Emater/RS-Ascar auxilia no combate à erosão através do terraceamento – Portal Plural
Connect with us

Agro

Emater/RS-Ascar auxilia no combate à erosão através do terraceamento

Publicado

em



 

Com o clima chuvoso dos últimos anos, os problemas de erosão em lavouras ficaram ainda mais evidentes e motivaram técnicos e produtores a buscar alternativas que minimizem os impactos sobre a preservação do solo e resultados produtivos. Em São Paulo das Missões, por exemplo, o trabalho de promoção de práticas conservacionistas de solo, desenvolvido pelos extensionistas da Emater/RS-Ascar, Júnior Kessler e Carlos Geuvani Kaefer, tem auxiliado os produtores interessados na demarcação e construção de terraços de bases média e larga.

“A maioria dos produtores se mostra cientes que são necessárias diferentes práticas conservacionistas para o controle da erosão, desde boa cobertura do solo com palhada até o terraceamento, de acordo com cada caso”, avalia o chefe do Escritório Municipal da Emater/RS-Ascar, Júnior Kessler. Ele reitera que a exemplo do que ocorre em outros municípios da região, a equipe do Escritório Municipal tem atendido e segue no atendimento de muitas demandas dessa área.

No Noroeste gaúcho são diversas as ações orientadas pela Emater/RS-Ascar com vistas a preservar e melhorar o uso do solo, substrato fundamental para todo o tipo de produção agropecuária. O terraceamento, uma das práticas incentivadas, contribui para seccionar o escoamento superficial da água da chuva, reter e armazenar parte da água da chuva que não infiltra no solo, evitar a perda de adubos, herbicidas e inseticidas com as fortes enxurradas, deter o arraste dos nutrientes e pesticidas até os mananciais hídricos, além de auxiliar na redução das perdas de solo e água por erosão hídrica, assim como na conservação das estradas.

Compartilhe
Clique para comentar

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Agro

Três municípios da Região Celeiro estão entre os 15 municípios em situação de emergência no RS

Publicado

em

Lavoura prejudicada em Espumoso — Foto: Reprodução/RBS TV

A falta de chuvas no Rio Grande do Sul está provocando grandes prejuízos nas lavouras. A Emater informou que ainda está levantando oficialmente os prejuízos, porém diversas cidades já registraram perdas de mais de 80% nas produções.

Até a noite desta terça-feira (21), 15 municípios haviam decretado situação de emergência em razão da estiagem, conforme a Defesa Civil. Outras cinco cidades registraram perdas significativas mas ainda não decretaram emergência. A maioria delas é do Norte ou Noroeste do estado. Veja lista abaixo.

Das 15, apenas uma teve teve a situação homologada pelo estado e pela União até esta terça. Júlio de Castilhos decretou situação de emergência no dia 6 de dezembro e teve homologação no dia 16. As outras cidades ainda tem prazo de 180 dias para comprovar a situação, apresentando laudos de pessoas afetadas, situação da agricultura, entre outros aspectos.

Compartilhe
[mailpoet_form id="1"]
Continue Lendo

Agro

SEAPDR detecta gafanhotos nativos em Coronel Bicaco e outros quatro municípios da região

Publicado

em



Fiscais estaduais agropecuários e engenheiros agrônomos da Secretaria Estadual da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (SEAPDR) realizaram na sexta-feira (17), fiscalização de áreas agrícolas para monitoramento de gafanhotos.
Nesta fiscalização, realizada através de denúncia, foram feitas vistorias nas áreas agrícolas do município de Ajuricaba. Os gafanhotos, das espécies Zoniopoda iheringi e Chromacris speciosa, são nativos do Rio Grande do Sul, não se tratando de gafanhotos migratórios presentes na Argentina.
“As culturas comerciais de grãos, como milho e soja, atualmente implantadas em condições de estresse hídrico, não apresentam danos significativos causados pelo inseto. No entanto, a incerteza em relação ao clima e o desconhecimento dos hábitos dos gafanhotos podem gerar preocupação entre os agricultores”, destaca Rita Grasselli, chefe da Divisão de Defesa Sanitária Vegetal.
A recomendação para os agricultores é para permanecer em alerta em relação a novos focos e que, em caso de alta infestação associada a danos verificados nas lavouras, entrar em contato com a Inspetoria de Defesa Agropecuária do seu município ou com a Emater. E também através do email: [email protected]
Além de Ajuricaba, foram feitas 19 vistorias nos municípios de Coronel Bicaco, Nova Ramada, Santo Augusto e São Valério do Sul neste ano de 2021.
A SEAPDR é participante do Comitê de Emergência Fitossanitária para Schistocerca cancellata, conforme Portaria de Emergência MAPA nº 201/2020 e Instrução Normativa SEAPDR nº 17/2020 e, por isso, tem realizado vistorias de monitoramento de populações acridianas em áreas agrícolas do Rio Grande do Sul.
Fonte: SEAPDR
Foto: André Ebone/Divulgação SEAPDR
Compartilhe
[mailpoet_form id="1"]
Continue Lendo

Agro

Preço ao produtor de leite teve queda real de 5% neste ano

Publicado

em



A pesquisa do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), da Esalq/USP, mostra que o preço do leite captado em outubro e pago aos produtores em novembro recuou 6,2% e chegou a R$ 2,1857/litro na “Média Brasil” líquida, uma retração de 2,5%, em comparação ao mesmo mês do ano passado.

É a segunda queda consecutiva dos preços no campo. Com isso, a variação acumulada em 2021 (de janeiro a novembro) está, pela primeira vez neste ano, negativa, em 5%, em termos reais.

A pesquisa do Cepea mostra que, de setembro para outubro, o Índice de Captação Leiteira (ICAP-L) recuou 0,87% na “Média Brasil”.

Os dados mostram que, mesmo com o retorno das chuvas da primavera, que favorecem a disponibilidade de pastagem, a produção de leite segue limitada neste ano pelo aumento dos custos de produção e por consequentes desinvestimentos na atividade.

CUSTO DE PRODUÇÃO
De janeiro a outubro, o poder de compra do pecuarista frente ao milho, insumo essencial para a alimentação animal, recuou, em média, 29,5% – no ano passado, enquanto o pecuarista leiteiro precisava de, em média, 33 litros de leite para adquirir uma saca de milho de 60 kg (com base no Indicador ESALQ/BM&FBovespa, Campinas – SP), em 2021, são precisos 43 litros para a mesma compra.

Os preços dos grãos registraram quedas recentemente, mas o patamar ainda está elevado. Segundo o Cepea, outros importantes insumos da atividade leiteira também encareceram de forma intensa, como é o caso dos adubos e corretivos, combustíveis e suplementos minerais.

Compartilhe
[mailpoet_form id="1"]
Continue Lendo

Trending

PORTAL PLURAL LTDA
ME 33.399.955/0001-12

© 2022 PORTALPLURAL.COM.BR Todos os direitos reservados.


×

Entre em contato

×