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Espaços Gourmet serão atração na FENASOJA 2020

Mirante será um local diferenciado, com uma comida especial, de onde o visitante poderá inclusive assistir os shows.

Pável Bauken

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A Comissão de Suprimentos da FENASOJA 2020, presidida por Roque Lugoch, apresentará nesta edição da feira novidades no ramo gastronômico. Tudo está sendo preparado para encantar e receber o público da melhor forma possível.

Além das comidas que já são tradicionais na feira, a Comissão inovou e apresenta novidades. “Com as novas adequações e espaços, oportunizaremos a comercialização de comida japonesa, Fried Chicken (frango frito), comida árabe, além de uma churrascaria com espeto corrido, além de sorvete tailandês e pizza. Boa parte destas novidades você vai encontrar no Mirante, um espaço gourmet construído com recuso de R$ 540 mil, que também concentrará cervejas artesanais”, destacou Lugoch. Ele salienta que será um local diferenciado, com uma comida especial, de onde o visitante poderá inclusive assistir os shows.

Os visitantes também poderão visitar as etnias, neste ano funcionará a africana, italiana, e a polonesa. Cada espaço servirá refeições variadas e típicas. Ainda quem gosta de um tradicional churrasco, não pode esquecer de visitar a ExpoRural, onde foi construída uma churrascaria. “Vamos servir espeto corrido durante os 10 dias da feira, num local exclusive para negócios”, lembrou Roque.

A feira manterá o restaurante central, que servirá almoço e janta. “No espaço do Núcleo de Criação de Cavalos Crioulos teremos um restaurante com comida colonial, com almoço e janta”, reiterou. No espaço da pecuária também será disponibilizado um Buffet, com refeições ao meio-dia e a noite.

O que é já tradição e se repetirá nesta edição será carreta de chopp, que será instalada no restaurante próximo a arena de shows.

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No dia do aniversário menina visita curso de soldados da Brigada Militar em Santa Rosa

Pável Bauken

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Isabelli completa hoje 9 anos de idade, admiradora da Brigada Militar,ela e sua mãe Maiara compareceram no Polo de Ensino da Brigada Militar em Santa Rosa, uma visita inesperada, mas cheia de felicidades para a menina.

Isabelli assistiu a formatura vespertina dos alunos soldados que a surpreenderam cantando o parabéns.

A Srª Maiara agradeceu o carinho que os policiais tiveram com sua filha.

Os Policiais Militares tomaram todos os cuidados e precações para preservar a saúde da criança e da família durante a visita.

Fonte: Comunicação Social do 4º BPAF

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Homens morrem três vezes mais que mulheres por causas violentas no RS

Estudo divulgado pelo governo do Estado também apontou que dentre as causas estão homicídios, acidentes de trânsito, suicídios e quedas

Pável Bauken

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Em 2018, o Rio Grande do Sul registrou 88.618 óbitos, sendo que 58% das mortes foram de pessoas do sexo masculino. Destaca-se a mortalidade mais expressiva entre os homens devido às chamadas mortes por causas externas, como homicídios, acidentes de transporte, suicídio e quedas, que superam em mais de três vezes os registros do sexo feminino. No ano avaliado, 6.181 homens morreram por esta causa contra 1.886 óbitos de mulheres.

A expectativa média de vida ao nascer em 2018 no Rio Grande do Sul chegou a 76,87 anos, contra 75,59 anos em 2010, um aumento de 1,28 ano. Entre os sexos, a diferença em 2018 chegou a 7,53 anos, sendo de 73,10 para homens e 80,63 anos para as mulheres. Não fossem as causas externas, a expectativa de vida dos homens seria de 76,01 anos e das mulheres, 81,27 anos.

No balanço geral, as principais causas de mortes no Rio Grande Sul são as doenças do aparelho circulatório (26%), neoplasias (21,8%), doenças do aparelho respiratório (11,9%) e as causas externas (9,1%). Os dados foram divulgados nesta quarta-feira (23/9) no estudo “Expectativa de vida ao nascer: diferenciais de mortalidade por sexo e causa”, elaborado pelo Departamento de Economia e Estatística, vinculado à Secretaria de Planejamento, Governança e Gestão (DEE/SPGG). Produzido pela pesquisadora Marilene Dias Bandeira, o documento mostra ainda uma análise dos impactos nos números supondo a eliminação de óbitos pelas principais causas.

“Os resultados apresentados são importantes pois podem auxiliar a subsidiar as políticas de saúde no Estado no sentido de minimizar a ocorrência dos óbitos violentos, principalmente entre os homens jovens, visto que essas causas são evitáveis. Além disso, é necessário pensar na qualidade de vida da população, que está vivendo cada vez mais e, portanto, necessitando de cuidados específicos de saúde, bem-estar e lazer”, destaca Marilene.

Diferenças

De acordo com o material, em 2018 havia 94,8 homens para cada 100 mulheres no Rio Grande do Sul, pequena baixa quando comparado com 2010, quando a proporção era de 95 para 100. O estudo mostra que na infância, na adolescência e entre jovens adultos o contingente de homens é maior, sendo que a partir dos 30 anos as mulheres passam a ser maioria. Na faixa etária de 80 anos ou mais, por exemplo, a proporção de pessoas do sexo feminino representa o dobro da de pessoas do sexo masculino.

