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ESQUERDA X DIREITA: A importância do empresário no setor público

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Convidado do programa, empresário Valdir Carpenedo

Realizado quinzenalmente, às quartas-feiras, 19h, no Portal Plural, o Programa Esquerda x Direita, trás ao debate, os ex-prefeitos de Santa Rosa, Alcides Vicini e Orlando Desconsi, juntamente com um ou mais convidados, para analisarem o contexto de várias situações que estiveram, estão ou poderão estar ocorrendo.
No último programa o tema abordado foi “A importância do empresário no setor público”, tendo como convidado o empresário Sr. Valdir Carpenedo.

AÇÕES CONJUNTAS PÚBLICO/PRIVADAS
Lideranças empresariais defendem a ação conjunta do setor público e privado para realizar ações junto a população no enfrentamento das consequências do impacto econômico e social no estado e na região.
Segundo Alcides Vicini, “quando fui prefeito, de 1989/92, o Valdir já era Presidente da ACISAP e depois presidente do Conselho de Desenvolvimento do Município. É um cidadão, empresário que defende seu ponto de vista com afinco, e isto, acaba ajudando o gestor público.”

Santa Rosa e ACISAP completam 90 anos em 2021, qual a importância da entidade para o desenvolvimento do município?
Segundo Valdir Carpenedo, “eu digo que uma comunidade onde o mundo empresarial não se inclui, participa e auxilia seus gestores públicos, independente de paixão, esta cidade não vai evoluir. Lógico que existem embates no pleito eleitoral, mas passado este período, me sinto à vontade para dizer que tentei contribuir o máximo que pude, tanto no mandato de Vicini como do Orlando. Se um prefeito vai mal, é a comunidade que vai mal.
O prefeito algumas vezes tem uma visão mais social da coisa, e nós como empresários queremos o resultado, a melhor aplicação dos recursos, desenvolvimento e geração de empregos, que retornam como tributos e permitem ao setor público fazer frente as suas demandas.
A ACISAP vem desde sempre sendo uma entidade muito guerreira e participativa, é fundamental para ajudar o gestor público. Acredito que deveriam estar juntos e afinados, setor público, privado e academias, pois uma cidade que tem isso possui muito mais facilidade para prosperar.
Quando vemos uma posição política contrária, de um tentar desmanchar algo que o outro esteja fazendo, é muito triste, pois à nossa comunidade, apesar de muitos renhidos, juntam-se todos para um bem comum, e isto é muito importante.
Às vezes acho que o gestor público sente-se incomodado quando a área empresarial, lhe pede, cobra ou mostra um caminho, mas o intuito é para que o recurso seja o melhor possível utilizado e todos saiam ganhando. Vejo seguidamente alguns criticarem partido A ou B, eu digo que vereadores, prefeitos e deputados são patrimônio de uma comunidade, independe de posições, de postos de vista discordantes, são patrimônios nossos e quanto mais tivermos, melhor.”.

Vicini lembra que, “a ACISAP sempre deu oportunidade para que os candidatos a prefeito fossem na entidade se manifestar, e lá estava o Valdir, com seu gravador e dizia, “vamos gravar para depois podermos cobrar as promessas”. Era uma forma de colocar o futuro gestor para não fazer promessas mirabolantes. Quando assumi como prefeito, deleguei a ACISAP, que indicasse o novo Secretário de Desenvolvimento Econômico e o novo Presidente da Fenasoja, que há época, era o prefeito que indicava”, complementou Vicini.

Em sua fala, Orlando disse que, “a ACISAP tem a mesma história do município em todos estes anos, a entidade é muito mais importante quanto mais representativa ela for, quando mais tiver sínteses em segmentos, o que vale para dentro, quanto para fora. Quanto mais entidades tivermos, com organização, planejamento, foco e objetivos melhor, pois para o gestor público é ótimo lidar com quem tem uma visão objetiva. Podemos ter pontos de vista diferentes, mas se você está dialogando com uma entidade que tem representatividade, é diferente de que termos que dialogar com uma entidade que, as vezes, é uma pessoa que não tem o sentimento do coletivo, e daí não se atende o coletivo. Também considero que a gestão pública terá mais êxito, o quanto mais planejado for. Irão aflorar problemas da comunidade, que se tornarão visíveis, e possam estar sistematizados dentro do governo e das entidades.
Se você acredita que aquela bandeira é boa, ela precisa ter sequência, para seja atendida ou descartada de vez.
Para mim, pegando a ACISAP como exemplo, uma entidade que tem história, que tenha sínteses do meio empresarial, possa dialogar com os seus e com o poder público.

