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Medicina & Saúde

Entenda como alho e cebola podem diminuir os riscos de câncer de MAMA

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Cebola e alho são dois ingredientes básicos da culinária de muitos países e culturas, incluindo a comida brasileira. Muitas pratos, em nosso país, costumam ser preparados utilizando ao menos um deles. Até mesmo, no simples e cotidiano arroz branco, alho e cebola se unem para dar um toque todo especial ao preparo.

Além de deixar os alimentos ainda mais gostosos, esses ingredientes também podem reduzir o risco de câncer de mama. De acordo com os resultados de um estudo, liderado por pesquisadores da Universidade de Buffalo (UB) e da Universidade de Porto Rico, foi o que se provou. Em suma, os resultados do estudo foram publicados na revista científica, Nutrition and Cancer.

Em síntese, nas pesquisas, os pesquisadores analisaram a relação entre o consumo de cebola e alho e o câncer de mama. Os experimentos foram realizados em Porto Rico, na América do Norte. O estudo foi realizado entre 2008 e 2014, e incluiu 314 mulheres com câncer de mama . Do mesmo modo também contou com 346, sob observação.

“Descobrimos que entre as mulheres porto-riquenhas, a ingestão combinada de cebola e alho estava associada a um risco reduzido de câncer de mama”, disse Gauri Desai, principal autora do estudo e estudante de doutorado em epidemiologia, na Escola de Saúde Pública e Profissões da Saúde da UB.

As análises, entre as mulheres porto-riquenhas, levaram em consideração aquelas que faziam a ingestão do sofrito, um condimento básico da culinária porto-riquenha. Em suma, este é composto por cebola e alho. Dessa forma, eles descobriram que aquelas que consumiam sofrito mais de uma vez por dia, reduziram 67% os riscos de câncer. Entretanto, é claro, os valores eram em comparação com aquelas que nunca comeram.

Poderosa combinação

A ideia para o estudo partiu de evidências científicas. Em suma, elas já eram conhecidas sobre os efeitos protetores, contra o câncer, desses dois ingredientes. “Estudar mulheres porto-riquenhas que consomem muita cebola e alho foi único”, disse Desai. Do mesmo modo, a pesquisadora ainda acrescentou que a ingestão de alho e cebola foi associado à diminuição do risco de câncer, e não o preparo do sofrito.

De acordo com pesquisadores, alguns estudos, realizados na França, México, Taiwan e China, resultaram em uma inversa associação, entre a ingestão de cebola, alho e o câncer de mama. Por outro lado, em estudos de pesquisadores holandeses e italianos, nenhuma associação foi observada.

Ainda segundo Desai, Porto Rico foi escolhido pelos pesquisadores devido ao grande consumo de alho e cebola pelas mulheres. Isso, se comparado ao consumo nos Estados Unidos e na Europa. Além do mais, “Porto Rico tem taxas mais baixas de câncer de mama em comparação com os EUA, o que o torna uma população importante para estudar”, disse Desai.

Cebola & Alho

“Há muito pouca pesquisa sobre câncer de mama, em Porto Rico. Em síntese, este estudo foi uma colaboração entre meus colegas aqui na UB e na Universidade de Porto Rico, para nos ajudar a entender porque as taxas são mais baixas do que no resto dos EUA, e porque as taxas continuam a aumentar, enquanto diminuem no resto dos Estados Unidos “, disse Jo Freudenheim, coautor do estudo.

Mas, vocês devem estar se perguntando, por que os pesquisadores resolveram focar nesses dois ingredientes? Segundo Desai, “cebola e alho são ricos em flavonóis e compostos organossulfurados”. Ademais, o alho, por exemplo, contém S-Allyl cysteine, sulfeto de dialil e dialil dissulfeto. Já as cebolas contêm sulfóxidos de alc (en) il cisteína.

“Esses compostos mostram propriedades anticarcinogênicas em humanos, bem como em estudos experimentais em animais”, disse Lina Mu, coautora do estudo e professora da UB.

Então pessoal, o que acharam da matéria? Deixem nos comentários a sua opinião. Posteriormente, não esqueçam de compartilhar com os amigos.

 

Fonte: Fatos Desconhecidos

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Medicina & Saúde

OMS: mais dados sobre vacinas são necessários; intenção é aplicar mais de uma

Pável Bauken

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A Organização Mundial da Saúde (OMS) acredita que ainda são necessários mais dados sobre vacinas contra a covid-19 para se tomar posições definitivas, incluindo sobre desenvolvida pela AstraZeneca em parceria com a Universidade de Oxford, e a russa do instituto Gamaleya. “É encorajador que vários desenvolvedores tenham publicado seus protocolos”, afirmou nesta sexta-feira, 27, em entrevista coletiva, a cientista-chefe da organização, Soumya Swaminathan, indicando que é importante que estudos e dados continuem a serem divulgados.

Para saber real eficácia das vacinas, é importante continuar acompanhando os participantes dos testes, sinalizou Swaminathan, já que a imunidade pode não ter longa duração. Sobre desafios logísticos, foi destacado que a intenção é usar a vacinas como a da Pfizer, que demandam grandes adaptações e investimentos para se armazenar, junto à outras com logística mais simples. A imunização deverá ocorrer com eficiência, como destinando recursos à profissionais da saúde e pessoas com potencial alta transmissibilidade.

