Acesse aqui
Rádio Web Portal Plural
Empresas tem comprado likes no Instagram  – Portal Plural
Connect with us

Geral

Empresas tem comprado likes no Instagram 

Pável Bauken

Publicado

em



 

Comprar seguidores no Instagram pode ser tentador, diversos aplicativos e plataformas na web prometem aumentar o número de fãs, curtidas e até comentários em um curto espaço de tempo, sem esforço algum. Alguns oferecem contas falsas para “bombar” seu perfil, enquanto outros captam perfis reais, por meio de mecanismos para automatizar o processo de seguir as contas, essa prática tem sido usada por algumas empresas para conseguir retorno financeira divulgando um alto número de seguidores em suas redes.

“O Portal Plural tem mais de 18 mil seguidores e um engajamento auto em suas publicações no instagram, que podem ser comprovadas, em número de visualizações ou curtidas em cada publicação de pessoas com perfil verdadeiro, nunca usamos esse método para conquistar algo, somo honesto com nossos seguidores e clientes, esse sempre foi e será o diferencial do Portal Plural”, afirma co-fundador Lucian Zorzan Andreola.

COMO PERCEBER QUE TEM ALGO DE ERRADO?
É tanto perfil falso que se somarem todos os usuários do Instagram o resultado será sete vezes a população da Terra. E basta uma olhada cuidadosa para saber quem está comprando seguidores, likes e comentários. Desconfie de perfis que tem 10 mil seguidores e baixo nível de engajamento, só 10 ou 30 likes por foto. Aproveite para abrir uma foto e dar uma olhada nos perfis que a curtiram. Tem uns nomes meio estranhos, do tipo “taraqjdylan”, ou indianos, russos, árabes, filipinos na lista? Ao entrar nesses perfis, está vendo que eles são privados ou suspeitos, tipo, com duas ou dez fotos, sem nenhuma descrição, e com imagens meio bizarras ou aleatórias? Se a resposta for afirmativa, isso significa que grande parte dos “k” de seguidores do perfil em questão é formado por robôs.

É claro que existem os perfis com milhares ou milhões de seguidores, de gente que se dedica de forma genuína à construção de sua audiência, com um comprometimento enorme — de tempo, de recursos — com o Instagram, que se preocupa com a qualidade do conteúdo e que não se deixa levar por essas práticas que só fazem destruir a credibilidade de quem decide trilhar por esse caminho. Mas, infelizmente, no mundo da internet, tudo pode ser sempre muito nebuloso, sempre pode surgir uma nova maneira de se fazer coisas erradas e se a gente quiser seguir nesse mercado, teremos de encontrar meios de garantir a autenticidade dos dados. Valorize o conteúdo e não apenas os números, falsos.

Os preços começam em torno dos US$ 2,99 — aproximadamente R$ 12, pela cotação atual. Com valores baixos para começar a investir, é natural que a tática pareça o atalho perfeito para quem quer se tornar um digital influencer ou divulgar sua marca. Mas os resultados revelam outro cenário, bem mais desanimador: no geral, o método funciona como uma antipropaganda. Entenda os riscos de comprar seguidores no Instagram com a lista que o TechTudo preparou.

1. É contra os termos de uso do Instagram

Os termos de uso proíbem o usuário de coletar ou acessar informações de forma automatizada, por métodos não autorizados pela plataforma, o que abrange todas as aplicações que não sejam propriedade do Instagram. Dessa forma, sua conta pode ser desativada ou excluída, caso a rede social identifique o uso de bots para seguir, curtir, comentar, entre outras ações.

2. Você pode perder os seguidores comprados a qualquer momento

Como o Instagram exclui constantemente contas falsas, os seguidores fake comprados podem ser desativados pouco tempo depois. Ou seja, há uma grande chance de você gastar dinheiro e ainda perder seguidores de maneira drástica em seu perfil.

