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Feriado de ano-novo foi menos violento nas rodovias federais

Pável Bauken

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O feriado de ano-novo foi menos violento do que o do ano passado em rodovias federais. Entre 28 de dezembro e 1º de janeiro, foram registrados 863 acidentes e 70 mortes. No mesmo período no réveillon do ano passado foram contabilizados 75 óbitos e 914 acidentes de trânsito.

Os números foram divulgados pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) hoje (2) dentro do balanço da Operação Ano-Novo, realizada pela corporação.

De acordo com a PRF, cerca de 139,5 mil pessoas e 134 mil veículos foram fiscalizados durante a operação.

Os números foram menores também do que do feriado de Natal deste ano, realizada entre 21 e 25 de dezembro. Na Operação Natal foram registrados 1.134 acidentes, sendo 97 com vítimas fatais.

Tipos de infração

As infrações mais comuns captadas nas ações de fiscalização foram a ultrapassagem em locais proibidos (como acostamentos e curvas) e o ato de dirigir tendo ingerido alguma quantidade de bebida alcoólica.

Os agentes flagraram 1.343 motoristas que beberam e dirigiram veículos nas rodovias, detendo 113 destes. Um total de 115 mil testes do bafômetro foram aplicados. No Natal, o número foi ainda maior: a fiscalização encontrou 1.592 pessoas nessa situação, o que ocasionou 163 detenções.

Já a ultrapassagem em local proibido ou fazendo uso de manobras arriscadas foi flagrada em 4.986 ocasiões. Entre outras modalidades de infração estão a condução de moto sem capacete (735), a ausência do uso de segurança (2.313 passageiros e 1.627 motoristas), além do uso de celular durante o trajeto (114).

Educação

Segundo a PRF, além das ações de fiscalização a Operação Ano-Novo também contou com iniciativas pedagógicas de conscientização dos motoristas. No total, mais de 40 mil pessoas foram mobilizadas neste tipo de medida.

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Fiocruz aumenta expectativa e prevê vacinar 130 milhões contra a covid em 2021

Pável Bauken

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(crédito: Peter Ilicciev/FioCruz)

A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) aumentou a expectativa de vacinação dos brasileiros contra o coronavírus após o anúncio de eficácia divulgado pela AstraZeneca e a Universidade de Oxford. Segundo a instituição, a previsão é vacinar 65 milhões de brasileiros no primeiro semestre do ano que vem e outros 65 milhões no segundo semestre de 2021. A expectativa da Fiocruz é começar a vacinação entre o fim de fevereiro e o início de março

O aumento de 30% no alcance da vacina ocorre porque a estratégia que se mostrou mais eficaz é a de usar meia dose – e não uma dose inteira – na primeira etapa. A vacina de Oxford foi administrada de duas formas diferentes: na primeira delas, os voluntários receberam metade de uma dose e, um mês depois, uma dose completa. Nesse grupo de voluntários, a eficácia foi de 90% Já no segundo grupo, que recebeu duas doses completas da vacina, a eficácia foi reduzida a 62%.

“O que nos deixa mais otimistas é que esse protocolo com eficácia de 90% traz um ganho de rendimento porque a primeira dose será com quantidade menor da vacina. E isso tem impacto muito significativo porque permite que o número de pessoas que vão receber cresça 30%”, diz Marco Krieger, vice-presidente de Produção e Inovação em Saúde da Fiocruz.

A produção do imunizante pela Fiocruz e aplicação da vacina, no entanto, ainda dependem da aprovação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). A AstraZeneca informou que se prepara para submeter imediatamente os resultados de eficácia às agências regulatórias ao redor do mundo, incluindo a Anvisa.

Segundo Krieger, havia a expectativa de produzir 200 milhões de doses para vacinar 100 milhões de pessoas no Brasil no ano que vem. “Vamos conseguir produzir 260 milhões de doses e vacinar 130 milhões de brasileiros (em 2021)”, diz Krieger. A estratégia de priorização de quem receberá a vacina ainda está sendo definida, mas é provável que sejam priorizadas as pessoas mais vulneráveis, como os idosos, e os profissionais de saúde.

