Energia Sexual. Mulheres, que poder é esse? – Portal Plural
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Essência Feminina

Energia Sexual. Mulheres, que poder é esse?

Aline Scheuermann Juzwiak

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em



Mulheres, quanto tabu sobre este assunto? O quanto nos ensinaram a ter prazer? O quanto conhecemos nosso corpo? O que conhecemos sobre dar e receber prazer? O quanto sabemos sobre a força do feminino? Enfim, quantas crenças?

Muito se fala em empoderamento feminino nas lutas por direitos iguais, mas será que nós mulheres estamos nos empoderando do nosso prazer?

Gostaria de ir um pouco além com vocês. Já é sabido que na matéria tudo é energia, mas será que o sexo também entra neste conceito? Será que fazer sexo vai além dos prazeres do corpo?

A resposta é sim. O sexo deveria ser considerado espiritual, supremo, magnífico e divino pois do amor entre dois surge um terceiro, um fruto, de maneira quase mágica que faz especialmente da mulher quase uma deusa.

Sexo além de troca de fluídos também é uma ponte energética para o outro. Segundo Bert Hellinger observou, nas suas muitas constelações familiares, cada pessoa que passa por nossas vidas e com as quais temos relações sexuais com amor deixa uma espécie de fio energético que nos mantém conectados. Recebemos uma carga energética com muitas informações e também damos ao outro nossas referências íntimas, como se a cada relação sexual fossem enviado para ambas as partes uma teia de informações energéticas.

A energia sexual vai muito além do ato sexual em si. Ela está ligada com a criatividade, disposição, atividades materiais e ao desenvolvimento espiritual. Então trabalhar a energia sexual é de suma importância para nosso desenvolvimento, especialmente pela ativação da Kundaliní.

Kundaliní é o poder do desejo puro dentro de nós, a energia da alma e da consciência, a emanação do infinito e da energia cósmica dentro de cada um de nós. Trabalhar a energia sexual é fundamental para que tenhamos novas percepções sobre a vida.

Com base nisso, uma boa pergunta a nos fazermos é: Ao sucumbirmos a crenças familiares e religiosas sobre a sexualidade que nos foram impostas, não estamos abrindo mão de vivermos uma vida em plenitude?

Isso pode ser diferente, ser aperfeiçoado, ser potencializado. Com consciência e a ajuda correta é possível resignificar tais crenças e ativar a kundaliní; a sexualidade pode começar a fazer parte da sua vida, você pode sem tabus fazer uso dessa energia de criação.

Aline Scheuermann Juzwiak
Especialista em Comportamento Feminino e Consteladora Familiar

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Essência Feminina

Você concorda com seu passado assim como ele foi?

Aline Scheuermann Juzwiak

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Outro grande ensinamento por parte das Constelações Sistêmicas foi a concordância das coisas como elas são e da forma como elas se apresentaram para nós. Concordar não é submeter-se cegamente as condições, mas compreender que o passado não pode ser alterado e que foi a única forma possível da vida ter acontecido.

Muitas vezes nos pegamos pensando sobre as alternativas não escolhidas, ou seja, como teria sido se eu tivesse feito aquela outra escolha? Como teria sido se eu tivesse aceitado aquele trabalho? Como teria sido se eu tivesse empreendido? Como teria sido se aquele relacionamento tivesse dado certo? E assim segue. Todas essas perguntas são uma forma velada da nossa não concordância perante a maneira como a vida se deu. Elas maquiam a nossa insatisfação com o que é real em nossa vida.

Na nossa ânsia por negarmos o negativo e o que causa dor, negamos também o que é positivo e prazeroso. Pois a vida é sempre dual, ou seja, “ reconheço que a natureza da vida é equilíbrio – que sempre experimentarei os “altos” assim como os “baixos”. Se eu lutar contra os “baixos” e tentar evita-los, estarei lutando contra a própria vida. Se aceitar ambos de forma compreensiva, estarei em harmonia com a vida e comigo mesmo.” (John Ruskan).

Conseguir concordar com as condições que em algum momento fomos submetidos nos traz força e sabedoria para não precisarmos passar novamente pela mesma situação, dando-nos maturidade emocional para lidarmos com as cicatrizes, experimentar a cura e seguir com a vida. Quanto mais eu nego algo, quanto mais me recuso a olhar com os olhos do aprendizado, mais vezes eu terei de viver situações semelhantes até que eu possa enfim aprender e com consciência fazer escolha mais assertivas para uma vida mais leve.

Aline Scheuermann Juzwiak
Especialista em Comportamento Feminino
Consteladora Familiar

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Essência Feminina

Pai, a força que nos impulsiona para o mundo!

