Acesse aqui
Rádio Web Portal Plural
Especialistas discutem desafios para vencer fake news sobre vacinação – Portal Plural
Connect with us

Destaque

Especialistas discutem desafios para vencer fake news sobre vacinação

Pável Bauken

Publicado

em



 

Nas mais de 100 notícias falsas desmentidas pelo Ministério da Saúde em um ano de combate a fake news e boatos que circulam na internet, as vacinas se destacam como um dos principais assuntos. O ataque à credibilidade da imunização fornecida pelo serviço público preocupa especialistas e será o principal tema discutido na Jornada Nacional de Imunização, entre os dias 4 e 7 de setembro, em Fortaleza, no Ceará.

Em um balanço divulgado no último dia 27, o Ministério da Saúde revelou que respondeu 11,5 mil dúvidas recebidas no Whatsapp (61) 99289-4640, número criado exclusivamente para verificar se informações que circulam nas redes sociais são verdadeiras. Entre vídeos, textos e imagens, os conteúdos incluem relatos sem provas, pesquisas científicas derrubadas há décadas e argumentos sem fundamentação sobre falsos efeitos colaterais das vacinas. Uma das mensagens que viralizou no Whatsapp chega a afirmar que a vacina para gripe causa “buraco no braço” e outra retoma a já amplamente desmentida relação entre vacinas e autismo.

A vice-presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações, Isabela Balalai, conta que a jornada receberá especialistas brasileiros, representantes de outros países e da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas). A médica aponta a facilidade de disseminação de informações e a descrença da população nas instituições como o cenário que estimula o agravamento do problema.

“É preciso que a gente esteja atento. A gente precisa entender que o trote virou uma coisa fácil. Antigamente, você pegava o telefone, fazia uma brincadeira, dava um trote na pessoa que estava atendendo, e isso acabava ali. Agora, isso se espalha com uma facilidade enorme”, diz a médica. “O problema hoje não é o antivacinismo. O antivacinismo é muito pequeno ainda na América Latina e no Brasil. A gente tem, sim, boatos e fake news, mas isso é em todas as áreas”.

Epidemiologista da Fundação Getúlio Vargas, Claudio Struchiner acredita que a volta da incidência de doenças como o sarampo pode estar relacionada ao impacto de informações falsas que circulam nas redes sociais sobre vacinas.

“Quando se pergunta porque essas coberturas vacinais não conseguem atingir os níveis que eram atingidos no passado, começam a surgir uma série de hipóteses, e, entre elas, a difusão de notícias falsas de várias naturezas”, diz ele, que lembra que o atual presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, chegou a ser, no passado, um dos que disseminou informações desmentidas de que múltiplas aplicações de vacinas poderiam estar relacionadas a casos de autismo. Depois de eleito, Trump não voltou a fazer essas afirmações, mas a informação continua a se espalhar e foi uma das que o Ministério da Saúde desmentiu ao longo do último ano.

Boato ou Fake News?

As mensagens com informações falsas sobre vacinas que circulam nas redes sociais têm vários formatos. Professor e pesquisador do Instituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnológica em Saúde da Fundação Oswaldo Cruz (Icict/Fiocruz), Igor Sacramento explica que é importante separar os boatos das fake news propriamente ditas, que são textos que simulam as técnicas jornalísticas para apresentar informações falsas com aparência de credibilidade e enganar os leitores. Já os boatos costumam ser relatos anônimos, que circulam sem assinatura e contam supostas experiências pessoais de formas enviesadas, levantando suspeitas e conclusões sem fundamento.

