Estão iludindo o povo mais uma vez? – Portal Plural
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Orlando Desconsi

Estão iludindo o povo mais uma vez?

Orlando Desconsi

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Terminamos o ano de 2019 com a boa notícia de que haviam sido empenhados 12 milhões para a construção de um ginásio poliesportivo no Parque de Exposições. Infelizmente, nesta semana recebemos a notícia do cancelamento do empenho.  A informação repassada é de que o projeto necessita de adequação. Estão iludindo o povo mais uma vez? Sabe-se que para ocorrer o empenho o projeto precisaria ter sido previamente analisado. Pairam dúvidas sobre a efetivação desse projeto. Estamos de olho.

Não compreendo como o atual governo municipal não conseguiu em 7 anos o empenho para o módulo 3 e 4 do Centro Cultural. Foi o Prefeito Vicini (PP) que assinou o TAC com o Ministério Público e a Cidade Interativa, para a reconstrução do prédio original da antiga Prefeitura. Nós em 4 anos garantimos o projeto e 2 convênios módulos 1 e 2. O 1 (um) com o Ministério do Turismo, que concluímos em nosso mandato, e o 2(dois)  com o Ministério da Cultura que ainda está em andamento. Houve a promessa pelo atual governo da conclusão do projeto do Centro Cultural e até agora não ocorreu nenhuma garantia de recursos para os módulos 3(três) e 4(quatro). Lamentável para Santa Rosa.

O Governo Bolsonaro inverteu a lógica, que segundo os legalistas, devia ser seguida para utilização de verba pública em veículos de comunicação, em que a maior audiência devia ser respeitada.  Com essa mudança o governo priorizou os veículos que lhe eram mais fiéis, garantindo, com isso, privilégios com dinheiro público. Agora foi noticiado que o seu chefe da SECOM – Secretaria de Comunicação recebia pagamentos de alguns veículos de comunicação e agências de publicidade que tiveram a verba aumentada sem critérios transparentes (e nem foi afastado do cargo). Aparentemente a corrupção faz parte do DNA deste governo, que enganou os brasileiros, prometendo acabar com a mesma.

Esta semana 5 partidos foram ao CNJ – Conselho Nacional de Justiça cobrar providências sobre a utilização dos cartórios para a criação da Aliança Nacional, partido do presidente Bolsonaro. Trata-se de um procedimento ilegal, imoral e que demonstra a falta de responsabilidade com a  ética do Governo Bolsonaro e dos cartórios que seguiram a orientação da sua associação.

Bolsonaro/Guedes destroem o serviço público e as consequências disso vão surgindo – o número de processos encaminhados e não analisados no INSS chegou a uma situação insustentável e para tentar solucionar a falta de funcionários em função das aposentadorias, da não substituição destes funcionários e da não renovação de contrato com estagiários, propõe, com custos muito mais elevados, convocar militares da reserva para esta missão. Eles nada entendem dos processos; é mais uma medida ineficaz.  É prova que este modelo de governo de extrema direita, de acabar com o estado, é falido e caótico com consequências tristes para quem mais precisa da agilidade deste serviço pois estão, muitos deles, sem receber salário, pensões, licença maternidade e auxílio doença e acidente, além da demora para receberem a aposentadoria.

Orlando Desconsi – ex- Prefeito de Santa Rosa e Ex- Deputado Federal.

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Orlando Desconsi

Dia 13 de fevereiro no Governo Bolsonaro foi dia de Terra arrasada

Orlando Desconsi

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Dia 13 de fevereiro de 2020, o Ministro Osmar Terra vira ex- Ministro, Pois por ironia do destino foi demitido exatamente no dia em que completou 13 meses e 13 dias de governo Bolsonaro.

Sua demissão foi após uma fritura pública do próprio Presidente a que ele servia. Deve ter sentido a dor da humilhação pública, pois serviu  ao golpe contra a Dilma e depois ajudou a eleger o Presidente miliciano fascista, e agora foi descartado pelo seu líder. O que não esperara era ser demitido pelo pior Presidente dos últimos anos e ainda por incompetência e suspeita de corrupção. Lembro bem de seus gritos contra nós em cima da camioneta em Santa Rosa. Quem diria que o feitiço virou contra o feiticeiro.

