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Segurança

Fim de semana de Nossa Senhora Aparecida terá Viagem Segura

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Sábado é feriado nacional de Nossa Senhora Aparecida, padroeira do Brasil. Mas também é o Dia das Crianças e muitos pais, avós, padrinhos ou tios estarão circulando pelas rodovias e vias municipais do Estado transportando os pequenos. Com o objetivo de preservar vidas, Polícia Rodoviária Federal (PRF), Brigada Militar (BM), Comando Rodoviário da BM (CRBM), DetranRS e Polícia Civil estarão mobilizados na Viagem Segura de Aparecida.

A 108ª edição da Viagem Segura se estende por três dias, desde a zero hora desta sexta-feira (11/10) até a meia-noite de domingo (13/10), com intensiva na fiscalização e realização de ações educativas pelas instituições parceiras que colaboram na Viagem Segura: órgãos de trânsito municipais (EPTC na capital), ANTT, DNIT, Cetran/RS, Daer, Empresa Gaúcha de Rodovias e Famurs.

Acidentalidade

A análise dos acidentes fatais decorrentes dos feriados de Nossa Senhora Aparecida (2007-2018) aponta que a média de mortes foi de 6,5 por dia, o que corresponde a dizer que a cada 3 horas e 41 minutos, aproximadamente, uma pessoa perde a vida no trânsito. No ano passado, em quatro dias ocorreram 15 acidentes fatais, que resultaram em 21 mortes, contabilizado o acompanhamento das vítimas até 30 dias após a ocorrência.

A análise da data nos últimos 12 anos aponta um pico de acidentalidade fatal em 2010, quando morreram 40 pessoas em cinco dias. A menor média histórica foi em 2011 (quatro mortes/dia), e a maior em 2016 (média de 12 mortes/dia). De 2007 a 2018, 254 vidas foram perdidas nos feriados de Nossa Senhora Aparecida.

Ações de comunicação

Estará no ar a campanha A escolha é sua, assinada pelas instituições parceiras da Viagem Segura. Com peças para televisão, rádio e redes sociais, a campanha aborda dois dos comportamentos de risco mais frequentes e nocivos observados na estrada: o excesso de velocidade e a falta de uso do cinto de segurança. A proposta é mostrar ao condutor que, além das leis de trânsito, há as leis da física, que, quando desrespeitadas, geram graves consequências.

Também haverá distribuição de adesivos do Movimento Empatia no Trânsito – você no lugar do outro, e do Guia da Viagem Segura, material educativo com importantes orientações sobre condução segura, nas praças de pedágio da CCR Via Sul e da EGR.

A diretora institucional do DetranRS, Diza Gonzaga alerta para o cuidado com as crianças.“Muitas famílias vão levar seus filhos para passear e curtir o feriado, então lembre-se que o seu abraço aquece, conforta, mas no automóvel ele não protege, por isso use sempre a cadeirinha e o cinto de segurança. Com as crianças todo o cuidado é pouco. Elas podem ser descuidadas, os adultos não! Dirija com prudência e exerça empatia em relação àqueles que compartilham a via com você, para só trazermos boas lembranças. Nunca dirigir depois de beber, não exceder a velocidade, só fazer ultrapassagens em locais permitidos e usar os equipamentos de segurança são atitudes que salvam vidas”.

Texto: Ascom DetranRS
Edição: Secom

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Plantão 24H

Acidente entre Santa Rosa e Cândido Godói

Reporter Cidades

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Acidente entre Santa Rosa e Cândido Godói , uma carreta carregada com tijolos acabou tombando espalhando a carga na lateral da pista e um pouco na pista, Corpo de Bombeiros foi acionado para o local a Policia Rodoviária também para controlar o trânsito.

Até o momento não se tem informações de feridos.

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Geral

Ministério da Agricultura diz que Backer continua interditada em BH, mas pode contratar outra empresa para produzir bebidas

Reporter Plural

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Ilustração Google

A Cervejaria Backer continua interditada e proibida de produzir bebidas, em Belo Horizonte, segundo nota do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), divulgada na tarde desta segunda-feira (19).

Segundo o ministério, até o momento, a empresa não atendeu as exigências feitas pelo órgão para garantir a segurança dos produtos. “Desta forma, qualquer manipulação de bebidas na Backer (produção, padronização, envase) continua proibida”.

