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Dos tabus às indenizações, como é ser demitido em 6 países

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Falar em demissão é sempre um assunto delicado, independentemente da cultura. Mas as regras que protegem os funcionários demitidos variam — e muito — de acordo com a legislação e costume de cada país. Uma reportagem do Business Insider mostra as diferenças entre o que acontece nos Estados Unidos, Alemanha, Japão, Hong Kong, Suécia e Índia quando você perde o emprego.

Nos Estados Unidos, por exemplo, o gestor se reúne com o funcionário que será demitido e, como regra geral, dá a ele algumas poucas horas para embalar seus pertences. Na Europa, no entanto, essa prática costuma ser considerada absurda.

Veja o que acontece quando você é demitido em cada um desses países:

Estados Unidos
Nas empresas americanas, normalmente, os funcionários demitidos participam de uma reunião com o gestor e o consultor de RH. Durante a conversa, os executivos explicam o motivo do desligamento e dão algumas horas para o profissional embalar seus pertences e deixar a companhia.

Alemanha
As empresas alemãs têm um processo de demissão diferente: é permitido que o empregado permaneça durante semanas no ambiente de trabalho — mesmo após o desligamento. É uma iniciativa dos empregadores para que os funcionários terminem os projetos que começaram e também tenham tempo hábil para começar a procurar um novo emprego.

Japão
No Japão, as demissões são raras. É bastante comum os profissionais trabalharem muitos anos ou até a vida inteira em uma única empresa. Isso ocorre tanto por razões culturais como por políticas públicas que desencorajam as demissões.

Hong Kong
Em Hong Kong, a demissão de um executivo bem posicionado na hierarquia pode acabar sendo sinônimo de “longas férias remuneradas”. Funcionários de bancos continuam a receber salário por meses depois da demissão. Já profissionais do alto escalão costumam ter garantido em seus contratos o recebimento de remuneração por anos, após o desligamento.

Suécia
A Suécia é uma das nações mais bem-sucedidas em ajudar os profissionais a encontrarem um novo emprego: 85% deles o fazem em até um ano. Após as demissões, os funcionários recebem apoio financeiro e aconselhamento profissional, para ajudá-los a se recolocar no mercado.

Índia
Antes, a demissão era motivo de vergonha na Índia. Raramente acontecia. Contudo, à medida que a economia foi crescendo e os desligamentos se tornaram mais comuns, ser demitido deixou de ser estigmatizado. O aumento da oferta de trabalhos temporários também ajudou a mudar a mentalidade do país.

Brasil
No Brasil, quando demitidos, os funcionários recebem uma multa de 40% sobre o saldo do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), férias e 13º proporcionais, seguro-desemprego, banco de horas e aviso prévio.

Época Negócios
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Destaque

DRACO SANTA ROSA com novidades

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Uma novidade foi lançada em Santa Rosa/RS a DRACO agora conta com um número de whats próprio para denúncias e informações, 24hrs, 7 dias por semana.

”A idéia é proporcionar um canal para a comunidade se comunicar com a Polícia Civil de forma fácil e sigilosa.” destacou o delegado Tiago Tescke.

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Ensino

O CRA/RS promove a interiorização e discute a sua inserção nas comemoração dos 100 anos da Setrem

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Capitaneados pelo Delegado Regional do CRA, o Administrador Carlos Norberto Filipin, a Setrem sediou reunião de interiorização do Conselho Regional de Administração do RS, e discutiram junto com a Amufron ações para comemoração dos 100 anos da instituição.

No último dia 01 de outubro de 2021, as 14 horas, realizou-se uma reunião de interiorização do Conselho Regional de Administração do Rio Grande do Sul – CRA/RS na cidade de Três de Maio, capitaneados pelo Delegado Regional do CRA/RS, o administrador Carlos Norberto Filipi, tendo como local o Campus da Setrem, e teve a representação da Direção da instituição, citando a presença dos administradores, Sandro Ergang, Mauro Alberto Nuske e Alexandre Chapoval Neto, e ainda contou com a presença de toda a Diretoria do Conselho Regional de Administração do Rio Grande do Sul – CRA/RS, liderados pela presidente do CRA-RS, Adm. Claudia Abreu, na oportunidade este participando o prefeito de Boa Vista do Buricá e Presidente da Amufron, Joãozinho Sehnem, onde se discutiu a inserção do CRA/RS nos 100 anos da Setrem, reafirmando a importância do trabalho da representação do Conselho, que registra um marco importante para a profissão.

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Câmara aprova repasse adicional a municípios; impacto em 2022 é de R$ 1,6 bilhão

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Porcentual vai se elevando ano a ano até atingir 1% em 2025, quando o repasse será o equivalente a R$ 4,6 bilhões

O plenário da Câmara dos Deputados aprovou na noite desta quarta-feira (6) um repasse adicional de 1% das receitas com Imposto de Renda e IPI aos municípios. Como a proposta de emenda à Constituição (PEC) foi votada em segundo turno e já foi aprovada pelos senadores, o texto vai à promulgação. Não cabe possibilidade de veto do presidente da República.

A Confederação Nacional dos Municípios (CNM) celebrou a aprovação da proposta, que significará um incremento de R$ 1,6 bilhão no caixa das prefeituras em setembro de 2022, o equivalente a 0,25% das receitas com IR e IPI. O porcentual vai se elevando ano a ano até atingir 1% em 2025, quando o repasse será o equivalente a R$ 4,6 bilhões (em valores de hoje).

A proposta teve apoio massivo no plenário da Câmara, inclusive da base governista. O texto foi aprovado por 456 votos a três. O resultado da votação, porém, foi considerado ruim pela área econômica, pois resulta em menos receitas para a União.
Os municípios já recebem hoje um repasse de 22,5% das receitas com IR e IPI por meio do Fundo de Participação dos Municípios (FPM). Além disso, nos últimos anos foram aprovados 1% adicional nos meses de dezembro e mais 1% nos meses de julho.

As investidas das prefeituras para abocanhar mais 1% de FPM nos meses de setembro vêm desde 2015. O texto foi aprovado no Senado em 2017 e recebeu aval dos deputados em primeiro turno no fim de 2019.
Em dezembro do ano passado, a proposta foi pautada para o segundo turno de votação a pedido da própria base do governo, o que levou a uma mobilização no Ministério da Economia para barrar a medida.

Fonte : estadão

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