3. É fácil perceber um perfil com seguidores comprados

Há duas formas mais comuns para investir em seguidores. A primeira é ao contratar um serviço responsável por criar contas falsas para curtir seu perfil pessoal ou da sua marca. Elas também podem curtir seus posts, conforme a negociação com a empresa. A segunda consiste em acessar um bot designado a seguir contas verdadeiras, curtir algumas postagens de forma automática e, depois de um tempo, deixar de segui-las. O objetivo é que pessoas reais sigam a etiqueta do “me segue que eu te sigo de volta” e passem a acompanhar a conta.

No entanto, os dois métodos deixam rastros. O primeiro é o mais aparente, pois esses perfis fake não têm fotos nem interações próprias. E mesmo no segundo, voltado para contas reais, é comum as pessoas deixarem de seguir após perceberem que se trata de um robô.

Isso ocorre quando o perfil curte várias fotos em um curto espaço de tempo ou tem 150 mil seguidores, mas apenas 200 curtidas por postagem, por exemplo. Esse tipo de conta também costuma ter uma quantidade enorme de curtidas em posts, mas poucos comentários, pois os likes são mais baratos. A presença massiva de comentários genéricos, como “É isso aí” ou “Legal”, também desperta o alerta vermelho de compra de seguidores.

4. Estraga sua reputação

Caso seu intuito com a aquisição de seguidores seja se tornar influencer ou promover uma marca, o método pode ter efeito contrário. As empresas anunciantes possuem mecanismos para identificar se uma conta possui muitos perfis falsos e, caso encontrem, nunca farão negócio com você.

Os seguidores que perceberem a artimanha, provavelmente, não deixarão apenas de seguir a conta, como perderão a credibilidade na marca. Assim, a conversão de seguidores em clientes se tornar ainda mais difícil. Em algumas situações mais tensas, é possível que alguém exponha a fraude nos comentários e promova uma repercussão negativa para o perfil.

5. Seguidores falsos não geram engajamento

A métrica mais importante do Instagram é o engajamento. Ela é essencial para definir a divulgação do seu conteúdo no feed de seus seguidores e, eventualmente, na aba “Explorar”. Por essa razão, é na taxa de engajamento — não apenas no número absoluto de seguidores em um perfil — que as marcas se baseiam na hora de contratar um influenciador.

O problema é: essa métrica nunca aumenta com a compra de seguidores e curtidas — pelo contrário, ela diminui. Isso porque esses perfis não vão efetivamente interagir com a conta, mesmo os que dão likes. As interações com post — curtidas e comentários — serão divididas pelo número de seguidores para gerar a taxa. Com um alto número de seguidores, o engajamento será baixo e não será possível se sobressair na rede social.

A falta de engajamento foi verificada em um teste realizado pela Hootsuite. Eles também contrataram o serviço de bot e, depois de duas horas, a conta já tinha 412 seguidores. Porém, ao postar uma foto, nenhuma dessas pessoas curtiu ou comentou. O perfil atingiu 1 mil seguidores no dia seguinte e, ainda assim, ninguém interagiu com a publicação.

6. Você não ganha dinheiro com perfis falsos

Apesar de saber que os perfis falsos não vão comprar seu produto, os interessados no serviço esperam dar “bombada” na conta e assim, serem mais vistos por pessoas reais. Porém, isso não se mostra verdadeiro na prática. Como dito anteriormente, sua taxa de engajamento cai e isso reflete em menos visibilidade no feed.

Em um experimento feito pela AdeEpresso em 2016, a loja online vinculada à conta do Instagram não conseguiu vender nada quando a empresa usou um bot (com o esquema de seguir pessoas reais). No período anterior, quando o perfil utilizou boas práticas para crescimento orgânico, houve compras reais.