Questionado sobre a situação no Brasil, o diretor-executivo da OMS, Michael Ryan, afirmou que a lição da Europa é que países “que agem rápido e decisivamente tem melhor resultado”, e que em federações como a brasileira, é importante “negociação com governos subnacionais”. Ryan fez grandes elogios ao sistema de saúde brasileiro, em especial aos profissionais que foram expostos durante a pandemia.

Diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom afirmou que vários países no mundo “conseguiram controlar a covid-19, e em comum entre eles, a testagem”, ressaltando que mesmo com a vacina começando a ser aplicada, testes serão importantes na pandemia. Sobre a entrega dos imunizantes, Tedros reafirmou que são necessários US$ 4,5 bilhões de dólares no momento, e que houve comprometimento político de tornar a vacina um “bem comum”, com destaque ao G20, mas que isso agora precisa ser convertido em ações.

Acerca das origens do vírus, foi consenso de que os estudos prosseguem, e que, apesar da circulação anterior fora da China ter sido registrada, a base para as pesquisas é o começo da transmissão humana, registrada em Wuhan.

Por Matheus Andrade

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Medicina & Saúde

Boulos é diagnosticado com covid-19

Reporter Cidades

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O candidato do PSOL à Prefeitura de São Paulo, Guilherme Boulos, foi diagnosticado com covid-19 na manhã desta sexta-feira, 27. Embora não apresente sintomas da doença, Boulos entrou em quarentena. As agendas de campanha foram todas suspensas, e a coordenação da campanha vai propor à TV Globo que o último debate, previsto para hoje, seja feito de forma virtual

Boulos tentava fazer o exame desde o início da semana em função do diagnóstico positivo da deputada Sâmia Bomfim (PSOL-SP). O candidato esteve com a deputada na sexta-feira, 20. Como medida de precaução as agendas externas, de rua, foram suspensas e a campanha se dedicou apenas a eventos fechados, com número restrito de participantes. O exame não foi feito antes devido à incompatibilidade entre a agenda do candidato e os horários disponíveis nos laboratórios.

“Diante do resultado positivo, Guilherme Boulos irá cumprir o protocolo de quarentena pelo período necessário. Toda a equipe que trabalha na campanha e que tem contato próximo com o candidato será testado a partir de agora”, diz o comunicado enviado pela campanha do PSOL.

Segundo a assessoria de Boulos, ele não vai votar no domingo e uma sugestão foi encaminhada à TV Globo para que o debate de hoje seja feito de forma virtual.

No comunicado, Boulos diz estar preocupado com a possibilidade de uma segunda onda da covid-19 e acusa os governos estadual e municipal de negligência.

“O candidato reforça a preocupação que tem afirmado nos últimos dias sobre os indícios de uma segunda onda da pandemia, até aqui negligenciada pelos governos estadual e municipal, responsáveis pela aplicação das medidas”, diz o texto.

Estadão

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Medicina & Saúde

Drogas e uso abusivo do álcool são importantes causas no desenvolvimento da Insuficiência Cardíaca

Pável Bauken

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Dentre as pessoas que buscam a unidade hospitalar de saúde após o uso de drogas ilícitas, a maioria está relacionada à cocaína. Atualmente, o uso de drogas ilícitas como a cocaína e o uso abusivo do álcool são importantes causas no desenvolvimento da insuficiência cardíaca (IC), pois a substância tem um efeito cardiotóxico e pode levar também a arritmias cardíacas.

Mas o que é a insuficiência cardíaca? A Dra. Marina Hoff, cardiologista do hospital Samaritano Paulista, explica que a insuficiência cardíaca é uma síndrome clínica complexa, caracterizada pela incapacidade de o coração atuar adequadamente como bomba, em que ocorre o déficit de contração e/ou de relaxamento, comprometendo o funcionamento do organismo e, quando não tratada adequadamente, reduz a qualidade de vida e a sobrevida dos pacientes.

A insuficiência cardíaca acomete qualquer faixa etária e estima-se que a sua prevalência ocorra entre 1 a 2% da população, de acordo com a literatura médica. Além disso, por se tratar da via final comum de agressões sobre o coração, incide de forma progressiva com o aumento da idade.

O uso de determinadas drogas como a cocaína, ou até mesmo o tabagismo, são fatores de risco para o desenvolvimento de Infarto Agudo Miocárdico e Acidente Vascular Cerebral (AVC). “Diante dessas evidências, é muito importante a conscientização junto aos pacientes, assim como orientação para cessar a utilização, sempre contando com o auxílio de serviços de apoio especializados, e contando também em alguns casos com reposição de nicotina e fármacos específicos”, reforça a Dra. Marina Hoff.

Pacientes com Insuficiência Cardíaca de origem alcóolica, ou associada ao uso de drogas, devem ser aconselhados a se absterem do vício, com a ajuda e suporte psicológico e psiquiátrico, e consequentemente, podem evoluir com recuperação da função cardíaca.

Sintomas da insuficiência cardíaca

Intolerância ao exercício físico, falta de ar ao deitar, tosse seca, inchaço nas pernas e abdome, astenia, fraqueza.

Diagnóstico

Na presença de sintomas de insuficiência cardíaca, um cardiologista deve avaliar as condições para um diagnóstico e tratamento adequados. Exames complementares devem ser realizados como, por exemplo, o ecocardiograma.

Por DINO DIVULGADOR DE NOTÍCIAS

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