Exportações de ovos do RS disparam 130% em 2023
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Exportações de ovos do RS disparam 130% em 2023

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André Ávila / Agencia RBS

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Estado é o segundo que mais embarcou o item ao Exterior desde janeiro na comparação com 2022

 

O Rio Grande do Sul ampliou as exportações de ovos em 2023, superando em 130% a quantidade de produto embarcado até novembro deste ano, na comparação com o mesmo período do ano passado. Foi o segundo Estado que mais exportou no acumulado do ano, com 5,8 mil toneladas enviadas ao Exterior. A receita já soma US$ 20,1 milhões, uma alta de 148% sobre 2022.

À frente no ranking dos estados, Minas Gerais exportou 8,7 mil toneladas, alta que chegou a 400% no período. Os dados foram divulgados pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA).

Na comparação mensal, o Rio Grande do Sul se destacou como o Estado que mais exportou ovos em novembro, superando em 65% a quantidade de produto embarcado no mês anterior. Foram 384 toneladas. Em receita, o crescimento foi de 29% na comparação mensal (para US$ 978 mil).

No total comercializado pelo país, as exportações quase dobraram em novembro: cresceram 99,9% ante outubro deste ano e acumulam alta de 170,5% em 2023.

A receita gerada chegou a US$ 1,9 milhão, saldo 36,4% maior que o resultado registrado em 2022, com US$ 1,4 milhão. No ano, o resultado obtido no período chega a US$ 60,7 milhões, saldo 187,4% superior ao total registrado nos 11 primeiros meses de 2022, com US$ 21,1 milhões.

Um dos motivos para tantas remessas ao estrangeiro vem da situação sanitária de países que são grandes consumidores. O Brasil vem garantindo destaque no mercado internacional de ovos desde que a gripe aviária estourou em países como Estados Unidos, Japão e Singapura, ainda no ano passado. Os focos do vírus levaram à morte de milhões de aves poedeiras nesses locais.

O Japão é o principal destino das exportações brasileiras de ovos em 2023, com 10,3 mil toneladas exportadas. O volume é 947,9% superior ao registrado entre janeiro e novembro de 2022. Na sequência está Taiwan, com 5,3 mil toneladas (e sem registros de embarques no ano anterior).

Em terceiro lugar, outro país que está despontando nas importações, o Chile, comprou 2,5 mil toneladas. O mercado chileno foi aberto ano passado, mas foi efetivado este ano, quando as empresas começaram a fechar negócios. O apetite dos chilenos pelo produto brasileiro cresceu 1.208% ante os 11 meses de 2022. Com a vantagem da proximidade logística, deve demandar volumes ainda mais significativos nos próximos anos.

A perspectiva geral, portanto, é de que a demanda das exportações siga aquecida:

O Japão, por exemplo, um dos cinco maiores consumidores do mundo, com mais de 130 ovos por habitante ao ano, registrou gripe aviária no começo deste ano e voltou a ter casos nos últimos dias, então isso deve perdurar pelo menos até meados de maio, quando começa a esquentar no hemisfério norte e ter uma diminuição da circulação viral — projeta o diretor de Mercados da ABPA, Luís Rua.

Mercado interno

Mesmo com o crescimento expressivo ao longo de 2023, as exportações de ovos representam apenas 1% da produção brasileira. Não há qualquer risco, portanto, de faltar produto no mercado nacional por causa dos embarques, reforça o diretor da ABPA. O Brasil deve fechar o ano com 52 bilhões de unidade de ovos produzidas.

Também não deve haver impacto no preço. Segundo Rua, a oscilação no valor do item tem mais a ver com o custo de produção do que com as exportações. Em 2022, a inflação dos ovos bateu 19% nos supermercados da Região Metropolitana de Porto Alegre, segundo o IBGE. Este ano, com a melhora nos custos, a proteína acumula deflação de 3,02% nos dados até novembro, também segundo o IBGE.

O consumo de ovos tem caído cada vez mais no gosto do brasileiro. Seja por razão financeira, por ser uma proteína mais acessível em relação às demais, seja por uma escolha alimentar. E mesmo em cenário de aumento de custos, continua sendo uma das proteínas mais requisitadas na mesa:

Nos últimos anos, conseguimos levar a informação verdadeira de que ovo é alimento acessível, saudável, e não é o vilão do colesterol como se pensava. Vemos o mundo todo cada vez mais ampliando este consumo porque é realmente um produto muito versátil— comenta o presidente da Associação Gaúcha de Avicultura (Asgav), José Eduardo dos Santos.

