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Docente da Setrem conquista certificação do Google

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O docente Marcelo Fábio Ohlweiler, do curso superior em Sistemas de Informação da Setrem, conquistou a certificação de Associate Cloud Engineer do Google. Agora ele está apto a implantar aplicativos, monitorar operações e gerenciar soluções corporativas em computação em nuvem.

“Poder ter essa primeira qualificação e como docente dos cursos de tecnologia demonstra que estamos acompanhando as principais novidades de tecnologia em nível mundial”, destaca o docente da Setrem. Este é o primeiro e importante passo para a construção de várias outras certificações do Google Cloud.

Para conseguir essa certificação, Ohlweiler buscou aperfeiçoamento em diversos cursos da plataforma Google Cloud. Em seguida, ele realizou um exame presencial, individual e sem consulta, com questões objetivas relacionadas a casos de uso, conceitos, soluções Google e engenharia de soluções cloud.

“Esses exames são desenvolvidos para conseguir medir os padrões de proficiência do Google Cloud e tem o prazo de validade de dois anos. Após este período, o profissional necessita realizar novamente o exame para manter o status da certificação”, explica. Essa certificação, como outras disponíveis pelos maiores players em cloud do mercado, como Amazon (AWS) e Microsoft (Azure), permitem que os profissionais possam medir seus conhecimentos nas melhores tecnologias disponíveis no mercado em nível mundial.

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Incêndio no “Lixão”: fumaça tóxica paira sobre a cidade e preocupa Ijuí

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Autoridades do município de Ijuí estão reunidas na manhã desta terça-feira (25/1) com o objetivo de solucionar problemas causados por um incêndio no antigo ‘lixão’ do município, em área das proximidades do aeroporto.

O aterro pegou fogo nesta segunda-feira (24) e mesmo com a chuva da noite seguiu queimando. Há preocupação de alastramento do sinistro, bem como consequências à saúde da comunidade por causa da fumaça tóxica que se espalha pela cidade.

De acordo as autoridades, neste primeiro momento máquinas públicas e particulares serão utilizadas no abafamento da área com terra.

Bombeiros seguem trabalhando e devem receber reforço de profissionais da região.

Fonte Ijuí News

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Médica é encontrada morta dentro de banheiro de pronto socorro

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Uma médica de 30 anos foi encontrada morta dentro de um banheiro do Pronto Socorro de Cubatão (SP), na madrugada desta segunda-feira (24). O caso é apurado pela Polícia Civil e será acompanhado pelo 3º DP da cidade.

O corpo de Ana Carolina Borges Gorga foi encontrado durante o plantão da profissional no Pronto Socorro Central de Cubatão. Equipes da Polícia Civil foram acionadas para atenderem ao caso, que foi registrado como morte suspeita, devido à falta de informações sobre o que pode ter levado a profissional a perder a vida.

Após a perícia, o caso foi registrado na Delegacia Sede de Cubatão, e depois encaminhado ao 3º DP, onde será investigado. De acordo com a Secretaria de Segurança Pública (SSP), outros detalhes serão preservados para garantir autonomia ao trabalho policial.

Em nota, a Secretaria de Saúde de Cubatão afirma que lamenta profundamente a morte da médica, e que, em respeito à família, não serão divulgadas informações pessoais ligadas ao caso.

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Veja os medicamentos contra Covid já disponíveis e como funcionam

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As vacinas contra covid-19 são cruciais no combate à pandemia, mas a necessidade de medicamentos que possam tratar a doença persiste.

A imunidade obtida por vacinas é muito importante, mas existe um problema sério de desigualdade de acesso aos imunizantes pelo mundo. Além disso, o surgimento de novas variantes reforça a necessidade de medicamentos, principalmente para tratar casos graves de covid-19.

Quais medicamentos estão disponíveis?

Há atualmente alguns medicamentos que ajudam a combater o vírus ou os efeitos dele e que agem sobre o corpo de diferentes maneiras:

  • medicamentos anti-inflamatórios para conter reações exageradas e potencialmente letais do nosso sistema imune
  • drogas antivirais que dificultam a replicação do coronavírus dentro do corpo
  • terapias de anticorpos que imitam nosso próprio sistema imunológico para atacar o vírus

Esses medicamentos são necessários em diferentes estágios da infecção e variam de muito baratos a incrivelmente caros. Alguns são mais resilientes a novas variantes que outros.

