atenção a um conjunto de passos, para sair de uma situação sem preocupação com a proteção de dados e gestão sobre as informações administradas para um novo estágio com governança de dados e processos adaptados ao que a lei requer.

“A lei vem para criar um ecossistema que até então não existia. Por mais que tenhamos normas, o fato é que esse ecossistema não tinha a estrutura que existe a partir da vigência da LGPD. Ela é mudança de paradigma. Veio para mudar as operações de empresa, governos e entidades sem fins lucrativos”, assinalou Cots.

Desafios

Ele elencou três desafios principais nesse esforço: o mapeamento dos processos que envolvem dados pessoais; a revisão de contratos com fornecedores ou consumidores quando necessário e a mudança de cultura dentro de cada firma.

Cots apresentou um modelo de processos organizado em etapas. A primeira delas é um levantamento preliminar, que visa entender onde há tratamento de dados na organização. Nesse momento, é importante envolver os trabalhadores e gestores com os objetivos do processo e com as oportunidades abertas pela LGPD, recomenda.

O segundo momento é o de produzir um inventário dos dados pessoais e dos procedimentos adotados na companhia envolvendo esses registros, bem como de que maneira cada tratamento se dá e quais suas implicações.

A terceira etapa tem como foco a classificação dos dados. Nem todas informações são pessoais, e a LGPD só trata dessa modalidade. Dessa forma, é importante separar entre o conjunto de dados quais se enquadram nessa categoria, explica o especialista.

Para além disso, segundo Cots, a lei traz regras e obrigações especiais para determinados registros denominados “sensíveis” (como os dados biométricos, de raça e cor ou de preferências políticas). O advogado ressaltou a importância de identificar esse conjunto, que merecerá um tratamento diferenciado.

Após preparar os integrantes, mapear os dados e classificá-los, entendendo o que deverá ser trabalhado, as entidades devem promover a adequação ao que fala a lei, que envolve as mudanças de processos, a implantação de ferramentas de gestão dos dados e eventuais ajustes jurídicos, como na alteração de contratos.

A iniciativa mais importante nessa etapa, de acordo com o advogado, é a mudança de cultura da organização, que passa pela reformulação dos valores e padrões compartilhados relacionados ao uso de dados nos bens e serviços das empresas ou nas atividades de instituições públicas ou entes sem fins lucrativos.

Na quinta etapa, ainda segundo o advogado, é preciso regularizar as atividades já transformadas. Essa adaptação traz um “pente fino” nos processos para identificar onde há riscos de responsabilização. É possível, segundo Cots, adotar procedimentos como a anonimização ou até mesmo o descarte dos dados. Outra alternativa é cumprir o mandamento da LGDP e obter consentimento dos usuários para determinadas finalidades pretendidas.

Por fim, de modo a fixar os novos processos e garantir que eles sejam respeitados, Cots diz que é preciso construir mecanismos de capacitação dos participantes, sejam eles empregados de empresas, servidores de órgãos públicos ou associados de uma entidade sem fins lucrativos.

Políticas

Entre as exigências da norma estão a indicação de responsáveis específicos pelas ações de tratamento e a elaboração de políticas. O advogado Márcio Cots recomenda a formulação de quatro políticas. A primeira teria caráter mais geral, sobre a gestão de dados. A segunda, disciplinaria o tratamento dos dados, com caráter de orientação interno.

Mas é preciso ter também uma política de privacidade aos consumidores ou usuários externos de bens e serviços, explicitando quais dados são coletados, para qual finalidade e de que maneira estes são tratados, alerta Cots.

Por fim, a LGPD exige uma política de segurança da informação, que discrimine as ações empregadas para evitar vazamentos e proteger os registros tratados pelo ente.

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Martha Rocha, primeira Miss Brasil, morre aos 87 anos

Ex-miss morava em uma casa de repouso em Niterói

Pável Bauken

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em

© Arquivo Nacional

A ex-miss Brasil Martha Rocha, de 87 anos de idade, morreu ontem (4), às 13h, na Casa de Repouso Carol Caminha, em Icaraí, Niterói, Região Metropolitana do Rio de Janeiro, onde morava há um ano e meio. O corpo foi enterrado hoje (5) no Cemitério do Santíssimo Sacramento, em Niterói. 

