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Experiência com a comunidade qualifica formação de estudantes do curso de Medicina

Reporter Plural

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Mesmo durante a pandemia, prática em Estratégias de Saúde da Família teve sequência, com cuidado especial para segurança de alunos, equipes e usuários

            

Aliar a teoria, vista em sala de aula, com a prática, em setores da saúde. Esse é um dos diferenciais do curso de Medicina da Unijuí. Desde o primeiro semestre, os estudantes têm contato com o Sistema Único de Saúde (SUS) e com a Atenção Primária à Saúde. Porém, no quarto semestre, os alunos cursam a Unidade de Ensino e Aprendizagem (UEA) de Saúde Coletiva 4 – Saúde da Família e Comunidade, onde participam de todo o processo de trabalho das Estratégias de Saúde da Família (ESFs), que atendem famílias do interior e da cidade. É neste momento que os alunos aprofundam o trabalho prático e entendem a importância destes espaços para a população.

“Os alunos acompanham não somente os médicos, mas o trabalho realizado por vários profissionais da equipe, como enfermeiros, técnicos de enfermagem, nutricionistas, odontólogos, agentes comunitários de saúde e recepcionistas. O contato e a experiência dos alunos com todos estes saberes qualificam a formação, fortalecendo uma visão integral e ampliada da saúde”, explicou a professora Júlia Nunes Mallmann, coordenadora da UEA Saúde Coletiva – Saúde da Família e Comunidade.

Embora mudanças tenham ocorrido, a pandemia de covid-19 não prejudicou o trabalho prático dos alunos. Segundo Júlia, os acadêmicos participaram de várias atividades desenvolvidas pelas equipes de ESFs. “Claro que adequações foram necessárias, principalmente com relação à segurança dos alunos, das equipes e dos usuários. Foram seguidos protocolos elaborados pelo Município e pela Unijuí, orientando sobre como portar-se e quais as medidas a serem adotadas durante a realização das atividades práticas, incluindo várias orientações sobre cuidados de higiene. Os atendimentos coletivos não foram realizados por orientação do Município, contudo, os atendimentos individuais e as visitas domiciliares seguiram com fluxo normal”, explicou a professora.

Na avaliação de Júlia, estes espaços são fundamentais para a formação dos alunos, não apenas do curso de Medicina, mas de todos os outros cursos da área da Saúde, que também têm atividades junto às ESFs. “Estar em contato com os usuários e com a rede de atenção à saúde, desde o início do curso, facilita o entendimento do conceito ampliado de saúde, proporcionando um atendimento mais humanizado e acolhedor desses futuros profissionais”, afirmou, lembrando que as práticas em ESFs foram bastante proveitosas para complementar o que foi estudado em sala de aula. “É um ambiente que possibilita o encontro com o paciente e, por isso, se torna tão dinâmico e interessante.”

Enquanto que os professores conseguem aproximar o que ensinam da realidade, e os pacientes são beneficiados com o atendimento prestado nas unidades de saúde pelo curso, os acadêmicos têm uma vivência única e “indispensável” à aprendizagem, conforme destaca a aluna do 4º semestre de Medicina, Vitória Massafra Rodrigues.

“Entre as vivências que tive até agora, destaco as visitas domiciliares aos pacientes acamados e as consultas dos médicos da família e da comunidade, que possibilitaram a observação do encontro clínico e anamnese. Também é importante destacar as múltiplas vivências que tivemos com as equipes, que contam, por exemplo, com enfermeiros, técnicos de enfermagem e médicos especializados de cada ESF”, disse.

Reforçando a fala da professora, Vitória lembrou que, em razão da pandemia, ela e os colegas foram divididos em grupos menores para as aulas práticas. A discussão sobre o novo coronavírus, claro, não poderia ficar de fora das aulas teóricas, que seguem de forma virtual. “Trabalhamos bastante a covid-19, discutindo casos clínicos e artigos científicos”, lembra.

 

Vestibular

Está aberto o processo de inscrições ao Vestibular de Medicina, nova turma que vai iniciar em 2021. O candidato poderá realizar a prova da Unijuí ou utilizar a nota do ENEM de anos anteriores, considerando que este ano, em função da pandemia, o ENEM será realizado somente no mês de janeiro de 2021. Para o candidato utilizar a nota do ENEM, ele deve ter concluído o ensino médio, sendo que nos anos em que ele está cursando essa etapa, não valerão para a seleção ao curso de Medicina. Confira o Edital e todos os detalhes do processo, clicando aqui.

