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Disney+ divulga lista com mais de 600 produções que estarão no seu catálogo

Pável Bauken

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Pouco menos de um mês antes do lançamento oficial, a Disney+ divulgou, nesta segunda-feira (14), a relação de filmes, séries e desenhos que integrarão seu catálogo. O lançamento da plataforma de streaming está marcado para o dia 12 de novembro, nos Estados Unidos, e para 2020 no Brasil.

Entre os destaques inéditos, estão o live-action de A Dama e o Vagabundo, o seriado High School Musical: A Série e Encore!, protagonizado por Kristen Bell. Ao todo, o serviço irá disponibilizar mais de 600 produções, com materiais desde a década de 1930 até lançamentos recentes do cinema.

Os longa-metragens do Universo Cinematográfico Marvel – como Homem de Ferro, Guardiões da Galáxia e Capitã Marvel -, assim como os filmes da saga Star Wars, estão confirmados entre as novidades.

Nos EUA, o Disney+ custará US$ 6,99 por mês (cerca de R$ 28), aproximadamente metade do valor do pacote padrão da Netflix americana. A empresa também anunciou acordos para que a Disney+ possa estar disponível em dispositivos conectados à internet da Apple, da Google, da Microsoft, da Roku e da Sony. A expectativa da empresa é unir 90 milhões de usuários até 2025.

A relação completa dos itens que estarão no Disney+ foi revelada em um vídeo de mais de três horas de duração e em uma thread no Twitter; veja abaixo:


Gaúcha/ZH

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Cientista nuclear do Irã é assassinado a tiros perto de Teerã, diz mídia estatal

Reporter Global

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IRIB NEWS AGENCY/AFP/JC

Um cientista nuclear iraniano descrito como o guru do programa nuclear iraniano foi baleado na rua em uma cidade perto de Teerã.

Mohsen Fakhrizadeh foi emboscado na cidade de Absard, 70 km a leste de Teerã. Quatro agressores abriram fogo depois que testemunhas ouviram uma explosão. Os esforços para tentar salvar Fakhrizadeh falharam e seu guarda-costas também foram feridos.

O Ministério da Defesa iraniano confirmou a morte de Fakhrizadeh em um comunicado. “Durante o confronto entre sua equipe de segurança e os terroristas, Mohsen Fakhrizadeh ficou gravemente ferido e foi levado ao hospital”, disse o comunicado.

“Infelizmente, a equipe médica não conseguiu reanimá-lo e, há poucos minutos, esse importante cientista, após anos de esforço e luta, atingiu um alto grau de martírio.”

Fakhrizadeh foi identificado pelo primeiro-ministro de Israel em uma apresentação pública em 2018 como o diretor do projeto de armas nucleares do Irã. “Lembrem-se desse nome, Fakhrizadeh”, disse Binyamin Netanyahu durante a apresentação.

Na época, ele acusou o Irã de esconder e expandir seu conhecimento sobre armas nucleares, dizendo que a inteligência israelense havia obtido informações sobre um depósito de meia tonelada de material nuclear do país.

O ataque foi confirmado pela TV estatal iraniana, mas depois negado pela Organização de Energia Atômica do Irã (AEOI) antes de ser confirmado pelo ministério da Defesa.

Fotos do suposto local do ataque também apareceram nos sites de notícias iranianos. As forças de segurança bloquearam a avenida onde ocorreu o ataque. Um porta-voz dos militares israelenses disse: “Não comentamos sobre notícias na mídia estrangeira”. O gabinete do primeiro-ministro de Israel disse que não comentaria “sobre tais relatos”.

Os relatos confusos da mídia iraniana refletem as altas tensões dentro do país, em meio a relatos de que a inteligência israelense e o serviço secreto receberam luz verde para organizar ataques a instalações nucleares iranianas antes que Donald Trump deixe a Casa Branca.

O ataque acontece uma semana depois de uma visita do secretário de Estados americano, Mike Pompeo, a Israel, e de uma não confirmada e histórica viagem do premiê israelense Binyamin Netanyahu a Arábia Saudita.

