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Fóruns pela Vida mobilizam milhares de pessoas em ações de educação e promoção da saúde

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As regiões Fronteira Noroeste e Missões sediam nos próximos dias as edições do Fórum pela Vida. Os eventos reúnem todo o trabalho de Assistência Técnica e Extensão Rural e Social (Aters) com plantas bioativas, para uso humano e animal, e que passaram a incorporar, ao longo dos anos outros temas importantes voltados à educação e à promoção da saúde. Na região das Missões, o Fórum pela Vida chega a sua 7ª edição nesta quarta-feira (21/08). Já o 18º Fórum pela Vida na Fronteira Noroeste será sediado em São José do Inhacorá, no dia 28/08. Até o momento foram realizadas 17 edições do evento na Fronteira Noroeste e seis edições nas Missões. Apenas entre 2015 e 2018, o Fórum pela Vida mobilizou 6.550 pessoas no total.

Em São Pedro do Butiá, onde acontece o Fórum pela Vida nas Missões, são esperadas em torno de 1 mil pessoas vindas de 20 municípios. O evento tem início às 9 horas desta quarta-feira (21/08), no Parque Municipal Norberto Guilherme Tem Kathen.

Com o tema “Sua vida muda quando você muda”, o Fórum missioneiro terá em sua programação palestras sobre comportamento humano e saúde e sobre uso racional da medicação. Também serão apresentados os resultados de levantamento sobre uso de plantas medicinais no município, o projeto desenvolvido com pessoas com deficiência por meio do Grupo de Inclusão Social do Centro de Referência em Assistência Social (Cras) e a explanação sobre plantas medicinais na valorização do conhecimento popular. Ao longo do dia, podem ser conferidas exposição e comercialização de artesanato e produtos coloniais.

Em São Pedro do Butiá o evento é promovido pela Emater/RS-Ascar e Prefeitura, com o apoio do Sindicato dos Trabalhadores Rurais, Câmara de Vereadores, Paróquia São Pedro Apóstolo, Cresol, Coopermil e Sicredi.

Já em São José do Inhacorá, no dia 28/08, o evento inicia-se às 8h45, no Ginásio de Esportes, com previsão de participação de mais de 1 mil pessoas. O tema central será “Deixe Viva a sua Vida”, com discussões sobre porque as pessoas adoecem, identificação dos benefícios das plantas medicinais, uso popular de plantas medicinais com preservação da biodiversidade e orientações sobre atividade física. A programação também contempla apresentação sobre programa de atividade física com a fisioterapeuta da Secretaria Municipal de Saúde, apresentações artísticas do Centro de Referência em Assistência Social (Cras) Bem Viver e explanação de dados do município na área de saúde.

O Fórum de São José do Inhacorá é uma promoção da Emater/RS-Ascar, Prefeitura e Paróquia São José e conta com o apoio de Sicredi, São José Industrial, Cooper São José, Sindicato dos Trabalhadores Rurais, Chá Erva da Mata e Cotrimaio.

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Três municípios da Região Celeiro estão entre os 15 municípios em situação de emergência no RS

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Lavoura prejudicada em Espumoso — Foto: Reprodução/RBS TV

A falta de chuvas no Rio Grande do Sul está provocando grandes prejuízos nas lavouras. A Emater informou que ainda está levantando oficialmente os prejuízos, porém diversas cidades já registraram perdas de mais de 80% nas produções.

Até a noite desta terça-feira (21), 15 municípios haviam decretado situação de emergência em razão da estiagem, conforme a Defesa Civil. Outras cinco cidades registraram perdas significativas mas ainda não decretaram emergência. A maioria delas é do Norte ou Noroeste do estado. Veja lista abaixo.

Das 15, apenas uma teve teve a situação homologada pelo estado e pela União até esta terça. Júlio de Castilhos decretou situação de emergência no dia 6 de dezembro e teve homologação no dia 16. As outras cidades ainda tem prazo de 180 dias para comprovar a situação, apresentando laudos de pessoas afetadas, situação da agricultura, entre outros aspectos.

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Agro

SEAPDR detecta gafanhotos nativos em Coronel Bicaco e outros quatro municípios da região

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Fiscais estaduais agropecuários e engenheiros agrônomos da Secretaria Estadual da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (SEAPDR) realizaram na sexta-feira (17), fiscalização de áreas agrícolas para monitoramento de gafanhotos.
Nesta fiscalização, realizada através de denúncia, foram feitas vistorias nas áreas agrícolas do município de Ajuricaba. Os gafanhotos, das espécies Zoniopoda iheringi e Chromacris speciosa, são nativos do Rio Grande do Sul, não se tratando de gafanhotos migratórios presentes na Argentina.
“As culturas comerciais de grãos, como milho e soja, atualmente implantadas em condições de estresse hídrico, não apresentam danos significativos causados pelo inseto. No entanto, a incerteza em relação ao clima e o desconhecimento dos hábitos dos gafanhotos podem gerar preocupação entre os agricultores”, destaca Rita Grasselli, chefe da Divisão de Defesa Sanitária Vegetal.
A recomendação para os agricultores é para permanecer em alerta em relação a novos focos e que, em caso de alta infestação associada a danos verificados nas lavouras, entrar em contato com a Inspetoria de Defesa Agropecuária do seu município ou com a Emater. E também através do email: [email protected]
Além de Ajuricaba, foram feitas 19 vistorias nos municípios de Coronel Bicaco, Nova Ramada, Santo Augusto e São Valério do Sul neste ano de 2021.
A SEAPDR é participante do Comitê de Emergência Fitossanitária para Schistocerca cancellata, conforme Portaria de Emergência MAPA nº 201/2020 e Instrução Normativa SEAPDR nº 17/2020 e, por isso, tem realizado vistorias de monitoramento de populações acridianas em áreas agrícolas do Rio Grande do Sul.
Fonte: SEAPDR
Foto: André Ebone/Divulgação SEAPDR
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Agro

Preço ao produtor de leite teve queda real de 5% neste ano

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A pesquisa do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), da Esalq/USP, mostra que o preço do leite captado em outubro e pago aos produtores em novembro recuou 6,2% e chegou a R$ 2,1857/litro na “Média Brasil” líquida, uma retração de 2,5%, em comparação ao mesmo mês do ano passado.

É a segunda queda consecutiva dos preços no campo. Com isso, a variação acumulada em 2021 (de janeiro a novembro) está, pela primeira vez neste ano, negativa, em 5%, em termos reais.

A pesquisa do Cepea mostra que, de setembro para outubro, o Índice de Captação Leiteira (ICAP-L) recuou 0,87% na “Média Brasil”.

Os dados mostram que, mesmo com o retorno das chuvas da primavera, que favorecem a disponibilidade de pastagem, a produção de leite segue limitada neste ano pelo aumento dos custos de produção e por consequentes desinvestimentos na atividade.

CUSTO DE PRODUÇÃO
De janeiro a outubro, o poder de compra do pecuarista frente ao milho, insumo essencial para a alimentação animal, recuou, em média, 29,5% – no ano passado, enquanto o pecuarista leiteiro precisava de, em média, 33 litros de leite para adquirir uma saca de milho de 60 kg (com base no Indicador ESALQ/BM&FBovespa, Campinas – SP), em 2021, são precisos 43 litros para a mesma compra.

Os preços dos grãos registraram quedas recentemente, mas o patamar ainda está elevado. Segundo o Cepea, outros importantes insumos da atividade leiteira também encareceram de forma intensa, como é o caso dos adubos e corretivos, combustíveis e suplementos minerais.

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