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Política

Em live, Bolsonaro sugere volta ao trabalho com uso de máscara

Reporter Cidades

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Presidente voltou a afirmar que “mais importante que a vida, é a liberdade” e que “morre muito mais gente de pavor do que de um ato em si”

O presidente Jair Bolsonaro defendeu, nesta quinta-feira, que as pessoas voltem ao trabalho usando máscaras, assim que o projeto em tramitação no Congresso que obriga o uso de máscaras protetoras for aprovado. Para o presidente, a segurança fornecida pelos equipamentos justifica uma eventual retomada da atividade econômica, de forma que “se não puder (trabalhar) é porque a máscara não funciona”.

Durante a transmissão, Bolsonaro afirmou que “mais importante que a vida, é a liberdade”, e que “morre muito mais gente de pavor do que de um ato em si”.

“Se nós dizemos a vocês que a máscara evita o contágio, vamos poder trabalhar de máscara, porque, se não puder, é porque a máscara não funciona. Tem que voltar a trabalhar, pô, a vida continua”, disse o presidente em transmissão de vídeo feita em sua página no Facebook. Na live, Bolsonaro também voltou a defender o uso da cloroquina no tratamento da Covid-19, doença causada pelo novo coronavírus, embora reconheça que ainda não há comprovação científica de que o medicamento funcione contra o vírus.

“Nós sabemos que não tem uma comprovação científica, mas tem muitos relatos de médicos, de pessoas com comorbidades que tomaram a hidroxicloroquina e estão vivos. Claro que alguns morrem, mas a grande maioria vive e conta sua experiência”. “Quem quiser tomar, toma. Quem não quiser, não toma”, arrematou.

Se antecipando a possíveis críticas focadas nos efeitos colaterais da cloroquina, Bolsonaro explicou que “todo remédio tem efeito colateral” e que até água em excesso pode matar.

O presidente também disse que, diante da ausência de um medicamento que comprovadamente ajude contra a Covid-19, é o caso de “deixar o cara tentar com a cloroquina”. Exemplificando, disse que “eu, quando tenho problema de estômago, tomo Coca-Cola. Me desculpem os médicos, mas funciona”.

Na transmissão ao vivo, Bolsonaro afirmou não saber se foi contaminado pelo coronavírus, apesar de ter testado negativo em três testes. “Eu não sei se eu adquiri. No avião que eu voltei dos Estados Unidos, 23 pegaram. Se eu peguei, não aconteceu nada, nunca espirrei, olho vermelho, cansado, nada”, minimizou.

Ele voltou a dizer que a saída de Regina Duarte da Secretaria Especial de Cultura se deu por questões familiares. “A questão de família depois de uma certa idade pega e pesa. Ela vai para a Cinemateca ou outro órgão. Não podemos viver sem a Regina Duarte, eterna namoradinha do Brasil”, disse.

 

Fonte: Correio do Povo

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Política

Vereador Aldair Melchior assume o cargo de prefeito interino

Pável Bauken

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O presidente da Câmara de Vereadores, Aldair Melchior, assumiu interinamente nesta segunda-feira, 30, o cargo de prefeito de Santa Rosa, considerado o período de férias do prefeito Alcides Vicini e do Vice-prefeito Luís Antônio Benvegnú, pelo período de cinco dias. Cumprindo agenda no gabinete na manhã desta segunda-feira, recebeu a visita dos vereadores Miro Jesse, Paulinho dos Santos, presidente e vice do Cidadania, e do vereador Fernando Borella, que fizeram questão de cumprimentá-lo. Também esteve reunido com o secretário do Sintralog, Oscimar Felipiini e o Presidente da Coperluz, Querino Volkmer.

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Política

Candidato que teve apoiador detido com dinheiro na cueca atribui derrota à fiscalização: ‘Muitos policiais nas ruas’

Reporter Global

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Dinheiro foi encontrado nas calças de apoiadores de Naumi Amorim, prefeito de Caucaia candidato à reeleição — Foto: Reprodução

 

Um dia antes da eleição, irmão de Naumi Amorim, candidato derrotado em Caucaia, foi detido por suspeita de crime eleitoral com dinheiro na cueca.

