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FENADI VIRTUAL: O maior evento multiétnico do Brasil dá a volta ao mundo em 8 dias

Reporter Global

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O maior evento multiétnico do brasil, a Festa Nacional das Culturas Diversificadas – Fenadi, pela primeira vez em formato virtual teve seu encerramento na noite desta segunda-feira, 19.

 

O evento foi transmitido através do canal da UETI no YouTube, entre 12 e 19 de outubro, com o objetivo de levar a diversidade cultural de Ijuí para o mundo, ao mesmo tempo em que celebra a vida e a união dos povos. A programação do evento foi dividida em dez salas com atrações simultâneas, contemplando história, cultura, folclore e gastronomia, além de ações como o Festival Gastronômico, Talk- Show e Cine Show Drive-in.

Uma noite para ficar na história da Fenadi, contou com a presença do Prefeito Municipal de Ijuí Valdir Heck, do Presidente da UETI e da FENADI Nelson Casarin, da Reitora da Unijuí Cátia Nehring, do Vice-reitor de Pós-Graduação, Pesquisa e Extensão da Unijuí Fernando Jaime González e do Produtor Cultural da UETI e Coordenador da Fenadi virtual Francisco Roloff e de maneira remota, o Vice-Presidente da República Federativa do Brasil Gen. Hamilton Mourão deixou uma homenagem pelo aniversário do município de Ijuí, que hoje completa 130 anos, falando também sobre a Fenadi.

No decorrer da noite, foram exibidos vídeos dos bastidores da Fenadi Virtual e também o ‘Abraço Virtual entre as nações’ e vídeos de todos os cantos do mundo.

O Prefeito municipal de Ijuí Valdir Heck cumprimentou os presentes no evento de encerramento da Fenadi Virtual. Comentando que é noite de encerramento, afirma que o sentimento é de felicidade “numa época tão adversa, a pandemia que nos desafiou, mas somos corajosos, não tememos e fomos à luta e aqui está um legado seguramente que vamos reconhecer ao longo desta noite”.

A Reitora da Unijuí e professora Cátia Nehring afirmou que foi uma semana intensa, em que foi possível sentir o que significa toda esta festa. “Foi uma semana de muita cultura, de muita emoção, de muito conhecimento e de muita produção efetivamente daquilo que realizamos na nossa cidade e que fecha com a comemoração dos nossos 130 anos”.

Além disso, abordou sobre o trabalho da Unijuí no evento “Um dever cumprido, mas principalmente o desafio que foi feito aos jovens, nossos estudantes, também por poder participar da grandiosidade deste evento. Tivemos grandes desafios, não só no início desse processo de Fenadi virtual, que foi para o mundo, mas anteriormente. Nossos estudantes das mais diferentes áreas, se envolveram efetivamente para nós termos oito dias intensos, de muita informação, de muita comunicação, de muita história, de muitos relatos emocionantes, então esse é o grande orgulho”, afirma.

Para o Presidente da União das Etnias de Ijuí, Nelson Casarin, o sentimento é de dever cumprido “um trabalho especialíssimo, de qualidade acima da média, que nós levamos ao mundo um trabalho maravilhoso que a gente tem aqui na nossa comunidade de Ijuí”.

 

Apoio da Unijuí e Prefeitura Municipal de Ijuí e IOV – Organização Internacional de Folclore
PARCEIRO: CIOFF – International Council of Organizations of Folklore e Artes Populares e Comissão Gaúcha de Folclore
Planejamento e Direção: Impacto Desenvolvimento Cultural
Financiamento da PRÓ-CULTURA RS – GOVERNO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL
Realização do GOVERNO FEDERAL, PÁTRIA AMADA BRASIL.

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Morte de Maradona repercute entre políticos brasileiros

Pável Bauken

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Após o anúncio da morte do ex-jogador de futebol argentino Diego Maradona devido a uma parada cardiorespiratória, informada pelo jornal Clarín, parlamentares brasileiros foram às redes sociais lamentar o falecimento do ídolo argentino.