O então ministro teria recebido uma proposta para assumir uma embaixada o qual teria recusado, pois sepultaria a carreira política, renunciando ao mandato. Daí Ficaria sem foro privilegiado para se defender das acusações de fraude.

As causas de sua demissão transpareceram que foram duas: a primeira a incompetência, pois neste período não deixou nenhuma marca social positiva para o Governo e sim só o aumento das filas, onde mais de um milhão de pessoas esperam pelo benefício do Bolsa Família, cortes e escândalos. O segundo motivo foi os escândalos que Terra poderia ter evitado na sua pasta e para o governo se tivesse ouvido os órgãos oficiais. (Suspeita de irregularidades amplamente divulgadas pela imprensa do centro do país).

Dia 13 de fevereiro no Governo Bolsonaro foi dia de Terra arrasada.

Esse novo Ministro da Casa Civil, tudo indica, está recebendo o pagamento por ter poupado o escândalo envolvendo a família Bolsonaro durante a campanha. Escândalo que envolve os matadores de Marieli. Lembrem que o então Ministro Raul Jugmann disse que tinha gente poderosa, por trás dos assassinatos, pois era no condomínio do então candidato a Presidente, aliado da milícia, que se elegeu Presidente que residiam envolvidos no assassinato segundo a polícia. Triste saber que quem controla a polícia é Sérgio Moro juiz que condenou sem provas o principal adversário e que foi agraciado com o Ministério da Justiça e depois receberá uma vaga no STF. Para isso, se comporta como disse esta semana o Deputado Glauber,  de “capanga da milícia”. Esta semana, mataram o Adriano, que estava sendo apontado como matador de Marieli. Que estava foragido fora da lista de Moro. Queima de arquivo para não chegar na família Bolsonaro ou não? Com a proteção do Ministro ou não?

A seca atinge 100 municípios do Rio Grande do Sul, Bolsonaro e Leite governam de costas para este povo. Nunca se viu tamanho desprezo pelos atingidos.

Orlando Desconsi ex- prefeito e ex- deputado Federal

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Orlando Desconsi

Governador aprovou junto com a sua base aliada, 49 projetos prejudiciais aos servidores público

Orlando Desconsi

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Governador Eduardo Leite(PSDB), aprovou junto com a sua base aliada, 49 projetos prejudiciais aos servidores públicos, e em decorrência ao serviço público, em apenas 5 dias. Mudou do avesso a vida dos servidores públicos estaduais, sem diálogo, impondo o que seus burocratas trazidos de fora do estado elaboraram, para sem mediação e bom senso impor sua vontade. Esse Governador tucano e seus aliados prejudicaram a vida dos trabalhadores do setor público e o reflexo é a piora do serviço público em nosso estado para a população que mais precisa. Lamentável.

Leite foi o primeiro Governador que foi vaiado na romaria de navegantes em Porto Alegre. Saiu de fininho depois de aprovar o pacote de maldades.

Deputados da base do Governador Leite estão encontrando dificuldade de circular no meio do povo, pois ficaram do lado do capital e não do povo. Até familiares de deputados estaduais estão indignados com os seus apoios ao pacote de maldades do Governo Eduardo Leite. A conta está chegando e chegará para muitos ainda que mentem para o povo.

Esta semana, depois de uma crítica que fiz ao governo Municipal por não ter efetuado a regularização fundiária no Bairro Auxiliadora fui convidado pelo Prefeito Vicini para uma conversa sobre este tema. Queria ele entender melhor a minha crítica. Estive no seu gabinete e ele reuniu pessoas responsáveis pela área de habitação. Quando fiz a minha cobrança recebi o retorno que o dinheiro previsto para a regularização foi utilizado para outras obras de infra estrutura na Vila Santa Inês que foi o asfalto da rua de acesso e a ciclovia na auxiliadora e não na regularização. Cobrei mesmo assim a regularização, pois existe uma lei que facilita e isenta de taxa a primeira documentação.  Triste saber que após 7 anos de governo local a regularização não aconteceu por terem desviado o dinheiro para outra finalidade. Mas a partir da cobrança efetuada na presença do Prefeito e de citarmos que hoje a lei atual é mais benéfica e com menor custo é possível legalizar. O Prefeito se comprometeu junto com sua equipe de fazer mutirões nas vilas do bairro auxiliadora para resolver o problema. Porém a vontade é fazer só do terreno, quando deveria ser também da casa. Espero que em breve o assunto se resolva. Estaremos de Olho.

