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Frente da Direita Unida em Santa Rosa

Pável Bauken

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Na última segunda-feira, dia 23, um bloco de partidos de direita e centro-direita de Santa Rosa se apresentou com exclusividade ao Porta Plural em uma transmissão ao vivo e se colocou a disposição da comunidade para as eleições municipais de 2020.

Trata-se de uma frente de direita, segundo relatam seus dirigentes, unindo os partidos DEM, PSL, PSD e PSDB.

Seguem trechos relatados pelos dirigentes partidários:

“O cenário político ainda não se definiu em nossa cidade, estamos a mais de um ano conversando e queremos com apoio de partidos de centro-direita para dar uma opção a mais para nossa comunidade. Para que as pessoas possam ser representadas por iniciativas liberais em questão econômica e conservadora em valores e família”, disse André Luis, Presidente do Democratas.

“O alicerce desta caminhada é aos moldes do governo do nosso presidente Bolsonaro, neste contexto o PSDB, que é de centro, aderiu à causa, apoia e ajuda na construção deste processo, de igual forma, outras siglas de centro, centro-direita e direita poderão vir a compor esta construção, desde que se encaixam neste propósito, pois a política, na democracia, se faz com diálogo, trabalho e relacionamento”, disse Roberto Bürkle, Presidente do PSL.

“Desde que fui chamado a participar do Portal Plural vim para representar à direita, os princípios e valores conservadores que tem que ser defendidos em nossa sociedade. (…) Desde 2017 temos pré-candidatos em Santa Rosa que não nos parecem atender aos anseios da população, e estamos acompanhando atritos internos nos seus partidos, sabendo que é complicada a política e difícil agradar todos, (…) também acompanhei a construção do bloco partidário de direita e sempre o apoiei. Agora a sociedade está começando a ver que existem outras opções, pois antes sempre houve uma hegemonia de centro, centro-esquerda e esquerda. Então espero que o projeto desta frente avance e que mexa com esse eixo predominante”, disse Jonathan Accioly Schwerz (convidado do Portal Plural), que logo após disse que partirá em auxílio na construção do partido do Presidente Bolsonaro e que, estando este apto para as eleições de 2020, é imprescindível estar junto com o que denomina como Frentão da Direita.

“Estamos a tempos discutindo para criar uma nova opção sem nomes definidos diminuindo a máquina pública, não queremos cargos públicos acreditamos que os servidores concursados têm capacidade e são sub utilizados, queremos contribuir com ideias e projetos já que está havendo uma liberação da economia em nível nacional. Santa Rosa está começando a ter um pequeno desenvolvimento e podemos contribuir com ideias”, disse Edisson Schroeder, Presidente do PSD.

“Estamos montando um plano de governo para Santa Rosa dentro da linha ideológica que representamos, principalmente na parte de liberdade economia, menos governo para travar o crescimento, já fui para Cuba e Venezuela e conheço o desastre que foi criado nesses países, então está na hora de nos posicionarmos para não chegar a situações como a deles”, disse Lotário Wallauer, presidente do PSDB.

Os quatro partidos possuem grande representatividade em nível nacional tanto no Poder Executivo quanto no Legislativo, bem como no âmbito estadual.

Até agora são consideradas como certas quatro pré-candidaturas ao cargo de chefia do Executivo Municipal (Prefeito e vice), mas, no entanto, quando questionados sobre tal, os dirigentes afirmaram que, além de não terem descartado a possibilidade da aderência de mais partidos, os seus nomes ainda estão sendo discutidos de forma tranquila e democrática haja vista que, nas palavras de Wallauer, “não buscam um cargo para um elemento, mas um elemento para o cargo”.

Parece que ainda há muita água para passar por baixo da ponte, afirmou o condutor da entrevista, Rodrigo Dogonski, em substituição ao Gelson Weier, que está em viagem e, inclusive, também é integrante de um dos partidos da Frente de Direita.

Veja o vídeo da transmissão:

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É lei: furar fila da vacinação contra Covid pode dar até 12 anos de prisão

Reporter Global

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Não pense que vai ficar por isso mesmo! A turma do “se colar, colou”, que entrou no esquema de furar fila da vacinação em pelo menos 10 estados brasileiros e no Distrito Federal (veja abaixo) pode se dar mal.

 

 

Isso vale para quem aplica a dose e para quem recebe a agulhada sem estar nas prioridades estabelecidas pelo Ministério da Saúde.