O senador e ex-jogador de futebol Romário (PODE-RJ) lamentou a morte do amigo. Romário e Maradona chegaram a disputar partidas de futebol em mais de uma ocasião. “Sua passagem pelo mundo levou muita felicidade ao seu país e encantou a todos nós. Nunca vou esquecer das risadas que demos juntos. Certamente, ele nunca foi um adversário. Me chamava de Chapolin e me tratava como irmão. Um menino, que se foi cedo demais. Meu abraço aos argentinos, à família. Que tristeza, vai com Deus, hermano!”, comentou Romário no Twitter.

O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), disse receber o falecimento com tristeza. “Recebo com pesar mais uma triste notícia: a morte de Diego Maradona, maior jogador da história do futebol argentino e uma das maiores estrelas do esporte no mundo Meus sentimentos aos familiares e amigos”, escreveu. Já o governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), publicou que lamentava a morte do atleta que “protagonizou momentos autenticamente imortais”.

Na mesma linha, o governador do Estado do Espírito Santo, José Renato Casagrande (PSB), publicou que “o mundo do futebol está de luto com a partida repentina de Maradona!”. “Personalidade autêntica, figura marcante, contribuiu de forma efetiva para tornar o futebol uma paixão”, completou.

Os deputados federais Marcelo Freixo (PSOL-RJ), Renata Abreu (PODE-SP) e Orlando Silva (PCdoB-SP) também lamentaram a morte do jogador argentino. “Maradona foi um dos maiores talentos que já vi jogar, ao lado de Zico, Cruyff e de tantos outros artistas da bola. Todos sabem da minha paixão pelo futebol e minha admiração por Maradona sempre foi gigante. Marcou muitas gerações. Vai fazer falta. É um gênio que o mundo perde.” disse Freixo.

“Morre o argentino Diego Maradona, um dos maiores jogadores de futebol mundial, que marcou gerações da bola com seu talento, dribles desconcertantes e gols magníficos. Aos familiares, amigos e fãs do craque da Argentina e do planeta, meus sentimentos”, disse Renata. Orlando lamentou a morte dizendo que “o futebol ficará em luto por muito tempo”.

O prefeito do Salvador, ACM Neto (Democratas), também foi às redes para comentar o caso, dizendo que “mesmo com toda rivalidade, os brasileiros apaixonados pelo esporte sabem reconhecer o talento desse craque que deixa seu nome marcado na história. Um abraço sincero em nossos hermanos.”

Para o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), a morte do ex-jogador “deixa toda a Argentina e o futebol mundial de luto”. “Vá em paz, campeão!”, escreveu.

A notícia também foi lamentada pelo ex-presidente Lula. “Diego Armando Maradona foi um gigante do futebol, da Argentina e de todo o mundo, um talento e uma personalidade única. A sua genialidade e paixão no campo, a sua intensidade na vida e seu compromisso com a soberania latino-americana marcaram nossa época”, escreveu Lula no Twitter. “No campo, foi um dos maiores adversários, talvez o maior, que a seleção brasileira já enfrentou. Fora da rivalidade esportiva, foi um grande amigo do Brasil. Só posso agradecer toda sua solidariedade com as causas populares e com o povo brasileiro. Maradona jamais será esquecido.”

Por Matheus de Souza, Pedro Caramuru, Nicholas Shores e Daniel Weterman

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Casagrande chora morte de Maradona e relembra luta contra dependência química

Pável Bauken

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Ex-jogador e comentarista da TV Globo, Walter Casagrande se emocionou nesta quarta-feira ao comentar a morte de Diego Maradona, ocorrida em Tigre, na região metropolitana de Buenos Aires. O ex-centroavante lembrou das dificuldades enfrentadas por ambos em função da dependência química e foi às lágrimas.