A relação entre empresário e político, é sociável? Qual a sua visão?
Para Valdir Carpenedo, “quando há uma divergência muito extremada fica difícil, mas ela é fundamental, temos que tentar corrigir, não tem outra forma, como eu disse antes, para mim existe este tripé, academias, poder público e empresarial, se isto não existir em busca de um bem comum, a dificuldade de se avançar será muito grande.
Eu vou me permitir contar uma história, naquela época não tínhamos nada , o Orlando disse que não tinha internet no tempo dele de faculdade, e nós, muito menos ainda. Para falarmos com alguém, muitas vezes pedíamos uma ligação as 7 horas da manhã e ela chegava somente no final do dia, para falar com alguém em Porto Alegre não se conseguia, tínhamos que fazer 1.000 km, ida e volta, para falarmos 15 minutos com uma pessoa e não tinha outra forma.
Quando o Vicini foi candidato pela primeira vez, nós abrimos o debate e levamos nossa opinião a todos os candidatos que lá estiveram, que concordaram ou não com os pleitos que colocávamos, e gravávamos como foi dito, e colhemos bons frutos. Até então não tínhamos um distrito industrial, e hoje está lá, que foi fruto deste trabalho. Uma coisa que pedimos a todos os candidatos, pois existia no passado em Santa Rosa, o Conselho de Desenvolvimento que foi responsável por trazer as duas universidades, os primeiros telefones automáticos e tantos outros pleitos importantes que o prefeito sozinho teria dificuldades. Em um determinado momento, um prefeito que não gostava deste conselho, acabou por extingui-lo. Mas Vicini, quando retornou ao executivo, retomou o Conselho de Desenvolvimento.
Às vezes você tem um prefeito que não é alinhado ao poder estadual e federal, se não entra o mundo empresarial e outras forças, fica muito difícil as vezes para ele superar certas barreiras, e a ACISAP, Agência de Desenvolvimento, (antigo Conselho), entram para ajudar neste sentido, se o prefeito tem um alinhamento político com poderes maiores, ótimo, se não, cabe a nós termos esta conversa e trazermos os investimentos para nossa comunidade”.
Desconsi disse que, “eu agregaria de alguma maneira, e é importante, até porque venho deste segmento, que o setor dos trabalhadores também tenha força, muitas vezes se esquecem, o mundo empresarial vai fazer os investimentos, mas quem produz é a classe trabalhadora e tem um número majoritário. Em muitas coisas podem ajudar com opiniões que venham a se somar, como a qualificação profissional, importante para ambos, sugestões de áreas para investimentos, e um conjunto de outras questões que, eu, ao menos buscava ouvir, e aprendi muito.
Nós tínhamos o orçamento participativo, que talvez tenha sido o maior aprendizado da minha vida, pois aparecem sugestões de uma pessoa que você nem conhece, que vive o problema, e te relatada sem uma linguagem acadêmica o problema que ela quer que seja resolvido. Sempre que se faz um debate buscando o bem comum se aproveita muita coisa”.

Conforme Vicini, “uma das coisas mais tristes que um prefeito sente é quando uma pessoa não tem trabalho. Quando vem até nós um pai ou mãe de família, jovens, dizendo, “prefeito, preciso que me ajude a arrumar um emprego”, as vezes eu conseguia, outras não. Eu ia para casa mortificado, me sentindo inútil e pensando, poxa, se é uma coisa a que um cidadão tem direito é a um emprego. Eu aprendi, a partir disso, que na relação com o empreendedor havia ali um potencial importantíssimo para gerar postos de trabalho. A medida que você dava espaço para um empresário, ele contribuía, investia e gerava mais empregos.
Com a geração de novos empregos veio a necessidade de profissionalizar esta mão-de-obra, então saímos a luta para preparar estes trabalhadores ao mercado de trabalho, e hoje temos o SENAI, IFFar e Escola Pedro Meinertz que são preparadores de mão-de-obra qualificada. O gestor público que não souber se relacionar, ao poucos vai se isolando, o que é muito negativo.”