No entanto, segundo o Ministério da Agricultura, a Backer não é proibida de contratar uma empresa terceirizada para a produção de cervejas. A empresa contratada só precisa ter registro no ministério

O Mapa esclareceu que “segue trabalhando, em conjunto com o Ministério Público do Estado de Minas Gerais e a Polícia Civil, no caso de intoxicação causada pelo consumo das cervejas produzidas pela Cervejaria Backer”.

Backer relança cerveja e reabre espaço de convivência

Backer relança cerveja e reabre espaço de convivência

Funcionamento de restaurante

 

O Templo Cervejeiro da Backer, no bairro Olhos D’Água, na Região Oeste de Belo Horizonte, retomou as atividades dia (17). Um evento fechado reuniu convidados para degustar, entre outras cervejas, a Capitão Senra, um dos rótulos comprometidos com dietilenoglicol. Tudo gratuito.

Convidados contaram que o relançamento da marca Capitão Senra só foi possível porque há uma parceria da Backer com uma fabricante de cerveja do interior de São Paulo.

Segundo a Prefeitura de Belo Horizonte (PBH) o restaurante, Templo Cervejeiro, que fica no mesmo terreno que a fábrica da Backer, tem alvará de localização e funcionamento.

O Ministério da Agricultura informou que o funcionamento do restaurante da Backer, é de competência dos órgãos de vigilância sanitária. “A comercialização de bebidas nestes estabelecimentos somente poderá ocorrer se os produtos estiverem devidamente registrados no Mapa”.

Denúncia acolhida

 

Na sexta-feira (16), a Justiça informou ter recebido a denúncia contra sócios e funcionários da cervejaria Backer. Com isso, 11 pessoas (veja lista abaixo) passam a ser consideradas rés no processo.

Dez foram denunciadas pelo envolvimento na adulteração de bebidas alcoólicas e uma por falso testemunho. Entre elas, estão três sócios.

Além do recebimento da denúncia que ocorreu no último dia 8, o juiz Haroldo André Toscano de Oliveira, da 2ª Vara Criminal de Belo Horizonte, suspendeu a decisão que decretou o sigilo do processo.

De acordo com a Justiça, a próxima etapa é receber a defesa dos acusados por escrito. O prazo é de dez dias após cada um deles receber a citação.

Segundo a nota enviada pela Backer, “a reabertura do Templo Cervejeiro advém do respeito da Backer a todos os requisitos e condições legais de funcionamento. A empresa é a principal interessada no esclarecimento de toda e qualquer irregularidade relacionada com suas atividades e, nesse sentido, tem colaborado com o trabalho de autoridades e dos órgãos de fiscalização e controle, ao mesmo tempo que reafirmou a certificação da excelência de seus processos produtivos”, diz a nota.

A Cervejaria Germânia, responsável por fabricar a nova cerveja, divulgou nota informando que “é consagrada pela excelência de produção de cervejas desde 1991. Todos os processos de produção atendem aos requisitos estabelecidos pelo Poder Público e estão em constante evolução, com a modernização dos equipamentos, pesquisas e estudos sobre os ingredientes”.

Sobre a produção da cerveja Capitão Senra, “esclarecemos que, assim como produzimos cervejas para diversas outras marcas, justamente em razão da excelência de nossa produção, fomos contratados para a produção deste rótulo, não havendo, além da prestação de serviços contratada, nenhuma sociedade, associação, jonti venture, etc. entre a Cervejaria Germânia e a contratante da industrialização”, informou a fábrica.

Lista de denunciados

 