Quando as pessoas recebem essas mensagens enviadas por amigos, familiares ou outros conhecidos próximos, elas ganham mais credibilidade. “Tem uma questão que é da intimidade. A confiança no contexto contemporâneo tem muito a ver com intimidade. Se eu recebo uma informação de Whatsapp de um amigo, de um parente, isso tem um valor maior do que a informação científica, do que o site do Ministério da Saúde ou da Fiocruz”, diz o pesquisador. Ele aponta que uma estratégia eficaz para dar credibilidade à imunização já utilizada no Brasil foi mostrar autoridades se vacinando, como foi feito no contexto de combate aos boatos contra a vacina de gripe. “Depois disso, a gente percebeu um aumento muito grande nas taxas de vacinação. É a questão da experiência. Não adianta o ministro falar sobre vacina. Teve que ir lá, pegar o braço dele, e ele se vacinar em rede nacional”.

Notícias velhas como as relacionadas à pesquisa de 1998, que ligava vacinas ao autismo, são outra forma de induzir a enganos, já que quem as lê desconhece que a pesquisa escrita sobre o tema foi contestada, derrubada e removida da revista científica que as publicou.

“Em alguns casos, a notícia não é totalmente fake, mas tem problemas de apuração e em como a matéria foi feita”, diz o pesquisador. Ele diz que concorda que há uma crise de credibilidade de instituições como o Estado, a ciência e o jornalismo, que cria o cenário ideal para a difusão desses conteúdos falsos.

Além da falta de informação e da desconfiança, Igor Sacramento afirma que há um movimento organizado antivacinas, que no Brasil assume características próprias. Enquanto em países europeus militantes antivacinas estão mais munidos de críticas à indústria farmacêutica e à mercantilização da saúde, descreve ele, no Brasil há um entrelaçamento dessas ideias com uma revolta contra o Estado e a corrupção, além de elementos religiosos.

“Na minha pesquisa, em centros de saúde no Rio de Janeiro, era muito comum pessoas me dizerem que pastores diziam para não se vacinar, para acreditar em Deus e orar. Isso me preocupou muito”, conta Igor, que defende que é preciso ouvir esses relatos sem preconceito, inclusive para encontrar formas de realizar campanhas de vacinação com líderes evangélicos. “Esses pastores precisam se tornar líderes de opinião para o SUS, e não contra o SUS. Líderes carismáticos conseguem mobilizar massas. É preciso criar estratégias de comunicação articuladas com esses locais também, e não dizer que eles são ignorantes. Esse é o maior erro”.

Como os locais de circulação das notícias falsas são principalmente as redes sociais, o pesquisador defende que esses espaços sejam ocupados por informações qualificadas e corretas, produzidas de forma que possam viralizar como as fake news. “É fundamental ter armas pra isso, ter investimento em pessoal e tecnologia para poder criar conteúdo. É fundamental que a gente aprenda a fazer algo viralizar”, alerta ele.

O pesquisador pondera que é preciso considerar que apesar do acesso ao Whatsapp, muitos brasileiros ainda estão limitados por pacotes de internet e celulares com configurações restritas. “É muito comum que as pessoas compartilhem conteúdo sem poder abrir, porque não têm crédito suficiente”.

Agência Brasil
Clique para comentar

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Destaque

Mapa preliminar da 26ª rodada se mantém com uma bandeira vermelha

Pável Bauken

Publicado

em



O mapa preliminar da 26ª rodada do modelo de Distanciamento Controlado, divulgado nesta sexta-feira (30/10), se mantém com apenas uma região em bandeira vermelha – novamente na macrorregião Missioneira. Desta vez, a região Covid classificada como alto risco epidemiológico é a de Santa Rosa. Em vermelho na 25ª rodada, Cruz Alta voltou para a bandeira laranja (risco epidemiológico médio). As demais 19 regiões do mapa permanecem em bandeira laranja.

A região de Santa Rosa registrou, ao longo da última semana, 19 hospitalizações confirmadas por Covid-19 – nos sete dias anteriores, foram apenas cinco casos. Nesta quinta-feira (29/10), quando do levantamento dos dados, eram 10 pacientes em leitos clínicos pela doença – na quinta-feira anterior (22/10), eram apenas três. A região ainda teve redução de 20 para 18 leitos de UTI livres de uma semana para outra.

