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Ciência

Estudo mostra que microplásticos podem prejudicar células humanas

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Os microplásticos, que chegam ao corpo humano pelo ar ou pela comida, podem prejudicar as células.

Esses detritos são capazes de causar a morte das células e gerar reações alérgicas, podendo dar início a outros problemas de saúde.
 
A conclusão é de uma pesquisa britânica publicada na Journal of Hazardous Materials.
 
No entanto, ainda não se sabe ao certo o real risco que os microplásticos representam, já que não há dados suficientes sobre como eles podem ser excretados do corpo.
 
Os cientistas analisaram 17 estudos toxicológicos sobre o impacto desses resíduos, comparando a concentração de microplásticos que afetam as células à que é ingerida pelos seres humanos por meio do consumo de água e comida contaminadas.
 
As pesquisas concluíram que a contaminação da água potável, de frutos do mar e sal de mesa gerou altos níveis de exposição humana aos microplásticos. Em seguida, os cientistas compararam esses níveis à quantidade de resíduos que haviam causado danos às células em estudos toxicológicos.
 
Apesar dessas consequências, os pesquisadores afirmam que são necessários novos estudos que mostrem o que acontece depois que esses detritos entram no corpo humano.
 
Os microplásticos têm origem em resíduos industriais e residenciais e podem ser encontrados em todo o meio ambiente, do Saara à Antártica e até na atmosfera terrestre.
 
A previsão é de que, com contínuo descarte inadequado do lixo, esses detritos ampliem sua presença no ambiente. 
FONTE:TECMUNDO
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Ciência

“Ciência transforma vidas”, diz brasileira premiada em programa internacional

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Foto: Divulgação
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Alicia Kowaltowski, renomada bioquímica brasileira, foi uma das vencedoras do Prêmio Internacional L’Oréal-UNESCO Para Mulheres na Ciência, destacando-se por suas pesquisas sobre mitocôndrias. Desde jovem, Kowaltowski demonstrou interesse pela ciência, incentivada por seus pais acadêmicos. Sua dedicação ao estudo das reações bioquímicas das mitocôndrias, essenciais para a produção de energia nas células, lhe rendeu esse prestigiado reconhecimento.

Kowaltowski foi homenageada na sede da UNESCO, em Paris, pela sua contribuição significativa para a compreensão de doenças como obesidade, diabetes e infarto. “A ciência tem o poder de transformar vidas”, afirmou a pesquisadora. Sua investigação analisa como o transporte de íons, o metabolismo energético e os oxidantes mitocondriais influenciam essas condições de saúde, propondo intervenções baseadas no entendimento dessas reações celulares.

Selecionada entre 350 candidatas de todo o mundo, Kowaltowski e outras quatro cientistas foram escolhidas por um júri internacional independente, presidido pela professora Brigitte L. Kieffer. “Esse prêmio representa um grande incentivo para continuar minha pesquisa e contribuir para o desenvolvimento de novos conhecimentos”, declarou Kowaltowski.

A cientista também destacou a importância do trabalho em equipe, agradecendo a colegas como Camile Caldeira da Silva, que auxiliou na organização e manutenção dos equipamentos de pesquisa. “Tive ajuda de muitas pessoas ao longo desta trajetória”, reconheceu.

Kowaltowski, uma referência na área, acredita na importância da representatividade feminina na ciência e deseja inspirar futuras gerações. “O grande desafio mesmo é ser cientista no país, porque não há incentivos para atuar na área”, disse, ressaltando a necessidade de mais apoio para os pesquisadores brasileiros.

Para aqueles que aspiram seguir uma carreira na ciência, Kowaltowski oferece um conselho: “Sejam curiosos, façam boas perguntas, estejam abertos a resultados inesperados, encontrem supervisores de apoio e nunca desistam. Explorar os limites do conhecimento nos dá resiliência para continuar ultrapassando limites e quebrando barreiras.”

Fonte: Forbes Brasil

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Ciência

Estudante do MA representará o Brasil na maior feira de ciências do mundo com pesquisa de combate às doenças tropicais

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Pedro Paulo Braga, um jovem pesquisador de apenas 16 anos, natural do Maranhão, está prestes a representar não apenas seu estado, mas todo o Brasil, na maior feira de ciências e engenharia do mundo, nos Estados Unidos. Seu projeto inovador promete revolucionar o combate às doenças tropicais, como dengue e febre amarela, utilizando uma planta típica da vegetação maranhense.

O trabalho de Pedro será apresentado em Los Angeles, Califórnia, durante o evento Regeneron International Science and Engineering Fair (ISEF), que ocorrerá de 11 a 17 de maio. Entre os 6.100 projetos inscritos no Brasil, apenas 18 foram selecionados, incluindo a pesquisa de Pedro.