Em ambos os sexos, as causas externas representam o principal motivo de mortalidade nas idades jovens, contudo, entre os homens, além de percentuais mais expressivos, essa motivação lidera o ranking por um período maior. Para as mulheres, com exceção da faixa de cinco a nove anos, as causas externas são a principal razão de mortalidade até os 29 anos, enquanto nos homens essa liderança se estende até os 49. Entre os 15 e 19 anos, 82,8% das mortes de homens foram provocadas por causas externas, enquanto entre as mulheres o percentual na mesma faixa etária foi de 44,4%.

Em 2018, foram registrados 525 óbitos de homens na faixa entre 15 a 19 anos, contra 75 de mulheres. Entre 20 e 29 anos, o número de mortes chegou a 1.367 nas pessoas do sexo masculino, enquanto o sexo feminino teve 189 óbitos.

Entre as causas externas, o homicídio (2.409) lidera as razões de mortes entre os homens no ano analisado, seguido por acidentes de transporte (1.392), suicídios (985) e quedas (559). Para as mulheres, as quedas (661) são a principal causa, seguida de acidentes de transporte (376), homicídios e suicídios, ambos com 256 casos.

Outras causas

Na comparação entre 2010 e 2018, as doenças do aparelho circulatório apresentaram uma leve tendência de queda entre as causas de morte no Rio Grande do Sul, passando da taxa de 214,3 para 203 óbitos a cada 100 mil habitantes. Doenças do sistema nervoso, que ocupam a sétima posição como causa de mortalidade em 2018, tiveram o maior aumento percentual, com acréscimo de 92% na taxa de óbitos, passando de 20,3 para 39,2 mortes por 100 mil habitantes.

As neoplasias (câncer) registraram crescimento expressivo, passando de 151,6 para 170,4 óbitos por 100 mil habitantes. Em uma análise dos tipos de câncer que mais vitimizaram os gaúchos, o de pulmão está em primeiro lugar. Entre os homens, a taxa é de 37,5 mortes para cada 100 mil em 2018, seguido do câncer de próstata, com taxa de 21,9. Entre as mulheres, a doença no pulmão (24,2 óbitos a cada 100 mil) ultrapassou o câncer de mama (22,9), que em 2010 estava no topo do ranking.

De forma geral, o estudo aponta uma proporção de 1,23 óbito masculino para cada mulher. Considerando apenas o indicador de causas externas, a proporção é de 3,55 óbitos masculinos para cada feminino em 2018, sendo que na faixa entre 20 e 24 anos essa proporção chega a 7,30.

Ainda assim, em comparação com 2010, houve uma queda na proporção geral (1,27 e 4,25, respectivamente).

Envelhecimento

Assim como outros estudos já trouxeram à tona, o envelhecimento da população gaúcha é constatado no material, que mostra uma redução de 230 mil pessoas com menos de 15 anos entre 2010 e 2018. A proporção de jovens no total caiu de 21,4% para 18,5% da população, enquanto entre os com 60 anos ou mais a participação aumentou de 13,6% para 17,6% no mesmo intervalo de tempo.

• Clique aqui e acesse a Nota Técnica.
• Confira o vídeo com a pesquisadora.

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Destaque

Justiça suspende trabalho presencial de médicos do INSS

Decisão também suspendeu corte de ponto de peritos ausentes

Pável Bauken

Publicado

em

© Tomaz Silva/Agência Brasil

A Justiça Federal no Distrito Federal (JFDF) suspendeu a volta ao trabalho presencial de médicos peritos do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). A decisão vale para todos que atuem em agências que tenham adotado padrões menos rígidos de prevenção ao contágio pelo novo coronavírus. O retorno havia sido convocado pelo governo na última sexta-feira (18).

O juiz Marcio de França Moreira, da 8ª Vara Federal de Brasília, também suspendeu o corte de ponto dos que não atenderam à convocação. De acordo com o INSS, 351 peritos médicos federais aptos a voltar ao trabalho compareceram a seus postos na terça-feira (22). O número representa cerca de 72% do total de 486 médicos que eram aguardados.

O magistrado atendeu a pedido de liminar (decisão provisória) feito pela Associação Nacional dos Peritos Médicos Federais (ANMP). A entidade argumentou que um ofício publicado pouco antes do retorno ao trabalho colocou em risco a saúde dos peritos ao flexibilizar medidas de prevenção ao contágio por covid-19 nas agências da Previdência Social.

Entre as medidas flexibilizadas, segundo a ANMP, está a instalação de assentos laterais sem cumprir distanciamento mínimo de um metro, a dispensa de fornecimento de máscaras cirúrgicas aos segurados no momento da perícia e a não desativação de consultórios sem ventilação natural.

Após analisar o ofício, o juiz concordou que as “novas regras de inspeção das condições de trabalho comprometem a segurança dos trabalhadores e aumentam o risco de contaminação pelo coronavírus no retorno dos serviços nas dependências das Agências da Previdência Social (APS)”.

Ele determinou que o peritos somente têm a obrigação de retornar ao trabalho após a realização de novas inspeções que comprovem a adequação das agências a padrões anteriores e mais rígidos de prevenção ao contágio.

“Essa decisão preserva o direito à saúde, a dignidade humana e a segurança dos próprios segurados da Previdência Social”, afirmou o advogado Paulo Liporaci, que representa a Associação Nacional dos Peritos Médicos Federais.

Procurada, a Advocacia-Geral da União (AGU) disse que “já está ciente da decisão judicial e analisando as medidas que serão tomadas, em conjunto com a Secretaria de Previdência do Ministério da Economia e o INSS”.

ebc

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