Frente fria trará chuva e temporais após calor de 40ºC e sensação de 45ºC
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Frente fria trará chuva e temporais após calor de 40ºC e sensação de 45ºC

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A segunda-feira, último dia da onda de calor, registrou marcas extremas no Rio Grande do Sul. Máximas acima dos 40ºC foram anotadas com índices de sensação térmica ainda mais altos. O calor foi mais extremo no Oeste, Noroeste, no Centro, nos vales e na Grande Porto Alegre, onde máximas e valores de sensação térmica acima de 40ºC foram observados em mais municípios.

A aproximação de uma frente fria reforçou o ingresso de ar quente, o que levou aos picos de temperatura. Uruguaiana, Quaraí, Rio Pardo, Campo Bom e diversas outras cidades gaúchas anotaram neste domingo as suas maiores máximas do ano até o momento. Foi a primeira vez em 2024 que duas estações oficiais do estado registraram máximas acima de 40ºC.

De acordo com dados de estações oficiais do Instituto Nacional de Meteorologia, as maiores máximas nesta segunda foram de 40,2ºC em Quaraí; 40,1ºC em Uruguaiana; 39,8ºC em Campo Bom; 39,4ºC em Rio Pardo; 39,1ºC em Teutônia; 39,0ºC em Alegrete; 38,5ºC em São Borja; e 38,4ºC em São Luiz Gonzaga. Muitas outras cidades ficaram entre 35ºC e 38ºC.

Estações automáticas particulares indicaram 40,8ºC em Rio Pardo; 40,0ºC em Porto Xavier; 39,9ºC em Parobé; 39,4ºC em Santa Cruz do Sul; 39,3ºC em Teutônia; 39,2ºC em Porto Vera Cruz; 39,0ºC em Colinas; 38,9ºC em Venâncio Aires e Taquara; 38,7ºC em Santa Rosa e Maquiné; 38,6ºC em Três Coroas; 38,5ºC em São Leopoldo; 38,3ºC em Rosário do Sul, Cachoeira do Sul e Rolante; e 38,1ºC em Ijuí.

Várias cidades experimentaram ainda sensação térmica (índice de calor) acima dos 40ºC. Em Campo Bom, que anotou a sua temperatura máxima mais alta do ano até agora com 39,8ºC, a sensação térmica chegou a 45ºC. Porto Alegre, que teve máxima de 36ºC no Jardim Botânico, registrou sensação térmica de 43ºC pela umidade.

Frente fria avança com chuva e temporais 

O calor está com as horas contadas. A razão é uma frente fria que nesta segunda-feira passou pela província de Buenos Aires e o Uruguai com chuva, localmente forte, e alguns temporais que não chegaram a ser severos. A chegada da frente formou uma grande nuvem arco do tipo prateleira que avançou sobre Montevidéu com chuva e trovoadas.

A frente fria avança pelo Rio Grande do Sul nesta terça-feira, dando fim à onda de calor de quase duas semanas. Chove em todas as regiões do estado no decorrer do dia, em vários pontos desde a madrugada e de manhã. No decorrer do período, a frente se intensifica sobre o estado e avança para o Norte.

Alerta-se para o risco de chuva localmente forte a intensa na passagem da frente fria pelo Rio Grande do Sul assim como para a possibilidade de alguns temporais em setores localizados em que pode ter queda de granizo e vento forte (vendaval isolado).

A temperatura à tarde estará 10ºC ou mais inferior à de ontem no mesmo horário em muitas cidades. É provável que em alguns municípios a temperatura no meio da tarde fique até 15ºC abaixo do anotado hoje no mesmo horário. As máximas do dia em vários locais ocorrem ainda no início do dia, entre a madrugada e de manhã, refrescando na sequência com a chuva.

O que esperar da chuva e dos temporais 

A frente fria ao avançar pelo Rio Grande do Sul nesta terça trará chuva generalizada, mas com grande variabilidade de volumes. Volumes altos serão anotados em vários pontos, por precipitações localmente fortes, enquanto em outros choverá pouco. Assim, em um grande número de locais, porém não em todos, a chuva trará melhora para as lavouras que se ressentem da falta de precipitação.

O mapa mostra a projeção de chuva acumulada em 48 horas até 9h de quarta-feira do modelo meteorológico alemão Icon. Como se observa, alguns locais podem ter chuva tão volumosa quanto perto ou acima de 100 mm enquanto outro podem não passar de 15 mm ou 20 mm.

Embora haja risco de temporais isolados, alguns com potencial de serem fortes com vendaval, não se antecipa condição de tão alto risco quanto em 16 de janeiro, quando vendavais destrutivos atingiram a capital e muitas cidades do interior. Naquele ocasião, uma baixa fria com ar muito frio em altitude avançava pelas latitudes médias da América do Sul, o que não se projeta agora.

 

Fonte: Estael Sias/MetSul.

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Pesquisadores da UFPel preveem pico de enchente em Pelotas entre segunda e quarta-feira

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Foto: Divulgação/ Prefeitura de Pelotas
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A Região Sul do Estado está se preparando para a chegada de uma grande quantidade de água, resultante da descida das águas do Guaíba para a Lagoa dos Patos, e posteriormente para o mar. Todas as previsões meteorológicas e movimentos hídricos, bem como as orientações relacionadas à evacuação, resgate e outras medidas relacionadas às enchentes da região, especialmente de Pelotas, são emitidas a partir da Sala de Situação no 9º Batalhão de Infantaria Motorizada (9°BIMtz).

