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Facebook se prepara para trabalho remoto permanente – Portal Plural
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Facebook se prepara para trabalho remoto permanente

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Empresa anunciou que metade dos funcionários poderia trabalhar em home office permanentemente em 5 ou 10 anos

Metade dos funcionários do Facebook poderia trabalhar de forma remota permanentemente em 5 ou 10 anos, anunciou Mark Zuckerberg nesta quinta-feira, em conferência para seus empregados divulgada na plataforma.

A gigante das redes sociais será “a empresa mais avançada do mundo no trabalho remoto”, afirmou o fundador do Facebook, que contabilizava 45 mil funcionários em todo o mundo no fim de 2019. “Gostaria de enfatizar que a Covid-19 não irá desaparecer em pouco tempo”, assinalou Zuckerberg, antes de apresentar os planos para a organização do trabalho na empresa.

A rede social, que dispõe de 95% dos seus funcionários trabalhando remotamente no momento, anunciou recentemente que a maioria dos seus empregados continuaria trabalhando de casa até o fim do ano. A empresa tampouco organizará uma reunião presencial para mais de 50 pessoas antes de julho de 2021, no melhor dos casos.

Segundo um estudo interno, mais de 50% dos funcionários se consideram mais produtivos trabalhando de casa, e entre 20% e 40% têm interesse na possibilidade de trabalhar remotamente para sempre. Já metade deles gostaria de voltar para o escritório o quanto antes.

Zuckerberg disse se sentir “otimista” em relação ao potencial benefício do trabalho à distância. “Não o fazemos porque os empregados exigem, e sim porque estamos aqui para servir ao mundo e à nossa comunidade e desbloquear a maior quantidade de inovação possível.”

Entre as vantagens, Zuckerberg citou oportunidades mais igualitárias nas carreiras, recrutamentos mais diversos (geograficamente e entre minorias), economia em infraestrutura e salários (que serão ajustados em função do local de residência) e uma retenção maior de pessoas obrigadas a se mudar por motivos pessoais, além do impacto menor para o planeta.

“Em 2020, é mais fácil mover bytes do que átomos. Prefiro que nossos funcionários se teletransportem por vídeo ou realidade virtual, em vez de ficarem presos em congestionamentos que poluem o meio ambiente”, brincou Zuckerberg.

Fonte: Correio do Povo

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Globo pretende demitir mais de 100 funcionários na área de humor

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Emissora pretende unificar todos os programas em uma área só

Todo mundo sabe que a pandemia do novo coronavírus atingiu todos os setores da economia e as emissoras de televisão não ficaram fora disso. Na  Rede .

Globo, por exemplo, já vimos o término do contrato de grandes nomes da emissora, parece que o setor será atingido por mais uma onda de demissões.

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Facebook acusa filme “O Dilema das Redes” de sensacionalismo

Documentário mostra o perigo do uso das redes sociais e os impactos das plataformas na sociedade

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Facebook listou sete erros do documentário e se defendeu de cada um deles | Foto: Lionel Bonaventure / AFP / CP

O documentário O Dilema das Redes, da Netflix, vem repercutindo bastante nas últimas semanas, mostrando o perigo do uso das redes sociais e os impactos das plataformas na sociedade. Frente à discussão, o Facebook resolveu se posicionar: em resposta ao filme, a rede social publicou em seu site nesta sexta-feira uma carta em que acusa o filme de ser sensacionalista e oferecer “uma visão distorcida de como as redes sociais funcionam”.

Na publicação, o Facebook lista sete erros do documentário – e se defende de cada um deles. Entre as questões mencionadas, a empresa diz que não criou seus produtos para serem viciantes, e sim para criar valor, e também afirma que seus algoritmos não são “maus” e que eles funcionam para a plataforma continuar relevante e útil.Além disso, o Facebook diz que fez mudanças na empresa para proteger mais efetivamente a privacidade das pessoas. A rede social também pontua que tem investido para garantir a integridade de eleições e para combater desinformação e conteúdos nocivos na plataforma. “Reconhecemos que cometemos erros em 2016. No entanto, o filme não considera o que temos feito desde então para construir fortes defesas a fim de impedir as pessoas de usarem o Facebook para interferir em eleições”, diz a empresa.