É importante destacar que até agora nenhum remédio se mostrou eficaz para prevenir infecção por coronavírus. E vários dos tratamentos disponíveis se referem a medicamentos de uso restrito a hospitais.

Drogas anti-inflamatórias

Quando você pega covid, seu corpo libera uma enxurrada de químicos para alertar que ele está sob ataque. O alerta químico é chamado de inflamação e é vital para mobilizar o sistema imune para combater a covid.

Mas se você não se livrar do vírus rapidamente, a inflamação pode sair do controle e eventualmente danificar órgãos vitais, como os pulmões. E essa inflamação excessiva pode matar. É no controle da inflamação que agem os chamados corticosteroides, recomendados pela OMS para uso em pacientes com quadro grave ou crítico de covid-19.

Um esteroide anti-inflamatório que já existia antes da pandemia, a dexametasona, foi a primeira droga aprovada para ajudar a salvar a vida de pessoas com a doença. Ela é administrada a pacientes em estado grave, com problemas respiratórios. Testes revelam que esse remédio reduz em um quinto o risco de morte para pacientes com suporte de oxigênio e em um terço para pacientes que necessitam de ventilação mecânica.

Mais recentemente, no dia 21 de janeiro, a Organização Mudial da Saúde recomendou o uso do medicamento baricitinibe para o tratamento da covid-19.

O baricitinibe é um anti-inflamatório usado principalmente no tratamento da artrite reumatoide. Na pesquisa publicada pelo grupo de trabalho da OMS, o uso do baricitinibe é recomendado em pacientes graves, pois aumenta a probabilidade de sobrevivência às complicações que o coronavírus pode causar, além de reduzir a necessidade de ventilação mecânica.

Drogas antivirais

Um antiviral ataca a habilidade do coronavírus de fazer cópias de si mesmo dentro do corpo humano. Esse tipo de droga serve para manter o vírus em baixas quantidades, para que haja menos dele para o sistema imune lidar.

Aprovado em janeiro de 2022 para uso no Reino Unido, o paxlovid é uma pílula tomada duas vezes por dia por cinco dias. De acordo com seu fabricante, a Pfizer, ela reduz o risco de hospitalização e morte em 89% em adultos vulneráveis.

Outro antiviral, o remdesivir, é administrado por infusão intravenosa e reduziria o tempo de recuperação da covid. Esse remédio foi aprovado em março de 2021 para utilização no Brasil, para pacientes de covid com idade igual ou superior a 12 anos, peso corporal de pelo menos 40 kg, com pneumonia e necessidade de suplementação de oxigênio de baixo ou alto fluxo ou outra ventilação não invasiva.

Essas drogas vão funcionar contra variantes?

A expectativa é que os anti-inflamatórios funcionem contra todas as variantes porque visam nosso organismo, não o próprio vírus.

Há mais preocupação sobre se os anticorpos monoclonais funcionariam com novas variantes, porque eles foram desenvolvidos para se espelhar no vírus. Se a variante tem muitas mutações, ela terá menos semelhanças com os anticorpos monoclonais sintéticos. No entanto, a GSK diz que testou a terapia com sintrovimabe contra a variante Ômicron e disse que ela continua eficaz em estudos de laboratório.

Espera-se que os antivirais resistam às variantes vistas até agora. Nenhuma das mutações observadas no Ômicron parece afetar a capacidade de ação desses medicamentos.

Que outras drogas estão disponíveis?

O uso de diversas outras drogas chegou a ser defendido para tratamento da covid, embora sem indicativo de serem eficazes contra a doença. No Brasil, o presidente Jair Bolsonaro continua defendendo o uso da cloroquina, sendo que a utilização desse medicamento para a covid-19 é expressamente desaconselhado pela Organização Mundial da Saúde.

A ivermectina também foi promovida por Bolsonaro e outros lideres em diferentes partes do mundo, mas não há evidências científicas de que funcione. A OMS desaconselha o uso da ivermectina para covid-19, com exceção de sua utilização em contexto de ensaio clínico.

A coleta de anticorpos do sangue dos sobreviventes – conhecida como terapia de plasma convalescente – chegou a ser divulgada como possibilidade, mas não reduziu as mortes.

Também houve especulação de que os medicamentos usados ​​para tratar a malária e o HIV poderiam funcionar, mas nenhum teste comprovou eficácia. E até agora nenhum remédio se mostrou eficaz para prevenir infecção por coronavírus.

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