O jovem, natural da cidade de Imperatriz, começou a desenvolver sua pesquisa em 2022, quando ainda cursava o 9º ano do ensino fundamental. Agora, no 2º ano do ensino médio, ele vê seu esforço sendo reconhecido e sua pesquisa ganhando destaque pelo potencial de beneficiar a sociedade.

O projeto de Pedro faz parte do programa Cientista Aprendiz da Universidade Estadual da Região Tocantina do Maranhão (Uemasul), que prepara estudantes do ensino básico para o mundo da pesquisa científica. Seu estudo tem como foco a planta Solanum viarum Dunal, conhecida localmente como Juá Bravo, comum na vegetação do cerrado maranhense.

Em entrevista ao g1 MA, Pedro explicou que o objetivo do trabalho é identificar os princípios ativos presentes na folha do Juá Bravo, visando produzir um biolarvicida capaz de combater e modificar geneticamente as larvas dos mosquitos transmissores de arboviroses.

O projeto, orientado pelo professor Zilmar Timóteo Soares, apresentou resultados promissores. O biolarvicida desenvolvido mostrou-se eficaz, deixando os mosquitos estéreis e impedindo a reprodução dos insetos.

A relevância da pesquisa de Pedro ganha ainda mais destaque diante do contexto de saúde pública no Maranhão e no Brasil. O estado já registrou 4 mortes por dengue em 2024, enquanto o país contabiliza 2.246 mortes pela mesma doença, de acordo com o Ministério da Saúde.

Para Pedro, a realidade de sua região, assim como de outros estados tropicais, o motivou a iniciar os estudos. Seu objetivo é oferecer uma solução sustentável e econômica para o combate às doenças tropicais, utilizando recursos naturais disponíveis na região.

Com a participação na Regeneron ISEF, Pedro espera expandir seus conhecimentos e fortalecer sua aptidão pela pesquisa. Seu projeto não apenas representa uma conquista pessoal, mas também uma oportunidade de destacar o potencial científico do Brasil perante o mundo.

Fonte: G1

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Ciência

Astrônomos descobrem buraco negro estelar inativo a 2 mil anos-luz de distância da Terra

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Foto: L. Calçada/ESO
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Astrônomos identificaram o buraco negro estelar mais massivo já registrado na Via Láctea, após detectarem uma oscilação peculiar no espaço.

Chamado de “gigante adormecido”, o buraco negro, denominado Gaia BH3, possui uma massa aproximadamente 33 vezes maior que a do nosso Sol e está situado a 1.926 anos-luz de distância, na constelação de Aquila. Isso o torna o segundo buraco negro mais próximo da Terra já conhecido, sendo o primeiro o Gaia BH1, localizado a cerca de 1.500 anos-luz de distância e com uma massa quase 10 vezes maior que a do Sol.

Os astrônomos fizeram essa descoberta enquanto examinavam observações feitas pelo telescópio espacial Gaia, da Agência Espacial Europeia (ESA), para uma próxima divulgação de dados à comunidade científica. Eles foram surpreendidos por um movimento peculiar — causado pela influência gravitacional do Gaia BH3 em uma estrela companheira próxima.

Os buracos negros “adormecidos” geralmente não têm uma companheira próxima para interagir, tornando-os mais difíceis de detectar e incapazes de gerar luz. No entanto, alguns buracos negros estelares estão em órbita com estrelas companheiras, o que resulta na troca de matéria e na liberação de raios X brilhantes, detectáveis por telescópios.

A descoberta do Gaia BH3, que é o terceiro buraco negro estelar adormecido detectado pelo Gaia, foi confirmada pelos astrônomos utilizando o Very Large Telescope do Observatório Europeu do Sul (ESO), no Deserto do Atacama, no Chile, e outros observatórios terrestres. Essa descoberta também forneceu novas informações sobre a formação desses enormes buracos negros.

Os cientistas acreditam que buracos negros estelares como o Gaia BH3 se formam quando estrelas massivas chegam ao fim de sua vida. Essas estrelas perdem menos massa ao longo de suas vidas, acumulando mais material no final, o que pode resultar na formação de um buraco negro de alta massa.

Além disso, a composição química da estrela companheira do Gaia BH3, que é pobre em metais, sugere que a estrela que deu origem ao buraco negro também era pobre em metais. Isso indica que a estrela progenitora provavelmente se formou nos primeiros 2 bilhões de anos após o Big Bang.

Essa descoberta destaca o impacto significativo que o telescópio espacial Gaia está tendo na astronomia e astrofísica, proporcionando novas perspectivas e insights sobre o universo que nos cerca.

Fonte: CNN Brasil

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