Álvaro Piano, de 63 anos de idade, um dos três filhos da ex-miss, disse à Agência Brasil que a mãe sofria de enfisema pulmonar e no sábado (4) teve o quadro agravado por insuficiência respiratória. A equipe médica da Casa de Repouso chegou a chamar uma ambulância, mas quando ela chegou Martha Rocha já estava sem vida, vítima de infarto fulminante.

Álvaro disse que a mãe, apesar de todos os convites que teve para ser atriz, cantora ou uma personalidade da chamada alta sociedade e de frequentar esse ambiente, sempre soube preservar o lado da família, de mãe e esposa. “Ela sempre foi uma boa mãe para a gente. A lembrança que tenho é de uma mãe que nos deu carinho e não de uma pessoa inacessível que nunca está presente. Ela sabia chegar em um equilíbrio com a vida social e com os convites. Para mim é até inconcebível vê-la como mito de beleza. Ela era a nossa mãe”.

Segundo Álvaro, há cinco anos Martha fez uma cirurgia no fêmur e após voltar para casa foi diagnosticada com uma infecção bacteriana intestinal super agressiva, adquirida no hospital. Ela permaneceu internada por cinco meses em outra unidade hospitalar, mas desde então passou a ter dificuldade de se locomover e passava a maior parte do tempo deitada.

O filho revelou que ao ser identificado o enfisema pulmonar, Martha Rocha abandonou o hábito de fumar, mas o pulmão já estava comprometido. “Isso também é um quadro que fragiliza a pessoa”.

Pelo quadro do estado de saúde que a mãe vinha enfrentando nos últimos anos, para Álvaro a mãe descansou com a morte. “Foi um descanso para ela. Teve uma morte relativamente sem grandes sofrimentos. Ela já estava pedindo mesmo para Deus levá-la. Foi até uma graça no meio da tristeza, não dá para negar, porque a cada dia acelerava mais o quadro de saúde. Tinha desenvolvido também surdez e tinha dificuldade de comunicação. Nessa época de covid não se pode visitar uma casa de repouso, porque as visitas estão proibidas. Então, foi um descanso para ela”, afirmou.

Álvaro disse que enquanto a mãe permaneceu na casa de repouso foi super bem tratada por toda a equipe da unidade, que dedicava a ela muito carinho. O filho disse que ela se mudou para o local para que pudesse ter acompanhamento médico durante 24 horas. “Dentro da medida do possível, ela teve um fim digno”, disse.

Miss Universo

Após vencer o concurso de Miss Bahia, Maria Martha Hacker Rocha foi eleita a primeira Miss Brasil em 1954, em uma cerimônia no Hotel Quitandinha, em Petrópolis, região serrana do Rio de Janeiro. No mesmo ano, a baiana foi para os Estados Unidos representar o Brasil no concurso de Miss Universo, mas acabou ficando em segundo lugar, perdendo o título para a americana Miriam Stevenson. Uma versão na imprensa, que é reproduzida até hoje, conta que a perda do título foi uma consequência de Martha ter duas polegadas a mais no quadril.

Para a ex-Miss Brasil 1986 Deise Nunes, Martha Rocha foi uma grande referência não só para ela, mas para todas as meninas que participaram e ainda fazem parte do concurso até hoje. “Uma mulher icônica, de personalidade muito forte, que no ano de 1954 se tornou Miss Brasil e quase foi Miss Universo, só perdeu por causa das tais duas polegadas. Com certeza, para nós brasileiros, foi sim, a nossa Miss Universo 1954”, afirmou à Agência Brasil.

Deise Nunes disse que teve o privilégio de estar pessoalmente com Martha Rocha em alguns eventos. “Lembro que da primeira vez que vi Martha Rocha fiquei paralisada. Confesso que demorei a acreditar que estava em frente daquela mulher, daquela beleza e daqueles olhos. Foi maravilhoso para mim. Foi como estivesse conhecendo um ídolo”, revelou.

ebc

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