Cruz Alta, que também integra a macrorregião Missioneira, conseguiu reduzir os registros de hospitalização por Covid-19 entre uma semana e outra. No acumulado dos últimos sete dias, a região teve 14 registros, quando antes somou 26 casos. A região também apresentou ligeira melhora no indicador que mede a capacidade de atendimento para os casos que exigem tratamento intensivo. O número de leitos de UTI livres aumentou de seis unidades no levantamento anterior para 10 nesta semana.

Veja o mapa preliminar da 26ª rodada: https://distanciamentocontrolado.rs.gov.br

Observou-se, em todo o Rio Grande do Sul, redução dos registros de novas hospitalizações (queda de 7%), embora o número de internados em leitos clínicos confirmados com Covid-19 se mantenha em elevação (aumento de 5%). O número de internados em UTI, por síndrome respiratória aguda grave (SRAG) e confirmados com Covid-19, também teve aumento na semana.

Mesmo contabilizando os pacientes internados por outras causas, houve queda na quantidade de leitos de UTI ocupados. Com a diminuição no total de leitos de UTI no Estado, houve leve redução na razão de leitos livres para cada ocupado por Covid-19.

Das 21 regiões Covid, apenas Uruguaiana, Bagé e Guaíba não aderiram ao sistema de cogestão do Distanciamento Controlado. As outras 18 adotam protocolos alternativos às bandeiras definidas pelo governo – Santa Maria, Capão da Canoa, Taquara, Novo Hamburgo, Canoas, Porto Alegre, Santo Ângelo, Cruz Alta, Ijuí, Santa Rosa, Palmeira das Missões, Erechim, Passo Fundo, Pelotas, Caxias do Sul, Cachoeira do Sul, Santa Cruz do Sul e Lajeado.

As regiões em cogestão classificadas em bandeira vermelha podem adotar regras de bandeira laranja, e as classificadas em laranja podem adotar protocolos de bandeira amarela, basta que enviem protocolos próprios adaptados à Secretaria de Articulação e Apoio aos Municípios (Saam).

Os planos regionais aprovados estão disponíveis em https://planejamento.rs.gov.br/cogestao-regional

Paralelamente aos pedidos de cogestão, o Estado aceitará pedidos de reconsideração à classificação de risco, que podem ser feitos via associação regional por meio de formulário eletrônico (pelo link https://forms.gle/fFdpTLnEssEAP6pu9), no prazo máximo de 36 horas após a divulgação do mapa preliminar – até as 6h de domingo (1°/11).

A adoção de protocolos alternativos não altera as cores do mapa definitivo, que será divulgado após análise dos recursos pelo Gabinete de Crise, na tarde de segunda-feira (2/11), por meio de notícia publicada no site do governo do Estado. A vigência das bandeiras da 26ª rodada começa à 0h de terça-feira (3/11) e se encerra às 23h59 de segunda-feira (9/11).

Alertas

A equipe de monitoramento do Comitê de Dados chama atenção para o elevado crescimento em novos registros de hospitalizações por Covid-19 nos últimos sete dias nas regiões de Santa Rosa, Ijuí, Capão da Canoa, Palmeira das Missões, Taquara, Caxias do Sul e Passo Fundo.

DC semana26

Vale lembrar que o modelo do Distanciamento Controlado leva em consideração 11 indicadores de propagação do vírus e de capacidade hospitalar de cada região. Em algumas rodadas, alguns indicadores pioram, mas outros melhoram, e é isso que mantém a estabilidade que o Rio Grande do Sul tem visto refletida no mapa.

Por exemplo, o número de novas hospitalizações, entre as duas últimas semanas, reduziu 7% (de 897 para 830). O número de óbitos também caiu 11%, de 236 para 211 entre as duas últimas quintas-feiras.

No entanto, o número de internados em UTI por SRAG, de internados em leitos clínico e de internados em leitos de UTI aumentou no mesmo período. Por isso, recomendam especialistas, a população precisa seguir em alerta, observando medidas de higiene (lavar as mãos, etiqueta respiratória e uso de álcool gel) e protocolos sanitários.