Aline Scheuermann Juzwiak

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O pai nos leva para o mundo, nos apresenta oportunidades, complementa nossa coragem quando necessário. É ele que faz com que sigamos em frente. O pai é nosso símbolo máximo de autoridade para nos prover segurança e disciplina. Pais são heróis, mas não pelos motivos que acreditamos. Em tudo que fazem há uma disposição para 08 cuidar, prover e ajudar a crescer.

“Somente na mão do pai a criança ganha um caminho para o mundo. As mães não podem fazê-lo. O amor dele não é cuidadoso nesta forma como é o amor da mãe. O Pai representa o espírito. Por isso o olhar do pai vai para a amplitude. Enquanto a mãe se move dentro de uma área limitada, o pai nos leva para além desses limites para uma amplitude diferente.” (Bert Hellinger).

Essa liberdade é necessária para que o filho possa perceber o mundo, e mais tarde caminhar para a vida de forma completa. Por isso o progresso vem principalmente do pai. Quando a mãe quer manter os filhos longe do pai, ela os mantém longe do progresso. O movimento vai através da mãe para o pai e através do pai para o mundo. Assim o filho fica completo.

O pai, dentro do sistema familiar, tem o papel da ordem, da rigidez e da autoridade. No mundo, temos uma dificuldade de compreensão com esses papeis. Quando este assunto entra em nossa casa, na figura de um homem do qual esperamos somente o amor idealizado, o conflito se instala.

A partir da ampliação da consciência sobre esses temas (Pai e Mãe), da aceitação de tudo e de todos como são, dizemos SIM à Vida, podemos transformar nossa realidade, cumprir nossa missão pessoal, e enfim viver um destino saudável, com efeitos curativos em todo nosso sistema. Bert Hellinger nos instrui a deixar com os pais o que pertence ao destino deles, com tudo o que faz parte e tudo que faz falta. É necessário reconhecê-los como pessoas normais e comuns e que vieram de seus próprios emaranhamentos. Estando preenchida de meus pais então posso me relacionar com um parceiro(a).

Aline Scheuermann Juzwiak
Especialista em Comportamento Feminino
Consteladora Familiar

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Essência Feminina

A vida nos trata como tratamos nossa mãe!

Aline Scheuermann Juzwiak

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A vida nos trata como tratamos nossa mãe e o sucesso tem a face da mãe. Essas são duas afirmações muito fortes e eu vou escrevê-las novamente para que você as leia mais de uma vez atentamente e com o coração aberto: A vida nos trata como tratamos nossa mãe e o sucesso tem a face da mãe.

Quem não conquista o sucesso na vida, entende-se sucesso como ter relacionamentos afetivos amorosos e enriquecedores para ambos, uma relação saudável com o dinheiro, conquistar seus objetivos, realizar-se e ser feliz na vida, sentir-se seguro é porque não tomou sua mãe. Devido à importância sublinho mais uma vez: tomar a mãe significa aceita-la plenamente, sem julgamentos, amorosamente no coração, independente de como tenha sido sua criação, educação e relação com ela, se sentiu-se ou não amada o suficiente ou da maneira que imagina ser adequada, se foi castigada injustamente, preterida ou mesmo abandonada.

Conheço muitas mulheres que ouvem essas palavras com raiva, angústia e sofrimento e afirmam ser uma tarefa impossível. Não conseguem e muitas afirmam sinceramente que não querem se abrir para esta aceitação. Carregam mágoas profundas, cicatrizes que encobrem feridas crônicas da alma. Porém, não há como dizer sim a Vida sem antes dizer um sim a nossa Mãe.

A Vida nos foi entregue através da mãe, nascemos de suas entranhas, de sua carne. Nosso corpo foi forjado no seu ventre, através do alimento ingerido por ela e que tomamos para nós. O oxigênio que nos manteve vivos, foi inspirado através de seus pulmões. O ritmo pulsante e tranquilizador que nos embalou durante nossos primeiros nove meses de vida vinha das batidas de seu coração. As emoções que sentíamos e nos envolviam, tanto as ruins que refletiam medos, tristezas, incertezas e angústias, como as boas carregadas de amor, expectativa, sonhos, esperanças, vieram de sua alma, e do campo familiar do qual ela faz parte.

Revoltar-se, ter restrições, julgar ou criticar a mãe significa que nos julgamos maiores que ela, significa também excluí-la, atos de ingratidão pois recebemos a Vida através dela. Eu busco em meus trabalhos entregar o que a mulher precisa e não o que ela quer. E com você não será diferente.

Eu quero que você realmente consiga se transformar, então observe-se, o que mais lhe revolta é o que mais precisa ser trabalhado. Se você quer transformação precisa fazer algo diferente do que habitualmente vem fazendo, assim deixe que minhas palavras atuem em você. Se quer uma vida diferente então pense, sinta e aja de uma maneira diferente: com compreensão e gratidão a tudo e a todos.

Aline Scheuermann Juzwiak
Especialista em Comportamento Feminino
Consteladora Familiar

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