Dentre as equipes envolvidas está um grupo de pesquisadores de modelagem matemática da Universidade Federal de Pelotas (UFPel), responsável por prever o escoamento das águas. Eles utilizaram um modelo computacional desenvolvido nos Estados Unidos, amplamente empregado internacionalmente para prever inundações. A pesquisadora Daniela Buske explica que essas simulações fornecem estimativas do volume de água que atingirá Pelotas e região, considerando a vazão da água desde Porto Alegre até a foz da Laguna dos Patos e prevendo os dias de maior inundação.

No último sábado (11), os pesquisadores apresentaram às autoridades e às forças de segurança dados que indicam a mudança da classificação da área da Vila Farroupilha, inicialmente classificada como área de alerta, para área de risco – de laranja para vermelho.
Além disso, forneceram informações sobre datas específicas, como de segunda (13) a quarta-feira (15), quando é esperado um aumento significativo do volume de água em Pelotas através da Lagoa dos Patos.

O processo de obtenção de cada simulação pode levar até 12 horas, devido à capacidade computacional e à necessidade de análise minuciosa de todo o cenário. “Dedicamos horas à simulação para obter os resultados atuais e determinar o tempo restante até a chegada do principal volume de água, a grande vazão, à nossa região, especialmente em Pelotas”, explica a pesquisadora.

Fonte: O Bairrista

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Frente fria deve trazer queda acentuada da temperatura no RS

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O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu um alerta laranja, “de perigo”, para o declínio acentuado da temperatura na Região Sul. O fenômeno deve ser percebido entre segunda (13) e quarta (15) e pode levar os termômetros a registrarem temperaturas cinco graus Celsius (°C) menores.

Segundo o Inmet, as chuvas neste domingo (12) foram mais concentradas em grande parte do Rio Grande do Sul e em Santa Catarina. Já a partir da noite, a concentração será na metade norte do estado gaúcho, incluindo a capital Porto Alegre. “E na parte mais ao sul do estado, já começam a cair as temperaturas a partir de hoje”, disse à Agência Brasil o meteorologista do Inmet, Heráclio Alves.

Nos três estados do Sul, a temperatura deve ficar mais baixa. No Rio Grande do Sul, o meteorologista apontou que a temperatura pode ficar abaixo dos 4º nos próximos dias, principalmente nas madrugadas e manhãs. “Então, a chuva já diminui a partir de amanhã, principalmente no Rio Grande do Sul, mas vai ter a frente fria que vai se formar durante a madrugada. Ainda chove no norte do estado mas, no decorrer do dia, a chuva avança para Santa Catarina e Paraná e e vai dando espaço a essa massa mais fria, e com pouca chuva, mas com temperatura muito baixa. Tem o frio”, alertou Heráclio Alves.

A partir dessa segunda-feira (13), na madrugada e no decorrer do dia, a chuva fica mais concentrada no norte gaúcho e começa a avançar por Santa Catarina e Paraná, entre a segunda e terça-feira. As temperaturas vão cair também nas demais áreas do Rio Grande do Sul, em Santa Catarina, Paraná e também no sul e oeste do Mato Grosso do Sul.

 

Com informações de Agência Brasil.

 

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Chuva e queda de temperatura são previstas para esta semana no RS

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Foto:Inmet / Reprodução
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Durante esta semana, é provável que a instabilidade continue predominando em grande parte do Rio Grande do Sul. Até sexta-feira (17), são esperados pelo menos três dias de chuva, com os maiores acumulados previstos para segunda-feira (13). Os meteorologistas alertam também para a continuidade da queda da temperatura, podendo ocorrer geada em algumas áreas, com mínimas variando entre 2°C e 3°C.

Para segunda-feira, há dois alertas de perigo relacionados à chuva intensa, um amarelo e um laranja, emitidos pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). Esses alertas abrangem diferentes regiões e são válidos até as 18h. O alerta laranja indica risco de chuvas entre 50 e 100 milímetros por dia, além de ventos de até 100 km/h na serra gaúcha e em outras áreas do estado e de Santa Catarina. Enquanto isso, o alerta amarelo sinaliza a possibilidade de chuvas menos intensas e rajadas de vento de até 60 km/h em outras regiões.

É preocupante considerar que a média histórica de chuvas para maio no RS varia de 140 a 180 milímetros, tornando alarmante a possibilidade de atingir até 100 milímetros em apenas um dia. Patricia Cassoli, meteorologista da Climatempo, explica que essa chuva é resultado da combinação de uma área de baixa pressão com a umidade proveniente do norte do Brasil, o que potencializa a instabilidade. Mesmo que os acumulados não devam ser tão expressivos como os recentes, qualquer quantidade de água pode aumentar os riscos de enchentes e deslizamentos.

Na terça-feira (14), espera-se tempo firme na maior parte do estado, com exceção da divisa com Santa Catarina, onde ainda pode ocorrer chuva fraca. Isso se deve à chegada de uma massa de ar polar, que também provocará queda nas temperaturas e chance de geada em algumas regiões.

O tempo firme deve persistir até quarta-feira (15), com a continuação da queda nas temperaturas, especialmente nas regiões ao norte do estado, onde há possibilidade de geada e nevoeiro pela manhã.

A partir de quinta-feira (16), o céu nublado e a chance de chuvas retornam, podendo ser mais intensas nas regiões próximas à Serra, Missões e Litoral Norte. Essa condição é resultado do afastamento da massa de ar polar para o oceano e do transporte de umidade da região Norte para o RS, além da presença de cavados, que são áreas de baixa pressão que favorecem a formação de nuvens de chuva.

Na sexta-feira, a chuva deve se espalhar por todo o estado com mais intensidade, com volumes previstos entre 20 e 40 milímetros em municípios do Centro e da metade Norte, sendo mais fraca no Sul, na Campanha e na Fronteira Oeste.

Fonte: GZH

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