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Emater/RS-Ascar orienta implantação de pomar doméstico em São Pedro do Butiá – Portal Plural
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Agro

Emater/RS-Ascar orienta implantação de pomar doméstico em São Pedro do Butiá

Reporter Cidades

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Com a intenção de promover segurança e soberania alimentar às famílias beneficiárias, bem como uma oportunidade de geração de renda, o plano socioassistencial é executado em São Pedro do Butiá pela Emater/RS-Ascar, em parceira com a Secretaria Municipal de Assistência Social e com a Secretaria Estadual de Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (Seapdr). Entre as 55 famílias, que recebem Assistência Técnica e Social por meio do plano, está a do casal Miguel e Inês Vogel, da linha Taipão Frente. Na propriedade dos Vogel, está sendo implantado um pomar doméstico, comk o propósito de obter frutas durante todo o ano, sendo inclusive uma unidade de referência do plano socioassistencial.

Por meio do pomar, composto por diversas espécies e variedades, pretende-se demonstrar orientações técnicas às demais famílias inseridas no plano socioassistencial, como implantação, adubação, tratamentos, poda e colheita. Com projeto elaborado por técnicos dos escritórios Regional e Municipal, a Emater/RS-Ascar orientou a definição do local, escolha das espécies e o plantio.

Entre as espécies e variedades sugeridas para o pomar doméstico, com vistas à obtenção de frutas maduras durante o maior período possível do ano, estão a bergamota Ukitsu e maçãs Eva e Princesa, com o período de maturação entre e fevereiro e março; as bergamotas Ponkan e comum e laranjas umbigo Bahia e Comum, entre maio e julho; bergamota Murcott ou Nadorcott, de julho a agosto; laranja Pera, em maturação nos meses de agosto e setembro; pessegueiro BRS-Libra (amarelo), em setembro, e a laranja Valência, de setembro a outubro. Grande parte dos pessegueiros estará com os frutos maduros em outubro, a exemplo do Pessegueiro BRS-Bonão (amarelo), BRS-Rubimel (amarelo), BRS-Kampai (branco) e BRS- Fascínio (branco). A laranja Folha Murcha também tem sua colheita entre outubro e novembro. No mês de novembro é a vez da colheita do pêssego Chimarrita (branco), da ameixa Reubennel (amarela) e do figo Roxo de Valinhos.

Caso for cultivada uma muda de cada variedade são necessários de 380 a 400m², uma vez que recomendação de espaçamento é de 5X4m entre plantas (área de 20m² por planta), com exceção do figo, que pode ser plantado no espaçamento de 4X2m. O extensionista rural do Escritório Regional da Emater/RS-Ascar, Gilmar Francisco Vione, lembra, entretanto, que a época de maturação pode variar conforme as condições climáticas de cada ano, sendo a temperatura fator determinante.

Os próximos passos, segundo a equipe do Escritório Municipal da Emater/RS-Ascar, são o envolvimento das famílias assistidas pelo Plano Socioassistencial na valoração monetária dos alimentos produzidos, além de oficinas de processamento de frutas, realização de dia de campo em segurança e soberania alimentar, quando possível, assim como assessoramento na gestão de recursos existentes nas propriedades. A Assistência Técnica e Extensão Rural e Social (Aters) a essas famílias acontece de forma gratuita, continuada e planejada, com o objetivo de colaborar com a promoção da cidadania e da qualidade de vida.

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Agro

Prefeitura de Santo Cristo concentra esforços para lutar contra a estiagem

Reporter Global

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Município sofre com a seca e prioriza abertura e limpeza de bebedouros | Foto: Prefeitura de Santo Cristo/Divulgação

 

Poder municipal decretou estado de emergência e trabalha para minimizar prejuízos

 

Em Santo Cristo, cidade no noroeste gaúcho, a preocupação com a relação à estiagem fez com que o poder municipal tomasse providências. O prefeito Adair Philippsen decretou estado de emergência no município. O decreto já conta com parecer favorável da Defesa Civil estadual e já foi encaminhado para homologação pelo Governador do Estado.

A falta de chuvas nos últimos meses está causando impacto no interior da cidade. Agricultores passam por dificuldades com plantações e criação de animais, que sentem diretamente o impacto da seca. A forte estiagem já afetou a perda da lavoura de milho, com expectativa de dificultar o plantio de soja, resultando em graves prejuízos econômicos aos agricultores.

O poder municipal também tomou outras iniciativas para tentar amenizar os efeitos do clima. O setor de obras está trabalhando com foco no interior, uma forma de concentrar esforços na execução de serviços que podem auxiliar a minimizar os prejuízos. O prefeito destaca que o fornecimento de água aos animais é um dos serviços essenciais neste momento.

“Temos o maior rebanho suíno do Rio Grande do Sul e também produzimos muito leite, tendo uma das maiores bacias leiteiras do Estado. Para minimizar os efeitos da estiagem, depois de decretado estado de emergência, determinamos a execução de abertura e limpeza de bebedouros. Além disso, continuam os trabalhos de recuperação e manutenção de estradas para facilitar o acesso às propriedades e o escoamento da produção”, explica Philippsen.

Para conseguir dar conta do serviço, foi autorizado que os funcionários realizem horas extras aos sábados. Quatro equipes trabalham constantemente nesse serviço, salienta o prefeito. A gestão municipal também encaminhou correspondência aos senadores e aos deputados federais gaúchos solicitando o empenho dos parlamentares para obtenção de socorro financeiro, a exemplo do que foi concedido em função da pandemia provocada pelo coronavírus.

