Facebook lança nova tela inteligente e de menor preço – Portal Plural
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Facebook lança nova tela inteligente e de menor preço

Pável Bauken

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O Facebook revelou, nesta quarta-feira, a segunda geração de sua tela de vídeo Portal, promovendo-a como uma maneira de se conectar com seus entes queridos através da rede social. A empresa também reduziu os custos para tornar os novos dispositivos Portal, Portal Mini e Portal TV mais atrativos para os consumidores, a um preço inicial de 129 dólares. Portal e Portal Mini começarão a ser enviados em 15 de outubro, enquanto o Portal TV, do tamanho de um bloco de notas que transforma um televisor em uma tela inteligente para chamadas de vídeo, começará a ser distribuído em 5 de novembro a um preço de 149 dólares.

O Facebook não detalhou quantos dispositivos Portal foram vendidos desde que foram apresentados, no fim do ano passado. A aprovação foi sólida o suficiente, porém, para inspirar modelos de segunda geração. As vendas de assistentes virtuais inteligentes nos Estados Unidos quase dobraram para 57,5 milhões, com a Amazon representando aproximadamente 48% do mercado, e a Google, quase 39%, segundo o International Data Corp.

Os dispositivos inteligentes Amazon Echo e Google Nest utilizam seus respectivos softwares de assistência digital para infundir seus alto-falantes e telas com Inteligência comandada por voz. “Sabemos que a categoria de dispositivos inteligentes está lotada e competitiva. E esses dispositivos são ótimos”, disse Andrew “Boz” Bosworth, vice-presidente de realidade virtual e aumentada do Facebook. “Mas o Portal é o único dispositivo que te conectará com as pessoas que são importantes para você. E eu diria que qualquer dispositivo inteligente que não faça isso não é tão inteligente”, completou.

Chamadas por Whatsapp

As telas inteligentes do Amazon Echo Show e do Google Nest podem ser utilizadas para fazer chamadas de vídeo, mas o Portal está vinculado a conexões no Facebook, Messenger e WhatsApp, que usam criptografia de ponta a ponta. O aplicativo de mensagens do Facebook e a rede social em si são usados por mais de um bilhão de pessoas por mês. “Não é que o mundo precise de outro Echo Show, ou de outro Google Nest Hub. Este é um produto que tem um propósito muito específico”, disse Werner Goertz, analista de Tecnologia Pessoal e Inovação da Gartner. “É a interação de pessoa a pessoa”, acrescentou.

Conscientes de que os usuários da Internet se tornaram muito cautelosos com sua privacidade no Facebook, as funções integradas no Portal incluem interruptores físicos para desligar câmeras e microfones. Capas podem ser deslizadas sobre as lentes da câmera, e os dados de câmeras e microfones são processados nos dispositivos, e não nos centros de dados da nuvem. O sistema do Facebook sabe quais partes estão se conectando nas chamadas de vídeo, mas não escuta o que é dito, disseram executivos do Facebook.

Os recursos do Portal TV incluem o uso de realidade aumentada para testar divertidas mudanças de imagem e jogos como o clássico “batalha naval”, além da capacidade de assistir a programas do Amazon Prime com amigos, ou familiares distantes.

CP
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Brasileira ganha prêmio de Defensoras Militares da Igualdade de Gênero da ONU

A comandante Carla Monteiro de Castro Araújo trabalha em missão na República Centro-Africana

Reporter Global

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Uma brasileira servindo nas Forças de Paz da República Centro-Africana e uma indiana que recentemente completou sua missão no Sudão do Sul foram selecionadas para receber o Prêmio de Defensoras Militares da Igualdade de Gênero da ONU 2019.

A comandante Carla Monteiro de Castro Araújo, oficial da Marinha brasileira trabalhando na Missão de Estabilização Multidimensional Integrada das Nações Unidas na República Centro-Africana (MINUSCA), e a major Suman Gawani, do exército indiano, uma observadora militar que serviu na Missão das Nações Unidas no Sudão do Sul (UNMISS), receberão o prêmio durante uma cerimônia online presidida pelo secretário-geral da ONU, António Guterres, marcando o Dia Internacional das Forças de Paz da ONU na sexta-feira, 29 de maio.

Criado em 2016, o Prêmio reconhece a dedicacão e o esforço de um militar das Forças de Paz em promover os princípios da Resolução 1325 da ONU sobre mulheres, paz e segurança, dentro do contexto de operação de paz, como nomeado pelos chefes e comandantes das operações de paz. Pela primeira vez, duas militares receberão o prêmio conjuntamente pela contribuição a esta importante causa.

“Este prêmio é um reconhecimento pelo trabalho de equipe envolvendo a força da MINUSCA e o componente civil”, afirmou a comandante Carla Monteiro de Castro Araújo ao receber a notícia da premiação. “É muito gratificante para mim e para a Missão ver nossas iniciativas dando frutos”, acrescentou. A comandante tem servido como conselheira de proteção e gênero na sede da MINUSCA desde abril de 2019. Ela estabeleceu e conduziu um amplo treinamento em aspectos relacionados a gênero e proteção. Graças aos seus esforços, a Missão aumentou significativamente o número de pontos focais de proteção de gênero e de crianças em suas respectivas localidades. Ela foi fundamental para aumentar o envolvimento das patrulhas de resposta de gênero com as comunidades locais de 574 para aproximadamente 3 mil por mês.

