Flávio Dino é o primeiro senador indicado para o Supremo em 29 anos
Connect with us

NACIONAL

Flávio Dino é o primeiro senador indicado para o Supremo em 29 anos

Publicado

em

portal plural dino
Lula Marques/Agência Brasil

Nuverabanner plano0 gold15 topo humberto pluralFAST AÇAÍAcademia Persona

Pela primeira vez em quase três décadas, um senador foi indicado para compor o STF (Supremo Tribunal Federal). Flávio Dino (PSB) – licenciado do Senado para assumir o cargo de ministro da Justiça e Segurança Pública – foi eleito pelo Maranhão com mais de 2 milhões de votos.

 

A última vez que um senador havia sido indicado para a Corte foi em 1994, quando Maurício Corrêa (1934-2012), eleito pelo Distrito Federal, foi sugerido ao STF pelo presidente Itamar Franco. Ele tomou posse no cargo em dezembro daquele ano. Ao todo, outros 12 ministros do Supremo também tiveram assento no Senado.

A sabatina de Dino na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) do Senado está marcada para o dia 13 deste mês. A votação é secreta, mas a oposição já se movimenta contra a sua indicação. O partido Novo, por exemplo, lançou no dia do anúncio do nome do maranhense um abaixo-assinado contra a indicação. O formulário on-line já conta com cerca de 415 mil apoios desde então. Além da CCJ, a indicação ainda precisa ser confirmada no plenário do Senado.

Dino segue seu périplo em busca do apoio dos senadores. Ele já visitou mais de dez gabinetes desde o dia 29 de novembro. No plenário, uma indicação ao STF precisa de pelo menos 41 votos para ser aprovada.

 

Fonte: O Sul

Compartilhe

NACIONAL

Mãe é suspeita de permitir que filha fosse estuprada pelo padrasto durante 5 anos

Publicado

em

portal plural mãe é suspeita de permitir que filha fosse estuprada pelo padrasto durante 5 anos
Foto: Reprodução | Metrópoles
NuveraFAST AÇAÍAcademia Personabanner plano0 gold15 topo humberto plural

A Polícia Civil do Estado do Espírito Santo prendeu a mãe de uma menina de 13 anos por suspeita de que ela permitia que a filha fosse estuprada pelo padrasto.

A prisão ocorreu no município de Vila Velha (ES). Segundo a polícia, os abusos teriam ocorrido dos oito aos 13 anos da garota.

Segundo as investigações, a mãe, de 31 anos, permitia que a filha fosse abusada sexualmente pelo padrasto e batia na menina, sob alegação de que ela estaria se insinuando para o agressor.

A Polícia Civil tomou conhecimento dos fatos em dezembro do ano passado, após a vítima contar ao pai os abusos que sofria e a família denunciar o crime.

A prisão realizada pela Delegacia Especializada de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA) ocorreu na última quarta-feira (24/1), mas a corporação apenas divulgou o caso nesta quarta (31/1).

Em depoimento, a mãe disse que não sabia que a filha era abusada e acabou encaminhada ao Centro Prisional Feminino de Cariacica, onde permanecerá disposição da Justiça.

O padrasto tem um mandado de prisão por estupro de vulnerável em aberto, mas segue foragido.

 

Fonte: Metrópoles.

Compartilhe
[mailpoet_form id="1"]
Continue Lendo

Geral

Bolsonaro vira garoto-propaganda de marca de calçados

Publicado

em

portal plural bolso

15 topo humberto pluralFAST AÇAÍAcademia PersonaNuverabanner plano0 gold

Marca que pertence a apoiadores pretende abrir lojas físicas para servir de ‘ponto de encontro de bolsonaristas

 

 

O ex-presidente Jair Bolsonaro virou nome de uma linha de calçados produzida por uma empresa que pertence a um grupo de apoiadores. Batizada de “Botinas Bolsonaro”, a marca vende sapatos, botinas de couro e chinelos de borracha e tem o ex-presidente como “garoto-propaganda”.

Em vídeo nas redes sociais da marca, o próprio Bolsonaro é presenteado com uma botina de couro, que leva seu nome bordado em azul, verde e amarelo. Segundo a empresa, o ex-presidente permitiu que seu nome fosse usado na linha de calçados. Procurada para a confirmar a autorização, a assessoria de Bolsonaro não retornou.

Com nomes como “Chinelo Crocs Bolsonaro Puro Mito”, “Tênis Bolsonaro Liberdade Style” e “Tênis Patriota Style”, os sapatos custam entre R$ 99 e R$ 329. Há modelos masculinos, femininos e infantis. O site também vende meias com o nome do ex-presidente estampado.