Muitas autoridades iranianas acreditam que Trump, em conjunto com Israel e a Arábia Saudita, está determinado a enfraquecer ou antagonizar o Irã antes da transferência do poder nos EUA em 20 de janeiro.

O presidente eleito dos EUA, Joe Biden, disse que está disposto a se juntar novamente ao acordo nuclear com o Irã e suspender algumas sanções econômicas, desde que o Irã volte a cumprir o acordo, especialmente sobre seus estoques excedentes de urânio enriquecido.

Israel e a Arábia Saudita querem que os EUA permaneçam fora do acordo e continuem com uma política de sanções econômicas.

Fakhrizadeh está em uma lista de nomes de autoridades que sofreram sanções dos EUA, e era considerado o principal detentor do conhecimento iraniano sobre o programa nuclear do país.

Brigadeiro-general do Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC) e professor de física na Universidade Imam Hussein, que forma integrantes da Guarda Revolucionária, Fakhrizadeh era considerado um homem envolto em mistério.

Até abril de 2018, nenhuma fotografia dele estava disponível publicamente e, após a morte de vários outros cientistas nucleares, uma camada adicional de sigilo e segurança foi colocada em torno dele, em um esforço para protegê-lo contra assassinos do serviço secreto de Israel.

Ele assumiu o comando do Centro de Pesquisa de Física do Irã em 1988 e, em seguida, tornou-se chefe de pesquisa do Instituto de Física Aplicada, de onde o programa secreto de pesquisa nuclear do Irã foi conduzido.

Ele nunca havia sido entrevistado por um membro da AIEA, órgão de vigilância nuclear da ONU, mas foi citado em seus relatórios.

ESTADÃO COM AGÊNCIAS INTERNACIONAIS

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Mundo

Itamaraty diz que China foi ‘ofensiva’ ao rebater declaração de Eduardo Bolsonaro

Reporter Global

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O Ministério das Relações Exteriores censurou a reação da embaixada chinesa a declarações contrárias ao país asiático feitas pelo deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP). A chancelaria brasileira disse que a atitude “ofensiva” e “desrespeitosa” da China cria “fricções desnecessárias” e prejudica a boa relação entre os países. Nas redes sociais, o filho 03 do presidente Jair Bolsonaro vinculou o governo chinês à “espionagem” por meio da tecnologia 5G, o que provocou protestos dos chineses.

“Não é apropriado aos agentes diplomáticos da República Popular da China no Brasil tratarem dos assuntos da relação Brasil-China através das redes sociais. Os canais diplomáticos estão abertos e devem ser utilizados. O tratamento de temas de interesse comum por parte de agentes diplomáticos da República Popular da China no Brasil através das redes sociais não é construtivo, cria fricções completamente desnecessárias e apenas serve aos interesses daqueles que porventura não desejem promover as boas relações entre o Brasil e a China”, diz o Itamaraty, em comunicado por escrito à embaixada.

“O tom e conteúdo ofensivo e desrespeitoso da referida ‘Declaração’ prejudica a imagem da China junto à opinião pública brasileira”.

O ofício do Departamento de China do Itamaraty, datado desta quarta-feira, dia 25, foi divulgado pelo canal CNN Brasil e confirmado pelo Estadão. A chamada “nota diplomática” é uma manifestação forma do governo brasilerio à embaixada. Procurado, o Ministério das Relações Exteriores não comentou o teor.

O Departamento de China disse que as relações sino-brasileiras são mutuamente benéficas, densas e maduras e “não dependem do encaminhamento de um único tema”. “Desrespeitar a diversidade de pensamento e opinião existente no Brasil não contribui para o avanço das relações”, escreveram os diplomatas, numa carta com indiretas a Pequim.

Em publicação feita na noite de segunda-feira, 23, – e apagada no dia seguinte, Eduardo Bolsonaro fez menção à adesão simbólica do Brasil à Clean Network (Rede Limpa), iniciativa diplomática do governo Donald Trump para tentar frear o avanço de empresas chinesas no mercado global de 5G. Ele celebrou o fato como um sinal de que o Brasil “se afasta da tecnologia da China”.