 

 

O candidato derrotado na tentativa de se reeleger em Caucaia, Naumi Amorim (PSD), atribuiu a derrota nas urnas ao trabalho de fiscalização de policiais no dia da eleição, no domingo (29).

 

“A gente teve desvantagem nas fiscalizações, muitos policiais nas ruas. E a gente atribui [a derrota] a essa perseguição”, afirmou.

Caucaia recebeu reforço na segurança com policiais da estado do Ceará, além da Força Nacional e Forças Armadas. Um dia antes da eleição, no sábado (29), o irmão de Naumi e secretários de sua gestão, foram detidos após serem flagrados com R$ 600 mil na cueca e em sacolas.

Naumi afirma também que a operação que deteve o seu irmão “impactou” na sua campanha. Questionado sobre a origem do dinheiro, o candidato derrotado afirmou apenas que a “perseguição” foi uma ação para “vencer no tapetão”, sem esclarecer o questionamento.

Cinco apoiadores de Naumi foram detidos. Segundo o delegado responsável pelo caso, todos foram ouvidos e liberados. A maioria, contudo, escolheu permanecer em silêncio quando foram interrogados por policiais federais.

Segundo o delegado, Alan Robson Alexandrino, afirma que a situação é considerada suspeita de crime eleitoral. “O material vai ser analisado. O importante é o trabalho de investigação para chegar ao caminho desse dinheiro.”

 

Reforço em Caucaia

O capitão Brito, que coordenou a atuação da Força Nacional em Caucaia, afirma que a presença dos agentes coibiu os crimes eleitorais na cidade.

“Desde que a Força Nacional foi empregada aqui no município de Caucaia, a gente vem percebendo uma queda nos índices de criminalidade. Até o presente momento, a Força Nacional vem atuando, garantindo a manutenção da ordem e mantendo os índices de criminalidade baixo”, afirmou.

 

 

Jovem Pan

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Política

Mourão diz que é preciso repensar voto obrigatório no país

Reporter Global

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PT precisa se reinventar sem Lula, diz Mourão | Foto: Fábio Rodrigues Pozzebom / Agência Brasil / CP

 

 

Vice-presidente fez comentário levando em conta número alto de abstenções nas eleições municipais deste ano; quase 30 no segundo turno

 

 

O vice-presidente Hamilton Mourão disse nesta segunda-feira que é necessário se questionar a necessidade do voto obrigatório no país após a quantidade expressiva de abstenções nas eleições municipais deste ano. No segundo turno, quase 30% dos eleitores preferiram não votar.

“É uma abstenção alta. Nos últimos anos ela já vinha (crescendo), acredito que aumentou por causa da pandemia”, disse Mourão. , “Há algum tempo já se discute a questão do voto obrigatório aqui no Brasil, quando você vê que tem gente que foi eleito com menos votos que os brancos, nulos e abstenções, isso é algo que a gente tem que pensar.”

Segundo o general da reserva do Exército, a maioria dos partidos que se saíram melhor nas eleições municipais estão ao lado do presidente Jair Bolsonaro.

“Tem três partidos que detêm a maioria das prefeituras hoje: o MDB, o DEM e o PSDB. E o PP ficou bem posicionado. São os partidos de centro, e a maioria deles está apoiando o trabalho do presidente Bolsonaro.”

Ele analisou que a população escolheu prefeitos com experiência pública e reduziu o espaço dos chamados outsiders. “A população votou em quem sabe administrar, que é o que o prefeito tem que ser, solucionar aqueles problemas imediatos. Ao mesmo tempo, aquela turma que não tinha administrado nada, não tinha sido nem síndico do prédio em que morava ficou para trás.”

Mourão também criticou os institutos de pesquisa que, segundo ele, “têm que rever suas metodologias, porque furaram e furaram feio”. Não especificou qual teria sido o resultado questionável a que se referia.

Ele também declarou que o PT precisa se reinventar e superar a dependência ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

“O PT tem que se libertar, que acreditar que o Lula resolve tudo. O Lula é passado, eles têm que buscar novas lideranças.”

 

 

Correio do Povo

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