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Estado receberá 50 pacientes clínicos de Covid-19 vindos de Porto Velho, Rondônia

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O governo do Estado receberá, nesta semana, 50 pacientes clínicos vindos de Porto Velho, capital de Rondônia. No sábado (23/1), o prefeito da cidade, Hildon Chaves, afirmou que os leitos no município para pacientes com Covid-19 estão lotados. Os 50 pacientes chegam ao RS na terça-feira (26/1) e serão enviados a hospitais de Porto Alegre e de Canoas.

“A solidariedade não tem distância nem fronteiras. Atendendo pedido do Ministério da Saúde, vamos receber, na terça-feira, 50 pacientes clínicos de coronavírus de Rondônia, que deverão ser internados em hospitais de Porto Alegre e Canoas”, disse o governador em exercício, Ranolfo Vieira Júnior, nas redes sociais.

Dos 50 pacientes, 20 serão enviados para o Hospital Universitário de Canoas. Os outros 30 ficarão em Porto Alegre – 10 no Grupo Hospitalar Conceição, 10 no Hospital de Clínicas e 10 no Hospital Vila Nova. A Secretaria Estadual da Saúde (SES) organiza uma operação de transferência desde o aeroporto Salgado Filho, na capital, onde os pacientes devem desembarcar, até os hospitais.

“Somos todos brasileiros, somos todos SUS, que prevê o atendimento a todos os cidadãos. Então, neste sentido, o RS é solidário e se coloca à disposição do Estado de Rondônia para poder recepcionar, tratar e recuperar pacientes Covid. Agradeço também aos gestores municipais e aos hospitais que estão colocando leitos à disposição para poder oferecer tratamento de qualidade para os rondonienses”, disse a secretária da Saúde, Arita Bergmann.

A decisão foi tomada entre a SES e a secretarias municipais de Saúde das cidades que vão receber os pacientes. “São pacientes clínicos que precisam de oxigênio e de outras demandas. O governo de Rondônia quer se precaver e evitar que esses pacientes acabem na UTI, porque o Estado vive uma situação de pré-colapso. Se forem para UTI, é possível que não recebam atendimento adequado”, explicou o diretor do Departamento de Regulação Estadual, Eduardo Elsade.

Os pacientes ocuparão leitos de enfermaria – há possibilidade, no entanto, de que o quadro venha a evoluir e que precisem de leitos de UTI. Mesmo assim, o diretor de Regulação Estadual garante que o RS está preparado para receber as pessoas.

“Temos condições de suportar um eventual aumento de demanda e não temos receio em aceitar esses pacientes, colaborando com os Estados do Norte, que estão em dificuldade neste momento”, garantiu Elsade.

A SES receberá nesta segunda-feira (25/1) um relatório com informações sobre o quadro clínico e a situação de cada paciente. Para a transferência entre o aeroporto e os hospitais, serão utilizadas ambulâncias básicas e avançadas do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). Há possibilidade de a logística também envolver um micro-ônibus da Brigada Militar ou do Exército.

Em 14 de janeiro, o governo do Estado já havia se colocado à disposição para receber pacientes de Manaus, em consequência do esgotamento da rede hospitalar da capital do Amazonas.

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Goleiro Danilo sorteia camisa da Seleção Brasileira em benefício ao Vida & Saúde

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Uma história de títulos e conquistas ganhou um novo capítulo na última semana, quando o goleiro Danilo Kruger esteve no Hospital Vida & Saúde. Com uma vida dedicada ao esporte, passando pela Seleção Brasileira, o Goleiro promoveu uma ação voltada a solidariedade e carinho com o Hospital.

Recentemente, Danilo promoveu o sorteio de uma camisa oficial e autografada da Seleção Brasileira através de uma rifa, com renda revertida ao Vida & Saúde. “Conversando com minha esposa, pensamos de que forma poderíamos ajudar o Hospital, e então surgiu a ideia da rifa”, contou. A proposta rapidamente se espalhou, arrecadando mais de R$ 7 mil.

A médica Débora Tomazoni foi a ganhadora e recebeu o prêmio das mãos do goleiro, na Praça Júlia Lima – localizado no pátio da Instituição, acompanhada pela Direção do Hospital. Emocionado, o Goleiro fez menção ao simbolismo e importância da iniciativa, tratada como um ato de carinho ao Hospital em que nasceu, e de demonstração de amor, já que a camisa representa o seu momento de maior sucesso na carreira.

“Nós agradecemos imensamente o carinho com a nossa Instituição. O Hospital Vida & Saúde é de todos e ver este gesto de amor nos emociona. Saiba que ações voluntárias são sempre muito bem-vindas e tenha a certeza que o valor arrecadado fará sim a diferença”, ressaltou a diretora-geral Vanderli de Barros ao Goleiro.

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Empresário com facão impede roubo em Santa Rosa

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Leonardo Woiciechoski, empresário que tem seu estabelecimento na Avenida Flores da Cunha em Santa Rosa, flagrou através das câmeras de segurança do local um meliante tentando roubar um celular, momento em que com um facão em punho fez o bandido devolver.

O caso ocorreu na terça-feira (13/07), por volta das 16h50, um assaltante entrou no estabelecimento solicitando um orçamento, quando ficou sozinho por uns minutos pegou um celular e colocou nas calças, mas não esperava que Leonardo estava cuidando pelas câmeras de segurança a movimentação. O empresário apareceu com um facão em mãos e fez com que o meliante devolve-se o celular, toda ação foi flagrada por câmeras de segurança.