Regra 0-0

Conforme o mapa preliminar da 26ª rodada, 22 municípios (do total de 497) estão classificados em bandeira vermelha, somando 236.497 habitantes, o que corresponde a 2,1% da população gaúcha (total de 11,3 milhões de habitantes).

Desses, nove municípios (35.884 habitantes, 0,3% da população em bandeira vermelha) podem adotar protocolos de bandeira laranja, porque cumprem os critérios da Regra 0-0, ou seja, não têm registro de óbito ou hospitalização de moradores nos últimos 14 dias, desde que a prefeitura crie um regulamento local.

Além disso, do total de 475 municípios em bandeira laranja (11.093.108 habitantes, 97,9% da população do RS), 258 (1.284.421 habitantes, 11,3% da população em bandeira laranja) podem adotar protocolos de bandeira amarela.

• Clique aqui e acesse a lista de municípios que se encaixam na Regra 0-0.

 

RESUMO DA 26ª RODADA

Região que apresentou piora (1):
LARANJA > VERMELHA
Santa Rosa (em cogestão)

Região que apresentou melhora (1)
VERMELHA > LARANJA
Cruz Alta (em cogestão)

Regiões que permanecem iguais (19)
BANDEIRA LARANJA
Porto Alegre (em cogestão)
Canoas (em cogestão)
Novo Hamburgo (em cogestão)
Capão da Canoa (em cogestão)
Taquara (em cogestão)
Caxias do Sul (em cogestão)
Passo Fundo (em cogestão)
Santa Maria (em cogestão)
Guaíba
Lajeado (em cogestão)
Pelotas (em cogestão)
Santa Cruz do Sul (em cogestão)
Erechim (em cogestão)
Uruguaiana
Bagé
Cachoeira do Sul (em cogestão)
Palmeira das Missões (em cogestão)
Santo Ângelo (em cogestão)
Ijuí (em cogestão)

• Clique aqui e acesse a nota técnica com as justificativas de classificações das regiões.

NÚMEROS DA 26ª RODADA

• número de novos registros semanais de hospitalizações confirmadas com Covid-19 reduziu 7% entre as duas últimas semanas (de 897 para 830);

• número de internados em UTI por SRAG aumentou 5% no Estado entre as duas últimas quintas-feiras (de 681 para 712);

• número de internados em leitos clínicos com Covid-19 aumentou 7% entre as duas últimas quintas-feiras (de 721 para 768);

• número de internados em leitos de UTI com Covid-19 aumentou 6% entre as duas últimas quintas-feiras (de 539 para 573);

• número de leitos de UTI adulto livres para atender Covid-19 no RS aumentou 7% entre as duas últimas quintas-feiras (de 774 para 791);

• número de casos ativos aumentou 28% entre as duas últimas semanas (de 10.190 para 13.061);

• número de óbitos por Covid-19 reduziu 11% entre as duas últimas quintas-feiras (de 236 para 211).

As regiões com maior número de novos registros de hospitalizações nos últimos sete dias, por local de residência do paciente, são Porto Alegre (262), Caxias do Sul (88), Canoas (68), Passo Fundo (63) e Novo Hamburgo (56).

 

Comparativo: situação entre 2 de outubro e 29 de outubro

• número de novos registros semanais de hospitalizações confirmadas com Covid-19 reduziu 1% no período (de 840 para 830);

• número de internados em UTI por SRAG reduziu 11% no Estado no período (de 798 para 712);

• número de internados em leitos clínicos com Covid-19 aumentou 17% no período (de 659 para 768);

• número de internados em leitos de UTI com Covid-19 no RS reduziu 11% no período (de 644 para 573);

• número de casos ativos aumentou 41% no período (de 9.240 para 13.061);

• número de leitos de UTI adulto livres para atender Covid-19 no RS aumentou 20% no período (de 659 para 791);

• número de óbitos por Covid-19 acumulados em sete dias reduziu 22% no período (de 272 para 211).

Clique aqui e acesse o levantamento completo da 26ª rodada do Distanciamento Controlado.