O alerta é do promotor de Justiça Clayton Germano, da 2ª Promotoria de Defesa da Saúde do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT). Ele integra a força-tarefa no combate à covid-19 do Ministério Público do Distrito Federal.

Além de ser coisa de gente mau-caráter e egoísta, isso pode ser enquadrado em crimes de:

 

  • Peculato: praticado por servidor que se apropria de um bem público em prejuízo da coletividade, que prevê pena de 2 a 12 anos de prisão e
  • Improbidade administrativa: crime cometido por agente público, durante o exercício de função pública ou decorrente desta.

E Clayton lembra que o servidor público – que tem a guarda das vacinas contra Covid-19 e aplicou a dose em quem, neste momento, não teria direito – também pode perder o cargo.

Quem se envolve na fraude também poderá ter de pagar multa.

 

Denúncias em 10 estados e DF

Clayton abriu uma investigação para apurar denúncias de favorecimento da aplicação da CoronaVac no Distrito Federal. O caso é mantido sob sigilo. Mas não é apenas no DF.

Promotores de Justiça e procuradores da República de diferentes regiões estão instaurando procedimentos para apurar denúncias semelhantes em ao menos 10 estados, de acordo com levantamento da Agência Brasil.

Entre eles no Amapá, Amazonas, Bahia, Ceará, Pará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte e Sergipe.

 

Afastado do cargo

Em Pires do Rio, município a 150 km de Goiânia, o secretário municipal de Saúde Assis Silva Filho foi afastado do cargo por ter furado a fila e imunizado a própria esposa.

O pedido de afastamento dele foi feito pelo Ministério Público do Estado de Goiás e acatado pela comarca da cidade.

Assis Silva assumiu que furou a fila para “preservar a saúde da mulher da minha vida”.

Ele também é pastor da igreja Vitória em Cristo.

 

 

FONTE: Só Noticia Boa

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Fiocruz libera neste sábado distribuição de vacina aos estados

Instituto fará checagem de qualidade e segurança, além de rotulagem

Pável Bauken

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© Fernando Frazão/Agência Brasil

Os 2 milhões de doses da vacina Oxford-AstraZeneca, desenvolvida em parceria com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), começarão a seguir para os estados na tarde deste sábado (23). Depois de chegar em voo da Emirates ao Aeroporto de Guarulhos, às 17h20 dessa sexta-feira (22), a carga foi transportada em um avião da Azul até a Base Aérea do Galeão, aonde chegou às 22h.

O avião foi recebido na pista por um batismo simbólico, com jatos de água lançados em forma de arco pelos bombeiros do Aeroporto Rio-Galeão.

As vacinas prontas foram fabricadas pelo Instituto Serum, na Índia, e eram aguardadas desde sábado (16), mas tiverem atraso no envio por questões internas da Índia.

Chegada das vacinas da AstraZeneca/Oxford contra Covid-19 produzidas pelo Instituto Serum, na Índia, à base aérea do Galeão para serem encaminhadas à Fiocruz.

O avião com as vacinas da AstraZeneca/Oxford foi recebido na pista por um batismo simbólico  – Fernando Frazão/Agência Brasil

O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, recebeu o lote em solo brasileiro, ao lado dos ministros das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, e das Comunicações, Fábio Faria. Também estavam presentes o embaixador da Índia, Suresh Reddy, e a presidente da Fiocruz, Nisia Trindade. Esta última se juntou ao grupo no Rio de Janeiro.

“A encomenda tecnológica prevê 100 milhões de doses para o primeiro semestre. Essas 2 milhões de doses são apenas o início. É o começo do processo. O objetivo do Ministério da Saúde é a vacinação em massa do povo brasileiro. E isso vai nos colocar, rapidamente, no topo da lista do número de vacinados. Com 8 milhões de doses, nós passaremos a ser o segundo país do ocidente que mais vacinou”, disse Pazuello, em pronunciamento à imprensa na Base Aérea.

O ministro Ernesto Araújo ressaltou a cooperação e a relação diplomática com a Índia. “Isto aqui é o começo de uma parceria tanto na área farmacêutica quanto em muitas outras áreas com a Índia. País pelo qual temos uma admiração imensa, uma amizade imensa, que agora se consolida ainda mais”, disse Araújo.