Informações TechTudo e Portal Plural
Clique para comentar

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Geral

Indústria do aço descarta desabastecimento e pede proteção contra importações

Reporter Global

Publicado

em



 

No setor, o ano vai terminar com leve alta de 0,5% numa demonstração da recuperação econômica

 

A indústria do aço descarta desabastecimento no Brasil e cobra justamente o governo por medidas contra as importações. Após reduzir sua capacidade instalada para 42% em abril, auge da crise econômica derivada da Covid-19, os produtores estão agora com 68% e colocam o ideal em 80%. O ano vai terminar com leve alta de 0,5% numa demonstração da recuperação econômica. O presidente do Instituto do Aço Brasil, Marco Polo de Mello Lopes, rebate reclamações de setores, como o automotivo e construção civil, sobre alta de preços e falta de produtos. A indústria do aço espera uma expansão de 5,3% em 2021 — para 19,9 milhões de toneladas. Representantes do Instituto Aço Brasil se reuniram com o presidente Jair Bolsonaro para discutir o desabastecimento. O setor promete o breve retorno da normalidade após o fim dos estoques diante de uma retomada econômica mais forte do que a prevista inicialmente pelos produtores.

 

 

Jovem Pan

[mailpoet_form id="1"]
Continue Lendo

Geral

Mapa preliminar com 21 regiões em bandeira vermelha recebe 11 pedidos de reconsideração

Reporter Global

Publicado

em



 

O mapa totalmente vermelho desta 30ª rodada do modelo de Distanciamento Controlado resultou no envio de 11 pedidos de reconsideração por parte de municípios e associações regionais.

 

As regiões tiveram até as 6h deste domingo (29/11) para se manifestar.

Depois de 11 rodadas recebendo menos de dez pedidos, o número voltou a ser significativo. O aumento já havia sido percebido há duas rodadas, quando o mapa preliminar voltou a apresentar um maior número de regiões classificadas como de risco epidemiológico alto para o coronavírus.

Na sexta-feira (27/11), o governo do Estado divulgou o mapa preliminar que, pela primeira vez, trouxe todas as 21 regiões Covid em bandeira vermelha. Assim, todos os pedidos de reconsideração foram feitos por regiões em vermelho para que fiquem em bandeira laranja (risco epidemiológico médio).

O Gabinete de Crise vai analisar os pedidos e divulgar o mapa definitivo na tarde de segunda-feira (30/11). A vigência das novas bandeiras começa à 0h de terça-feira (1°/12) e se encerra às 23h59 de segunda-feira (7/12).

Das 21 regiões Covid, apenas Uruguaiana, Bagé e Guaíba não aderiram ao sistema de cogestão do Distanciamento Controlado. As outras 18 já adotam protocolos alternativos às bandeiras definidas pelo governo.

Conforme a orientação do modelo, regiões em cogestão classificadas em bandeira vermelha podem adotar regras de bandeira laranja, e as classificadas em laranja podem adotar protocolos de bandeira amarela, basta que enviem protocolos próprios adaptados à Secretaria de Articulação e Apoio aos Municípios (Saam). A adoção de protocolos alternativos não altera as cores do mapa definitivo.

 

 

Estado.rs.gov.br

[mailpoet_form id="1"]
Continue Lendo

Geral

Chefe do Ibama anula multa e libera obras na Bahia

Reporter Global

Publicado

em

© Gustavo Bediaga/Ibama

 

A decisão do superintendente do Ibama, Rodrigo Santos Alves, foi anunciada em maio e anulava uma multa e um embargo informados em maio de 2015

 

 

O superintendente do Ibama na Bahia, Rodrigo Santos Alves, nomeado em junho do ano passado pelo ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, cancelou uma multa dada pela própria equipe e liberou construções em uma área de preservação permanente – no caso, um prédio de luxo, erguido na região mais cara de Salvador, às margens da Baía de Todos os Santos.