[mailpoet_form id="1"]
Continue Lendo

Clima/Tempo

Previsão do tempo para o feriadão no Rio Grande do Sul

Reporter Plural

Publicado

em

Foto: Arquivo Pessoal

Uma massa de ar frio associada a um centro de alta pressão de quase 1.030 hPa nesta sexta na foz do Prata (mapa) e que vai migrar para Leste do Uruguai no feriadão vai influenciar todo o feriadão de Finados no Rio Grande do Sul, deixando os dias amenos e com temperatura abaixo do que é o normal para esta época do ano.

As noites serão frias e quem estiver na Serra ou tiver a região serrana como destino terá que recorrer a um abrigo. Mesmo nas praias, onde a temperatura não cairá tanto pela influência marítima, o vento que vem do oceano trará sensação de frio à noite nos diferentes balneário.

As menores mínimas ocorrerão hoje e na segunda com a menor presença de nuvens, uma vez que no fim de semana se espera aumento da nebulosidade e até instabilidade.

Apesar do frio noturno, as tardes do fim de semana e também da segunda serão agradáveis. Não será um feriadão com tempo firme.

O sol aparece com nuvens no Estado nesta sexta, mas pode ter instabilidade muito isolada e fraca em parte do Rio Grande do Sul na segunda metade do dia.

Já o sábado terá sol com nuvens e períodos de nublado no Rio Grande do Sul. Deve chover no Norte gaúcho com risco de granizo isolado. Pode chover ou garoar de forma isolada ainda na Metade Leste.

O domingo até terá aberturas de sol, mas o dia registrará muita nebulosidade com chuva irregular em diversas regiões.

Na segunda-feira se espera que ar mais seco tome conta do Rio Grande do Sul, o que vai garantir um dia de tempo mais aberto e com sol.

 

 

METSUL FONTE

[mailpoet_form id="1"]
Continue Lendo

Destaque

Fumssar vai intensificar fiscalização no feriadão

Pável Bauken

Publicado

em



Aos poucos as atividades dos mais diversos setores vem sendo liberadas e a vida parece voltar gradativamente ao mais próximo da normalidade, mas mesmo assim, os cuidados com o Covid não devem ser deixados de lado.

Tendo em vista a proximidade do feriadão de Finados, a Fundação Municipal da Saúde vai intensificar a fiscalização em parques, praças e demais locais como os bares, por exemplo, frisando para que a população siga usando máscara e praticando os hábitos de higienização recomendados, uma vez que os casos no município tem aumentado nos últimos dias.

“Acredita-se também que muitos Santa-rosenses vão viajar e também vamos receber visitantes de outras cidades e isso é um detalhe que preocupa, pois as pessoas precisam manter os cuidados mínimos necessários, como distanciamento e higiene com álcool gel”, destaca o Presidente da FUMSSAR, Delcio Stefan.

O responsável pela Vigilância Sanitária, Jairo Beal, explica que as vistorias em bares e restaurantes serão intensificadas no final de semana e dispersões serão feitas em locais como o Tape Porã, que normalmente concentram grande público, ainda mais em dias quentes.

Em balneários, que recentemente foram abertos, serão verificados se os mesmos estão seguindo todos os protocolos de segurança exigidos. “Os casos estão aumentando e o que constatamos é que esse aumento não acontece onde há os protocolos sendo realizados e sim, em festas, nos encontros familiares, onde as pessoas não usam mais a máscara. As pessoas relaxaram e automaticamente os casos subiram”, frisou.

Na segunda-feira, será fiscalizado também os cemitérios que devem receber grande número de pessoas, já que é dia de Finados e momento de relembrar os entes queridos. “Vamos fiscalizar bastante para tentar reduzir o número de novos casos”, finalizou Beal.

[mailpoet_form id="1"]
Continue Lendo

ENQUETE

O que você achou do site novo do Portal Plural?

Trending

© 2020 PORTALPLURAL.COM.BR Todos os direitos reservados.


×