Encontro do Milho mobiliza agricultores e técnicos da Fronteira Noroeste e Missões – Portal Plural
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Agro

Encontro do Milho mobiliza agricultores e técnicos da Fronteira Noroeste e Missões

Reporter Cidades

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Do Grão à Nutrição, o Encontro do Milho deve reunir agricultores de aproximadamente 25 municípios da Fronteira Noroeste e das Missões, entre os dias 11 e 13/02, na propriedade da família Racho, linha 15 de Novembro, em Santa Rosa. O evento promovido pela 2R Representações Agrícolas, conta com o apoio, em sua organização, da Emater/RS-Ascar, parceria com a Secretaria de Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (Seapdr), Mimara Nutrição, De Heus, LG Sementes e Timac Agro.

Segundo o engenheiro agrônomo Milton Racho, um dos organizadores, os agricultores terão a oportunidade de optar pela data e melhor horário para participar do evento. “Serão realizados dos dias de campo por dia, um às 9 horas e outro às duas horas da tarde, para que se possa receber com maior atenção a cada grupo de participantes e se ofereça diferentes possibilidade de participação”, explica.

O evento busca apresentar informações que contribuam para a melhoria do manejo e aproveitamento do milho, presente em aproximadamente 150.800 hectares da região administrativa de Santa Rosa, segundo dados da Emater/RS-Ascar, que atua em parceria com a Secretaria Estadual de Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (Seapdr).

Nas estações serão abordados os temas adubação para altas produtividades, híbridos de milho, tecnologia de implantação de lavouras, irrigação, silo secador de baixo custo, silagem de qualidade, nutrição animal e agricultura 4.0. Também haverá uma estação com mostra de máquinas, organizada pela CV Bieger, Agrofer Stara e SLC Comercial.

Estão sendo organizados ônibus de excursões com deslocamento gratuito dos agricultores. Já estão confirmadas comitivas de Novo Machado, Tucunduva, Porto Vera Cruz, Santo Cristo, Porto Mauá, Tuparendi, Nova Candelária, Boa Vista do Buricá, São José do Inhacorá, Doutor Maurício Cardoso, Horizontina, Alecrim, Roque Gonzales, São Pedro do Butiá, São Paulo das Missões, Campinas das Missões, Guarani das Missões, Cerro Largo, Ubiretama, Santo Ângelo, Sete de Setembro e Giruá. Também devem estar presentes produtores de Santa Rosa, Senador Salgado Filho e Cândido Godói.

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Agro

Batata é a olerícola com maior área no RS

Pável Bauken

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Batata, aipim, couve-brócolis, alface e cebola são as cinco principais olerícolas produzidas no Rio Grande do Sul em área cultivada. No Levantamento Olerícola Comercial do RS – 2020, lançado no final do ano passado, e que constitui meta prevista no Termo de Colaboração realizado com a Secretaria Estadual da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (Seapdr), extensionistas da Emater/RS-Ascar registraram 51 espécies olerícolas cultivadas de forma comercial em 52.365 propriedades gaúchas, gerando um volume correspondente a 1.363.626,58 toneladas/ano. Do total de estabelecimentos, 5.860 produzem em ambiente protegido (em estufas ou sub túneis ou telas), ocupando uma área física de 2.646,40 hectares, com um volume produzido de 65.615,32 toneladas.

Toda essa produção é reflexo do incentivo da Emater/RS-Ascar na diversidade produtiva, garantindo renda e qualidade na alimentação para as famílias de agricultores e dos consumidores.

O Levantamento se dispõe a atualizar e disponibilizar informações, contribuindo na formulação e execução de políticas públicas voltadas às diversas cadeias produtivas envolvidas na produção de olerícolas no Estado.

“Importante destacar que, na coleta de informações, foram registrados dados de área, produção e unidades produtivas totais para cada cultura e município e, separadamente, a área, produção e unidades produtivas em ambiente protegido, também para cada cultura e município”, ressalta o gerente técnico da Emater/RS, Jaime Ries.

PRODUÇÕES E PRODUTIVIDADES

A cultura com maior área em hectare (15.458,70) no Estado é a batata (safra e safrinha), com 1.215 produtores, uma produtividade média de 24.696,31 kg/ha e uma produção de 381.772,78 toneladas.

O aipim é cultivado em 8.427,66 hectares, por 6.361 produtores. Sua produtividade média é de 15.137,32 kg/ha, gerando uma produção de 127.572,22 toneladas por ano no Estado.

As culturas couve e brócolis ocupam uma área de 6.563,9 hectares no RS. Cultivados por 3.849 produtores, alcançam por ano uma produção de 82.349,39 toneladas.

A alface é outra cultura muito cultivada no RS. Em uma área de 6.537,79 hectares, 3.826 produtores obtêm uma produção anual de 90.835,1 toneladas de alface, a partir de uma produtividade média de 13.893,85 kg/hectare.

O RS é o segundo estado maior produtor de cebola, ficando atrás apenas de Santa Catarina. Numa área de 4.663,08 hectares, 4.054 produtores cultivam 121.561,27 toneladas de cebola. No Estado, a média de produtividade na produção de cebolas é de 26.068,88 kg/hectare.

O milho verde é cultivado em 2.211,80 hectares no RS, por 1.270 produtores. A partir da produtividade média de 11.206,03 kg/hectares, a produção é de 24.785,50 toneladas por safra.