Não está descartado, porém, começar a vacinação em regiões do Brasil que estejam com altos números de infectados no momento em que o imunizante estiver disponível. “A vacina pode ser usada para diminuir a propagação da doença (em uma determinada região), mas hoje, com a doença espalhada para todo o País, tende a ser (aplicada) nas populações mais vulneráveis, profissionais de saúde e, gradativamente, ser expandida de forma bastante signficativa”, diz Krieger.

Ele considera que mesmo os 65 milhões de vacinados no primeiro semestre contribuirão com a redução da propagação da doença no País. Serão aplicadas duas doses. A primeira terá menos imunizante. A segunda, de dose completa, será aplicada 28 dias depois.

Por Júlia Marques

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Artesanato em lã das Missões recebe evidência em contexto estadual

Pável Bauken

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O trabalho realizado em São Miguel das Missões pela artesã Dalva Pereira Mothci apresentou para todo Estado as características e a importância do artesanato em lã missioneiro. Na fase estadual do Concurso Virtual de Artesanato em Lã Ovina do Rio Grande do Sul, promovido pela Emater/RS-Ascar, a artesã foi classificada em primeiro lugar em três das dez categorias, conquistando o maior número de premiações entre os participantes. Foram classificadas para a última etapa do concurso, realizada no dia 19 de novembro, 81 peças de 34 artesãos de 23 municípios gaúchos. Durante todo o concurso, que iniciou no mês de abril, foram inscritas 269 peças, de 171 artesãos, de 39 municípios.

As peças missioneiras premiadas são um xergão em fio artesanal de lã crioula naturalmente colorida, um colete missioneiro em tear primitivo com fio artesanal e um casaco em tricô, fio artesanal de lã crioula e ideal, naturalmente colorida.  Dalva esteve envolvida  em todas as etapas da produção, desde a tosa das ovelhas até a finalização das peças. “A minha história com o artesanato sempre esteve presente, desde a infância, minha mãe era costureira e me criei entre agulhas, linhas e tecidos. Mas a minha relação do trabalho em lã passou a ser mais forte com a minha sogra Generosa, hoje com 90 anos, que aprendeu com a mãe Angelina, que por sua vez aprendeu com a sua mãe, são quatro gerações. Isso seria em torno de 200 anos de relação com a lã na família”, relata.

A extensionista rural social do Escritório Central da Emater/RS-Ascar, Ivanir Argenta, destacou durante o concurso, que a lã como matéria-prima tem diversas caraterísticas que fazem dela uma nobre fibra para uma série de produtos, que vão desde utensílios de uso diário, estofamentos térmicos, decoração e vestimentas, agregando assim muitas formas de valor e de inovação ao setor da ovinocultura. “Para além dos dados econômicos a lã faz parte da cultura gaúcha, tem-se no artesanato em lã uma história. Este artesanato do Rio Grande do Sul, tão diverso, reúne várias culturas, e é feito por guardiões de conhecimentos ancestrais que perpassam gerações”.

O artesanato é uma atividade tradicional fomentada pela Assistência Técnica e Extensão Rural e Social (Aters), prevista no Plano de Trabalho conjunto da Emater/RS-Ascar com a Secretaria Estadual de Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (Seapdr).

Em São Miguel das Missões, por exemplo, o artesanato em lã faz parte da constituição histórica e identitária local. “O artesanato em lã é um patrimônio histórico dos antepassados que aqui viveram e a ovinocultura vem culturalmente sendo passada por gerações. É importante que se siga o trabalho para que outras gerações tenha a oportunidade de também ter acesso a esse conhecimento”, afirma a extensionista social da Emater/RS-Ascar, Fátima Primaz.