 

Correio do Povo

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Agro

Parte dos pacotes com sementes não solicitadas contém praga inexistente no Brasil

Pável Bauken

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O Ministério da Agricultura analisou, até o momento, 36 amostras de pacotes de sementes não solicitadas que chegaram via Correios na casa dos brasileiros. As análises realizadas pelo Laboratório Federal de Defesa Agropecuária em Goiás (LFDA-GO), referência em sanidade vegetal, indicam que parte das amostras apresenta mais de uma praga em seu conteúdo. Conforme comunicado do ministério, no total, 47% das amostras já analisadas apresentaram risco fitossanitário ao País.

Após avaliação de risco fitossanitário, realizada pela área técnica do Departamento de Sanidade Vegetal e Insumos Agrícolas do ministério, foi identificado que uma amostra continha a espécie Myosoton aquaticum, praga ausente no Brasil e com potencial para ser considerada quarentenária, ou seja, com risco de estabelecimento no País e de causar danos fitossanitários. Essa espécie apresenta resistência a herbicidas, o que torna seu controle difícil. A introdução dessa planta daninha no País pode ter impacto econômico negativo.

Em quatro amostras foram identificadas uma espécie quarentenária ausente – Descurainia sophia – considerada como planta daninha nos Estados Unidos e Canadá, além de planta invasora no México, Japão, Coreia, Chile e Austrália. Já a Myosoton aquaticum é considerada daninha nos campos de trigo da China.

Outras 15 amostras continham gêneros que têm espécies quarentenárias ou espécies com potencial quarentenário, como sementes de Cuscuta; de Brassica; de Chenopodium; de Amaranthus; e dos fungos Cladosporium; Alternaria; Fusarium; e Bipolaris.

O diretor do Departamento de Sanidade Vegetal e Insumos Agrícolas, Carlos Goulart, disse no comunicado que “após análises laboratoriais, pode-se avaliar que a introdução de material propagação (sementes ou mudas), mesmo em pequenas quantidades, sem atender aos requisitos fitossanitários e de qualidade estabelecidos pelo Ministério da Agricultura, coloca em risco a agricultura brasileira”.

O Ministério da Agricultura mantém o alerta aos cidadãos brasileiros para que tenham cuidado e não abram encomendas recebidas pelos correios de pacotes de sementes não solicitadas.

Caso o cidadão venha a receber em casa sementes provenientes do exterior, o governo orienta a entrega do material para uma das unidades do ministério em seu Estado ou órgão estadual de defesa O pacote não deve ser aberto ou descartado no lixo, a fim de evitar o contato das sementes com solo e prejuízos para as áreas agrícolas e o meio ambiente.

A orientação também vale para o cidadão que recebeu e plantou as sementes. Neste caso, entre em contato com o Ministério da Agricultura ou o órgão estadual de defesa para agendar o recolhimento do material.

Estadão

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Agro

Construção de açudes visa maior estabilidade na produção agropecuária na região de Santa Rosa

Pável Bauken

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Iniciaram oficialmente nesta semana a construção de açudes do Programa Estadual de Apoio à Ampliação da Infraestrutura Rural, sob coordenação da Secretaria de Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (Seapdr), na região de Santa Rosa. Nesta quinta-feira (26/11), o presidente da Emater/RS, Geraldo Sandri, acompanhado do gerente regional adjunto José Vanderlei Waschburger, do vice-prefeito Eduardo Ludwig, da equipe municipal da Emater/RS-Ascar e de lideranças locais acompanharam o início da construção do açude, que será destinado à irrigação de pastagens na propriedade de Tenésio e Delci Balz, em São José do Inhacorá.

O Programa viabilizará a construção de 90 açudes em nove municípios da região de Santa Rosa nos próximos meses, com projetos elaborados pela Emater/RS-Ascar, sendo o propósito principal a reservação de água para usos múltiplos, especialmente para a expansão da prática de irrigação como forma de contribuir com maior estabilidade nas produções agropecuárias diante das recorrentes estiagens. Na região, as obras iniciaram-se na última segunda-feira (23/11) no município de Vitória das Missões, seguem em São José do Inhacorá e devem iniciar em Guarani das Missões na próxima semana.

Também serão contemplados agricultores e pecuaristas dos municípios de Ubiretama, São Miguel das Missões, Santo Antônio das Missões, Salvador das Missões, Tucunduva e Caibaté. No total serão 10 açudes por município, sendo disponibilizadas pelo Governo do Estado 24 horas-máquina, por meio da contratação de empresa via licitação para a construção dos reservatórios.

Os beneficiários foram selecionados pelos Conselhos Municipais de Desenvolvimento Rural. Em todo Estado serão contemplados 102 municípios, com um recurso total de R$ 6 milhões, destinados para à construção de 1.020 açudes.

A reservação de água e a irrigação são estratégias importantes no período de enfrentamento à estiagem. Nos últimos anos, na região de Santa Rosa, já foram elaborados pela Emater/RS-Ascar mais de 2.200 projetos de açudes e mais de 1.700 sistemas de irrigação. Destes últimos, em torno de 75% são voltados à áreas com pastagens e os demais se destinam a outras culturas, como o milho, olerícolas, frutas, alfafa, entre outros.

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