Você é a favor de diagnosticar os problemas públicos para que aumentemos nosso desenvolvimento econômico?
Em sua fala Valdir Carpenedo disse que, “concordo, mas nós temos que ter cuidado com servidor público que muitas vezes se esquece do significado da palavra “servidor público”, ele está para servir o povo, e muitos as vezes vão somente para um lado, e o prefeito, respondendo ao anseio da comunidade tem que fazer seu planejamento, priorizar, definir o que se precisa e como deve ser feito, e para isso tem um ditado que é tão velho e diz “barco que não sabe para onde quer ir, para que porto quer ir, nem o vento ajuda”, ou seja, quando não temos planejamento, quais são as linhas mestras que devemos ter no município, não adianta, tem que priorizar, planejar, onde estão nossos problemas, é aí que entra o mundo empresarial para auxiliar o gestor público, pois muitas vezes o pessoal pensa, elegi o prefeito, agora é ele que resolve tudo, e evidentemente ele sozinho não vai conseguir fazer, pois se não tiver apoio efetivo das forças vivas ele ficara bem prejudicado.
Feliz da comunidade onde se juntam estes fatos e que se superem algumas divergências, que se achem os caminhos em comum. Fico muitos vezes assustado que em pelo século XXI, ainda tenham pessoas que colocam empregados contra empregadores, quando o empregado tem que ter a noção que estamos todos no memo barco, se a empresa não vai bem, não tem como ele ir bem e vice-versa. E nós já há muito tempo temos o Programa de Participação de Lucros e Resultados e queremos que se produza mais, de forma eficiente e que o colaborador leve parte deste resultado, é assim que devemos fazer, por objetivos, metas alcançadas e desempenho. Essa troca de informações, experiências, e de comprometimento é fundamental para chegarmos a um bom resultado”.

“Se o poder público se não cuidar ele vai sendo engolido pela coragem da improvisação. Muitos querem fazer as coisas já, não, é preciso prever quais são as demandas, a realidade, diagnosticar qual será o “remédio” certo. A comunidade precisa conhecer a realidade para que ajude o gestor público, pois o gestor é um “peão” de todos, é eleito para servir e trabalhar. E vai fazê-lo muito melhor o quanto melhor ele conhecer a realidade e achar quais as ações que irão reduzir os problemas”, argumentou Vicini.

Segundo Orlando, “no planejamento da última campanha eu tinha claro uma meta de projetar os próximos 12 anos, porque a partir do que temos e de que nos falta, ouvindo a comunidade organizada e a não organizada, e a partir disso, selecionar as prioridades e aproveitar cada oportunidade que se abre, pois, se você tem definidas suas prioridades com clareza, as vezes até o projeto pronto, ao abrir uma possibilidade você estará pronto para agarrá-la. Como gestor público nós tínhamos as vezes editais de 30 dias e neste período você tinha que se habilitar, comprar áreas, fazer licenciamento, projeto, tudo neste curto tempo, então você paralisa tudo que está fazendo para fazer isso, e que não tem nem certeza se vai levar.
Se você trabalha com menos improvisação, não precisa “apagar incêndio”, que é o que o gestor mais faz o dia inteiro, muitas urgências ao mesmo tempo, e você precisa superá-las e enxergar mais longe, ter uma visão estratégica. Eu não sou daqueles que acha que devemos projetar 30 anos, o que seria o ideal, porque a nossa cultura de planejamento é muito pequena, algumas empresas tem esta cultura, mas a maioria não tem, precisamos aprender este processo. Não vamos aprender em um ou dois mandatos, vamos colocar 12 anos para que se tenha condições de sair da emergência e poder olhar um pouco mais amplo a necessidade.
Nós fizemos convênio com a ACISAP, o presidente há época sentou conosco e construímos um programa, depois veio o PRONATEC, que tinha cursos para áreaS que tinham demandas, foi um período de muita qualificação profissional. A Indumóveis que era de Três de Maio, e como eles não iriam mais fazer, fomos junto com o Adelco até lá, conversamos e trouxemos a feira para cá. Foi algo dialogado entre o setor empresarial e o poder público que resultou num fortalecimento de uma cadeia produtiva.
Na minha visão existem coisas que temos e precisam de ampliação, se os nossos empreendedores podem dar conta, vamos lá, vamos oportunizá-los, os que estão aqui gerando emprego e desenvolvimento, investindo na nossa comunidade. Existem coisas que precisam vir de fora, e estamos mandando o dinheiro embora, então vamos atrás destes setores para trazê-los para cá e dar mais oportunidades aqui, trazer aquela logística que está mais distante. Se tivermos clareza, mesmo que tenham pontos divergentes, o que é salutar, fica mais fácil atingir o objetivo”.