Este é o segundo ano seguido que uma brasileira recebe este prestigiado prêmio e a primeira vez que é destinada a uma integrante das Forças de Paz da Índia. No ano passado, a capitão de corveta brasileira Marcia Andrade Braga, então membro da MINUSCA, recebeu o prêmio.

Bella+ / Correio do Povo

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Mundo

Surto de covid-19 controlado no Japão sem isolamento intriga especialistas

O país conseguiu o objetivo ignorando em grande medida o manual padrão de outras nações

Reporter Global

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Japão retira estado de emergência por coronavírus em Tóquio e outras áreas (Carl Court/Getty Images)

O estado de emergência no Japão deve terminar com novos casos de coronavírus que tenham diminuído para meras perdas. O país conseguiu o objetivo ignorando em grande medida o manual padrão de outras nações.

Não foram impostas restrições à mobilidade de residentes, e empresas, como restaurantes e salões de beleza, permanecem abertas. Não foram implantados aplicativos de alta tecnologia que rastreiam os movimentos das pessoas. O país não possui um centro de controle de doenças. E, mesmo quando os países foram exportados para “testar, testar, testar”, o Japão testou apenas 0,2% da população, uma das taxas mais baixas entre os países exportados.

No entanto, uma curva foi achatada, com mortes bem abaixo do número de milha, de distância ou menor número de países iniciados pelo G-7. Em Tóquio, com alta densidade populacional, os casos caíram para um dígito na maioria dos dias. Embora a possibilidade de uma segunda onda mais grave de infecção esteja sempre presente, o Japão entrou e deve deixar o estado de emergência em apenas algumas semanas. O status já foi suspenso na maior parte do país, e Tóquio e outras quatro regiões restantes permanecem no estado de emergência na segunda-feira .

“Apenas olhe para os números de mortes, você pode dizer que o Japão foi bem-sucedido”, disse Mikihito Tanaka, professor da Universidade de Waseda, especialista em comunicação científica que faz parte de um grupo consultivo público de especialistas sobre vírus. “Mas mesmo especialistas não sabem o motivo.”

Uma lista amplamente compartilhada reúne 43 possíveis razões citadas em relatórios de mídia, variando uma cultura de uso de máscaras e uma taxa de obesidade baixa, além da decisão relativamente antecipada de fechar escolas. Entre razões mais fantasiosas relacionadas ao fato de que os japoneses emitem menos gotículas potencialmente carregadas de vírus ao falar em comparação com outros idiomas.

Rastreamento de contatos
Especialistas consultados pela Bloomberg News também sugeriram uma infinidade de fatores que contribuíram para o resultado, e nenhum deles apontou um pacote de políticas únicas que poderia ser replicado em outros países.

No entanto, essas medidas ainda estão sujeitas a longo prazo para países em meio à pandemia.

Uma resposta rápida diante do aumento de infecções foi crucial. Embora o governo central tenha sido criticado por etapas, especialistas elogiados ou papéis rastreadores de contato do Japão, que entraram em ação depois que as primeiras infecções foram identificadas em janeiro. A resposta rápida foi possível por uma das vantagens do Japão: seus centros de saúde pública, que em 2018 empregaram mais da metade dos 50 mil enfermeiros com experiência no rastreamento de infecções. Em tempos normais, esses enfermeiros rastreiam infecções mais comuns, como influenza e tuberculose.

“É muito analógico – não é um sistema baseado em aplicativos como o Cingapura”, disse Kazuto Suzuki, professor de políticas públicas da Universidade Hokkaido que escreveu sobre uma resposta do Japão. “Mas, no entanto, tem sido muito útil.”

“Muitas pessoas dizem que não têm um Centro de Controle de Doenças no Japão”, disse Yoko Tsukamoto, professor de controle de infecções da Universidade de Ciências da Saúde de Hokkaido, citando uma pergunta frequente sobre a gestão de infecções no Japão. “Mas o centro de saúde pública é uma espécie do CDC local.”

Exame

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Mundo

Estudantes da UFMT criam cerimônia de formatura em ambiente virtual no Minecraft durante a pandemia

Reporter Global

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Festa de formatura com realidade virtual — Foto: Reprodução

Alunos de ciência da computação e sistema de informação da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) fizeram uma cerimônia de formatura no sábado (22), em um ambiente virtual no jogo Minecraft. Ao todo, 70 estudantes participaram da construção do ambiente e da cerimônia.

A ideia surgiu em conversa com um dos formandos que queria uma formatura no jogo Minecraft.

O diretor de comunicação do centro acadêmico do curso contou sobre a ideia para Alexandre Muraro do Carmo, um dos alunos que ajudou na construção do ambiente.

As tarefas foram divididas e durante 12 horas os estudantes construíram o ambiente. Quatro alunos participaram da montagem do cenário.

A Atlética Trojan forneceu o servidor para os alunos, sem isso, não teria como fazer o evento devido ao número de participantes. Foram 15 formandos de ciência da computação e 11 de sistema de informação.

“No começo, a ideia era mais básica. Algo bem mais informal, somente com a presença dos alunos, mas conversamos com os outros membros do Centro Acadêmico e a Atlética Trojan. Essa ideia simples tomou uma proporção maior”, afirma.

A Atlética Trojan forneceu o servidor para os alunos, sem isso, não teria como fazer o evento devido ao número de participantes. Foram 15 formandos de ciência da computação e 11 de sistema de informação.

“No começo, a ideia era mais básica. Algo bem mais informal, somente com a presença dos alunos, mas conversamos com os outros membros do Centro Acadêmico e a Atlética Trojan. Essa ideia simples tomou uma proporção maior”, afirma.

G1

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