Alves divide o cargo público com a função de sócio de uma empresa imobiliária, também localizada na capital baiana, especializada em oferta de imóveis de luxo no litoral. A decisão de autorizar novas obras no entorno de um edifício nobre, onde apartamentos são vendidos por R$ 4,5 milhões, contrariou uma série de análises técnicas que confirmavam as irregularidades da construção. Ainda assim, o superintendente decidiu rejeitar os argumentos, laudos e perícias, para cancelar a multa de R$ 30,5 mil aplicada contra a construtora, além de um embargo que paralisa a obra. Há ainda outra multa de R$ 5,1 milhões e mais um pedido de embargo em análise.

A decisão de Alves foi anunciada em maio e anulava uma multa e um embargo informados em maio de 2015. Naquela ocasião, analistas ambientais do Ibama foram ao edifício de luxo Mansão Phileto Sobrinho, no “Corredor da Vitória”, para avaliar a recuperação de área degradada junto ao mar onde o prédio havia instalado um teleférico, um píer e um quiosque. Estava em andamento, desde 2011, um projeto de regeneração da encosta – o Plano de Recuperação de Área Degradadas, monitorado pelo Ibama.

 

Outra obra

Ao chegar ao local, porém, os fiscais não encontraram nenhuma recuperação, mas, sim, obras de outra edificação que subia sobre a mata, em frente ao mar, em uma área de 900 metros quadrados. Confirmada a irregularidade, os técnicos lavraram a multa e pediram a paralisação imediata das obras. A Porto Victoria Empreendimentos Imobiliários, dona do edifício, alegou que tinha licença da Prefeitura para tocar o projeto, mas o Ibama observou que a empresa cometia um erro em cima de outro, não resolvido. Depois, ela tentou desqualificar a área como de preservação permanente. A iniciativa não prosperou.

A obra do novo prédio está parada até hoje. O Ministério Público Federal na Bahia também moveu uma ação civil pública contra os empreendedores e contra o município. Em outubro de 2018, novo relatório apontou que “os elementos constantes dos autos são robustos e suficientes para justificar a manutenção do auto de infração”.

Em maio de 2019, um mês antes de Alves chegar à chefia do Ibama na Bahia, mais um parecer técnico analisou argumentos da construtora: “Fica evidente que, devido às restrições legais da área APP (Área de Preservação Permanente) de encosta, o empreendedor já estava ciente da inviabilidade ambiental do empreendimento”.

Em abril deste ano, mais um parecer técnico foi feito. Depois de revisitar cada informação do processo e as novas alegações da empresa, o analista ambiental confirmou multa e embargo, dizendo que o caso “não traz elemento técnico que modifique o entendimento do Ibama anteriormente demonstrado”. Um mês depois, com todo o histórico nas mãos, Santos Alves cancelou a multa e o embargo da obra. Em seu entendimento, o Ibama voltou a extrapolar de funções ao sobrepor licenças municipais e ignorou a informação de que, segundo ele, parte da área não seria de preservação permanente.

Reportagem publicada pelo Estadão na semana passada revelou que, em setembro, Alves cancelou atos de sua própria equipe técnica para liberar obras de um resort de luxo numa região conhecida pela procriação de tartarugas marinhas. O superintendente não só retirou uma multa de R$ 7,5 milhões que havia sido aplicada pelos técnicos do Ibama contra o hotel, como anulou a decisão que paralisava a obra.

A reportagem tentou contato, sem sucesso, com a Porto Victoria Empreendimentos Imobiliários. No processo, a companhia sustenta que o Ibama não pode multá-la por desmatar uma “área degradada, assim reconhecida por essa autarquia federal quando da aplicabilidade desta penalidade”. Ocorre que, como mostra o órgão ambiental, é justamente por estar degradada que a faixa da encosta passava por um projeto de recuperação.

 

Noticias ao Minuto

[mailpoet_form id="1"]
Continue Lendo

Trending

© 2020 PORTALPLURAL.COM.BR Todos os direitos reservados.


×