Quais as principais características de um empresário que faz a diferença no setor público?
Conforme Valdir Carpenedo, “não há dúvidas de que um empresário que gere resultados somente para si e seus acionistas, e não se envolve com os temas da comunidade, é uma coisa muito pobre, eu digo sempre que nós temos a obrigação de nos envolvermos e dar algum retorno da nossa capacidade para comunidade onde vivemos, nossos colaboradores vivem e isto é um compromisso, e quem não o fizer, e isso eu digo para os amigos e familiares, que a única certeza é de que um dia nós vamos embora, e quando formos, precisamos fazer falta para a família, amigos e a sociedade que convivemos.
Infelizmente tem pessoas que desaparecem e não fazem falta para ninguém, é uma vida que não valeu a pena ser vivida. Então alguns empresários que tem seus compromissos, gerando empregos, tem que se envolver pagando os tributos que pagam? Tem que se envolver sim, ajudar a gerir os recursos públicos, investir e multiplicar seus recursos. Isto algumas vezes é uma deformação de parte dos empresários brasileiros, de empresário rico e empresário pobre, isto não dá certo, mas nestes casos a empresa está acima, chega num porto de que ela não é mais de seus donos, ela pertence a comunidade. Quando nós vimos aqui um período que foi quase uma tragédia com o fechamento do frigorífico Prenda, nós perdemos 1.600 empregos do dia para a noite, isto está superado, mas é um desastre em uma comunidade pequena que nem a nossa.
O empresário tem sim que se envolver, ter responsabilidade social e o poder público tentar, na mediada do possível, estimular e não atrapalhar o empresário quando ele tem vontade de empreender, ajudá-lo para que gere os empregos, que se permita que pessoas possam crescer economicamente e formar suas famílias. O empresário que não enxerga desta forma está falhando em algum ponto, eu penso desta forma”.

Orlando disse que, “concordo, pois acho que o empresário é o investidor e o gerador de empregos na comunidade, mas se ele fizer algo a mais, se tivermos menos problemas na cidade, e a soma de esforços, e aí não só dos empresários, eu chamo profissionais liberais, trabalhadores, a pessoa que puder contribuir, se você é um morador deste município ou região, dê o seu melhor, mas num coletivo, se você tem uma comunidade mais harmônica, com mais qualidade de vida, é melhor para todo mundo. Serão menos problemas de violência, socias, um bom sistema de saúde, educacional, uma boa infraestrutura, e todos usufruem deste serviços. Nós temos hoje muita gente que passou fome, que tem dificuldade de aprender, mesmo que você ofereça condições, esta pessoa não consegue aprender como uma outra . Os empresários são estratégicos e fundamentais numa comunidade e Santaa Rosa tem excelentes exemplos, muita gente tem ajudado, se colocado a disposição somando esforços na busca de soluções que são boas parta todos. Evoluímos, temos diferenças, e é bom que tenhamos, mas aquilo que se consegue evoluir para um entendimento que podemos conquistar, e que seja usufruído por todos.