  1. Ana Paula Silva Lebbos – sócia da Backer: denunciada pelo crime do artigo 272, parágrafo 1º-A, do Código Penal, por fabricar, vender, expor à venda, importar, ter em depósito para vender ou, de qualquer forma, distribuir ou entregar a consumo a substância alimentícia ou o produto falsificado, corrompido ou adulterado.
  2. Hayan Franco Khalil Lebbos – sócio da Backer: denunciada pelo crime do artigo 272, parágrafo 1º-A, do Código Penal, por fabricar, vender, expor à venda, importar, ter em depósito para vender ou, de qualquer forma, distribuir ou entregar a consumo a substância alimentícia ou o produto falsificado, corrompido ou adulterado.
  3. Munir Franco Khalil Lebbos – sócio da Backer: denunciada pelo crime do artigo 272, parágrafo 1º-A, do Código Penal, por fabricar, vender, expor à venda, importar, ter em depósito para vender ou, de qualquer forma, distribuir ou entregar a consumo a substância alimentícia ou o produto falsificado, corrompido ou adulterado.
  4. Paulo Luiz Lopes – responsável técnico da Backer: denunciado por homicídio culposo e lesão corporal culposa, além do artigo 272 do Código Penal, parágrafo 1º-A.
  5. Ramon Ramos de Almeida Silva – responsável técnico da Backer: denunciado por homicídio culposo e lesão corporal culposa, além do artigo 272 do Código Penal, parágrafo 1º-A.
  6. Sandro Luiz Pinto Duarte – responsável técnico da Backer: denunciado por homicídio culposo e lesão corporal culposa, além do artigo 272 do Código Penal, parágrafo 1º-A.
  7. Christian Freire Brandt – responsável técnico da Backer: denunciado por homicídio culposo e lesão corporal culposa, além do artigo 272 do Código Penal, parágrafo 1º-A.
  8. Adenilson Rezende de Freitas – responsável técnico da Backer: denunciado por homicídio culposo e lesão corporal culposa, além do artigo 272 do Código Penal, parágrafo 1º-A.
  9. Álvaro Soares Roberti – responsável técnico da Backer: denunciado por homicídio culposo e lesão corporal culposa, além do artigo 272 do Código Penal, parágrafo 1º-A.
  10. Gilberto Lucas de Oliveira – chefe de manutenção da Backer: denunciado por homicídio culposo e lesão corporal culposa, além do artigo 272 do Código Penal, parágrafo 1º-A.
  11. Charles Guilherme da Silva – pelo crime de falso testemunho.

 

“Comemorando a morte de tantas pessoas”

 

Desde que teve a intoxicação por dietilenoglicol confirmada pelos médicos, Luciano Guilherme de Barros, de 57 anos, passou a levar a vida com uma rotina completamente diferente. Passou por cirurgias, retirou 70 centímetros do intestino e teve as funções renais do organismo permanentemente comprometidas. Ficou 180 dias internado. Perdeu parte da audição e escuta com a ajuda de aparelhos. A visão ficou comprometida e os músculos do rosto, paralisados.

A indignação toma conta de quem vive com as sequelas da contaminação. Pelo menos é o que relata a defesa de parte das vítimas, representada pelo advogado André Couto. Ele conta que ninguém que sofreu as consequências da ingestão do dietilenoglicol recebeu qualquer recurso financeiro para custear os tratamentos. A mesma empresa que bancou a festa, com tudo liberado, para convidados selecionados.

Luciano Barros ficou indignado com a reabertura do Templo Cervejeiro em evento gratuito no sábado (16) — Foto: Arquivo Pessoal

Luciano Barros ficou indignado com a reabertura do Templo Cervejeiro em evento gratuito no sábado (16) — Foto: Arquivo Pessoal

“Não há qualquer suporte financeiro prestado para as vítimas, que deixam claro não terem nada contra a marca e a reabertura, desde que as autoridades deem essa aprovação. O que as vítimas clamam e esperam é o suporte que não veio”, ponderou o advogado.

 

Luciano conta que as despesas médicas relacionadas ao seu tratamento têm sido custeadas por ele próprio e pelo plano de saúde que ele paga.

“Eles gastam dinheiro com a reabertura, uma comemoração não sei de quê. Comemorando a morte de tantas pessoas que se foram por causa da cervejaria. É uma afronta com a gente. Perdi 35kg, fiquei com dificuldade de caminhar, de ouvir, de enxergar e, até hoje, tenho dificuldade para falar. Tudo isso sem ajuda de custo nenhuma da Backer”, desabafou.

Fonte: g1

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Plantão 24H

Mãe leva golpe e é ameaçada de morte em Santa Rosa

Reporter Cidades

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Uma mãe com 67 anos, residente na vila Sulina em Santa Rosa, comunicou na Delegacia que fez um empréstimo no banco de R$16.000, ela comprou um guarda roupas e também um fogão á gás, o restante do dinheiro a sua filha de 30 anos sacou e gastou sem a sua autorização, a mãe disse que a sua filha tem a senha da sua conta e está com o cartão, mãe também disse que a filha lhe ameaçou de morte se á denunciasse

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