Datas:

Inscrição: 21 de outubro a 06 de dezembro

Prova: 13 de dezembro, presencial com todos os protocolos de segurança e distanciamento.

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Morte de Maradona repercute entre políticos brasileiros

Pável Bauken

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Após o anúncio da morte do ex-jogador de futebol argentino Diego Maradona devido a uma parada cardiorespiratória, informada pelo jornal Clarín, parlamentares brasileiros foram às redes sociais lamentar o falecimento do ídolo argentino.

O senador e ex-jogador de futebol Romário (PODE-RJ) lamentou a morte do amigo. Romário e Maradona chegaram a disputar partidas de futebol em mais de uma ocasião. “Sua passagem pelo mundo levou muita felicidade ao seu país e encantou a todos nós. Nunca vou esquecer das risadas que demos juntos. Certamente, ele nunca foi um adversário. Me chamava de Chapolin e me tratava como irmão. Um menino, que se foi cedo demais. Meu abraço aos argentinos, à família. Que tristeza, vai com Deus, hermano!”, comentou Romário no Twitter.

O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), disse receber o falecimento com tristeza. “Recebo com pesar mais uma triste notícia: a morte de Diego Maradona, maior jogador da história do futebol argentino e uma das maiores estrelas do esporte no mundo Meus sentimentos aos familiares e amigos”, escreveu. Já o governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), publicou que lamentava a morte do atleta que “protagonizou momentos autenticamente imortais”.

Na mesma linha, o governador do Estado do Espírito Santo, José Renato Casagrande (PSB), publicou que “o mundo do futebol está de luto com a partida repentina de Maradona!”. “Personalidade autêntica, figura marcante, contribuiu de forma efetiva para tornar o futebol uma paixão”, completou.

Os deputados federais Marcelo Freixo (PSOL-RJ), Renata Abreu (PODE-SP) e Orlando Silva (PCdoB-SP) também lamentaram a morte do jogador argentino. “Maradona foi um dos maiores talentos que já vi jogar, ao lado de Zico, Cruyff e de tantos outros artistas da bola. Todos sabem da minha paixão pelo futebol e minha admiração por Maradona sempre foi gigante. Marcou muitas gerações. Vai fazer falta. É um gênio que o mundo perde.” disse Freixo.

“Morre o argentino Diego Maradona, um dos maiores jogadores de futebol mundial, que marcou gerações da bola com seu talento, dribles desconcertantes e gols magníficos. Aos familiares, amigos e fãs do craque da Argentina e do planeta, meus sentimentos”, disse Renata. Orlando lamentou a morte dizendo que “o futebol ficará em luto por muito tempo”.

O prefeito do Salvador, ACM Neto (Democratas), também foi às redes para comentar o caso, dizendo que “mesmo com toda rivalidade, os brasileiros apaixonados pelo esporte sabem reconhecer o talento desse craque que deixa seu nome marcado na história. Um abraço sincero em nossos hermanos.”

Para o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), a morte do ex-jogador “deixa toda a Argentina e o futebol mundial de luto”. “Vá em paz, campeão!”, escreveu.

A notícia também foi lamentada pelo ex-presidente Lula. “Diego Armando Maradona foi um gigante do futebol, da Argentina e de todo o mundo, um talento e uma personalidade única. A sua genialidade e paixão no campo, a sua intensidade na vida e seu compromisso com a soberania latino-americana marcaram nossa época”, escreveu Lula no Twitter. “No campo, foi um dos maiores adversários, talvez o maior, que a seleção brasileira já enfrentou. Fora da rivalidade esportiva, foi um grande amigo do Brasil. Só posso agradecer toda sua solidariedade com as causas populares e com o povo brasileiro. Maradona jamais será esquecido.”

Por Matheus de Souza, Pedro Caramuru, Nicholas Shores e Daniel Weterman

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Casagrande chora morte de Maradona e relembra luta contra dependência química

Pável Bauken

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Ex-jogador e comentarista da TV Globo, Walter Casagrande se emocionou nesta quarta-feira ao comentar a morte de Diego Maradona, ocorrida em Tigre, na região metropolitana de Buenos Aires. O ex-centroavante lembrou das dificuldades enfrentadas por ambos em função da dependência química e foi às lágrimas.

