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FEMA participa da XVII Convenção de Contabilidade do Rio Grande do Sul

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A programação da XVII Convenção de Contabilidade do Rio Grande do Sul, realizada entre os dias 14 e 16 de agosto, em Bento Gonçalves, foi desenvolvida em um sistema de trilhas temáticas alinhadas ao lema do evento, centrado na Disrupção Contábil sob os enfoques: Técnico, Digital e Cultural.

Muitos temas inspiradores e inquietantes, cases de sucesso, novos conceitos, velhas polêmicas, soluções inovadoras e uma única proposta: sair do evento diferente de como se chegou, evoluir o pensamento, modular o comportamento, mudar o mindset – única forma de provar ao Universo que a Contabilidade segue firme, forte, lutando contra as ameaças constantes de eliminação.

O evento enfatizou o aspecto humanístico, o autoconhecimento, a experiência e o domínio técnico, que nenhuma inteligência artificial será capaz de substituir. Participaram da Convenção, pela FEMA, o coordenador do Curso, professor Anderson Pinceta, professores, acadêmicos e egressos.

Confira alguns depoimentos dos participantes:

“Foram 3 dias de muita troca de experiências e conhecimentos na tradicional Convenção de Contabilidade do Estado, que trouxe como tema principal a discussão do futuro da profissão contábil na era tecnológica, abrangendo assuntos não só para profissionais, mas também para o meio acadêmico. A participação nessa convenção foi de grande valia, pois além de manter o profissional sempre atualizado sobre os assuntos da classe, também oportunizou a interação entre os profissionais”.
Augusto Lucchese – Professor do Curso de Ciências Contábeis

“Através da FEMA tive possibilidade de participar da XVII Convenção de Contabilidade, a qual me proporcionou vivencias únicas, onde a temática da transformação nos remeteu a uma disruptura de pensamentos. Como acadêmica, posso garantir que “O que se vive na FEMA, fica para sempre”.
Monica Stromowski – Acadêmica

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Ensino

CAPS AD realiza palestras de conscientização nas escolas

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A FUMSSAR, através do Centro de Atenção Psicossocial – Álcool e Drogas CAPS AD realizou atividades educativas. Através do Programa Saúde na Escola PSE, quatro palestras sobre conscientização do uso de álcool e drogas na adolescência foram organizadas. As ações ocorreram na Escola Municipal Pedro Speroni, no bairro Cruzeiro.

As atividades foram ministradas pelos integrantes da equipe multidisciplinar do CAPS AD Movimento. Participaram a Assistente Social, o Enfermeiro, o Médico Psiquiatra, o Psicólogo, o Terapeuta Ocupacional e os Técnicos em Enfermagem. Além das orientações trazidas pelos profissionais, os alunos tiveram a oportunidade de ouvir o depoimento de um paciente do Centro de Atenção Psicossocial – Álcool e Drogas.

Ao todo 180 alunos, do 6º ao 9º ano, acompanharam as palestras. Entre os temas abordados: tipos de drogas, seus efeitos no organismo e as consequências do uso prolongado.

As instituições de ensino que tiverem interesse em participar, podem entrar em contato com o Centro de Atenção Psicossocial – Álcool e Drogas, pelo telefone: (55) 3513-5158 e agendar uma visita da equipe multidisciplinar.

O CAPS AD funciona das 08h às 18h sem fechar ao meio-dia de segunda a sexta-feira. O Centro fica localizado na Av. Flores da Cunha, 1321, no bairro Cruzeiro.

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Ensino

Como a alfabetização sofreu na pandemia: ‘criança que já deveria saber ler ainda não domina o abc’

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Na turma da professora Ana Carolina Guimarães há, hoje, desde crianças que já conseguem ler textos com facilidade até os alunos que, aos 8 ou 9 anos de idade, ainda sequer criaram familiaridade com todas as letras do alfabeto.
O cenário da volta às aulas preocupou a professora do 3° ano do ensino fundamental 1 na Escola Estadual São Bento, em Belo Horizonte (MG) – que por enquanto está funcionando em modelo híbrido, em que as crianças alternam entre uma semana na escola e uma semana no ensino remoto.

Preocupação da professora se deve ao fato de que, em condições normais, na 3ª série, as crianças já costumam estar na fase final do aprendizado básico de leitura e escrita.

“Todos os alunos teriam que estar lendo, e não é a realidade. Percebemos que há uma carência nesse retorno às aulas e que a alfabetização foi muito afetada pela pandemia”, diz Guimarães .

Crianças vulneráveis de 5 a 10 anos de idade – e, portanto, as que cursam o final da educação infantil e todo o ensino fundamental 1 – foram um grupo particularmente sensível às dificuldades dos mais de 18 meses de ensino à distância na pandemia. É porque elas estão em uma fase crucial de seu desenvolvimento escolar: a da alfabetização e da consolidação da leitura, da escrita e dos fundamentos matemáticos.
E também porque, nessa idade, elas têm pouca autonomia no ensino remoto, e portanto o contato próximo aos professores fez muita falta.

Fonte: terra

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Ensino

Polo de Ensino de Santa Rosa realiza doação de brinquedos em alusão ao Dia das Crianças

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Na tarde de segunda-feira (11) os alunos soldados do Polo de Ensino de Santa Rosa, acompanhados do Leão do PROERD e da Fronteiruxa, realizaram a entrega de brinquedos para crianças de comunidades próximas ao Polo.

Além de levar um pouco mais de alegria para as crianças, a ação ajuda o futuro soldado da Brigada Militar a compreender e desempenhar suas atividades com base na filosofia de polícia comunitária.

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