Orlando Desconsi ex- prefeito e ex- deputado Federal

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Orlando Desconsi

Recorde de empregos com carteira assinada é fake news de Guedes

Orlando Desconsi

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Em 2014, havia pleno emprego e, desde então, houve a redução de 1.314.571 empregos formais; desse total, a Indústria de Transformação desempregou 1.094.1253 pessoas segundo Cyntia Campos.

Em seu primeiro ano de governo (2002), Lula gerou mais de 800 mil postos de trabalho. No primeiro ano do segundo mandato (2007), a geração de empregos formais chegou a 1,9 milhão — um crescimento que superou o já excelente resultado de 2006, quando o País registrou  1,5 milhão de vagas com carteira assinada.

São resultados expressivos, perto dos quais o desempenho do primeiro ano de mandato de Jair Bolsonaro empalidece e fazem desafinar as fanfarras com as quais o atual governo tenta vender como “espetacular” a criação de 644.079 vagas de trabalho formal em 2019.

O desempenho de Bolsonaro fica muito longe do alcançado no primeiro ano de governo da presidenta Dilma (2011), quando o Brasil, a caminho do pleno emprego, criou mais 1,9 milhão de vagas com carteira assinada.

Quantidade e qualidade: O resultado do primeiro ano de Dilma é mais impressionante quando se leva em conta que o País teve um fortíssimo crescimento em 2010, último ano de Lula na Presidência, quando a geração de empregos foi de 2,5 milhões de postos formais. Mas as comparações não devem levar em conta apenas a quantidade, mas também a qualidade dos empregos gerados, alerta o economista Bruno Moretti, assessor da Bancada do PT no Senado. Das 644 mil vagas geradas sob a batuta de Bolsonaro e seu ministro Paulo Guedes, 85 mil são para o chamado trabalho intermitente. Formal, mas precário.

Nessa modalidade precária de contratação, o trabalhador fica à disposição do empregador, mas só recebe as horas trabalhadas — sem limite mínimo de carga horária. Ou seja, esse tipo de vaga, criada pela Reforma Trabalhista de 2017, só é formal porque é regida por um contrato. “Vale lembrar que o trabalhador, nessa modalidade, pode nem ser chamado para trabalhar ou pode trabalhar pouquíssimas horas. Mas, desde a reforma trabalhista, conta como emprego formal”, explica Bruno Moretti.

Menos garantias e direitos:  “Apesar do saldo positivo na geração de empregos em 2019, o resultado é compatível com um mercado de trabalho que gera majoritariamente vagas precárias”, aponta Moretti. As ocupações que surgem, atualmente, tendem a oferecer menos garantias, segurança e menos ou nenhum direito ao trabalhador. Um exemplo é o trabalho por conta própria, categoria onde se enquadram os motoristas de aplicativos, os fornecedores de quentinha e os entregadores de refeições.

Recorde da conta própria: O País tem hoje 24,6 milhões de pessoas sobrevivendo desse tipo de ocupação, um recorde da série histórica da Pesquisa Nacional por Amostras de Domicílios Contínua (PNADC), realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em novembro de 2019, o Brasil registrou quase 12 milhões de desocupados e mais de 26 milhões de subutilizados — gente que desempenha uma carga horário inferior à sua disponibilidade e necessidade. Em 2020, a taxa de desemprego deve fechar o ano em 11,4%.

Desemprego de dois dígitos: Moretti ressalta que 30% da melhora do saldo de emprego formal entre 2018 e 2019 é intermitente. O economista não vê com otimismo o cenário de 2020: “O Brasil deve chegar ao final deste ano com uma taxa de desemprego de 11,4%”.

A manutenção da taxa de desemprego em dois dígitos, explica Moretti, é principalmente fruto das políticas de austeridade defendidas e implementadas pelo ministro da Economia de Bolsonaro, Paulo Guedes. “São medidas que afetam o investimento público e o consumo das famílias.

Orlando Desconsi Ex- Prefeito e Ex- Deputado Federal

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