Vicini relatou que, “pelo fato de eu ter tido cinco mandatos, eu tive dois fatos muito dramáticos, que foi quando fechou o frigorífico e no ano passado quando explodiu a pandemia, que também caiu na mesa do prefeito aquela inquietude, insegurança, e nas duas vezes eu posso dizer, graças a boa articulação que aconteceu com o legislativo, executivo, ACISAP e uma figura importantíssima que foi o Juscelino, do Alibem, sentimos o quanto é importante termos esta colaboração do empresário com o poder público. Posso garantir quer o empreendedor qualificado e participativo é um tesouro, não só por dar espaço de trabalho, mas consegue compartilhar a sua visão gerencial com o gestor público. O empreendedor sabe ver as melhores soluções possíveis, diante das circunstâncias, de cada momento. Agradeço, pois tive na ACISAP SINDILOJAS, sindicatos patronais e de trabalhadores, que foram meus vices, meus assessores.
Se hoje Santa Rosa tem tantas coisas boas e entre elas é ser uma das cidades de melhor qualidade de vida do estado, passa sim uma parte pelo gestor público, mas também pelo empreendedor, aquele que põem o seu dinheiro e permite que aqueles que queiram trabalhar tenham seu emprego para que coisas boas possam acontecer”.

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Anderson recebe Comenda da Brigada

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Nesta semana, o Prefeito Anderson Mantei recebeu a Comenda do Batalhão da Brigada Militar. A honraria foi entregue pelo Tenente Coronel Wladimir Luis da Silva Rosa, Comandante do Comando Ambiental da Brigada Militar do RS. O ato foi realizado na Câmara de Vereadores. O reconhecimento se dá pelas atuações profissionais e sociais realizadas pelo prefeito.

A Comenda do Comando Ambiental da Brigada Militar foi instituída pela Portaria n°421/EMBM/2010. O objetivo do título é homenagear personalidades, órgãos e entidades públicas e privadas, nacionais e estrangeiras, que se destacaram por suas relevantes contribuições prestadas ao CABM.

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Vice-prefeito Taborda foi a Brasília em busca de recursos para Giruá

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O vice-prefeito Dari Taborda está em Brasília desde a última segunda-feira(18), visitou em torno de 15 gabinetes entre deputados federais e senadores, objetivando a busca de recursos através de emendas parlamentares para o orçamento de 2022. Segundo o vice-prefeito a viagem está sendo muito proveitosa no que tange às perspectivas para o município.

A comitiva giruaense esteve em audiência com o Ministro do Tribunal de Contas da União (TCU), João Augusto Nardes e encontrou-se com o chefe da Assessoria de Convênios Edmilson Alves, no Ministério da Agricultura, onde foram tratados assuntos do interesse do município. O vice-prefeito Dari Taborda está acompanhado do secretário interino de Planejamento Econômico, Paulo Engler e o vereador Luiz Cesar Mello.

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Tuparendi abre edital para venda de lotes junto ao Distrito Industrial

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A Concorrência Pública irá ocorrer no dia 26 de outubro de 2021, terça-feira, às 9h, na Sala do Departamento de Licitações da Prefeitura Municipal, tendo como critério de julgamento a maior oferta. Os interessados em adquirir lotes e realizar a instalação de novas indústrias, transferência, ampliação ou criação de filiais poderão participar.

A forma de participação restringe-se ao protocolo junto a Prefeitura de dois envelopes identificados. No envelope número 1 (um), deverá conter o comprovante original do valor da caução, que é de 5% do valor mínimo do imóvel. No envelope número 2 (dois) deverá ser anexado o plano de negócios e a proposta financeira juntamente com a cópia do CNPJ e Contrato de Constituição da Empresa.

Quanto ao pagamento dos lotes, este poderá ocorrer à vista, ou a prazo. Sendo a prazo, terá uma entrada, de no mínimo 10% valor, que será pago no ato da assinatura da escritura de venda e compra por lote adquirido e o saldo poderá ser parcelado em até 60 vezes.

Como incentivo o Município proporciona junto ao Distrito Industrial: As ruas pavimentadas; rede do troco de energia elétrica de alta e baixa tensão; rede de água e a concessão de isenção do pagamento do IPTU incidente sobre os prédios, por um período de 5 anos; mais a terraplanagem necessária à instalação da indústria e suas ampliações.

Mais informações e detalhes poderão ser obtidos no Site do Município www.tuparendi.rs.gov.br, Link Licitações – Concorrência 02/2021, ou pelo telefone (55) 3543-0500, ramal 226, com a Secretaria de Planejamento.

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