Para a diplomacia chinesa, o parlamentar “solapou” a relação amistosa entre os países com declarações “infames”, e o Brasil poderá “arcar com consequências negativas”. Na declaração de seu porta-voz, os chineses disseram que Eduardo agia orientado pela extrema-direita norte-americana e que essa retórica discrimina o país.

O Itamaraty pediu respeito às “decisões soberanas sobre temas de interesse estratégico” do governo Jair Bolsonaro. O Brasil anunciou recentemente apoio aos princípios do programa Rede Limpa (Clean Network, em inglês), do governo Donald Trump, criado para banir das redes de telecomunicação fornecedores de tecnologia chineses, como a Huawei. A adesão foi celebrada pela Casa Branca como a primeira na América Latina, embora ao menos publicamente o Brasil não tenha se comprometido a excluir por completo empresas chinesas.

O MRE também reclamou sobre o fato de a China ter abordado a relação entre Brasil e Estados Unidos. “É altamente inadequado que a Embaixada da República Popular da China se pronuncie sobre as relações do Brasil com terceiros países, tendo presente que a Embaixada do Brasil em Pequim não se pronuncia sobre as relações da República Popular da China com terceiros países.”

O Itamaraty confirmou ter recebido as “preocupações” da China sobre declarações de Eduardo, tratado apenas como “um deputado federal brasileiro”. Disse que elas “serão tratadas da maneira apropriada”.

Segunda vez

Foi a segunda vez que o Itamaraty repreendeu a diplomacia chinesa em Brasília por crises provocadas por manifestações de Eduardo nas redes sociais, respondidas da mesma forma por Pequim Em março, o chanceler Ernesto Araújo saiu em defesa do deputado e disse pelo Twitter que o embaixador Yang Wanming “feria a boa prática diplomática” ao rebater de forma “desproporcional” o parlamentar. Ele se dispôs a promover o entendimento entre ambos Eduardo Bolsonaro havia dito que o governo comunista da China era culpado pela propagação do novo coronavírus e omitia dados da pandemia. O embaixador, então, se disse ofendido, pediu retratação e afirmou que Eduardo contraíra um “vírus mental” em viagem a Miami, na Flórida.

Presidente da Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional da Câmara, Eduardo Bolsonaro é um entusiasta do chefe da chancelaria e influente na política externa bolsonarista pró-Estados Unidos. Ele passou a ser alvo de pedido de destituição do cargo depois da nova crise com a China.

Apesar da censura, o próprio chanceler Ernesto Araújo utiliza-se de redes sociais para manifestar posições da política externa nacional, assim como o presidente Bolsonaro. Como o Estadão mostrou em abril, o embaixador Yang Wanming é um dos mais influentes no Twitter entre todo o corpo diplomático chinês, que aderiu às redes ocidentais – proibidas na China – por uma diretriz do presidente Xi Jinping e do Partido Comunista A contra ofensiva começou justamente para conter a propagação de ideias anti-China nos Estados Unidos durante o governo Donald Trump.

Por Felipe Frazão

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Mundo

Trump: distribuição de vacinas para covid-19 começará na semana que vem

Reporter Global

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, informou nesta quinta-feira, 26, que a distribuição de vacinas para a covid-19 no país começará na próxima semana. “Elas chegarão primeiros aos profissionais de saúde, a idosos, médicos e enfermeiros. Algumas pessoas chamam isso de milagre médico”, destacou, em mensagem por teleconferência às Forças Armadas americanas, por ocasião do feriado de Ação de Graças.

O republicano repetiu o argumento de que os EUA estão superando a pandemia e tomou crédito pelo rápido desenvolvimento do imunizador. “Normalmente, levaria uns cinco anos só para obter a aprovação da Administração de Alimentos e Medicamentos (FDA, na sigla em inglês”, comentou.

O evento representou uma das poucas aparições públicas do presidente desde a eleição de 3 de novembro, em que foi derrotado pelo candidato democrata, Joe Biden. Trump, contudo, ainda não aceitou o resultado, sob o argumento de que o pleito foi marcado por fraude, embora não tenha apresentado provas.

Por André Marinho

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