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Empresários gaúchos mantêm-se otimistas, aponta Fecomércio-RS

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Pela segunda vez consecutiva, o Índice de Confiança do Empresário do Comércio (ICEC) registrou avanço na margem ao registrar 116,0 pontos, uma variação de 19,6% em comparação com o mesmo período do ano passado e de 1,6% frente ao mês anterior. Os dados, divulgados pela Fecomércio-RS nesta segunda-feira (30/09), indicam que este foi o maior nível desde maio deste ano. Os subindicadores que influenciaram no resultado foram os relacionados à Condição Atual (ICAEC) e às Expectativas (IEEC). A pesquisa pode ser acessada aqui.

Para o presidente da entidade, Luiz Carlos Bohn, a atividade sazonal do varejo pode ser um dos fatores que contribuiu para a avaliação otimista dos empresários. “Percebendo a recuperação econômica, mesmo que ainda gradual, a movimentação típica deste período do ano e, obviamente, a expectativa da liberação da movimentação derivada da liberação dos saques do FGTS, os varejistas apostam na melhoria do cenário. No entanto, uma perspectiva mais positiva dos investimentos em geral requer uma percepção mais consistente da recuperação na economia”, comenta Bohn.

O ICAEC atingiu 96,7 pontos, um avanço de 41,2% na comparação interanual, quando o indicador registrou 68,5 pontos. Frente a agosto, o aumento foi de 2,6%. Também houve variação positiva nos três subindicadores, com destaque para elevação de 3,4% com relação à Economia e à Empresa.

Com relação às expectativas, foram registrados 150,8 pontos: 15,3% a mais do que em setembro de 2018 e 2,3% que agosto deste ano. O novo avanço na margem resultou do crescimento de todos os subindicadores: Comércio (3,1%), Empresa (2,5%) e Economia (1,4%).

O indicador de investimentos permanece sob avaliação moderadamente otimista dos empresários. De acordo com o estudo da Fecomércio-RS, foram registrados 100,5 pontos, uma variação de 9,6% em comparação com o ano passado, mas que representou uma retração de 0,4% frente a agosto. Os subindicadores também sentiram os reflexos da avaliação: investimentos e situação atual dos estoques recuaram 3,4% e 1,1% respectivamente. Porém, a expectativa de contratações teve novo avanço de 2,5%. Este último dado pode estar relacionado à admissão de funcionários temporários típica neste período do ano.

 
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Setor de máquinas agrícolas teve melhor ano da história em 2021

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A combinação de dólar valorizado e alta procura por commodities no mundo fez os fabricantes de máquinas agrícolas comemorarem em 2021 o melhor ano da história do segmento. Houve aumento de 43% nas vendas, segundo dados divulgados nesta semana pela Abimaq (Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos).

O diretor executivo da Abimaq Pedro Estevão explica que, ao contrário de outros setores da economia, que tiveram queda no faturamento no primeiro ano da pandemia, 2020 também foi bom para a indústria de máquinas agrícolas, que cresceu 17% naquele ano. “A base de comparação já era alta”, justifica.

Segundo Estevão, o dólar alto tornou as exportações ainda mais vantajosas em 2021. Houve no ano passado um aumento de 37,8% nas vendas para o exterior.

Além disso, a busca das commodities, que aumentou durante a pandemia de Covid-19, impulsionou a procura por equipamentos e máquinas no agronegócio no Brasil e no exterior.

Os empregos diretos do segmento cresceram 13% em 2021, saindo de 52 mil postos de trabalho em 2020 para 59 mil.

O setor de máquinas e equipamentos como um todo também apresentou forte elevação em 2021. Em vendas, o aumento foi de 25,3% no ano, enquanto a receita líquida das empresas avançou 21,6%, impulsionada pelas exportações, que registraram alta de 34,2%.

A expectativa da Abimaq é aumentar em 5% as vendas em 2022.

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Volumes de chuva foram um alento nas lavouras de soja, mas não o suficiente

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No Estado houve registro de chuvas em vários municípios nos dias 16 e 17/01, que refletiu na queda das temperaturas, porém o quadro não se manteve por muito tempo, com o retorno do calor forte. Os volumes precipitados foram um alento nas lavouras de soja, mas não o suficiente para melhorar a performance do ciclo que avança na fase de enchimento de grãos para 19%, 37% ainda está em floração e 44% ainda em germinação e desenvolvimento vegetativo. O plantio chega a 98% da área total estimada para a cultura no Estado.

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Colheita do milho avançou para 34% da área cultivada

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De acordo com o Informativo Conjuntural, produzido e publicado nesta quinta-feira (27/01) pela Gerência de Planejamento da Emater/RS-Ascar, vinculada à Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (Seapdr), o plantio chega a 97% da área total estimada, sendo 34% já está colhido, 13% está em germinação e desenvolvimento vegetativo, 26% em enchimento de grãos e 20% em maturação.

As altas temperaturas e predomínio de tempo seco induziram à rápida maturação. A massa colhida apresentou espigas e grãos de tamanho reduzido, dificultando a operação de separação do restante da planta, necessitando redução de velocidade de deslocamento e maior atenção na plataforma de colheita mecanizada. As lavouras em enchimento de grãos e maturação, que representam 41% da área plantada, apresentam uma rápida senescência das folhas, podendo comprometer a formação final dos grãos.

As lavouras irrigadas ainda apresentam potencial produtivo satisfatório, porém o fornecimento de água não é capaz de reduzir o estresse causado pelas temperaturas noturnas elevadas, que aumentam a respiração das plantas e causam menor acúmulo dos produtos oriundos da fotossíntese. As temperaturas máximas próximas dos 40°C também podem reduzir a duração do ciclo da cultura e afetar a germinação dos grãos de pólen na floração, fatores que podem condicionar a redução da produtividade.

MILHO SILAGEM

A estiagem provocou retardamento na semeadura do milho silagem, repercutindo em atraso na produção de alimentos para o rebanho bovino. As chuvas ocorridas entre 17 e 22 de janeiro permitiram a retomada da semeadura nas principais regiões produtoras no Estado. Estima-se que 70% da área destina a cultura tenha sido implantada.

A colheita já alcançou 48% da área ocupada e a produtividade obtida é 17,5 toneladas por hectare, representando 52% de redução na quantidade inicialmente estimada. A qualidade do material ensilado também está aquém da expectativa inicial, com plantas com folhas mais fibrosas e com proporção de grãos abaixo do ideal.

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