Os ministros da Saúde, Eduardo Pazuello, das Relações Exteriores, Ernesto Araujo, o embaixador da Índia no Brasil, Suresh Reddy, e a presidente da Fiocruz, Nísia Trindade

Os ministros da Saúde, Eduardo Pazuello, das Relações Exteriores, Ernesto Araujo, o embaixador da Índia no Brasil, Suresh Reddy, e a presidente da Fiocruz, Nísia Trindade – Fernando Frazão/Agência Brasil

O embaixador indiano classificou o momento como um dia histórico entre os dois países. “Este dia traz sorrisos e otimismo a muitas pessoas. O Brasil é o primeiro país a receber esta carga e nós estamos muito orgulhosos de fazer parte deste processo. A Índia assegurará vacinas para todos os países e todos os povos”, disse Suresh Reddy.

Para a presidente da Fiocruz, a chegada da vacina é uma vitória da ciência. “Neste momento de perdas, ter a vacina é uma esperança que vem da ciência, que vem do Sistema Único de Saúde. É uma vacina com 70% de eficácia e que poderá ser administrada no intervalo de 12 semanas. Isto será muito importante para o nosso sistema de saúde”, ressaltou Nísia Trindade.

Fiocruz

Da Base Aérea, as vacinas seguiram em caminhões refrigerados para o Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos (Bio-Manguinhos/Fiocruz), para checagem de qualidade e segurança, além de rotulagem, com etiquetagem das caixas com informações em português.

Esse processo será feito ao longo da madrugada e da manhã de sábado e será realizado por equipes treinadas em boas práticas de produção. A previsão é de que as vacinas estejam prontas para distribuição para todos os estados brasileiros no período da tarde.

Toda a logística de distribuição ficará sob a responsabilidade do Ministério da Saúde, por meio do Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação contra a Covid-19.

Bolsonaro

Pelo Twitter, o presidente Jair Bolsonaro comentou sobre a chegada dos 2 milhões de doses da vacina AstraZeneca/Oxford ao Brasil. Ele disse que foram “negociadas pelo Ministério da Saúde e [a vacina já foi] adquirida também por um grande número de países”.

ebc

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Chegada de novas doses de vacina contra a Covid-19 no país assegura continuidade da campanha de vacinação

Voo procedente da Índia trouxe 2 milhões de vacinas da AstraZeneca contra a Covid-19

Pável Bauken

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- Foto: Divulgação Ministério da Saúde

A continuidade da campanha de vacinação contra a Covid-19 no Rio Grande do Sul está garantida, informou a secretária da Saúde, Arita Bergmann, nesta sexta-feira (22/01). Ainda não há informação oficial sobre quantas doses serão enviadas nem em que momento chegarão ao Estado. A expectativa é de que sejam cerca de 100 mil.

“Já está em solo brasileiro o avião contendo 2 milhões de doses da vacina de Oxford. Estamos aguardando informações do Ministério da Saúde para saber quantas serão destinadas ao Estado. Assim que tivermos essa informação, poderemos definir em qual grupo prioritário essa vacina será aplicada”, explicou. “A prioridade é complementar a vacinação dos profissionais de saúde e de idosos não institucionalizados”, completou.

Em paralelo, Arita ressalta a aprovação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para o uso emergencial no país de mais 4,8 milhões de doses da vacina CoronaVac, desenvolvida pelo laboratório chinês Sinovac em parceria com o Instituto Butantan. “Depois da arrancada inicial, temos a perspectiva da continuidade da vacinação. A vacina é uma proteção segura contra o coronavírus”, acrescentou.

Na primeira leva, o RS recebeu um lote com o total de 341,8 mil unidades da CoronaVac. Metade das doses já foram distribuídas às coordenadorias regionais de saúde, que repassaram aos municípios. A outra metade fica reservada pela Secretaria da Saúde (SES) para envio posterior aos municípios, assegurando quantitativo suficiente para a segunda dose de todos vacinados, com a segunda aplicação a ser feita 28 dias após a primeira. Até esta sexta-feira (22/1), 44 mil pessoas já haviam sido vacinadas no RS.

O total enviado é destinado a um público estimado de 162 mil pessoas, acrescido de uma margem extra de aproximadamente 5% por segurança (reserva técnica em casos de avarias ou perdas de doses).

Inicialmente, o público a ser vacinado são os profissionais de saúde da linha de frente na pandemia em hospitais, área da atenção básica e rede de urgência e emergência, pessoas acima de 60 anos que vivem em Instituições de Longa Permanência de Idosos (ILPI) e população indígena aldeada.

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