“Eu estou bem chocado, mas também pelo (Fernando) Vannucci (faleceu na terça-feira), está bem difícil. Joguei na mesma época que ele na Itália, com o irmão dele no Ascoli, tive bastante contato. Sempre me tratou, minha família muito bem. Sempre tive essa preocupação com o problema da dependência química, que eu também tenho e me tratei”, disse Casagrande, à TV Globo.

Casagrande, contemporâneo de Maradona durante a sua passagem pelo futebol da Itália, declarou revolta com o que viu como falta de apoio recebido pelo craque argentino para lidar com a dependência química.

“Sempre fiquei revoltado com quem estava ao redor dele. Quem está ao redor está vendo que ele está indo para o fundo do poço, destruindo a vida dele. E ninguém faz alguma coisa para evitar isso? Eu fico chocado pela perda de um grande jogador, um cara que conheci e gostava muito e por um dependente químico porque eu sofro muito quando morre um dependente químico. É muito duro”, acrescentou.

À Globo News, Casagrande também comentou sua experiência pessoal na luta contra as drogas. “Quando fui fazer meu tratamento, fui evoluindo, evoluindo, até que chegou o momento em que eu não sonhava mais com drogas, não pensava mais. Jogar contra a droga é derrota certa. Se você conseguir chegar ao empate, parou, acabou o jogo. Não dá pra disputar com a droga, ela é muito mais forte do que qualquer ser humano”, comentou.

Maradona ficou internado por cerca de dez dias em um hospital no início de novembro, onde se detectou uma hematoma no cérebro, do qual foi operado com êxito. Depois disso, vinha se recuperando na sua residência, em Tigre, na região metropolitana de Buenos Aires, faleceu depois de sofrer uma parada cardíaca, nesta quarta. Ele tinha 60 anos.

Outro brasileiro que atuou no futebol italiano no mesmo período em que Maradona, Paulo Roberto Falcão também prestou as suas condolências pela morte e seu respeito ao craque, classificado por ele como “semideus”.

“Maradona foi um semideus do futebol. Com a bola, ele foi deus; sem a bola, foi humano.

Tive o privilégio de vê-lo desfilar todo seu imensurável talento em campo e dou testemunho de sua genialidade. Don Diego estará para sempre nas melhores lembranças dos apaixonados por futebol ”

Estadão

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ONG realiza ‘marcha online’ em defesa dos direitos das mulheres

Reporter Cidades

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A organização ActionAid lançou nesta quarta-feira, 25, Dia Internacional de Combate à Violência Contra a Mulher, uma marcha mundial online em prol da luta contra esse tipo de violência e da necessidade de implementar políticas para proteger os direitos desse grupo. A ação busca contabilizar 40 mil km caminhados pelo mundo até o dia 10 de dezembro.

Com o nome Walk for Survival: Marcha Global por Mudanças e presente em mais de 20 países, a campanha ganhou um site, em que as pessoas podem se cadastrar e inserir a distância que percorreram com caminhadas, corridas ou até dentro de casa. No Brasil, a ActionAid lançou a ação com as frases “cada passo conta” e “juntos vamos mais longe”.

A ação também salienta os efeitos negativos da pandemia do novo coronavírus na vida das mulheres, como o aumento do desemprego, impossibilidade de trabalhar, sobrecarga de funções, falta de acesso a serviços públicos e o aumento da violência doméstica durante o período de quarentena.

Uma pesquisa realizada pela ActionAid com 1.200 mulheres de países como Índia e África do Sul apontou que um terço das mulheres jovens perderam seus empregos e renda durante a pandemia. O levantamento indicou também que 58% das entrevistadas se tornaram mais vulneráveis à violência em meio ao isolamento social em casa.

Além de trazer depoimentos sobre os efeitos da violência contra mulheres, a ação falará também sobre a necessidade de implementar medidas para combater as mudanças climáticas e de discutir as mudanças na sociedade após a pandemia do novo coronavírus, para contribuir com um “futuro melhor pós-covid-19”

Estadão

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