A média de consumo per capita no Brasil é de 250 ovos por habitante ao ano. Acima da média mundial, que é de 230 ovos por habitante no ano.

O espaço no cardápio tem tentado se adaptar, inclusive, às mudanças no perfil de consumo. No Rio Grande do Sul, embalagens com 10 unidades, e não mais a tradicional dúzia, começaram a ganhar espaço nas prateleiras dos supermercados.

É uma questão de se adequar ao mercado. O consumidor quer ter a liberdade de comprar em menor quantidade, às vezes até já cozido, como já acontece na Europa. O próprio ovo líquido também dá opção ao consumidor que tem pressa. São adaptações na indústria que abrem a possibilidade de atender melhor o consumidor — diz Santos.

 

Fonte: GZH

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Curiosidades

Brasil registra 24,3 milhões de endereços sem número e 2,7 milhões de rua sem nome

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Foto: Fábio Tito/g1
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O Brasil possui 24,3 milhões de endereços sem número, conforme os dados do Censo de 2022 divulgados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) nesta sexta-feira (14). No total, o país tem 107 milhões de endereços oficiais registrados no Cadastro Nacional de Endereços para Fins Estatísticos (CNEFE).

Brasília lidera em número absoluto de endereços sem numeração (1,2 milhão), devido ao padrão específico de endereçamento do Distrito Federal, que geralmente não utiliza o campo número. Em seguida estão Goiânia (526 mil) e Rio de Janeiro (280 mil). Veja no mapa acima.

Além disso, há 2,7 milhões de endereços localizados em ruas, estradas, travessas e rodovias sem nome. Entre as vias nomeadas, os termos mais comuns são “Principal” (226.289 ocorrências), “Santo Antônio” (219.377 ocorrências) e “São José” (219.139 ocorrências).

Para Gustavo Cayres, analista do CNEFE, morar em uma via sem nome acarreta várias dificuldades, como a impossibilidade de fornecer um endereço para receber encomendas ou em entrevistas de emprego.

“Isso indica uma provável informalidade e está bastante relacionado ao poder público municipal, responsável por nomear as ruas e numerar os domicílios. Esse problema é frequente em áreas urbanas com ocupações recentes e informais”, afirma Cayres. “Por exemplo, chamar o Samu para uma via sem nome torna-se mais difícil.”

No total, o Brasil possui 111 milhões de endereços únicos distribuídos pelos 5.570 municípios. A atribuição de endereços é uma função dos governos municipais (prefeituras).

Os dados integram o CNEFE (Cadastro Nacional de Endereços Para Fins Estatísticos), que desde 2005 mapeia os endereços brasileiros.

O país possui:

  • 72 milhões de ruas
  • 10,7 milhões de avenidas
  • 7 milhões de estradas
  • 3 milhões de travessas
  • 1,6 milhões de rodovias

Segundo o IBGE, a função do cadastro é dar suporte às ações do Instituto, como pesquisas censitárias e coleta de dados, além de padronizar os registros de endereços.

O governo federal tem repassado informações do CNEFE para estados em que ocorreram tragédias (como em Brumadinho, MG, em 2019, e no Rio Grande do Sul, em 2024) para apoiar a Defesa Civil em situações de emergência.

Grandes condomínios são a maioria

A pesquisa mapeou lares dentro de condomínios, analisando o tamanho dessas estruturas. A maioria é composta por empreendimentos com mais de 100 unidades, conforme a lista abaixo:

  • 4.757.950 condomínios com mais de 100 unidades;
  • 3.640.694 com 6 a 20 unidades;
  • 2.733.592 com 21 a 50 unidades;
  • 2.153.229 com 51 a 100 unidades.

O IBGE também identificou os complementos mais comuns nos endereços, com “casa” liderando (14,7 milhões), seguido de “apartamento” (13,5 milhões). Bloco (5,2 milhões), lote (4 milhões) e quadra (3,9 milhões) completam a lista.

Fonte: G1

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Estudantes de Horizontina conhecem benefícios do uso de plantas bioativas

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Foto: Divulgação/ Emater-Ascar
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Com a consciência de que é através das crianças que se torna possível impactar o que irão colher diferentes gerações, a Emater/RS-Ascar conduziu  uma oficina de uso de plantas bioativas na Escola Municipal de Ensino Fundamental Bela União, de Horizontina. A atividade está inserida no projeto pedagógico Jovens Empreendedores Primeiros Passos (Jepp), desenvolvido na escola e que neste ano tem como tema “Descobertas Empreendedoras no Jardim Sensorial”, onde se conhece mais sobre plantas aromáticas, condimentares e medicinais, através da teoria e de experiências.