A empresa dona da marca está registrada no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ) como RVMHS Comércio e Distribuição, com nome fantasia Kanastra, e pertence a três apoiadores do ex-presidente. O registro foi feito em abril de 2023. O site é mais recente, de julho. O primeiro post no Instagram da marca é de setembro de 2023. Os sócios proprietários são Lorena Montalvão Batista, Marcel Henrique Stefens e Ricardo Vidal de Oliveira.

Sem citar datas, a descrição da marca no site diz que a parceria entre Bolsonaro e a empresa foi fruto de uma “admiração mútua”, em que o ex-presidente, por “apreciar e confiar na qualidade singular” dos produtos, teria “gentilmente” os “honrado” com sua assinatura. O texto termina com a afirmação de que “estar ao lado de uma pessoa iluminada e majestosa como Bolsonaro é uma honra”.

Apesar de vender sapatos, a empresa de Nova Serrana (MG), com capital declarado de R$ 200 mil, também está cadastrada para exercer atividades de aluguel de máquinas e equipamentos agrícolas, produção de espetáculos de dança, apoio à agricultura, serviços de organização de feiras, congressos, exposições e festas, entre outros.

Uugton Batista, que é relações públicas da marca e pai de Lorena Montalvão Batista, sócia da marca, diz que é amigo pessoal de Bolsonaro desde 2018, quando, segundo ele, ofereceu apoio ao então candidato à Presidência para uni-lo a nomes consagrados do sertanejo nacional.

Batista afirma que pediu para Bolsonaro para usar o seu nome e, em troca, pagaria uma porcentagem das vendas. Segundo ele, Bolsonaro então teria recusado a proposta, deixando que a marca usasse o nome sem receber royalties.

Embora venda somente calçados, a descrição do site diz que a linha também conta com vestimentas em couro e produtos eletrônicos, sem especificar quais. Batista afirma que os produtos ainda serão lançados e que, o plano, é abrir lojas físicas em 2025 para, além de vender os produtos, servir como “ponto de encontro dos bolsonaristas”.

A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) e o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) também aparecem em vídeos ganhando produtos da marca. “Já tenho o meu para fazer minha campanha”, disse Nikolas ao receber o modelo “Patriota Style” de presente. O irmão do ex-presidente, Renato Bolsonaro, também aparece em um vídeo, abrindo a caixa com a ilustração do irmão desenhada e calçando as botas.

Ao fazer propaganda de um modelo de sandálias de borracha, o site chama Bolsonaro de “uma figura icônica da história” e afirma que ao usar as sandálias o cliente estará “prestando tributo” a ele.

Com os slogans “as origens do mito” e “passos firmes com o agro”, o site estampa montagens com a foto de Bolsonaro montado em um cavalo, contra o sol, em que aparece sorridente e iluminado. No site, há um alerta sobre essa ser a única marca “autorizada e endossada” pelo próprio Bolsonaro.

 

Fonte: Estadão

Compartilhe
[mailpoet_form id="1"]
Continue Lendo

Economia

Desigualdade recorde no Brasil: 1% da população concentra 63% da riqueza

Publicado

em

portal plural money
Joelfotos/Pixabay
banner plano0 gold15 topo humberto pluralAcademia PersonaNuveraFAST AÇAÍ

Levantamento também aponta que os 50% mais pobres detêm apenas 2% do patrimônio do país

 

Dados do relatório da Oxfam, que discute a relação das desigualdades e o poder corporativo global, mostram que 63% da riqueza do Brasil está nas mãos de 1% da população.

O levantamento também aponta que os 50% mais pobres detêm apenas 2% do patrimônio do país.

O relatório será divulgado nesta segunda-feira (15), durante o Fórum Econômico Mundial que reúne a elite do mundo corporativo em Davos, na Suíça.

O estudo traz ainda detalhes sobre o grupo que mais acumula riqueza. Segundo o documento, 0,01% da população brasileira possui 27% dos ativos financeiros.

“Fica nítido que a propriedade de ações e participações, em termos econômicos, reflete uma plutocracia e não uma democracia”, afirma o documento.

Os especialistas destacam também a desigualdade racial. O estudo afirma que, em média, a renda dos brancos está mais de 70% acima da renda da população negra.

“No Brasil, a desigualdade de renda e riqueza anda em paralelo com a desigualdade racial e de gênero. Nossos super-ricos são praticamente todos homens e brancos”, disse Kátia Maia, diretora executiva da Oxfam Brasil.

 

Fonte: CNN

Compartilhe
[mailpoet_form id="1"]
Continue Lendo

Compartilhe

[DISPLAY_ULTIMATE_SOCIAL_ICONS]

Trending

×

Entre em contato

×