Segundo o empresário ele vai registrar a ocorrência nessa quarta-feira.

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Setor de serviços cresce 1,2%, diz pesquisa do IBGE

Maior alta ocorreu nos serviços prestados às famílias: 17,9%

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© Rovena Rosa/Agência Brasil

O volume de serviços cresceu 1,2% em maio. Com o resultado, pela segunda vez este ano, ele superou o nível em que se encontrava antes da pandemia de covid-19: 0,2%. Após dois meses seguidos de resultados positivos, o setor acumula alta de 2,5%, mas ainda insuficiente para recuperar as perdas de 3,4% em março. 

Embora apresente sinais de aquecimento na maior parte dos seus segmentos de atividades, ainda está 11,3% abaixo do recorde histórico de novembro de 2014. No ano, o setor acumula alta de 7,3% e, nos últimos 12 meses, queda de 2,2%. Os números fazem parte da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), divulgada hoje (13), no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A primeira vez que o segmento voltou ao patamar antes da pandemia foi em fevereiro de 2021, quando alcançou um patamar 1,2% acima do registrado em fevereiro de 2020, mês que antecedeu o início das medidas de isolamento social.

O gerente da pesquisa, Rodrigo Lobo, informou que o setor vinha mostrando boa recuperação, mas em março, com um novo agravamento do número de casos de covid-19, governadores e prefeitos de diversos estados e cidades voltaram a adotar medidas mais restritivas, afetando o funcionamento das empresas de serviços. “Em abril e maio essas medidas começam a ser relaxadas e o setor volta a crescer”, explicou.

Três das cinco atividades analisadas pela pesquisa tiveram crescimento em maio. Um dos destaques foi o segmento de transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio, com alta de 3,7%.

Para Rodrigo Lobo, o crescimento nos transportes tem muito a ver com a queda no preço das passagens aéreas, além do aumento da demanda por esse serviço. O transporte aéreo cresceu 60,7% em maio. “Além disso, o segmento de armazenagem, serviços auxiliares aos transportes e correios (3,6%), que também compõem a atividade, continua em ascensão, tendo atingido em maio seu patamar mais alto na série histórica da pesquisa. Contribuem para esse resultado as empresas de logística, as administradoras de aeroportos e as concessionárias de rodovias”, observou.

Famílias

A maior alta dentre todas as atividades ocorreu nos serviços prestados às famílias. Avanço de 17,9%. Foram também destaque no mês, embora tenham menor peso (5,6%) no índice.

Segundo o IBGE, apesar do resultado, a atividade de serviços prestados às famílias permanece muito distante do patamar antes da pandemia com 29,1% abaixo. “Outra [atividade] que ainda não se recuperou foi a de serviços profissionais, administrativos e complementares, que teve alta de 1,0% em maio. “Também não se recuperou ainda, estando 2,7% abaixo do nível em que se encontrava em fevereiro de 2020”, revelou.

Lobo ressaltou que as demais atividades já ultrapassaram a marca. A de serviços de informação e comunicação ficou 6,4% acima; a de transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio, 4,7%, e outros serviços, 3,3%. No entanto, a de serviços de informação e comunicação, que tem o maior peso no índice geral (34,4%), foi a que teve a maior queda em maio (-1,0%). O outro recuo foi em outros serviços (-0,2%).

Turismo

O índice de atividades turísticas subiu 18,2% na comparação com o mês imediatamente anterior e essa é a segunda taxa positiva consecutiva. Nesse período acumulou um ganho de 23,3%.

Ainda segundo o gerente da pesquisa, esse avanço recente recupera boa parte da queda de 26,5% observada em março, que foi um mês com maior número de limitações ao funcionamento de determinados estabelecimentos. “Contudo, o segmento de turismo ainda necessita crescer 53,1% para retornar ao patamar de fevereiro do ano passado”[antes da pandemia], ponderou.

Regiões

Entre as unidades da federação, quase todas, ou seja, 23 de 27, tiveram expansão no volume de serviços em maio de 2021 em relação a abril. O impacto mais importante nos locais que registraram taxas positivas em maio foi em São Paulo, com alta de 2,5%. Essa é a localidade que tem maior peso no índice geral (45 pontos percentuais).

Bahia (8,6%), Minas Gerais (2,1%) e Distrito Federal (3,7%) também foram destaques positivos. Em queda, Tocantins (-2,9%), Mato Grosso (-0,4%), Piauí (-1,9%) e Rondônia (-0,8%) apontaram as únicas retrações em termos regionais.

Taxa positiva

No confronto com maio de 2020, os serviços cresceram 23,0% no mesmo mês deste ano. Segundo o IBGE, essa é a terceira taxa positiva seguida e a mais intensa da série histórica iniciada em janeiro de 2012. Nessa comparação, o crescimento foi acompanhado por todas as atividades.

“A magnitude de crescimento do volume de serviços no mês é explicada, sobretudo, pela baixa base de comparação, já que o setor havia recuado 19,3% em maio de 2020, pois ainda estavam vigentes muitas medidas sanitárias que reduziam a mobilidade da população e restringiam o funcionamento de estabelecimentos considerados não essenciais”, detalhou.

Como é a pesquisa

Conforme o IBGE, o estudo produz indicadores que permitem acompanhar o comportamento conjuntural do setor de serviços no país. Ele investiga a receita bruta de serviços nas empresas formalmente constituídas, com 20 ou mais pessoas ocupadas, que desempenham como principal atividade um serviço não financeiro, excluídas as áreas de saúde e educação.

ebc

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