A extensionista da Emater/RS-Ascar Ivete Grasiela Rossi Hupfer apresentou as oportunidades do uso destas plantas a estudantes da pré-escola e do 1º ano do ensino fundamental. Atentos, acompanharam na prática o preparo de sal temperado e degustação de chás.

Em uma parceria com a AgroVeterinaria Noroeste, foram doadas mudas de plantas medicinais e temperos às crianças. A turma do 1º ano levou as mudas para cultivar em casa e os estudantes da pré-escola farão a prática de plantio em vasos, com o auxílio da professora, na escola.

Estão previstas também ações com o 2º ano, que participará de visita guiada a uma horta conduzida pela Emater/RS-Ascar; com o 3º ano será desenvolvida uma oficina de artesanato; e o 4º ano que terá a oportunidade de participar de oficina culinária.

A Assistência Técnica e Extensão Rural e Social (Aters) em Plantas Medicinais é uma ação tradicional, realizada pela Emater/RS-Ascar, vinculada à Secretaria Estadual de Desenvolvimento Rural (SDR), há mais de seis décadas, com o intuito de promover a saúde e o bem-estar, resgatar o conhecimento popular e preservar a agrobiodiversidade.

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Princesa Kate compartilha primeira foto após diagnóstico de câncer e comenta sobre quimioterapia: ‘Há dias bons e ruins’

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Foto: Divulgação
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A princesa Kate Middleton compartilhou nas redes sociais nesta sexta-feira (14) sua primeira foto desde que revelou seu diagnóstico de câncer em março. Ela também atualizou sobre seu tratamento: “Estou progredindo bem, com dias bons e ruins”.

“Estou progredindo bem, mas, como qualquer pessoa passando por quimioterapia sabe, há dias bons e dias ruins. Nos dias ruins, você se sente fraco, cansado e precisa ceder ao corpo para descansar. Mas nos dias bons, quando você se sente mais forte, quer aproveitar ao máximo a sensação de bem-estar”, disse a princesa de Gales.

A princesa Kate também mencionou que está “vivendo um dia de cada vez” após o diagnóstico de câncer: “Estou aprendendo a ser paciente, especialmente com a incerteza. Estou vivendo um dia de cada vez, ouvindo meu corpo e permitindo-me este tempo necessário para me curar.” O príncipe William havia comentado que Kate “está melhorando” durante um encontro com veteranos de guerra nas comemorações do Dia D no início do mês.

Kate anunciou em 22 de março que foi diagnosticada com câncer após uma cirurgia abdominal no início do ano e que, por isso, está sendo submetida a um tratamento. Na ocasião, ela afirmou que estava bem, mas o gabinete de comunicação do casal declarou que não forneceriam atualizações regulares sobre sua saúde e que Kate não retornaria às funções públicas até que seus médicos a liberassem.

Na publicação desta sexta-feira (14), Kate Middleton confirmou que participará do Desfile de Aniversário do rei Charles III neste sábado (15), marcando sua primeira aparição pública desde o anúncio do câncer. “Estou ansiosa para participar do desfile de aniversário (…) e espero participar de alguns compromissos públicos durante o verão, embora saiba que ainda não estou fora de perigo”, afirmou a princesa. O aniversário do rei Charles III é em novembro, mas o Desfile de Aniversário do Soberano é uma celebração oficial realizada no primeiro ou segundo fim de semana de junho, contando com um desfile militar dos soldados da Divisão da Casa Real.

Kate também expressou sua gratidão pelo apoio que tem recebido nos últimos meses. “Realmente fizeram uma enorme diferença para mim e para William, ajudando-nos a passar por alguns dos momentos mais difíceis”, disse a princesa de Gales.

Atualização de Saúde por Príncipe William

A última atualização sobre a saúde de Kate foi dada pelo príncipe William durante um encontro com veteranos de guerra no Dia D, em 5 de junho. William disse que Kate “está melhorando”, mas não forneceu mais detalhes.

William respondeu a um veterano da Segunda Guerra Mundial durante as celebrações pelos 80 anos do “Dia D” — quando tropas aliadas atacaram tropas nazistas na Normandia, na França.

Nesta quarta-feira, William respondeu a um veterano que o questionou sobre a saúde de Kate:

“Eu ia te perguntar se a sua esposa está melhorando”, perguntou o veterano.

“Sim, ela está melhorando. Ela adoraria estar aqui hoje. Eu estava lembrando a todos que a avó dela serviu (ao Exército) em Bletchley”, respondeu o príncipe.

Fonte: CNN Brasil

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