“Eu estou bem chocado, mas também pelo (Fernando) Vannucci (faleceu na terça-feira), está bem difícil. Joguei na mesma época que ele na Itália, com o irmão dele no Ascoli, tive bastante contato. Sempre me tratou, minha família muito bem. Sempre tive essa preocupação com o problema da dependência química, que eu também tenho e me tratei”, disse Casagrande, à TV Globo.

Casagrande, contemporâneo de Maradona durante a sua passagem pelo futebol da Itália, declarou revolta com o que viu como falta de apoio recebido pelo craque argentino para lidar com a dependência química.

“Sempre fiquei revoltado com quem estava ao redor dele. Quem está ao redor está vendo que ele está indo para o fundo do poço, destruindo a vida dele. E ninguém faz alguma coisa para evitar isso? Eu fico chocado pela perda de um grande jogador, um cara que conheci e gostava muito e por um dependente químico porque eu sofro muito quando morre um dependente químico. É muito duro”, acrescentou.

À Globo News, Casagrande também comentou sua experiência pessoal na luta contra as drogas. “Quando fui fazer meu tratamento, fui evoluindo, evoluindo, até que chegou o momento em que eu não sonhava mais com drogas, não pensava mais. Jogar contra a droga é derrota certa. Se você conseguir chegar ao empate, parou, acabou o jogo. Não dá pra disputar com a droga, ela é muito mais forte do que qualquer ser humano”, comentou.

Maradona ficou internado por cerca de dez dias em um hospital no início de novembro, onde se detectou uma hematoma no cérebro, do qual foi operado com êxito. Depois disso, vinha se recuperando na sua residência, em Tigre, na região metropolitana de Buenos Aires, faleceu depois de sofrer uma parada cardíaca, nesta quarta. Ele tinha 60 anos.

Outro brasileiro que atuou no futebol italiano no mesmo período em que Maradona, Paulo Roberto Falcão também prestou as suas condolências pela morte e seu respeito ao craque, classificado por ele como “semideus”.

“Maradona foi um semideus do futebol. Com a bola, ele foi deus; sem a bola, foi humano.

Tive o privilégio de vê-lo desfilar todo seu imensurável talento em campo e dou testemunho de sua genialidade. Don Diego estará para sempre nas melhores lembranças dos apaixonados por futebol ”

Estadão

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ONG realiza ‘marcha online’ em defesa dos direitos das mulheres

Reporter Cidades

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A organização ActionAid lançou nesta quarta-feira, 25, Dia Internacional de Combate à Violência Contra a Mulher, uma marcha mundial online em prol da luta contra esse tipo de violência e da necessidade de implementar políticas para proteger os direitos desse grupo. A ação busca contabilizar 40 mil km caminhados pelo mundo até o dia 10 de dezembro.

Com o nome Walk for Survival: Marcha Global por Mudanças e presente em mais de 20 países, a campanha ganhou um site, em que as pessoas podem se cadastrar e inserir a distância que percorreram com caminhadas, corridas ou até dentro de casa. No Brasil, a ActionAid lançou a ação com as frases “cada passo conta” e “juntos vamos mais longe”.

A ação também salienta os efeitos negativos da pandemia do novo coronavírus na vida das mulheres, como o aumento do desemprego, impossibilidade de trabalhar, sobrecarga de funções, falta de acesso a serviços públicos e o aumento da violência doméstica durante o período de quarentena.

Uma pesquisa realizada pela ActionAid com 1.200 mulheres de países como Índia e África do Sul apontou que um terço das mulheres jovens perderam seus empregos e renda durante a pandemia. O levantamento indicou também que 58% das entrevistadas se tornaram mais vulneráveis à violência em meio ao isolamento social em casa.

Além de trazer depoimentos sobre os efeitos da violência contra mulheres, a ação falará também sobre a necessidade de implementar medidas para combater as mudanças climáticas e de discutir as mudanças na sociedade após a pandemia do novo coronavírus, para contribuir com um “futuro melhor pós-covid-19”

Estadão

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