Premiação

Além de Dalva, que recebeu a premiação em três categorias, também foram premiados Sílvia Madruga Garcia, de Piratini, na categoria destaque jovem artesão rural, com um colete em tecelagem e crochê artesanal; Suzana Maria Azambuja Amaral de Santa Vitória do Palmar, na categoria de acessórios, com uma bolsa e um chapéu de feltragem molhada; Elenise Dutra Tavares, de Pinheiro Machado, que confeccionou a manta em tenerife e crochê; Manuel Rodrigues, de Hulha Negra, na categoria poncho, com uma peça em crochê, fio natural e tingimento natural; Taísa Horner de Barros, de Arroio Grande, com o blusão em tricô Jacquard; Marília Pires Ribeiro, de Jaguarão, que apresentou um vestido e gorro infantil na categoria peças em geral; e Ana Roseneia Marques Nunes, que recebeu o destaque inovação, com o presépio com figuras de feltragem agulhada e lã natural artesanal.

As peças podem ser visualizadas na página da Emater/RS-Ascar no Facebook, pelo link: https://bit.ly/32YJS9p. Os artesãos, que receberam a primeira colocação em cada categoria participarão de solenidade virtual de premiação, no dia 03 de dezembro, às 14h30, durante a webinar “Artesão em Foco: Artesanato, Cultura e Sustentabilidade”, a ser transmitida em youtube.com/fgtasgovrs e facebook.com/fgtas.oficial. Mais informações em https://bit.ly/35EjTpt.

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Superação pós-COVID: paciente do HVS comemora alta após quase 90 dias de internação

Pável Bauken

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No ambiente hospitalar, cada alta carrega um significado diferente: emoção, superação, alívio e um misto de sentimentos somados à dedicação e a certeza do dever cumprido de cada profissional da saúde. No início deste mês, uma alta em especial foi celebrada no Hospital Vida & Saúde: a do Sr. Pedro Dall Alba, que passou por um longo processo de recuperação.

Alta na Unidade Dom Bosco aconteceu no dia 09 de outubro

Diagnosticado com COVID-19, seu Pedro foi internado no dia 13 de agosto na Unidade Especializada em Problemas Respiratórios e COVID-19, na Unidade Dom Bosco. Seu quadro teve inúmeras complicações, como a perda de função renal. Aos 51 anos e com histórico de hipertensão e tabagismo, ele foi mais um paciente da UTI COVID de difícil evolução, mas que com muita persistência da equipe médica conseguiu evoluir para a tão esperada alta no dia 09 de outubro.

Aguardado pela esposa e pela filha, seu Pedro recebeu homenagens na saída da Unidade Dom Bosco e viu a alegria de cada profissional em sua alta. “Foi uma enorme satisfação ver o Pedro saindo do Hospital. A gente sabe que é um sofrimento para o paciente estar dentro da UTI, separado da família e ficando um tempo prolongado no uso da ventilação mecânica. Também não foi fácil para os médicos que acompanharam, para a equipe da fisioterapia que se esforçou nos ajustes da ventilação mecânica e para a enfermagem que prestou todos cuidados. Foi todo mundo muito importante para a recuperação dele”, conta a médica Jaqueline Pandolfo, que acompanhou o paciente ao longo de toda internação na Unidade Dom Bosco.

Recuperado da COVID, seu Pedro foi transferido para a Unidade V do Hospital Vida & Saúde, onde continuou realizando tratamento para recuperar-se plenamente. Acompanhado pela esposa, que revezava a companhia com os filhos, seu Pedro permaneceu mais 30 dias internado, onde mais do que medicações e cuidados, recebeu o carinho e a atenção dos profissionais.

No dia 09 de novembro veio a alta hospitalar definitiva, e a tão esperada volta para casa após quase 90 dias de internação. “Criamos um vínculo com seu Pedro, foram longos dias de internação na Unidade e de muita expectativa e ansiedade pela alta. É gratificante aplaudir a alta dele! Ficamos muito felizes e com a sensação de dever cumprido com mais um paciente”, destaca a enfermeira Mariana Zimpel, coordenadora da Unidade V.

Agradecendo a toda equipe do Hospital, seu Pedro, a esposa e a filha deixaram o Vida & Saúde sob aplausos de funcionários e da Administração do Hospital. Emocionados, paciente, familiares e profissionais fecharam mais uma história vitoriosa no Vida & Saúde.

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