Na carta, o Facebook inclui também críticas à construção do documentário. “Os criadores do filme não reconhecem – criticamente ou não – os esforços já realizados pelas empresas para resolver muitas das questões levantadas. Em vez disso, eles apresentam comentários de quem não está do lado de dentro há muitos anos”, afirma.

O documentário O Dilema das Redes detalha como as redes sociais usam algoritmos para fazer com que os usuários permaneçam na plataforma e mostra como empresas de tecnologia influenciam eleições e afetam índices de depressão e suicídio. Alguns usuários chegaram a excluir contas nas redes sociais depois de assistir ao filme.

AE

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Rato farejador de minas terrestres ganha prêmio de bravura animal no Reino Unido

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Magawa farejou 39 minas terrestres e 28 itens de munições não detonadas.

Heróis vêm em todas as formas e tamanhos. Um rato africano gigante de cinco anos chamado Magawa, no entanto, deve ser um dos mais improváveis do mundo.

O roedor ganhou o equivalente animal da maior honra civil do Reino Unido por bravura por causa de sua habilidade fantástica de farejar minas terrestres e munições não detonadas.

A organização veterinária britânica PDSA concedeu na sexta-feira (25) a Magawa a medalha de ouro “por sua bravura salvadora e devoção ao dever”, que transformou a vida das pessoas no Camboja.

Magawa, que foi treinado pela instituição de caridade belga APOPO, farejou 39 minas terrestres e 28 itens de munições não detonadas, tornando-o o “HeroRAT” (Rato herói) de maior sucesso da organização.

“O trabalho do HeroRAT Magawa e da APOPO é verdadeiramente único e notável”, disse o diretor geral da PDSA, Jan McLoughlin.

Magawa recebe uma banana de recompensa enquanto trabalha para detectar minas terrestres no Camboja. O roedor ganhou o equivalente animal da maior honra civil do Reino Unido por bravura nesta sexta-feira (25) por sua habilidade fantástica de farejar minas terrestres e munições não detonadas  — Foto: Divulgação/PDSA via AFP

Milhões de minas terrestres foram colocadas no Camboja entre 1975 e 1998, causando dezenas de milhares de vítimas.

Magawa, que fica na cidade de Siem Reap, é o primeiro rato a receber uma medalha PDSA nos 77 anos de premiação, juntando-se a um ilustre bando de bravos caninos e felinos — e até mesmo um pombo.

A medalha de ouro PDSA é o equivalente animal da Cruz de Jorge, a mais alta condecoração civil do Reino Unido. A instituição de caridade também concede a Medalha Dickin, para animais militares.

O rato Magawa e visto durante seu trabalho farejando minas terrestres no Camboja. O roedor ganhou o equivalente animal da maior honra civil do Reino Unido por bravura nesta sexta-feira (25) por sua habilidade fantástica de farejar minas terrestres e munições não detonadas        — Foto: Divulgação/PDSA via AFP

 

Farejar e arranhar

 

A APOPO treinou Magawa na Tanzânia para detectar o composto químico dentro dos explosivos, recompensando-o com guloseimas saborosas — bananas e seus amendoins preferidos.

Os ratos alertam os desminadores arranhando a terra.

Ele pode vasculhar uma área do tamanho de uma quadra de tênis em apenas 30 minutos, algo que levaria quatro dias usando um detector de metal convencional.

Ele é grande o suficiente para ser preso a uma coleira enquanto trabalha, mas leve o suficiente para não detonar minas.

“O prêmio PDSA Gold Medal traz o problema das minas terrestres para a atenção global”, disse Christophe Cox da APOPO.

Cox disse que sua equipe de “HeroRATs” acelerou a detecção de minas terrestres por causa de seu olfato apurado e memória.

“Isso não apenas salva vidas, mas devolve as terras seguras tão necessárias para as comunidades o mais rápido e com o melhor custo-benefício possível.”

A APOPO atualmente tem 45 ratos farejadores de minas terrestres e 31 detectando tuberculose na África e na Ásia, de acordo com seu site.

Fonte: G1
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