A batata-doce também é outra olerícola muito produzida no RS. Numa área de 3.978 hectares, 3.544 produtores garantem uma produção de 61.260,31 toneladas, obtidas a partir de uma produtividade média de 15.399,78 kg/hectare.

Muito consumida no Estado, a moranga Cabotiá é cultivada em 3.613,25 hectares, por 1.650 produtores. Com uma produtividade média de 11.403,29 kg de moranga Cabotiá por hectare, são produzidos por ano no RS 41.202,93 toneladas.

A cenoura no RS ocupa uma área de 2.652,14 hectares. Cultivada por 1.385 produtores e atingindo uma produtividade média de 33.171,65 kg/hectare, o Estado produz 87.975,86 toneladas de cenoura todos os anos.

Com uma área de 2.506,10 hectares no Estado, o repolho é produzido por 2.856 produtores, que atingem uma produção anual de 86.149,53 toneladas, obtidas a partir de uma produtividade média de 34.375,93 kg/hectare.

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Agro

O que esperar dos preços da soja para a próxima semana?

As condições climáticas seguem com atenção do mercado e podem interferir nos preços negociados na Bolsa de Chicago

Pável Bauken

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Foto: Pixabay

O mercado de soja deve ficar atento a uma série de fatores que devem impactar nas cotações para a próxima semana. Entre eles está as condições do clima na América do Sul. Os últimos dias foram de fortes quedas na Bolsa de Chicago, que foram impulsionados pelo retorno das chuvas no Brasil e na Argentina

Acompanhe abaixo os fatos que deverão merecer a atenção do mercado de soja na semana que vem. As dicas são do analista da Safras Consultoria, Luiz Fernando Roque.

– O mercado de soja mantém as atenções divididas entre o clima para o desenvolvimento da nova safra da América do Sul e movimentos da demanda chinesa no mercado internacional. Os players também avaliam notícias de que uma nova variante da Peste Suína Africana está circulando em rebanhos na China. No lado financeiro, o avanço da vacinação e o aumento de casos da Covid-19 ao redor do mundo dividem atenções com os primeiros passos do novo governo dos Estados Unidos;

– Os últimos dias foram de um clima mais favorável ao desenvolvimento das lavouras na América do Sul diante do retorno de uma umidade relevante para a maior parte do Brasil e para as principais províncias produtoras da Argentina. Além disso, as previsões climáticas apontam para a manutenção da umidade sobre a região Sul no Brasil e sobre a “zona núcleo” na Argentina nos próximos 14 dias. Tais fatos pesam sobre o mercado em Chicago, trazendo correções negativas sobre as valorizações acumuladas desde o início de dezembro;

– A grande questão é que o mercado estava antecipando grandes perdas produtivas devido à problemas climáticos, principalmente na Argentina, fato que pode não se concretizar se o clima for favorável nas próximas semanas/meses;

– Além disso, o mercado teve correções acentuadas por notícias que indicam que uma nova variante da Peste Suína Africana está circulando em algumas fazendas de porcos na China. Tal fato traz incertezas relacionadas à demanda chinesa para 2021, visto que um novo avanço da doença pode voltar a reduzir de forma significativa o rebanho suíno chinês;

– No lado financeiro, o mercado volta a demonstrar certo nervosismo diante do aumento de novos casos de Covid-19 ao redor do mundo. Tal fato supera, neste momento, o otimismo com o avanço da vacinação nas principais economias, colocando em xeque a recuperação econômica mundial. Em paralelo, os players avaliam os primeiros passos do novo presidente dos EUA, aguardando pela confirmação de um novo pacote de estímulos para a economia norte-americana.

Canal Rural

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Agro

Exportações gaúchas de carne suína cresceram mais de 50% em 2020

Embarques de carne de frango pelo Estado também cresceram no ano passado

Pável Bauken

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O volume de carne suína exportada pelo Rio Grande do Sul cresceu 54,41% em 2020 na comparação com o ano anterior, informou a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). Passou de 169,23 mil toneladas para 261,32 mil toneladas. Na receita, a alta foi de 52,37%. Foram negociados US$ 629,29 milhões no ano passado contra US$ 412,99 milhões em 2019.

De acordo com a ABPA, os embarques de carne de frango também aumentaram no acumulado do ano aqui no Estado: 15,82%. Em 2020, foram exportadas 678,53 mil toneladas, enquanto em 2019 o total foi de 585,85 mil toneladas. As vendas totalizaram US$ 920,93 milhões no ano passado, superando em 0,95% o valor de 2019 — quando foram registrados US$ 912,27 milhões.

Embarques de dezembro de 2020 – No último mês do ano, o Rio Grande do Sul exportou 22,13 mil toneladas de carne suína. O número significa uma alta de 22,04% na comparação com o mesmo mês de 2019, quando foram embarcadas 18,13 mil toneladas. As vendas somaram US$ 51,81 milhões em dezembro, o que representa uma leve queda de 1,31% se comparado ao valor do mesmo período do ano anterior (US$ 52,49 milhões).

As vendas internacionais de carne de frango pelo Estado caíram 6,84% em volume, passando de 65,05 mil toneladas para 60,60 mil toneladas. A receita também recuou 14,89%. Foram negociados US$ 101,13 milhões em dezembro de 2019 contra US$ 86,08 milhões em dezembro de 2020.

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